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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Domingo 26/06/2016


Domingo, 26 de junho de 2016



“Prepare seu filho para "ser", pois o mundo o preparará para "ter"”.
(Augusto Cury)




EVANGELHO DE HOJE
Lc 9,51-62

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Como estava chegando o tempo de Jesus ir para o céu, ele resolveu ir para Jerusalém. Então mandou que alguns mensageiros fossem na frente. No caminho eles entraram em um povoado da região de Samaria a fim de prepararem um lugar para ele. Mas os moradores dali não quiseram receber Jesus porque viram que ele estava indo para Jerusalém. Quando os seus discípulos Tiago e João viram isso, disseram:
- O senhor quer que a gente mande descer fogo do céu para acabar com estas pessoas?
Porém Jesus, virando-se para eles, os repreendeu. Então ele e os seus discípulos foram para outro povoado.
Quando Jesus e os discípulos iam pelo caminho, um homem disse a Jesus:
- Eu estou pronto a seguir o senhor para qualquer lugar onde o senhor for.
Então Jesus disse:
- As raposas têm as suas covas, e os pássaros, os seus ninhos. Mas o Filho do Homem não tem onde descansar.
Aí ele disse para outro homem:
- Venha comigo.
Mas ele respondeu:
- Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai.
Jesus disse:
- Deixe que os mortos sepultem os seus mortos. Mas você vá e anuncie o Reino de Deus.
Outro homem disse:
- Eu seguirei o senhor, mas primeiro deixe que eu vá me despedir da minha família.
Jesus respondeu:
- Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus.
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor









MEDITANDO O EVANGELHO
Pbro. José MARTÍNEZ Colín (Culiacán, México)


Hoje, o Evangelho convida-nos a refletir sobre o nosso seguimento a Cristo. É importante saber segui-lo como Ele o espera. Ainda Santiago e João não tinham aprendido a mensagem de amor e perdão: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu, para que os destrua?» (Lc 9,54). Os outros convidados ainda não desprendiam se dos seus laços familiares. Para seguir Jesus Cristo e cumprir com nossa missão, temos que fazê-lo livres de todas as ataduras: «Quem (...) olha para trás, não está apto para o Reino de Deus» (Lc 9,62).

Em razão de uma Jornada Missionária Mundial, João Paulo II chamou aos católicos para ser missionários do Evangelho de Cristo por meio do diálogo e do perdão. O lema foi: «A missão é o anúncio do perdão». O Papa disse que só o amor de Deus é capaz de irmanar aos homens de toda raça e cultura, e fará desaparecer as dolorosas divisões, os contrastes ideológicos, as desigualdades econômicas e os violentos atropelos que ainda oprimem à Humanidade. Por meio da evangelização, os crentes ajudam aos homens reconhecer se irmãos.

Se nos sentirmos irmãos, começaremos a compreendermos e a dialogar com respeito. O Papa destacou que o empenho por um diálogo atento e respeitoso é uma condição para uma autêntica testemunha do amor salvifico de Deus, porque quem perdoa abre o seu coração aos outros e se faz capaz de amar. O Senhor nos disse na Ultima Ceia: «Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado (...) Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos» (Jo 13,34,35).

Evangelizar é uma tarefa de todos, porém de maneira diferente. Para alguns será viajar por muitos países onde ainda não conhecem Jesus. Para outros, corresponde lhes evangelizar ao seu redor. Perguntemo-nos, por exemplo, se os que nos rodeiam sabem e vivem as verdades fundamentais da nossa fé. Todos podemos e temos que apoiar com a nossa oração, sacrifício e ação, a tarefa missionária, além da testemunha do nosso perdão e compreensão para os outros.
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VÍDEO DA SEMANA

Tenha a coragem de dizer "não" ao que lhe aprisiona- Pe. Fábio de Melo













MOMENTO DE REFLEXÃO



Nossos olhos são seletivos, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de ver o restante.
Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas,
assim como um girassol escolhe sempre estar virado para o sol!
Você já reparou como é fácil ficar baixo astral?
Baixo astral porque está chovendo, porque tem conta a pagar, porque não tem exatamente o dinheiro ou a aparência que gostaria de ter, porque ainda não encontrou o amor da sua vida, porque a pessoa que você quer e não te quer, porque...
É claro que tem hora que a gente não está bem.
Mas a nossa atitude deveria ser a de uma antena que tenta, ao máximo
possível, pegar o lado bom da vida.
Na natureza, nós temos uma antena que é assim: o girassol.
O girassol se volta para onde o sol estiver.
Mesmo que o sol esteja escondido atrás de uma nuvem.
Nós temos de aprender a realçar o que de bom recebemos. Aprender a ampliar pequenos gestos positivos e transformá-los em grandes acontecimentos.
Temos de treinar para ser girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força, a beleza.
Por que só nos preparamos para as viagens, e não para a vida, que é uma viagem?
Apreciar o amor que alguém em um determinado momento dirige a você.
Apreciar um sorriso luminoso de alegria de alguém que você gosta.
Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora.
Apreciar a festa, a alegria, o sorriso.
E se o mau humor voltar que volte também a lembrança dos girassóis.
Selecione o melhor deste mundo, valorize tudo o que de bonito e bom haja nele e retenha isto dentro de você.
É este o segredo de uma vida melhor.
Mas existe uma particularidade no girassol que poucos sabem:
Quando não há sol ele se vira para outro girassol.
Isto significa que quando estamos tristes devemos nos aproximar das pessoas e não se afastar delas, assim um ajuda o outro.



Diário de Sábado 25/06/2016


Sábado, 25 de junho de 2016



“Uma pessoa opaca é destruída pela dor, uma pessoa brilhante é construída pela dor.” (Augusto Cury)




EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,5-17

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”.
7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!’, e ele vai; e a outro: ‘Vem!’, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz”.
10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”.
13Então, Jesus disse ao oficial: “Vai! E seja feito como tu creste”. E, naquela mesma hora, o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades”.
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor









MEDITANDO O EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR



Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa junto com Abraão, Isac e Jacó.
Este Evangelho narra dois milagres de Jesus: A cura do empregado do oficial romano e a cura da sogra de S. Pedro. Jesus se admirou da fé do oficial, e a Igreja também admira, pois a frase dele nós dizemos na Missa, antes da comunhão: “Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a)”.
O oficial tinha uma convicção tão forte de que Jesus tem poder sobre as forças da natureza e as doenças, que lhe pediu uma palavra dali mesmo, sem ter o trabalho de ir até a sua casa.
Jesus quer e pode nos ajudar, e sua ajuda é sempre eficaz e vitoriosa. Mas quer que lhe manifestemos antes a nossa fé. Por isso quem tem fé nunca se apavora, seja qual for a situação, porque sabe que tem ao seu lado um amigo ultra poderoso.
Ter fé não significa que no passado a pessoa não tenha cometido pecados. Pode ter cometido, e muitos, pois isso não é obstáculo para a ação de Deus, contanto que haja arrependimento, conversão e boa vontade.
“Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa No Reino dos Céus, junto com Abraão, Isac e Jacó, enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora.” Diante de Deus, não existe povo, raça ou nação privilegiada. O povo de Israel era privilegiado enquanto tinha a missão de preparar a vinda do Messias. Mas depois que o Messias veio, acabaram os privilégios.
A todos igualmente Deus dá a graça da fé. Se a pessoa acolhe, Deus lhe dá a esperança e a caridade. Acolhidas essas três virtudes teologais, a pessoa recebe a salvação. A Igreja Católica, a única religião que Jesus fundou, nos ajuda a acolher e a viver a fé, a esperança e a caridade. A Igreja é o caminho mais curto e mais fácil da salvação. Aliás, o batismo já nos insere na Comunidade dos salvos em Cristo. Basta não perder essa graça.
A fé é o segredo da felicidade. Quem tem fé “tira de letra” todas as dificuldades e obstáculos que aparecem na vida. Quem tem fé sabe que uma doença, por mais grave que seja, para Deus é um grãozinho de areia.
A fé é uma graça que Deus dá a quem ele quer, do Oriente ou do Ocidente, do Norte ou do Sul, sem nenhuma restrição em relação à raça, ao país ou a qualquer outra distinção.
Quem tem fé faz como o oficial fez: vai atrás de Jesus, expõe o seu problema e acredita que Deus quer e pode solucionar. Por isso, quem tem fé não entra em pânico, não se revolta, não desilude, não alvoroça, não perde a alegria nem a esperança, mesmo nas situações mais desafiadores.
Ter fé é muito mais que acreditar com a cabeça; é acreditar com o corpo inteiro, jogando-se naquilo que crê. Mas, é claro, ter fé é seguir um caminho novo, traçado não por nós, mas por Deus para nós.
“A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vêem” (Hb 11,1). É caminhar “como se visse o invisível” (Hb 11,27).
O exemplo de Moisés, na travessia do Mar Vermelho nos esclarece bem sobre o que é fé: “Moisés estendeu o bastão sobre o mar, e durante a noite inteira o Senhor fez soprar sobre o mar um vento leste muito forte, fazendo recuarem as águas... E assim os hebreus puderam atravessar” (Ex 14,21-22). Dá impressão que no início as águas não se afastavam, mas Moisés continuou firme, com o seu bastão estendido. Deus quer que nós mostremos a fé nele, mesmo sem ver uma resposta imediata. Em vez de uma noite, ele pode demorar dias ou até anos para nos atender. Mas, se permanecermos com o nosso bastão estendido, ele se manifestará e, com toda a certeza, separará as águas.
O oficial disse a Jesus: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa...” Jesus lhe falou: “Vai! E seja feito como tu creste”. Naquele momento, o empregado ficou curado. A Palavra de Deus acolhida com fé tem uma força incrível. Mesmo à distância, ela transforma as pessoas e o mundo.
Uma realidade bonita que aparece nestes dois milagres de Jesus é que quem tem fé ama o trabalho. O empregado do oficial “sofria terrivelmente com uma paralisia”. Certamente um dos sofrimentos dele é porque não podia trabalhar. A sogra de Pedro, logo que foi curada, “levantou-se e pôs-se a servi-lo”. O trabalho é uma bênção de Deus. Poder trabalhar é poder servir. “Descubra a felicidade de servir”. Jesus trabalhava; ele era carpinteiro. E na vida pública Jesus continuou trabalhando, pois a atividade missionária é trabalho. Quem tem fé gosta de trabalhar, pois a fé sem obras é morta. Nós, que recebemos tanto da família e da sociedade, precisamos ajudá-las também, através do nosso trabalho. O trabalho é uma fonte de virtudes; já “a ociosidade é a mãe de todos os vícios”.
Certa vez, um noivo procurou o padre a fim de combinar o casamento. O vigário, que estava sentado no escritório terminando uns escritos, resolveu fazer-lhe umas perguntas. A primeira: “Você sabe religião?” O noivo respondeu: “Sei sim senhor”. O padre, enquanto escrevia, lhe perguntou: “Então me diga: quantos deuses há no céu?” O rapaz não sabia! O padrinho, que estava atrás dele, lhe fez o gesto de um dedo para cima. O moço disse logo para o padre: “Eu sei, senhor padre, há um Deus no céu”. O padre falou: “Muito bem. E quantas pessoas há em Deus?” Agora enroscou – pensou o moço – e olhou disfarçadamente para o padrinho. Este novamente levantou a mão para ele com três dedos levantados. O noivo disse: “Eu sei também, senhor padre, há três em pé e dois deitados”.
Para crescermos na fé, precisamos conhecer mais profundamente o catecismo e as verdades nas quais acreditamos! Senão a nossa fé pode ficar ingênua.
Isabel elogiou a fé da sua prima Maria Santíssima: “Feliz aquela que acreditou, pois aquilo que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1,45). Maria nunca vacilou na fé, nem na hora mais difícil, que foi a cruz. Que ela nos ajude a crescer na fé, e também a amar o trabalho, pois assim cresceremos em todas as virtudes.
Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa junto com Abraão, Isac e Jacó.
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CASA, LAR E FAMÍLIA

10 utilidades surpreendentes do algodão

Que o algodão tem mil e uma funções na vida de uma mulher todas nós sabemos! Mas, além de ajudar na remoção de verniz, maquilhagem e limpeza de pele, este material pode ser muito útil na sua casa.

Confira dez maneiras surpreendentes de usá-lo :

1. Para deixar um cheiro agradável na cozinha

Seu frigorífico  está com um cheiro desagradável ? Após verificar que não há nenhum produto vencido ou estragado dentro dela, a dica é humedecer um pedaço de algodão com um pouco de extracto de baunilha, colocá-lo dentro de um copinho (por exemplo, de café) e deixá-lo entro do frigorifico.

Essa ideia ajudará a manter um cheiro bom na cozinha.

2. Ajudar no combate ao mofo

Todos os cantos do banheiro são pontos estratégicos para se criar mofo. A dica, então, é mergulhar bolas de algodão em lixívia , espalhá-las em alguns pontos e deixá-las ali por algumas horas. Depois disso, é só enxaguar o local com água morna, que a limpeza do banheiro será feita de forma mais rápida e fácil.

3. Evitar mofo nos livros

O algodão pode ajudar também a proteger os livros que estão na estante. Basta espalhar pequenos pedaços de algodão com terebintina (um tipo de solvente de tintas) perto dos livros e trocá-los a cada dois meses.(encontra a venda em papelarias)

4. Cheiro bom e refrescante na casa

Humedeça um pedaço de algodão com seu perfume predilecto e o coloque no filtro do aspirador de pó. O perfume será liberado lentamente por onde passar com a máquina durante a limpeza.

5. Proteger as luvas de borracha

Vai lavar a louça e suas unhas estão grandes? Coloque algumas bolas de algodão nas pontas das luvas, por dentro, para que as unhas não tenham contacto directo com elas e possam rasgá-las.

6. Prevenir dores e evitar novos machucados nos pés

Não tem jeito, toda mulher tem ao menos um par de sapatos que, infelizmente, magoam os pés! Mas se  quer continuar a usá-lo, uma dica é colocar uma bola de algodão sobre a ferida/machucado, e depois prendê-lo com um curativo adesivo. Isso vai evitar novos machucados e amenizar a dor.

7. Cheirinho bom dentro da bolsa

Pode pulverizar um pouco do seu perfume preferido numa bola de algodão e colocá-la dentro da sua bolsa. A substituição do algodão deve ser feita a cada duas semanas.

8. Ajudar no alívio de dores no dente

A dor de dente chegou na hora que o dentista não está disponível para atendê-la?! A dica é colocar uma bola de algodão embebido em uísque, extracto de baunilha ou óleo de cravo no dente e na gengiva.

9. Limpar e guardar jóias

Pedaços de algodão são óptimos para a limpeza de jóias. Além disso, podem ser utilizados na hora de guardar esses pertences, entre uma peça e outra, evitando, por exemplo, que colares e pulseiras fiquem entrelaçados.

10. Proteger o jardim

Os coelhos são bichinhos encantadores. Mas, para que tem jardim, podem causar estragos. A dica então é mergulhar bolas de algodão em vinagre branco destilado e colocá-las em um recipiente plástico, com dois furos no topo. O cheiro evitará que eles se aproximem.






MOMENTO DE REFLEXÃO



Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca.
O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
Não havia fome, nem sofrimento.
Eu não compreendo, disse o homem a Deus, por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
Você ainda não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comidas uns aos outros.
Temos situações que merecem profunda reflexão:
Egoísmo:
As pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
Criatividade:
Como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
Equipe:
Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.
E, lembre-se sempre.
A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.





Diário de Sexta-feira 24/06/2016


Sexta-feira, 24 de junho de 2016



“Envelhecer não é preocupante. ­­­­Ser visto como um velho sim que é.”




EVANGELHO DE HOJE
Lc 1,57-66.80

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe, porém disse: “Não! Ele vai chamar-se João”.
61s outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!” 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: “João é o seu nome”. E todos ficaram admirados. 64No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judeia. 66E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor








MEDITANDO O EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR



João é o seu nome.
Hoje nós celebramos com alegria a festa da Natividade de S. João Batista. O Evangelho narra o seu nascimento e o nome que lhe deram.
A nossa vocação começa cedo, começa na nossa concepção, pois fomos criados já em vista de uma sublime e bela vocação dada por Deus. É interessante os pais colocarem nos filhos e filhas um nome que já expresse aquilo que eles querem que a criança seja mais tarde. E é aconselhável nós chamarmos as pessoas pelo seu nome de batismo, pois assim estamos lembrando a ela o seu batismo, que foi o acontecimento mais importante de sua vida, e lembrando também os compromissos que receberam no batismo.
“A Boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus.” João Batista recebeu de Deus a vocação de ser profeta. E o seu primeiro gesto profético foi, logo após o seu nascimento, abrir a boca do pai. O profeta deve abrir a boca e faz com que os outros também a abram, para anunciar a verdade e denunciar a mentira e a exploração.
Logo que cresceu, João Batista dedicou-se à penitência, à oração e à leitura da Palavra de Deus. Vivia nos lugares desertos. O deserto é um lugar árido, monótono e sem vegetação. Quem está no deserto não tem distrações, por isso olha para o céu e se lembra de Deus. O deserto é o lugar ideal para se fazer retiro.
Sobre João Batista, um dia Jesus perguntou ao povo: “Quem fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Que fostes ver? Um homem vestido com roupas finas? Olhai, os que vestem roupas finas estão nos palácios dos reis. Que fostes ver então? Um profeta? Sim, eu vos digo, e mais do que profeta. Este é de quem está escrito: ‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho diante de ti” (Mt 11,7-10).
Nós também somos chamados a ser mensageiros de Jesus, indo à sua frente a fim de abrir as estradas para ele chegar. A Igreja não é um simples verniz na sociedade, mas deve penetrar fundo nas culturas e organismos sociais, a fim de transformá-los por dentro.
Nas festas de S. João, nós costumamos erguer bem alto a bandeira dele, para dizer que ele é o maior profeta do Antigo Testamento. E a bandeira traz a frase: “Ecce agnus Dei”: Eis o Cordeiro de Deus. Para nos lembrar que o profeta aponta para Jesus.
A fogueira nos lembra que João Batista chamou Jesus de “Luz que ilumina as nações”. E disse também que Jesus batizará no Espírito Santo e no fogo. Jesus não nos dá sombra e água fresta, ele nos joga no fogo, o fogo do amor, mas também do conflito e da cruz. Lá no céu sim, teremos sombra e água fresca. Que a fogueira de S. João queime as nossas mediocridades e nos torne profetas.
João Batista, no deserto, vestia-se com pele da camelo e comia gafanhotos. O profeta não só fala, mas vive o que fala.
Certa vez, estava havendo um encontro de jovens de três dias. Eram aproximadamente cinqüenta participantes, uma turma difícil. Logo no início, eles já começaram a fazer críticas, dizendo que os dirigentes eram profissionais e que não viviam o que falavam. Isso, apesar de não os conhecerem antes. Já estava no segundo dia à tarde e a turma fechada, ninguém se confessava, nada. Os dirigentes preocupados. Chegou a vez de uma garota de dezessete anos fazer uma palestra sobre fé. Era a primeira vez que ela ia falar em público e estava nervosa. Mas criou coragem e foi. Entretanto, ao chegar à frente dos participantes, sua voz sumiu. Não conseguia falar. Após um breve tempo, ela pediu desculpas dizendo: “Vocês me desculpem, eu nunca falei em público; esta é a primeira vez”. E começou a falar. Após fazer a introdução, dizendo que ia falar sobre fé, a voz sumiu novamente. Aí ela começou a chorar e foi sentar-se numa cadeira lá atrás. Foi só choradeira na sala. E depois fizeram filas nas salas onde estavam os três padres presentes, para se confessarem.
Aquela menina, sem dizer quase nenhuma palavra, fez a melhor palestra do encontro, porque mostrou que não era profissional de encontros. Mostrou também que não estava ali por nenhum outro interesse, senão o seu amor a Cristo. E ainda fazendo um esforço enorme para cumprir sua missão.
Esta foi a melhor mensagem sobre fé. Sem dizer quase nenhuma palavra, ela falou melhor do que todos os demais palestrantes do encontro.
O Espírito Santo acompanha os profetas e os trabalhos missionários. Ele quer apenas que sejamos dóceis e disponíveis às suas inspirações.
Que S. João Batista e Maria Santíssima, a Rainha dos Profetas, nos ajudem a ser bons profetas e boas profetizas.
João é o seu nome.
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CULINÁRIA

Pudim de Pão.

Ingredientes

Ingredientes para uma forma de capacidade para 1.500ml;;

6 pãezinhos francês dormido (de um dia para o outro)sem a casca;

1 litro de leite;

3 ovos;

1 lata ou caixinha de Leite condensado;;

Caramelo:;

1 1/2 xic das de chá de açúcar refinado;

1/4 de xic de água.;

Modo de Preparo

Numa vasilha picar os pãezinhos e colocar o leite todo,
Deixar amolecer e colocar no copo do liquidificador e bater um pouco, acrescentar os ovos e o leite condensado, bater bem. Reserve


Na forma do pudim, caramelize o açúcar com a água, cuide para que não queime senão o pudim ficará com o gosto amargo.
Depois de fazer o caramelo, vá virando a forma para que ele grude em toda ela, coloque o líquido do liquidificador na forma, cubra bem a forma com papel alumínio se for fazer no forno, se for fazer em banho maria tampe a forma com a tampa dela e feche bem.
Coloque a forma em uma panela grande com água fervente e deixe cozinhar por 1 hora e 30 minutos.
Se for fazer no forno, coloque uma forma quadrada com água fervente e coloque a forma de pudim nela e deixe assar por 2 horas.
Quando estiver pronto deixe esfriar um pouco para poder virar o pudim num prato.




Barras de chocolate branco com manteiga de amendoim

Ingredientes

680 g de chocolate branco com amêndoas (castanhas ou frutas secas)
1/2 xícara de manteiga de amendoim crocante
1 xícara de chocolate ao leite
Modo de Preparo

Forre uma assadeira com papel manteiga, inclusive nas laterais.
Numa tigela grande, quebre o chocolate branco, como você puder. Leve para o micro-ondas por cerca de um minuto.
Mexa bem. Faça ciclos de 30-45 segundos de intervalo, mexendo após cada ciclo, até que esteja todo derretido e sedoso.
Adicione a manteiga de amendoim e misturar bem, até derreter.
Espalhe a mistura sobre a assadeira, forrada.
Coloque o chocolate ao leite, em pedaços, em outra tigela. Leve ao micro-ondas em intervalos de 30-45 segundos, mexendo após cada um, até ficar homogêneo e derretido.
Despeje o chocolate ao leite sobre o branco em 6-8 pontos, após faça redemoinhos com uma faca.
Coloque a assadeira na geladeira para endurecer mais rápido, ou deixe endurecer completamente à temperatura ambiente.
Quebre em pedaços e armazene em um recipiente hermético.







MOMENTO DE REFLEXÃO



Eu já tive milhares de companheiros e colegas.
Dentre eles, fiz centenas de bons amigos.Mas nem todas as amizades duraram.
Algumas pareciam sólidas como rochas,mas não resistiram aos tempose às circunstâncias.
Assim sobraram poucos amigos de infância,pouquíssimos amigos de escola,poucos amigos de adolescência,poucos amigos de juventude.
E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saia da casa um do outro... De repente, outros afetos, outros amigos,outros interesses, outro tipo de vida,longos anos de distância e mil preocupações da vidanos afastaram totalmente.
Agora não sei onde andam e os que vejo aqui e acolásão amigos de "Bom dia"...Mas nada acontece.A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância,de juventude não volta. Mudaram eles ou mudei eu?
Ou foi a vida que nos mudou a todos?
Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... O que sei é que fiz muitos amigos e não conservei aquelas amizades.De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e se respeitam.
Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado.E eu digo a mim mesmo:
"Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira!Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho




Diário de Quinta-feira 23/06/2016


Quinta-feira, 23 de junho de 2016



“Não há corte sem dor.” (Augusto Cury)




EVANGELHO DE HOJE
Mt 7,21-29

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres? 23Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal.
24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”
28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei.

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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor








MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


A casa construída sobre a rocha e a casa construída sobre a areia.
Neste Evangelho, Jesus nos conta a bela parábola da casa construída sobre a rocha e da casa construída sobre a areia. A construção da casa é ouvir a Palavra de Deus, portanto a diferença não está aí, pois os dois ouviam a Palavra. O que faz a diferença – rocha e areia – é a prática ou não da Palavra. De fato, principalmente hoje com os meios de comunicação, todo mundo ouve a Palavra de Deus. No entanto, só uma minoria a segue.
A chuva, a enchente e a tempestade representam as dificuldades que enfrentamos na vida, que querem nos derrubar e impedir a nossa caminhada para Deus. Mas se a casa está construída sobre a rocha, isto é, se praticar a Palavra que ouvimos, “tiramos de letra” todos esses obstáculos.
A Palavra de Deus tem uma força própria, mas supõe a nossa colaboração, a nossa abertura a ela. Ela entra em nós pelos olhos ou ouvidos, mas não deve parar por aí e sim ir até a nossa inteligência para assimilá-la e aplicá-la na nossa vida, depois ir para o nosso coração, a fim de amá-la, e depois ela deve sair pelas nossas palavras, mãos, pés etc, transformando a nossa vida e nos fazendo agentes de transformação do mundo.
“Como a chuva e a neve que caem do céu para lá não voltam sem antes molhar a terra e fazê-la germinar e brotar, a fim de produzir semente para quem planta e alimento para quem come, assim também acontece com a minha palavra: Ela sai da minha boca e para mim não volta sem produzir seu resultado, sem fazer aquilo que planejei, sem cumprir com sucesso a sua missão” (Is 55,10-11). Essa é a força da Palavra de Deus. Mas quem a ouve é livre, por isso precisa colaborar, fazer a sua parte.
Jesus se refere àqueles que, no dia do juízo final, vão reclamar da sua condenação: “Senhor, senhor, não foi em teu nome que profetizamos?... Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal”. Essas palavras são uma forte advertência para nós, pois a nossa auto avaliação de santidade nem sempre coincide com a avaliação de Deus. No nosso julgamento final, o que vai valer é se praticamos ou não sua Palavra. Na parábola do fariseu e o publicano, o fariseu se julgava santo, no entanto não era.
E Deus nos fala: A minha Palavra “não é difícil para ti nem está fora do teu alcance” (Dt 30,11).
Nós praticamos a Palavra quando obedecemos os dez mandamentos da Lei de Deus e os cinco mandamentos da Igreja, que aprendemos no catecismo. Cumprindo também os nossos deveres de estado, na prática da justiça e da caridade.
Deus deseja transformar o mundo todo, usando a nós como seus instrumentos. O primeiro passo nosso é ouvir a sua Palavra e a por em prática.
A nossa vida é como aquela caminhada que o povo hebreu fez no deserto, do Egito até a terra prometida. Cada dia de manhã, eles desarmavam a sua tenda, punham nas costas e caminhavam mais um pouco. Isso dura a nossa vida toda, pois só no dia da nossa morte é que teremos chegado, ou não, à terra prometida, que é o céu. Sempre há algo a melhorar, a aprender e a caminhar. Vivendo e aprendendo, aprendendo e ensinando.
Havia, certa vez, um casal que morava na roça e não tinha filhos. Um dia, a esposa resolveu abandonar o marido e fugir com outro homem. Ele ficou muito abatido, mas levantou a cabeça. Como não tinha quem cozinhasse, deixou a roça e foi morar na cidade. Arrumou emprego e morava numa pensão. Os anos se passaram e ele nunca mais teve notícia da esposa. Um dia, ele viu na rua a sua esposa. Estava magra, acabadinha, mal vestida e triste. E o pior: carregava uma sacola e pedia esmolas. Ele foi seguindo-a, atrás, disfarçadamente, e a viu entrar num bar. Ele foi depressa e entrou pela outra porta, sem que ela o visse. Ela começou a pedir ajuda para todos os homens que estavam ali. Ele então aproximou-se dela por trás e lhe deu todo o dinheiro que tinha. E logo se escondeu atrás de uma coluna, para que ela não o reconhecesse. A mulher estranhou a generosidade, mas aceitou a ajuda e agradeceu com um “muito obrigado”, mesmo sem ver quem era. Ele procurou o dono do bar e lhe pediu que desse para aquela mulher duas refeições por dia, que ele pagava. Mas, enquanto ele fala isso, ela reconheceu a sua voz. Chorou de vergonha, mas o marido a acalmou, dizendo-lhe: “O que passou, passou. Vamos reiniciar a nossa vida a dois, conforme juramos no Altar.
Percebemos, neste casal, que ele construía a sua casa sobre a rocha, e ela, sobre a areia. Felizmente ele agiu como Deus, mesmo após uma traição, continua amando e protegendo a pessoa que ama.
Queremos ser como Maria Santíssima: olhar para Deus, abrir o braços e dizer: “Eis aqui o escravo, a escrava do Senhor. Faça de mim como o Senhor quiser”.
A casa construída sobre a rocha e a casa construída sobre a areia.
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MUNDO ANIMAL

Dúvida na gravidez: meu gato poderá ser um perigo para o bebê?


O marido não apreciou, a mãe reclamou e a sogra teve chiliques, mas a realidade é que ninguém conseguiu convencer a gestante a doar o gato após o nascimento do bebê.

Questão extremamente delicada, a decisão de manter seu fiel amigo em um dos momentos mais delicados da vida pode ser uma das primeiras sensações de culpa que acompanha os primórdios da maternidade. Família, nessa hora, nem sempre ajuda, jogando ainda mais areia nas (boas) intenções da dona do animal. Isso mesmo, areia. Uma das grandes vilãs da permanência do gato em uma casa com bebê, a areia é onde ficarão os dejetos do gato que de mimoso passa a ser a criatura mais perigosa do mundo. E não adianta dizer “bebê, não toca naquela areia!”. Esqueça. Criança ama areia. E parentes antigatos adoram saber disso.

Mergulhada em todas essas possibilidades de acidentes envolvendo o gato e o filho, está perdida uma gestante e, não raro, aos prantos.

E agora? Estar condenada ao título de Mãe Irresponsável do Ano antes mesmo de o filho nascer? A quem pedir ajuda se o pediatra do priminho condena e a ginecologista absteve-se da votação? Com aliados zero, o coração da futura mamãe continua em apuros. A questão é que não é qualquer gato: é o Mimi, felino que com ela vive desde os tempos de solteira. Pode ter sido presente do pai no dia da formatura, um fiapo de animal que pegou na rua, não importa.

O fato é que Mimi é seu amigo, testemunha muda de suas faltas, seu grande confidente e companheiro e nada disso tem valor para a família que pergunta, a todo instante, se o gato pulguento já foi para outra casa.

Quer dar uma chance a ele? É possível ficar com Mimi e se livrar da pressão da família? Muito bem, vamos por etapas. Do que todos têm medo, afinal? Antes de dar sumiço no gato, é preciso esclarecer a todos o real risco que mãe e bebê estão submetidos na presença dele, e avaliação profissional é o mais sensato a fazer.

Exames específicos, realizados com algum intervalo de tempo, podem colaborar com as justificativas tão necessárias para escorar a decisão da jovem mãe. O veterinário é o profissional mais adequado para orientar sobre os cuidados que evitarão problemas no futuro, resultados que deixarão a imagem de nosso bichano livre de qualquer arranhão.

Mas atenção!

Se o gato for temperamental _ embora querido com sua dona, é traiçoeiros para outras pessoas –, o desconforto dos familiares passa a ter fundamento. Quando a criança engatinhar e esbarrar no mascote, a estatueta de Irresponsável do Ano terá uma eleita.

Muitas gestantes recorrem à castração dos animais para torná-los mais dóceis. Funciona? Não. Se o gato é adulto e acostumado a esse tipo de conduta, uma castração não reverterá sua personalidade.

Na dúvida, não ultrapasse. Se a dona do gato não está segura sobre as atitudes dele, o melhor a fazer é dar um tempo, o que não quer dizer doar em definitivo. A casa da vovó é uma alternativa. Mais tarde, se Mimi não se mostrar amável na presença da criança, ou se o bebê não parar de espirrar, lamento dizer, mas existem prioridades.

Embora continue sendo a vovó uma boa opção, vizinhos, parentes e amigos também constituem uma outra forma de manter o contato com o querido mascote que, sabemos, gosta muito de sua dona e age apenas seguindo instintos contra essa grande ameaça que se tornou o “filhote” dela.









MOMENTO DE REFLEXÃO



Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão...
À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando.
Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho...
Porque pensa que são importantes.
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas.
 Pesa demais!
Então você pode escolher:...pois todos que passam por ali já têm sua própria bagagem.
Ficar sentado à beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, e ai você pode ficar a vida inteira esperando.
Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala.
Mas, o que tirar?
Primeiro você começa tirando tudo para fora, e descobrindo o que tanto tem dentro.
AMOR
Nossa! Tem bastante, e o curioso...
AMIZADE não pesa nada!
AMOR, AMOR, AMIZADE, AMIZADE, AMIZADE, AMOR
Porém, tem algo ainda pesando....
Você faz força para tirar....
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem a INCOMPREENSÃO, o MEDO,
o PESSIMISMO e a RAIVA , e como ela pesa !
Nesse momento, o DESÂNIMO quase te puxa pra dentro da mala ...
Mas você puxa-o para fora com toda a força, e aparece um SORRISO, que estava sufocado no fundo de sua bagagem....
Pula para fora outro sorriso e mais outro, e aí sai a FELICIDADE.
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a TRISTEZA.
Agora, você vai ter que procurar a PACIÊNCIA dentro da mala, pois vai precisar bastante....
Procure então o resto:
FORÇA, ESPERANÇA, CORAGEM
ENTUSIASMO, EQUILÍBRIO, RESPONSABILIDADE,
TOLERÂNCIA, BOM HUMOR
Tire a PREOCUPAÇÃO também, e deixe de lado.
Depois você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo...
Mas pense bem no que vai colocar lá dentro!
Agora é com você...
E não se esqueça de fazer isso mais vezes.