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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Terça-feira 04/06/2013




Terça-feira, 04 de junho de 2013



“Amar é querer estar perto se longe; e mais perto, se perto.” (Vinícius de Morais)



EVANGELHO DE HOJE
Mc 12,13-17


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 13as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14Quando chegaram, disseram a Jesus: "Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?"
15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: "Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja". 16Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: "De quem é a figura e inscrição que estão nessa moeda?" Eles responderam: "De César".
17Então Jesus disse: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". E eles ficaram admirados com Jesus.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
No site da CNBB é apresentada a seguinte reflexão inicial: “(…) Dois pontos nos são sugeridos pelo Evangelho de hoje. O primeiro é: por que nos aproximamos de Jesus? Condenamos as autoridades porque mandaram pessoas até Jesus para o apanharem em alguma palavra, mas muitas vezes nos aproximamos de Jesus para a satisfação de nossos interesses pessoais e não para o encontro pessoal com aquele que é nosso Deus e que nos ama com amor eterno”.
O que pertence a Deus em nossa vida, no nosso dia-a-dia, no nosso trabalho, no serviço comunitário que prestamos? Qual é o motivo que nos tem atraído a sua presença? Da hora que levanto, tomo meu café da manhã (quando tenho tempo ou condição) e chego ao trabalho, em que momento tenho para dar a Deus o que é Dele?
Quem vai a missa aos domingos cumpre uma doce obrigação de todo católico; quem clama ao seu santo nome através da oração ou do louvor não deixa de ser ouvido, mas quais são os reais motivos que me levam a missa e quais são os motivo que aumentam minha vontade de rezar? Um cristão não á reconhecido pelo que pede e tão pouco por estar na missa, num grupo ou pastoral e sim, se tenta, a cada dia, ser uma pessoa melhor, que resiste cada vez mais eficientemente às tentações, que conhece suas limitações, mas não as usa como escudo para continuar errando…
Cristão verdadeiro é o que retira o véu dos seus olhos e começa a entender que o que há de Deus em mim é muito maior que qualquer coisa que eu possa conquistar ou comprar.
 “(…) Mas, todas as vezes que o coração se converte ao Senhor, o véu é tirado. Pois o Senhor é o Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade. Todos nós, porém, com o rosto descoberto, refletimos a glória do Senhor e, segundo esta imagem, somos transformados, com uma glória cada vez maior, pelo Espírito do Senhor”. (II Coríntios 3, 16-18)
O esforço, a dedicação, a força de vontade fazem parte das armas dos cristãos. Isso entra em conflito com a preguiça, a apatia e a fraqueza na vontade de lutar. Quantos de nós exercemos nossa perseverança ao rezarmos nosso terços no caminho do trabalho dentro do ônibus apertado, no entanto quando vamos de carro ao serviço, no conforto, o espaço reservado do terço é ficar pendurado no retrovisor? Quantos de nós sentamos do lado de uma pessoa na missa pra poder acompanhar juntos as leituras da missa, mas tendo uma bíblia em casa, não dedicamos nem cinco minutos diários para lê-la?
Ser cristão dentro da igreja é fácil. E no domingo também, mas a proposta de Santo Inácio de Antioquia é que possamos viver a semana como se fosse uma extensão do domingo. Dar a Deus o domingo, por uma hora é fácil, mas será que temos essa mesma vontade ao desligarmos a TV no horário do Big Brother ou de outros programas que poderiam ser substituídos por uma boa leitura, um bom filme, uma conversa em família?
Não estou dizendo que assistir TV é ruim, mas não posso reclamar se meu tempo é aproveitado sem verificar o que é prioritário. Tem gente que não vai a escola por causa do fim de uma novela que reprisará no sábado; gente que endividada, não aceita um determinado emprego por orgulho ou pelo que vão pensar, gente que mente tanto que nem mesmo ela sabe o que é verdade em sua vida…
É isso que vemos na primeira leitura. Um homem de Deus, cego pelo orgulho, que recusa ajuda e duvida até mesmo dos seus
“(…) Quando entrou em minha casa, o cabrito começou a balar. Chamei minha mulher e perguntei-lhe: ‘De onde vem este cabrito? Não terá sido roubado? Devolve-o a seus donos, pois não temos o direito de comer coisa alguma roubada’. Ela respondeu-me: ‘É um presente que me foi dado além do salário’. Mas não acreditei nela e insisti que o devolvesse aos patrões, ficando bastante contrariado por causa disso. Ela então replicou: ‘Onde estão as tuas esmolas? Onde estão as tuas obras de justiça? Vê-se bem em ti o que elas são”. (Tobias 2, 13-14)
Esse orgulho e vaidade que também cativamos também não são de Deus. Cativemos o que é de Deus. Esforcemo-nos para abandonar o que não é Dele.
Um imenso abraço fraterno!




VIDA SAUDÁVEL


Mel: virtudes curativas e nutritivas

O mel possui a maioria dos elementos minerais essenciais para o organismo humano, especialmente os oligo-minerais...


O mel é um alimento energético de alta qualidade. A ingestão de mel permite uma alimentação imediata e intensiva de todo o sistema muscular, especialmente os músculos do coração, através da glicose invertida. Por outro lado, a frutose, o açúcar das frutas, existente em grande quantidade no mel, é armazenado no fígado na forma de glicogênio para ser utilizada quando o organismo precisar. Por isso é uma fonte energética muito importante para os atletas e para os idosos. O mel possui a maioria dos elementos minerais essenciais para o organismo humano, especialmente os oligo-minerais ( ex. selênio, manganês, zinco, cromo, alumínio). Estes oligo-minerais tem um papel semelhante às velas de ignição de um carro, no processo químico da vida.
Só isto já é um bom motivo para substituir o açúcar refinado pelo mel. O mel é melhor tolerado pelos diabéticos do que o açúcar de cana, porque 40% do mel é frutose, o açúcar das frutas, bem menos prejudicial aos diabéticos. Crianças alimentadas com mel, não sofrem de cólicas, porque o mel é absorvido imediatamente, não possibilitando o ataque das bactérias intestinais e formação de gases, como acontece quando a alimentação é feita com açúcar de cana. O mel é indicado no tratamento de anemias, como regulador intestinal e no tratamento de doenças respiratórias. Uma propriedade plenamente reconhecida do mel é seu poder anti-séptico que unido ao seu poder demulcente, fazem que o mel seja um excelente cicatrizante e protetor da pele, sendo muito empregado topicamente em queimaduras e feridas.

As suas propriedades anti-sépticas provêm da presença de ácidos orgânicos, por exemplo, o ácido fórmico e principalmente da peroxidase, formada a partir da glico-oxidase. Por ação da peroxidase, forma-se oxigênio nascente que impede o desenvolvimento de bactérias e bacilos. Pela ação desta enzima e pela sua grande osmoralidade, o mel com baixa umidade está sempre isento de bactérias. O mel protege o fígado, promovendo a regeneração de suas células e prevenindo a formação do fígado gorduroso (cirrose hepática). O mel tem propriedades de laxante suave e é muito eficaz no tratamento das doenças respiratórias. Uma administração regular de mel, ajuda a prolongar e dar uma melhor qualidade de vida aos idosos O mel não deve ser aquecido acima de 40o C, para não destruir suas enzimas. Quando se desejar descristalizá-lo, deve-se colocá-lo em Banho Maria à 40°C (calor suportável quando se põe a mão dentro da água) e descristalizá-lo lentamente.


Fonte: contato.net





MOMENTO DE REFLEXÃO


Existe, na mitologia grega, um personagem chamado Procrustius. Ele tinha uma pensão, na qual havia uma cama só. Quando chegava um hóspede para dormir, Procrustius o media. Se era maior que a cama, ele lhe cortava um pedaço. Se era menor, ele esticava o hóspede, até ficar do tamanho da cama.
Quantas vezes nós hospedamos pessoas em nossa vida, ou em nosso coração, mas nos comportamos como Procrustius! Queremos que a pessoa seja igual a nós, tenha os nossos gostos, o nosso temperamento e o nosso jeito de viver. Aceitar cada pessoa do jeito que ela é, mesmo que bem diferente de nós, é uma virtude necessária na vida comunitária.
Educar é conduzir o formando para além de si própria, mas na direção dele, não na direção que traçamos para ele. Quando Jesus tinha doze anos, sua Mãe sentiu na pele isso. O Filho tinha um caminho que eles, os pais, naquela época não entendiam. Só mais tarde entenderam. Felizmente, Maria foi humilde e, em vez de chegar dando bronca, perguntou: “Filho, por que agiste assim conosco? Olha, teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura!” (Lc 2,48).

Diário de Segunda-feira 03/06/2013




Segunda-feira, 03 de junho de 2013



“É preciso diminuir a distância entre o que se diz e oque se faz, até que a sua fala seja a sua prática.”



EVANGELHO DE HOJE
Mc 12,1-12


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, 1Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes, mestres da Lei e anciãos, usando parábolas: "Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um lagar e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha a alguns agricultores, e viajou para longe. 2Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha.
3Mas os agricultores pegaram no empregado, bateram nele, e o mandaram de volta sem nada. 4Então o dono da vinha mandou de novo mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. 5Então o dono mandou ainda mais outro, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros. 6Restava-lhe ainda alguém: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até aos agricultores, pensando: 'Eles respeitarão meu filho'. 7Mas aqueles agricultores disseram uns aos outros: 'Esse é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa. 8Então agarraram o filho, o mataram, e o jogaram fora da vinha'. 9Que fará o dono da vinha? Ele virá, destruirá os agricultores, e entregará a vinha a outros. 10Por acaso, não lestes na Escritura: 'A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante; 11isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos'?"
12Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus, pois compreenderam que havia contado a parábola para eles. Porém, ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram-se embora.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade

Bom dia!
Os milagres e a mensagem de Jesus já não eram suficientes, aos olhos dos fariseus e mestres da lei, era preciso matá-lo.
Como no tempo dessa narrativa de hoje, fariseus ainda querem matá-lo em nós.
Passeando pela internet encontrei um site “especializado” em criticar os ensinamentos dos povos contidos na Bíblia, pois a sagrada escritura, além de conter a boa nova é o retrato escrito de uma cultura bem antes de Jesus nos ser apresentado.
O autor do site, que se declara ateu e a toa, não mede esforços em procurar na singeleza da cultura antiga, falhas, duplos sentidos, questões de interpretação e fé. E como esse rapaz, existem tantos outros ateus a toa disfarçados de professores, sábios, (…), apostatas do que um dia acreditaram…. Admira-se o quanto se dedicam a provar que estão certos sem medir o impacto de suas palavras ou na falta de empenho em mudar suas próprias vidas. Para eles deve ser importante que Jesus realmente esteja morto. (hunf).
Muita gente precisa que Jesus esteja morto, como aconteceu ao filho da vinha, pois sem suas palavras a apontá-los, poderiam conviver sem notar seus pecados, erros e transgressões… Sem Jesus, analogicamente, poderiam transitar pelas ruas sem prestar atenção nas placas de transito, semáforos, faixas de pedestres. Jesus ainda incomoda aqueles que não querem conflitar seu jeito de viver com sua proposta de salvação.
Sim! Existem bons ateus que apenas não acreditam e assim talvez estejam respeitando o que pensam e o que os outros acreditam. Isso deve ser respeitado também pelos cristãos: a vontade ou não de acreditar. O que deve mudar de fato não é a crença do descrente e sim a fé de quem acredita. FACULDADE SÓ É CEMITÉRIO DA FÉ PARA QUEM NÃO TEM!
Aqueles que foram mortos pelo dominadores e conquistadores deveriam ficar com seus cadáveres expostos como forma de mostrar o que aconteceria com aqueles que desobedecessem ao regime. Matar os funcionários e o filho era semelhante ao feito pelos bárbaros. Notem a primeira leitura:
“(…) E chorei. Depois que o sol se escondeu, fui cavar uma sepultura e enterrei o cadáver. Meus vizinhos zombavam, dizendo: ‘ELE AINDA NÃO TEM MEDO. JÁ FOI PROCURADO PARA SER MORTO POR ESTE MOTIVO, E TEVE QUE FUGIR. NO ENTANTO, ESTÁ DE NOVO SEPULTANDO OS MORTOS“. (Tobias 1, 7-8)
Quantos nos procuraram e ainda nos procurarão para abater nossa fé, nossa crença, o que acreditamos? Quantos zombam de nossa crença, de nossas tradições, do nosso zelo? A quaresma se aproxima e com ela o conflito do mundo ateu que não silencia, não respeita, não reserva um tempo pra Deus enquanto os fieis, como Tobit, resolve enfrentar e perseverar no que acredita.
Agarremo-nos ao salmo de hoje “(…) Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos”. (Salmo 111, 1-2)
Um Imenso abraço fraterno!




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Corrida de Canoas

Duas empresas (de acordo com a história, uma brasileira e outra japonesa) criaram um desafio que consistia numa corrida anual de canoas, onde, em cada canoa iriam até 8 homens de cada empresa.
Então as equipes treinaram arduamente e estavam em sua melhor forma no dia da corrida. No entanto, os japoneses venceram com mais de 1km de vantagem.
Após a grande derrota a equipe brasileira ficou muito desanimada e chegou a pensar em desistir, mas o diretor geral da empresa brasileira decidiu que venceriam no próximo ano e, para tal, criou um grupo de trabalho para examinar o que houve de errado na corrida.
Depois de muito tempo de estudos, análises e relatórios, o grupo que examinava os fatos da corrida concluiu que a equipe japonesa possuía em seu barco um capitão e sete remadores enquanto a equipe brasileira possuía sete capitães e um único remador. O diretor geral tomou uma decisão e contratou uma terceira empresa para analisar a estrutura de sua equipe.
Depois de longos meses de trabalho os especialistas contratados concluíram que a equipe possuía capitães de mais e remadores de menos, e informou isso ao diretor geral. Este, por sua vez, decidiu então que a estrutura da equipe deveria ser alterada imediatamente.
A estrutura da equipe foi então reformulada e ao invés de sete capitães, teria agora apenas 4 capitães, dois supervisores de capitães, um chefe de supervisores e um remador. Mas agora o remador teria atenção especial, toda a equipe funcionaria a seu favor, o remador deveria ser melhor qualificado, ter mais treinamento, ser constantemente motivado e principalmente ser conscientizado de sua inviável responsabilidade.
Chegou o próximo ano e ao final da corrida a equipe japonesa venceu mais uma vez, porém com mais de 2km de vantagem, o dobro da vantagem do primeiro ano de corrida.
O diretor geral em conjunto com toda a diretoria da empresa brasileira decidiu que o remador deveria ser demitido pelo seu péssimo desempenho na corrida. E decidiram também, que para não desmotivar o resto da equipe todos seriam recompensados com um prêmio por sua enorme dedicação e motivação que tentaram, sem sucesso, incutir na equipe.
O diretor geral preparou um relatório da situação, no qual ficou demonstrado que: A melhor tática havia sido escolhida, a equipe estava bem organizada e que havia motivação suficiente mas que o material utilizado ainda deveria ser melhorado e, por último, que um remador mais qualificado e empenhado deveria ser contratado.
Hoje a empresa está cogitando a ideia de trocar ou construir uma nova e mais moderna canoa.
Fim da história! =D
Apesar de parecer engraçado, esse cenário é, na verdade, trágico quando acontece na vida real. Não é difícil encontrarmos situações como essa em nosso dia-a-dia. Aqui no Espírito Santo costumamos dizer essa é uma situação onde temos muitos caciques para poucos índios.
Muitas boas conclusões podem ser tiradas dessa história: os muitos caciques para os poucos índios, inabilidade para detectar a causa raiz de um problema, agir onde não está a causa problema, superestimar os problemas (vide o grupo para analisar a corrida e em seguida os consultores especialistas) e principalmente, foco no processo e não nas pessoas.





MOMENTO DE REFLEXÃO


Certa vez, o pároco foi convidado para celebrar uma Missa em um colégio, na festa de aniversário da instituição. Estavam presentes, além do corpo docente, todos os alunos e seus pais.
Na hora da homilia, o padre disse para os pais, em tom categórico: “Não mandem seus filhos para a igreja!”
Todos pensaram que o padre tinha se enganado e queria dizer o contrário. Mas logo depois ele repetiu a mesma frase: “Não mandem seus filhos para a igreja!” Na terceira vez que ele falou, uma mãe protestou: “Eu não estou entendendo. A gente se esforça tanto para que nossos filhos participem da igreja, e o senhor vem falar isso?”
O padre então explicou: “Não mandem apenas; vão com os seus filhos para a igreja!”
De fato, quando mandamos uma criança fazer alguma coisa que nós não fazemos, a criança obedece enquanto é pequena; mas, quando crescer, ela não fará aquilo porque pensa que não é importante para a vida, já que os pais não fazem.
Os filhos aprendem mais com os olhos do que com os ouvidos. Por isso, a educação que dura é aquela dada através do exemplo, não apenas de palavras bonitas. “A palavra convence, o exemplo arrasta”.
Maria Santíssima é a Rainha dos educadores, pois educou o nosso grande educador, Jesus Cristo. Que ela nos ajude a ser bons educadores.

Diário de Domingo 02/06/2013





Domingo, 02 de junho de 2013



Já reparou que as crianças quando brigam sempre voltam a brincar juntas? É porque vale mais a felicidade do que o orgulho.



EVANGELHO DE HOJE
Lc 7,1-10



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!



Quando Jesus acabou de dizer essas coisas ao povo, foi para a cidade de Cafarnaum. Havia ali um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito. O empregado estava gravemente doente, quase morto. Quando o oficial ouviu falar de Jesus, enviou alguns líderes judeus para pedirem a ele que viesse curar o seu empregado. Eles foram falar com Jesus e lhe pediram com insistência:
- Esse homem merece, de fato, a sua ajuda, pois estima muito o nosso povo e até construiu uma sinagoga para nós.
Então Jesus foi com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial romano mandou alguns amigos dizerem a Jesus:
- Senhor, não se incomode, pois eu não mereço que entre na minha casa. E acho também que não mereço a honra de falar pessoalmente com o senhor. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom. Eu também estou debaixo da autoridade de oficiais superiores e tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Digo para um: “Vá lá”, e ele vai. Digo para outro: “Venha cá”, e ele vem. E digo também para o meu empregado: “Faça isto”, e ele faz.
Jesus ficou muito admirado quando ouviu isso. Então virou-se e disse para a multidão que o seguia:
- Eu afirmo a vocês que nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel!
Aí os amigos do oficial voltaram para a casa dele e encontraram o empregado curado.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia
Tem um vídeo promocional (propaganda) na internet onde dois homens saem num trailler de lanches para o meio de um deserto e lá, no meio do nada, um deles resolve parar e montar a barraca. Um lugar longe de tudo. No vídeo vemos a insatisfação do colega ao imaginar que andaram tudo aquilo para nada e o outro agindo naturalmente esperando os possíveis clientes.
Parecia que não ia dar em nada quando um meteoro cai próximo o local onde colocaram sua lanchonete móvel e com a novidade, uma infinidade de repórteres e curiosos vieram cobrir o fato. Sim! Eles lucraram, pois era o único posto com esse serviço para atender aquela multidão. Sei que é um filme mas algo fica nesse epílogo: Um demonstrou fé e sagacidade e o outro, que era preso ao que via, preso assim aos fatos.
O que é fé?
Fé é um ato heróico humano em acreditar sem precisar ver; é um dom de Deus oferecido a todos, no entanto, nem sempre o exercemos; mas fé por si só é apenas um dos dons do Espírito Santo.
A FÉ NÃO É NADA SEM O TEMOR DE DEUS. Como posso mover uma montanha com a fé do tamanho do grão de mostarda se não acredito no feito e tão pouco em quem as realiza? O centurião da narrativa de hoje tem a fé a humildade de reconhecer sua pequenez perante aquele que podia mudar o quadro que parecia irreversível. “(…) Senhor, não se incomode, pois eu não mereço que entre na minha casa. E acho também que não mereço a honra de falar pessoalmente com o senhor. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom”.
MUITA GENTE TEM FÉ, MAS NÃO TEM A SABEDORIA. De fato ninguém deseja que nossos entes queridos morram, mas em dados instantes da vida, ou da sobrevida de enfermos, a morte liberta. Talvez fé seria dizer: Deus! Faz o melhor por ele (a)!
OUTROS TÊM FÉ, MAS NÃO TEM A FORTALEZA, pois não suportam os primeiros ventos que antecedem a tempestade. Há uma frase do Escritor Augusto Cury que diz: “(…) Ninguém é digno do oásis se não aprender a atravessar seus desertos”. (Augusto Cury)
OUTROS TÊM FÉ, MAS NÃO TEM A CIÊNCIA, pois se abrissem os olhos conseguiriam ver Deus em meio à tempestade segurando sua mão e não deixando afogar, sucumbir, sofrer… Deus não fica feliz com o sofrimento de ninguém, pois não foi Ele que impetrou o que nos aflige, mas com certeza Ele esta ao nosso lado ofertando a melhor alternativa ou saída sem ferir o livre arbítrio.
“(…) Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias, DEUS DE TODA A CONSOLAÇÃO QUE NOS CONFORTA EM TODAS AS NOSSAS TRIBULAÇÕES, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia!”. (II Coríntios 1, 3-4)
Também não sou digno que o Senhor entre em minha morada, pois preciso ainda mais buscar a fé que esse homem e outros tantos tiveram. Jonas foi a Nínive sem acreditar na conversão das pessoas e Deus agiu. Se hoje nós, meio cristãos ou mornos, Ele já age, imaginemos se fossemos quentes?
O que precisa ser mudado ainda na nossa vida que precise iniciar pela minha fé?
Um imenso abraço fraterno





VÍDEO DA SEMANA


Campanha que visa acabar com o desperdício de comida.

Você tem o hábito de jogar comida fora?
Quando pensar em fazer isso, lembre-se de milhões de pessoas pelo mundo afora que não tem o que comer, ou que sobrevivem de alimentos bizarros. Pense naqueles que estão acamados com doenças que os impedem de ingerir qualquer tipo de alimento e acabam morrendo de fome. Pense bem antes de encher o prato com alimento que não vai conseguir consumir, e não se esqueça de agradecer e pedir a Deus que abençoe o alimento disponível na sua mesa e também a todas as pessoas que trabalharam pra que ele chegasse até você.
Veja o vídeo abaixo.





MOMENTO DE REFLEXÃO



Certa vez, um senhor queria se separar da esposa, porque ela não limpava a casa. Era uma sujeira que ele não suportava.
Mas antes ele foi consultar um sábio. Este ouviu tudo calado e, no fim, disse: “Vocês criam algum animal?” “Sim”, respondeu o homem. “Nós temos uma cabra”.
O sábio falou: “Pegue essa cabra e ponha dentro da sua casa. Dia e noite. Não a tire de lá. Daqui a uma semana você volte aqui”.
O homem achou aquilo um absurdo. Mas obedeceu. Voltou para o seu lar, explicou para a família, e colocou a cabra dentro de casa.
Como foi duro passar aquela semana! Era um mau cheiro horrível. Finalmente chegou o dia, e ele voltou ao sábio.
Este disse: “Vocês criam galinhas?” “Sim”, respondeu ele.
- “Quantas?”
- “Umas vinte”.
- “Então pegue todas e ponha também dentro da sua casa. E daqui a uma semana volte aqui”.
Pronto, o homem foi para casa confuso e sem entender aquele sábio. Mas obedeceu. Na semana seguinte, voltou, e o sábio falou: “Agora, tire a cabra e as galinhas, e volte ao que era antes. Daqui a uma semana você venha aqui”.
Quando, na semana seguinte, ele voltou, o sábio perguntou: “E agora, como está a sua casa?”
- “Uma beleza. Foi um alívio!”
- “E a casa, está suja?”
- “Até que não. Conseguimos limpar tudo, e tiramos até o mau cheiro dos estrumes”.
E o homem nunca mais reclamou que a sua casa era suja.
Existem situações piores do que a nossa. “Quando sou fraco, então é que sou forte” (2Cor 12,10).



Diário de Sábado 01/06/2013





Sábado, 01 de junho de 2013




“As folhas das árvores nos ensinam a cair sem alardes” (Manoel de Barros0



EVANGELHO DE HOJE
Mc 11,27-33



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 27Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Enquanto Jesus estava andando no Templo, os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os anciãos aproximaram-se dele e perguntaram: 28”Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?” 29Jesus respondeu: “Vou fazer-vos uma só pergunta. Se me responderdes, eu vos direi com que autoridade faço isso. 30O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondei-me”.
31Eles discutiam entre si: “Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer: ‘Por que não acreditastes em João?’ 32Devemos então dizer que vinha dos homens?” Mas eles tinham medo da multidão, porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta. 33Então eles responderam a Jesus: “Não sabemos”. E Jesus disse: “Pois eu também não vos digo com que autoridade faço essas coisas”.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Bantu Mendonça K. Sayla


Quem chega para Jesus e faz a pergunta que da sequência ao texto, é gente que tem autoridade: “os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes religiosos”, diz Marcos. E o que dita a autoridade deles sobre os outros, ou seja, aquilo que os coloca acima e outros abaixo, aquilo que faz deles gente que manda e dos outros gente que a eles obedece é o seu poder, o seu dinheiro, a sua posição em relação aos outros, o que eles são e outros não, entre outras coisas. E, como em cima não cabe todo mundo, eles não querem aquele sujeito chamado Jesus lá, por isso a pergunta que quer derrubá-lo é feita: “com que autoridade?”, ou, também, para ser mais direto: “quem você pense que você é para fazer essas coisas?” Ele sabia que não poderia responder tal pergunta, pois, se respondesse provavelmente geraria uma situação negativa para seu ministério. Mas Jesus era dotado de uma sabedoria divina que fez com que Ele saísse desde combate vitorioso. Depois de ter lido este texto, despertou em mim o desejo de saber qual é a autoridade que Cristo possui.

A palavra “autoridade” vem da palavra Hebraica que traduzida para o grego é exousia (impondo) ou (pondo), termo usado para as mãos, na cerimônia de ordenação de um Juiz ou Rabino. Impor as mãos é na Bíblia, um ato simbólico que confere ou transfere um cargo, junto com seus deveres e privilégios, representando o derramar das bênçãos e dons de Deus necessário para a obra. Podemos citar a ordenação de Josué por Moisés (Dt 34: 9).

Se seguirmos Marcos, o texto que lemos Jesus não responde, ele faz apenas uma pegadinha com a autoridade de João Batista, e eles ficam sem resposta, e ele, Jesus, também não dá nenhuma resposta. Não porque não pudesse dar uma resposta. Ele poderia ter dito que era um grande profeta, ou o Messias, o Cristo, ou o “Filho de Deus”. Poderia ter dito que fazia aquilo em nome de Deus, por mando d’Ele, com a autoridade vinda d’Ele. Pois essa autoridade ele tinha. Mas não o fez. Por quê? Porque Jesus não entendia a autoridade como um princípio de poder. Mas sim como um princípio de valores. Ele não queria uma autoridade dada por seus títulos, “Filho do Homem” (que não propriamente um título, mas sim uma forma de mostrar-se igual), Rabi, Messias, Cristo, Filho de Davi, Filho de Deus, etc. Nem queria uma autoridade dada por aquilo que ele era, nem por aquilo que ele poderia fazer a partir de seu poder. Jesus não queria estar acima, ser obedecido ou seguido por conta disso, mas sim por conta dos valores que ele estava deixando. Pois ele não veio para mostrar quem ele era: “olha para mim eu sou o Cristo”, mas para dizer este é o caminho, estes são os valores, essas são as palavras, este é o evangelho, este é o Reino de Deus. Se há alguma autoridade, a autoridade que há está nisso, em princípios de valores.

Esse é o fim da autoridade. E não é só o mundo de hoje, o nosso mundo da tela global, que é avesso a toda a forma de autoridade, Jesus também era. Pelo menos da autoridade baseada em princípios de poder. Quando Jesus curava, quando ele ajudava, quando ele fazia o que fazia ele não estava querendo acrescentar feitos poderosos ou ajuntar poder, mas era por uma questão de valores. Quando ele chega a Jerusalém, Marcos 11,01ss, e é aclamado com louvores: “Bendito é o que vem em nome do Senhor!, Hosana”, e purifica o templo, Marcos 11,12ss, tudo isso é feito por um princípio de valor, são os valores do evangelho, do Reino. O templo era para ser casa de oração para todos e não um covil de ladrões e salteadores. Esse era o real valor, isso o autorizava. Pois a sua autoridade estava nos seus valores.

Assim, conhecer a Jesus, dar autoridade a Jesus, colocá-lo acima, louvá-lo, obedecê-lo, segui-lo, caminhar nos seus caminhos, ser seu servo etc, significa não só reconhecer quem Ele é, o “com que autoridade”, mas sim conhecer e viver os princípios de valor que ele deixou que consistem no Serviço: “Vocês sabem que aqueles que são considerados governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder, autoridade sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo de todos”. Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos“.





CASA, LAR E FAMÍLIA



Dicas que vão facilitar sua vida

Limpeza ecológica da cozinha

Suco de limão clareia manchas e dá brilho aos utensílios de bronze. Acrescente bicarbonato de sódio em pó ao suco de limão e retire manchas mais difíceis. Faça a limpeza de todas as peças brancas de banheiros também.

Acabe com o cheiro de chulé

Dissolva pedras de cânfora em álcool e aplique nos pés ou faça uma imersão em álcool canforado ( farmácia).


Para remover mancha de ferrugem de tecidos
Aplicar uma mistura de sal e limão ou produto específico contra ferrugem, deixe agir por alguns minutos e lave normalmente.


Não deixe o lixo e a lixeira sobre a pia

Foco de contaminação permanente na preparação de alimentos remova a lixeira de cima da pia e coloque no chão. Esvazie rotineiramente e mantenha sempre tampada.


Para remover mancha de desodorante

Com uma esponja limpa, aplique água oxigenada e esfregue a mancha do tecido. Aguarde por 30 segundos e lave normalmente com água morna e sabão em pó.


Roupas manchadas na máquina de lavar

Se roupas claras e escuras forem deixadas por tempo na máquina de lavar e mancharem separe a peça manchada, leve para ferver por alguns minutos com água, sabão em pó em uma panela.





MOMENTO DE REFLEXÃO



Certa vez, um professor de ciências, do Ciclo Básico, disse, na aula, que Deus não existe. A afirmação chocou os alunos.
Em casa, uma menina contou para a mãe.
- “O que diz o seu coração?” perguntou ela.
- “Que existe”.
- “Então existe, filha. Não ligue pelo que as pessoas falam”.
Mas, no outro dia, a menina teve uma ideia. Pegou uma batata, colocou-a em sua bolsa e foi para a escola. Logo no início da aula, ela disse ao professor: Ontem o senhor disse que Deus não existe. Então quem fez a natureza? Por exemplo, esta batata aqui?”
O professor não soube responder. Mas, para não ficar desmoralizado diante da classe, pediu que ela, mais dois alunos, fossem lá fora e chamassem a Deus. “Se ele responder, é sinal que existe”, disse o professor.
Os três, lá fora, combinaram: Quando voltaram, o professor perguntou: “Então, chamaram? Ele respondeu?” As crianças disseram: “Não respondeu. Mas chamamos também o cérebro do professor, e ele não respondeu. Sinal que o professor não tem cérebro”.
De fato, a ciência não consegue fabricar um ser vivo, como é a batata. Pelo menos naquela classe, nunca mais aquele professor falou que Deus não existe.
“São insensatos todos os que, contemplando a natureza, não reconhecem o seu criador” (Sb 13,1).