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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sábado 23/07/2016


Sábado, 23 de julho de 2016



O dinheiro faz os homens ricos. O conhecimento faz os homens sábios.
E humildade faz os homens grandes



EVANGELHO DE HOJE
Mt 13,24-30

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus apresentou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como alguém que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os servos foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’ O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os servos perguntaram ao dono: ‘Queres que vamos retirar o joio?’ ‘Não!’, disse ele. ‘Pode acontecer que, ao retirar o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita. No momento da colheita, direi aos que cortam o trigo: retirai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! O trigo, porém, guardai-o no meu celeiro!’”


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Não arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.
Nesta parábola do joio e do trigo, Jesus nos explica por que existem pessoas más e tanta maldade no mundo. Não é obra dele, e sim do maligno.
E ele nos orienta como agir. Não se trata de destruir os maus, mas de conviver junto, porque assim quem sabe eles se convertem e se tornam bons.
Como Deus é bom! Chega a arriscar a vida dos seus, para salvar os seus inimigos.
Alguns dizem, ao ver tanta maldade no mundo: “Será que Deus não está vendo?” Está vendo sim. Só que ele não é cruel como nós, que queremos logo destruir os adversários.
Quantos inocentes sofrem, porque as pessoas se julgam logo com a razão e nem querem dialogar e esclarecer os fatos e as motivações!
O profeta Jonas queria destruir Nínive, mas Deus deu uma chance para a cidade e ela se converteu. No fim do livro, com a história da mamoneira, fica claro que Jonas é que era preconceituoso. Veja a irritação de Jonas, quando viu o povo convertido: “Ah, Senhor! Não era isso mesmo o que eu dizia quando estava na minha terra? Foi por isso que eu corri, tentando fugir para Társis, pois eu sabia que é um Deus bondoso demais, sentimental, lerdo para ficar com raiva, de muita misericórdia e tolerante com a injustiça” (Jn 4,2).
Um dia, um povoado de samaritanos não quis hospedar Jesus e os Apóstolos, porque estavam indo para Jerusalém. Tiago e João disseram a Jesus: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu, para que os destrua?” (Lc 9,54). Jesus os repreendeu. A partir daí, os colegas começaram a chamar os dois de “boanerges”, que significa “filho do trovão”.
Nós não queremos ser filhos do trovão com os maus, mas também deixá-los continuar fazendo o mal. “Irmãos, praticai o bem, e não vos deixeis levar pelo mal” (SP).
Era assim que Jesus agia, conforme disse S. Mateus: “Ele não quebrará o caniço rachado, nem apagará a mecha que ainda fumega” (Mt 12,20). A diferença entre Comunidade e seita é que a seita se isola dos maus, enquanto a Comunidade é aberta, ela se mistura, como o fermento, cuja parábola está também no Evangelho de hoje.
Todas as pessoas tem um fundo bom, que é a parte criada por Deus. É para esse fundo bom que devemos olhar, para amar os maus. “Enquanto todos dormiam veio o inimigo...” Queremos ser bom fermento no mundo, para transformá-lo. “Não temas as trevas, se trazes dentro de ti a luz.”
E Jesus termina com uma frase muito bonita e consoladora: “Então, os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai”.
Queremos agradecer a Deus a paciência que tem conosco, não nos arrancando quando somos joio. Porque, diante dele, ninguém é santo nem justo, todos somos pecadores e não merecemos o seu amor.
Sândalo é uma planta aromática e medicinal. À medida que o machado a corta, ela vai exalando mais e mais seu aroma, perfumando até mesmo a ferramenta que a fere. Por isso o sândalo é metáfora do ser cristão, que paga o mal com o bem. Os mártires nos deram esse belíssimo exemplo. Por exemplo, Santa Maria Goretti.
Nós queremos dar testemunho a todos, também aos maus, convidando-os à conversão. Que Maria Santíssima nos ajude!
Não arranqueis o joio! Pode acontecer que arranqueis também o trigo.








CASA, LAR E FAMÍLIA


Como utilizar produtos para passar roupa mais fácil


Passar roupas é uma tarefa doméstica um pouco trabalhosa e que toma bastante tempo. O ato de alisar as roupas com o ferro quente e tirar as marcas amarrotadas do processo de lavagem e até mesmo de estar dobrada, exige alguns cuidados e bastante paciência. Alguns tecidos como linho e algodão por exemplo tornam a tarefa extremamente complicada e cansativa.

Confira algumas dicas de produtos que  pode usar para passar suas roupas com maior facilidade.

Amaciador de roupas: Assim como o próprio nome diz o produto foi desenvolvido para amaciar as fibras dos tecidos e com isso facilitar a tarefa de passar as roupas e dar um caimento melhor ao corpo depois de seca. Assim como nossa pele, o tecido também precisa ser hidratado para manter sua elasticidade e vitalidade.
Uma boa dica para facilitar na hora de passar é fazer uma mistura de 2 colheres de sopa de um amaciante de roupas de sua preferência e água. Coloque em um borrifador e passe um pouco nas roupas antes de passar. Além de ficar com um cheirinho agradável  levará menos tempo para concluir o serviço e ainda economiza energia eléctrica.

Álcool: Fazer uma mistura de 2 colheres de sopa de álcool líquido e água também pode ajudar a passar os tecidos mais difíceis como algodão, linho e outros tecidos mais encorpados.
O segredo está em molhar bem as partes da peça que estão com marcas e em seguida passar o ferro quente por cima. O álcool deixa a peça bem lisinha e facilita bastante o trabalho. Além disso seu cheiro simplesmente desaparece depois de seco.
Manta térmica: Forrar a tábua de passar com uma manta térmica ou um pedaço de papel alumínio é outra forma de facilitar o processo sem a necessidade de aplicar produtos em suas roupas. A explicação é simples, o calor ficará retido e enquanto  passa um lado da peça, o outro vai ficando mais liso automaticamente.
Dicas

Lembre-se de sacudir a roupa antes de estendê-la no varal. Isto fará com que o tecido fique mais ajeitado e livre de abarrotamento excessivo.
Se tiver espaço ,uma outra opção é secar camisas e camisetas no cabide. Além de secar mais rápido o tecido ficará certinho e sem dobras ou deformações.
Tente criar uma rotina semanal para lavar e passar suas roupas. Tirá-las do varal ainda húmidas e passar facilita bastante a tarefa e as roupas ficam mais lisinhas.
Com produtos baratos e que todo mundo tem guardado em casa é possível passar a roupa de toda a família com muito mais tranquilidade.








MOMENTO DE REFLEXÃO


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
-'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.
-'Ruim' - disse o aprendiz.
 O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
-'Beba um pouco dessa água'. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
-'Qual é o gosto?'
-'Bom!' disse o rapaz.
-'Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.
-'Não' disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
-'A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.
É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.




Diário de Sexta-feira 22/07/2016


Sexta-feira, 22 de julho de 2016



“O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá..” (Madre Teresa de Calcutá)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 20,1-2.11-18

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


No primeiro dia da semana, bem de madrugada,...Maria Madalena tinha ficado perto do túmulo, do lado de fora, chorando..., inclinou-se para olhar dentro do túmulo. Ela enxergou dois anjos, vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus... Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras". Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram". Dizendo isto, Maria virou-se para trás e enxergou Jesus, de pé, mas ela não sabia que era Jesus. Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? Quem procuras?" Pensando que fosse o jardineiro, ela disse: "Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o colocaste, e eu irei buscá-lo". Então Jesus falou: "Maria!" Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabûni!" (que quer dizer: Mestre). Jesus disse: "Não me segures, pois ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus". Então, Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Eu vi o Senhor", e contou o que ele lhe tinha dito.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Mulher, por que choras? A quem procuras?
Hoje celebramos a memória de Santa Maria Madalena. O Evangelho, próprio da festa, narra o encontro dela com Jesus, logo após a ressurreição.
“No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro.” Ela arriscou sua vida, porque Jerusalém era uma cidade grande, onde uma mulher andar sozinha, no escuro, na periferia, era perigoso. Mas quem ama arrisca e enfrenta perigos.
Madalena disse para aquele que ela pensava que fosse o jardineiro: “Dize-me onde o colocaste que eu irei buscá-lo”. Outra atitude própria de quem ama: vai além das próprias forças e faz coisas aparentemente impossíveis. Imagine uma mulher carregando o corpo de um homem! Mas até que poderia, pois o amor nos torna corajosos e nos dá força.
Nós sabemos que Maria Madalena, antes de se encontrar com Jesus, levava uma vida errada. Mas quem ama a Cristo é transformado por ele. Do mesmo modo que o ferro, em contato com o fogo, se transforma e muda até de cor, assim acontece com o ser humano quando entra em contato com Deus.
Ninguém vive sem amor. O amor é a chave da felicidade. Ele plenifica a nossa vida. E quando se trata do amor a Deus, mais ainda, porque é amor completo, sem restrições. E é tão fácil amar a Deus! A felicidade está 24 horas por dia ao nosso lado, nos esperando; basta abrir o nosso coração que ela entra. Ninguém precisa viver sozinho na vida, nem tem direito de ser infeliz
“Jesus disse: Maria! Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: Rabunni, que quer dizer: Mestre.” Madalena era de Mágdala, região onde se fala o hebraico. Jesus falava aramaico. Mas quem ama fala a língua da pessoa amada. Deus se comunica conversa conosco na nossa língua, na nossa cultura, do nosso jeito.
Madalena quer reter Jesus, mas ele disse: “Não me segures”. O amor cristão é universal, é aberto a todos, especialmente aos mais pequenos. É com esse amor que Jesus amava Madalena.
“Vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” Jesus, que logo vai para o Céu, pede para Madalena direcionar para a Igreja todo o amor que tem por ele. Ele volta para o Pai, mas agora como nosso irmão, portanto, se Deus é Pai dele, é também nosso; se é Deus dele, é também nosso.
“Madalena foi anunciar aos discípulos: Eu vi o Senhor” É o amor a Deus manifestado na obediência alegre e pronta. O amor a Deus se manifesta de mil formas: no anúncio, na obediência, na caridade, no perdão, na perseverança...
Daí para frente, Madalena passou a viver como qualquer um de nós: amando a Jesus, presente no seu Corpo Místico, a Igreja.
A lição vale tanto para o amor matrimonial como para o amor a Deus, que é a fonte e o modelo do amor matrimonial. O amor, quando não é força, mas espontâneo, torna-se forte, como o amor de Madalena para com Jesus.
Certa vez, numa cidade de tamanho médio, um bairro da periferia ficou sem água. Caiu um gato na caixa d’água e morreu. E o povo não conseguia limpar a caixa, tinha de ser a prefeitura. Mas esta nunca vinha. Uma mulher foi à prefeitura, junto com a vizinha, as duas de cor negra, tentar falar com o secretário de águas e esgotos. Mas, além de não ser atendidas, foram humilhadas. Chamaram-nas de “enxiridas”, expressão local que significa abelhudas, quer dizer, estão entrando em lugar que não é delas.
A mulher ficou irritada. Voltou e fez um abaixo-assinado. Conseguiram duas mil assinaturas. Depois convidou a mesma vizinha e foram à prefeitura, levando as folhas do abaixo-assinado.
Adivinhe como foram recebidas. Levaram-nas para uma sala vip, onde havia poltronas de luxo. Trouxeram café para elas, depois vieram conversar com elas o secretário e o prefeito juntos. No dia seguinte os funcionários da prefeitura resolveram o problema.
O pessoal da prefeitura já sabia do abaixo-assinado, e logo haveria eleições municipais.
O nosso amor a Cristo se volta para o amor à Igreja, para o povo, especialmente os que sofrem. Que descubramos a força da nossa união e a usemos.
As duas podiam cantar depois: “Animados pela fé e bem certos da vitória, vamos fincar nosso pé e fazer a nossa história”.
São duas as marias que amaram muito a Jesus: sua Mãe e Maria Madalena. Nós pedimos a elas que nos ajudem a amar mais a Jesus, tornando-nos seus discípulos cada vez mais féis.
Mulher, por que choras? A quem procuras?








CULINÁRIA


Frango no Molho de Mostarda e Bacon

Ingredientes:   

1/3 xícara de mostarda Dijon    

1/4 de colher de chá de páprica

1/4 colher de chá de sal   

1/8 de colher de chá de pimenta do reino

8 tiras de bacon, não cozidos, picados    

1/2 cebola grande picada

1 colher de sopa de azeite de oliva    

3 peitos de frango, desossados

1 e 1/2 xícaras de caldo de galinha

Modo de Preparo:

Em um recipiente misture a mostarda, páprica, sal e pimenta, até formar uma pasta. Espalhe a pasta uniformemente em ambos os lados do peito de frango. Reserve. Em uma frigideira grande, cozinhe o bacon picado em fogo médio alto apenas até que comece a dourar. Reserve em um prato o bacon e deixe a gordura na frigideira. Na mesma frigideira, adicione A cebola picada e deixe cozinhar na gordura do bacon até ficar macia. Reserve no mesmo prato do bacon. Adicione 1 colher de sopa de azeite na frigideira quente. Coloque os peitos de frango para cozinhar, em fogo médio, cerca de 1,5 minutos de cada lado. Reserve o frango no prato. Na frigideira, adicione 1 e 1/2 xícaras de caldo de galinha, deixe ferver, raspando o fundo da panela. Adicione o bacon e a cebola, misture bem. Adicione o peito de frango, reduza o fogo para médio baixo e cozinhe por cerca de 15-20 minutos, virando o frango uma vez, até que peito de frango esteja completamente cozido.



Suflê de Abobrinha

Ingrediente:

1 abobrinha média
1 ovo
3 colheres de sopa de farinha de trigo
5 colheres de sopa de queijo minas ou parmesão ralado
Tempero a gosto

Modo de Preparo:

Rale a abobrinha bem fininha e refogue no azeite com temperos a seu gosto. Sal, pimenta, alho, cebola. Acrescente 100 ml de água para cozinha levemente. Após o cozimento coloque em uma vasilha e misture o ovo, a farinha, o queijo e o tempero a seu gosto. Noz moscada, pimenta, ervas. Misture tudo até ficar homogêneo. Unte um refratário ou potinhos individuais com um pouco de azeite, coloque a massa nos potinhos ou refratário e polvilhe queijo por cima. Leve ao forno em temperatura média por aproximadamente 20 minutos.







MOMENTO DE REFLEXÃO

Quando um sonho se torna realidade, a gente nem acredita.
Não sabe se chora, se ri ou se grita.
Se belisca.
Abre e fecha os olhos.
Apalpa.
Talvez esteja dentro da nossa natureza não acreditar na realização dos próprios sonhos.
Uma natureza pessimista.
A gente espera, certo, mas no fundo não acredita.
Olhamos para eles como olhamos para o arco-íris e as estrelas: lindos, encantadores, maravilhosos e inatingíveis.
Mas gostamos de olhar, mesmo cientes de que nunca poderemos tocá-los.
O fato de existirem já é um encanto e um milagre Divino.
Nos satisfazemos.
E justamente por que não acreditamos, não corremos atrás, não construímos, não tentamos.
Olhamos para o que outros conseguem e nos dizemos que eles têm muita sorte.
Não nos incluímos nessa categoria.
Mas se um dia resolvemos pegar as sete cores do arco-íris e trazer pra realidade das nossas vidas, veremos que nós também temos muita sorte, que nós também podemos.
Se aproveitamos o brilho das estrelas para iluminar nosso caminho e não nos cegar, veremos que teremos uma caminhada mais nítida.
Só vivemos de cinza por opção, pois a vida é colorida, é intensa.
Vamos olhá-la com olhos nus.
Tocá-la.
Vivê-la.
Amá-la.
Correr atrás do que desejamos e esticar os braços até alcançarmos.
Subir escadas, transpor barreiras.
Lutar pelo que nos realizará.
Brigar, se for preciso.
Chorar, mas de pé.
Talvez assim a gente não se surpreenda tanto quando nossa mão atingir, mesmo se timidamente, uma das cores do arco-íris ou a ponta de uma estrela. 
Talvez outros se surpreendam.
Mas nós não.
Por que acreditamos.
Por que bem nos nosso íntimo sabíamos que o caminho poderia ser longo, mas que um dia chegaríamos lá.

(Letícia Thompson)





Diário de Quinta-feira 21/07/2016


Quinta-feira, 21 de julho de 2016



“A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 13,10-17

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 10Jesus estava ensinando numa sinagoga, em dia de sábado. 11Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de se endireitar. 12Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse: “Mulher, estás livre da tua doença”. 13Jesus pôs as mãos sobre ela, e imediatamente a mulher se endireitou e começou a louvar a Deus.
14O chefe da sinagoga ficou furioso, porque Jesus tinha feito uma cura em dia de sábado. E, tomando a palavra, começou a dizer à multidão: “Existem seis dias para trabalhar. Vinde, então, nesses dias para serdes curados, não em dia de sábado”.
15O Senhor lhe respondeu: “Hipócritas! Cada um de vós não solta do curral o boi ou o jumento, para dar-lhe de beber, mesmo que seja dia de sábado? 16Esta filha de Abraão, que Satanás amarrou durante dezoito anos, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?” 17Esta resposta envergonhou todos os inimigos de Jesus. E a multidão inteira se alegrava com as maravilhas que ele fazia.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Esta filha de Abraão, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?
O Evangelho de hoje narra a cura da mulher encurvada, num dia de sábado, o protesto de chefe da sinagoga e a explicação de Jesus. A mulher não pediu. A iniciativa foi de Jesus que a viu na sinagoga e sentiu dó dela.
A atitude de Jesus, ao contrário de violar a lei do sábado, vem cumpri-la, pois a finalidade é a mesma: glorificar a Deus, mediante a libertação do homem de toda escravidão. O glória de Deus não se realiza à margem do bem do homem, porque a honra e a grandeza de Deus se manifesta precisamente na sua misericórdia e no seu amor aos homens, cuja vida glorifica a Deus.
A lei do sábado foi criada justamente para beneficiar o homem, especialmente os pobres escravos e trabalhadores, dando-lhes um dia de descanso semanal. Todas as leis de Deus são celebrações de seu amor aos homens. Por isso que Jesus afirmou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado” (Mc 2,27).
Jesus era assim. Há muitas outras cenas semelhantes nos Evangelhos: a viúva de Naim, cujo filho ele ressuscitou; a mulher adúltera que estava prestes a ser apedrejada; a multidão com fome e a multiplicação dos pães... Jesus via as pessoas sofrerem, se tocava e procurava resolver o problema.
Com isso, o povo se alegrava, é claro. Alegrava-se e o procurava, inclusive fazendo longas caminhadas.
Jesus foi assim em toda a sua vida terrena. Ainda antes de morrer, deu o céu para o bom ladrão.
Neste Evangelho, quando o chefe da sinagoga ficou furioso, Jesus sentiu dó também dele, e lhe mostrou a sua incoerência, ao ter mais cuidado com os animais, do que com as pessoas. Jesus falou a verdade, e anunciar a verdade é um ato de caridade, pois liberta as pessoas. As palavras de Jesus são dirigidas, não só àquele chefe, mas a todos os chefes religiosos dos judeus.
S. Pedro, no discurso que fez na casa de Cornélio, em Cesaréia, disse: “Jesus passou pela vida fazendo o bem” (At 10,38). De fato, lendo os Evangelhos, nós percebemos isso.
O próprio Jesus disse: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27). “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” (Mt 20,27). E ele é o nosso caminho, verdade e vida. Segui-lo é o nosso jeito de ser felizes.
S. Tiago, na sua carta, diz: “A religião pura e sem mancha aos olhos de Deus é esta: Cuidar dos órfãos e das viúvas e conservar-se puro da corrupção deste mundo” (Tg 1,27). Muitos cristãos procuram ter uma religião pura e sem mancha, fazendo o bem ao próximo por própria iniciativa.
Certa vez, uma semente de flor resolveu deixar o seu jardim, todo estercado e regado, e ir nascer no deserto. Algumas colegas lhe disseram: “Você está louca! Lá o clima é quente, não há proteção contra o sol, a terra é fraca e arenosa. E além disso, os animais podem pisar em você”. Ela respondeu: “Vou me defender”. E foi. Ela foi nascer perto de um oásis, conseguiu sobreviver. Tempo depois, aquele deserto virou um jardim, com belas flores que embelezavam a natureza.
Mais que falar de flores, ser uma flor no meio do deserto. Jesus viveu em ambientes difíceis e tomou atitudes arriscadas, como esta de curar a mulher encurvada no sábado. Mas conseguiu vencer, transformando o deserto em jardim. E ele nos convida a continuar a sua missão, assegurando que estará sempre conosco. Assim, mais que falar de flores, podemos ser uma flor, uma bela, no meio do deserto.
Maria Santíssima sempre se mostrou caridosa em sua vida. Que ela nos ajude a imitar o seu Filho, que “passou pela vida fazendo o bem”.
Esta filha de Abraão, não deveria ser libertada dessa prisão, em dia de sábado?







MUNDO ANIMAL


Aquários trazem paz apenas para quem vê de fora


Os aquaristas que criam peixes tropicais dirão que seus aquários são uma fonte de relaxamento, mas uma pesquisa recente sugere que os peixes podem discordar.

Quase 13 milhões de lares nos Estados Unidos possuem um aquário, e o aquário médio tem menos de 40 litros. Ainda assim, um estudo comparando o comportamento de peixes comuns de água doce em diversos habitats descobriu que os mantidos em aquários pequenos eram consideravelmente mais agressivos do que os que vivem nos grandes — têm maior propensão a brigar, inflar as guelras e proteger qualquer cantinho minúsculo que encontrarem.

“Em aquários maiores, os peixes não se mantinham o tempo todo à vista um do outro, e ficavam nadando ao redor conferindo tudo em vez de ficarem se digladiando”, disse o autor do estudo, Ronald G. Oldfield, professor de biologia da Case Western Reserve University.

O peixe em questão era o ciclídeo midas, espécie popular entre aquaristas pelas cores brilhantes e natação ativa. Oldfield usou apenas peixes bastante jovens para eliminar comportamentos agressivos associados ao acasalamento.

Oldfield reconhece que o bem-estar do peixe pode não despertar emoções profundas. “Provavelmente não é o fim do mundo”, disse durante entrevista telefônica. Nem a Sociedade Protetora dos Animais, que costuma produzir comerciais com imagens em câmera lenta de animais que sofreram violência, oferece diretrizes para o tratamento de peixes de estimação.

“Trabalhamos com quase todas as questões animais que existem, mas não creio que esta seja uma delas”, afirmou um porta-voz por e-mail.

Ainda assim, Oldfield observou que o aquário doméstico médio tinha apenas um décimo do tamanho do menor tanque do estudo para produzir peixes dóceis.

“Se as pessoas mantivessem cachorros nessas condições, seriam presas. Isso é algo em que deveríamos pensar.”

O estudo consistiu de dois experimentos conduzidos simultaneamente. Num deles, Oldfield testou os efeitos da superpopulação ao manter o tamanho do aquário constante enquanto aumentava o número de peixes. No outro, testou o ambiente ao colocar três peixes em tanques cada vez maiores e complexos. A seguir, ele filmou seu comportamento pelo menos duas horas depois da alimentação, para eliminar comportamentos competitivos ligados à comida.

Embora a agressão parecesse permanecer uma constante, independentemente do número de peixes no aquário, Oldfield observou que ela caía consideravelmente assim que o peixe era colocado num tanque de 400 litros com várias plantas e pedras para formar ninhos.

As descobertas confirmaram o que ele encontrou ao observar o midas na natureza.

“Se você for observar esses peixes nadando num rio, eles não são nem um pouco agressivos.”

Este não é o primeiro estudo a sugerir que criaturas aquáticas podem se tornar agressivas em aquários pequenos. Biólogos da Universidade do Alabama, campus de Birmingham, descobriram recentemente que o ouriço-do-mar partia para o canibalismo quando mantido em aquários pequenos e superlotados. Os pesquisadores estavam tentando recriar as condições típicas da criação do ouriço-do-mar, uma iguaria da cozinha japonesa.

A ideia também não é nova para Justin Muir, proprietário da City Aquarium, loja do setor de aquariofilia de Nova York.

“Tem a ver com exercícios comportamentais”, disse Muir, que projetou aquários para C.C. Sabathia, arremessador do Yankees e para o Dream Hotel, em Manhattan. “Um maior volume de água é sempre a melhor aposta. Isso mantém os peixes mais saudáveis e o aquário, mais estável.” Segundo ele, os peixes são iguais a quaisquer bichos mantidos em ambiente pequeno. Entretanto, existe uma grande diferença entre peixes e, por exemplo, rottweilers: o comportamento agressivo das coisinhas nadadoras pode ser divertido, ao menos para os humanos.

“É por isso que esses peixes vendem. As pessoas gostam do jeito como se comportam.”

Na verdade, os aquaristas provavelmente não se veem trocando com alegria diabólica relatos online de ciclídeos em conflito. Descrevendo um caso de “ira ao volante” entre dois de seus peixes, uma visitante do Fishchannel.com escreveu:

“Os dois ficavam um na frente do outro contraindo as nadadeiras inferiores como numa linguagem de sinais, gritando um para o outro: ‘Você quase bateu em mim, seu idiota cego. Não me viu chegando? A preferência era minha!'”

A superpopulação também virou um problema nos criadouros de peixes, onde salmões ou trutas podem ser agrupados em cercados de alta densidade, como frangos ou porcos em fazendas industriais. Nesse caso, o problema tem menos a ver com a felicidade do peixe e mais com sua saúde, declarou Alan Duckworth, cientista pesquisador do Blue Ocean Institute, em Cold Spring Harbor, Long Island.

“Algumas espécies se saem melhor em altas densidades, mas a maioria delas poderia ser afetada pela superpopulação. É provável que fiquem estressados, o que poderia aumentar a quantidade de doenças.”

Um problema frequentemente citado com o peixe cultivado, principalmente o salmão, é o piolho-dos-peixes, cuja propagação virou um problema tamanho que, na Escócia, o governo está avaliando a proibição da piscicultura costeira.

Para Oldfield, o bem-estar dos peixes é uma preocupação que remonta a quando ele tinha seis anos e ganhou um peixe-dourado num pequeno aquário numa feira municipal. Ele diz compreender que um tanque de 400 litros é muito caro para o típico aquarista tropical, mas as pessoas que amam seus peixes deveriam estar conscientes dos danos que podem estar causando ao mantê-los em ambientes pequenos e insípidos.

“Não estou dizendo que as pessoas precisam parar de criar peixes como animais de estimação, mas elas precisam examinar a ecologia da agressão animal.”

Quanto aos peixes-dourados ganhos em parques de diversão, “eles nunca deveriam ser mantidos nesse tipo de aquário”.








MOMENTO DE REFLEXÃO

Quantas vezes já dissemos: “Eu sou assim mesmo” ou “É, as coisas são assim”?
Essas frases na realidade estão dizendo que isso é o que acreditamos como verdade para nós, e geralmente aquilo em que acreditamos não passa da opinião de outra pessoa que incorporamos no nosso sistema de crenças. Sem dúvida, ele se ajusta a todas as outras coisas em que cremos.
Você é uma dessas pessoas que acordam numa certa manhã, vêem que está chovendo e dizem: “Que dia miserável?”
Não é um dia miserável. É apenas um dia molhado. Se usarmos as roupas apropriadas e mudarmos nossa atitude, podemos nos divertir bastante num dia chuvoso. Agora, se nossa crença for a de que dias de chuva são miseráveis, sempre receberemos a chuva de mau humor. Lutaremos contra o dia em vez de acompanharmos o fluxo do que está acontecendo no momento.
Não existe “bom” ou “mau” tempo, existe somente o clima e nossas reações individuais a ele.
Se queremos uma vida alegre, precisamos ter pensamentos alegres.
Se queremos uma vida próspera, precisamos ter pensamentos de prosperidade.
Se queremos uma vida com amor, precisamos ter pensamentos de amor
Pense nisso, tenha uma ótimo dia!!!!





Diário de Quarta-feira 20/07/2016


Quarta-feira, 20 de julho de 2016



“Fé não faz as coisas serem fáceis, mas as tornam totalmente possíveis.”




EVANGELHO DE HOJE
Mt 13,1-9

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele dia, Jesus saiu de casa e sentou-se à beira-mar. Uma grande multidão ajuntou-se em seu redor. Ele entrou num barco e sentou-se ali, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. Ele falou-lhes muitas coisas em parábolas, dizendo: "O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Outras caíram em terreno cheio de pedras, onde não havia muita terra. Logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol saiu, ficaram queimadas e, como não tinham raiz, secaram. Outras caíram no meio dos espinhos, que cresceram sufocando as sementes. Outras caíram em terra boa e produziram fruto: uma cem, outra sessenta, outra trinta. Quem tem ouvidos, ouça!"

Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


A figueira sem figos

Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.
Este Evangelho narra que contaram a Jesus um fato trágico: Houve dentro do Templo um motim de judeus vindos da Galiléia. A guarda romana entrou na área reservada somente aos judeus, e matou violentamente a todos.
Os que deram a notícia a Jesus esperavam dele uma solidariedade aos judeus mortos, e um repúdio à profanação do lugar sagrado.
Mas Jesus chama a atenção para algo mais importante: Esse judeus eram violentos, iguais aos soldados que os mataram. Neste momento de comoção nacional, Deus chama todos à conversão, pois é dessa que depende a vida mais importante, a eterna.
O povo judeu era pequeno e fraco; não havia nenhuma saída diante do poder opressor, a não ser a fé, que depende do perdão sem limites.
Muita gente interpreta as catástrofes – enchente, incêndio, acidente... – como castigos de Deus. E se é a própria pessoa que é vítima, ela se pergunta: Que pecado eu fiz para merecer isso?
Essa mentalidade descarta a vida futura, e pensa que Deus deve castigar os maus e premiar os justos aqui na terra. E nem nos lembramos que Jesus era justo e sofreu a vida inteira. Maria Santíssima e os demais santos também.
Deus Pai não é como nós; ele “faz brilhar o sol sobre maus e bons, e cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,45). Deus nos adverte através de sinais; mas nem sempre converte os pecadores, enviando-lhes desgraças.
Às vezes um favor de Deus é para nós motivo de conversão: como Deus é bom para mim, apesar de eu ser tão ingrato a ele! Foi isso que aconteceu com Zaqueu (Lc 19,1). Na verdade, só há um castigo de Deus: perdê-lo para sempre.
É comum encontrarmos no Antigo Testamento Deus castigando o povo com desgraças. Isso porque eles não tinham clareza sobre a vida futura, sua fé ainda era imperfeita. Temos, entretanto, o exemplo de Jô, um servo de Deus que sofreu a vida inteira.
“Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.” As catástrofes são sinais de Deus a nós, não para julgarmos as vítimas, mas para “por a nossa barba de molho”. Através delas Deus nos convida à conversão.
E Jesus cita outra catástrofe, que também era comentada pelo povo: O prédio (torre) que caiu em Jerusalém, matando dezoito pessoas. E repete o alerta: “Se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”.
Vamos aproveitar as notícias de catástrofes para a nossa conversão, pois nós também podemos ser vítimas e, de uma hora para outra, morrermos.
Na parábola da figueira, Jesus deixa claro que a nossa conversão se mostra pelos frutos, isto é, pelas nossas boas obras. Não adianta ser uma figueira bonita, se não dá fruto. O mundo está cheio de pessoas de ótima aparência, mas pouco fruto.
Boas obras, nós sabemos: é não falar mal dos outros, falar só a verdade, ser justo, perdoar, amar o próximo, ajudar os necessitados...
“O machado já está posto à raiz das árvores. Toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada ao fogo” (Mt 3,10).
“Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.” Foi o pedido do vinhateiro, quando o dono queria cortar a figueira. Que bom se nós fôssemos como este vinhateiro, fazendo alguma coisa pelas pessoas que estão no caminho errado, ou perdem tempo sem fazer boas obras! “Os que tiverem ensinado a muitos o caminho da virtude, brilharão como as estrelas, por toda a eternidade” (Dn 12,3).

Certa vez, um homem resolveu separar-se da esposa e disse a ela: “Vou separar-me de você. Você pode separar tudo o que é importante para você nesta casa, que eu fico com o resto”.
Ela respondeu: “Sim, mas antes vamos fazer uma festinha. Assim as crianças se divertem, dormem e depois nós faremos a divisão”.
Então prepararam um churrasco, e convidaram os amigos. Como ele estava tenso, acabou bebendo um pouco exagerado e, quando as visitas foram embora, ele dormiu.
Enquanto ele dormia profundamente, a esposa, com a ajuda dos amigos, tirou todas as coisas do quarto do casal, menos a cama dos dois, em que ele estava dormindo, colocou no quarto as crianças, e dormiu ao lado dele.
Quando, no outro dia cedo, ele acordou, perguntou assustado o que havia acontecido. Ela disse: “Você não me pediu para separar o que é mais importante para mim? Já separei. Para mim, o mais importante é o que está aqui: você e os nossos filhos”.
Como o vinhateiro da parábola, essa senhora ainda acreditava na sobrevivência da família; por isso quis ainda “colocar um pouco de adubo” na tentativa de salvá-la.
Maria Santíssima era uma boa árvore, que produziu para nós o melhor fruto do mundo: Jesus, nosso Salvador. Santa Mãe de Deus, rogai por nós!
Vou colocar adubo na figueira. Pode ser que ela dê fruto.








CURIOSIDADES


12 erros absurdos que você nunca percebeu nos seus filmes favoritos



Nossos queridos leitores fanáticos por cinema irão concordar que não há nada mais frustrante do que encontrar um erro de continuação, ou sequencial , menos ainda quando é um erro de script ou roteiro do nosso filme preferido.

Afinal, dedicamos as raras horas de nossas vidas corridas para que possamos nos deliciar com as belezas da sétima arte. E não apenas, nos entregamos de corpo, alma e mente àqueles preciosos momentos de prazer como se o mundo fosse acabar ali mesmo.

Normalmente esses erros são pequenos, quase imperceptíveis aos olhos desavisados dos meros mortais. Mas cinéfilo que é cinéfilo não deixa passar nada. Mas, para aqueles que não possuem essa visão de águia conhecerem e, para quem já viu, relembrar, nossa redação selecionou uma lista com 12 erros cabulosos dos seus filmes favoritos.

1. Intriga Internacional (1959)

Esse erro é um dos mais ridículos possíveis. Momentos antes do estrondo que será causado pelo tiro a ser disparado, uma criança tapa os ouvidos ao fundo da cena.

2. Jurassic Park (1993)

Apesar de o filme ser recheado de erros, uma cena em particular com Dennis Nedry é a que mais chama a atenção. É claramente visto que o ator Wayne Knight, ao que parece estar assistindo um vídeo ao vivo de uma câmera de segurança, na verdade pressiona alguns botões para que o vídeo pré-gravado comece a rodar.

3. Bad Boys (1983)

O filme estrelado por Sean Penn, possui um dos erros mais trágicos da história do cinema. Durante a cena de luta, no final do filme, um cameraman pode ser visto durante toda a luta dramática.

4. Os Goonies (1985)

Um dos erros desse filme é um tanto quanto frustrante por deixar à cargo da imaginação dos espectadores a verdadeira figuração do monstro que eles encontram. No final do filme, quando é perguntado às crianças qual foi a coisa mais assustadora que elas viram durante a aventura, uma delas responde que foi um polvo, mas por erros de edição a cena que mostraria ele foi cortada, dando a impressão de que o editor perdeu totalmente a referência.

5. Coração Valente (1995)

Os dramas históricos são bastante conhecidos por obterem detalhes extremamente minuciosos quando se trata de período de tempo. Infelizmente não foi que acontece em Coração Valente, neste filme é possível ver um carro branco ao fundo da cena, várias vezes.

6. Commando (1985)

Um campeão em erros de continuação e em geral, mas o erro mais gritante e doloroso para todos aqueles que assistem é uma cena de perseguição de carro, na qual um Porsche que está quase totalmente destruído em um momento, no segundo seguinte, está completamente inteiro, sem danos visíveis.

7. Pulp Fiction (1994)

Pensar que nosso queridinho, obcecado por detalhes, Quentin Tarantino, deixou passar um erro tão grotesco é de chorar. Na cena em que Jules e Vincent são alvejados por alguém dentro do apartamento, os buracos das balas já estão na parede e não suficiente, durante toda a cena pode ser visto claramente quando serão atacados.

8. Gladiador (2000)

Cenas perigosas em filmes de sucesso são muito comuns, e na maioria das vezes dependem de equipamentos especiais e alta tecnologia, para garantir a qualidade da cena e segurança para os atores e dublês. Mas!, vez ou outra a tentativa de escondê-las é falha. Como a cena acima, em Gladiador, na qual  bomba mecânica usada para virar o carro é visível por vários segundos.

9. Star Wars IV:  Uma Nova Esperança (1977)

Essa imagem se tornou uma espécie de meme desde, a estupidez do erro é tamanha que ainda hoje nos perguntamos como foi possível deixar passar na edição final do filme. No momento em que os Stormtroopers estão marchando através da Estrela da Morte, um deles ao tentar passar por uma porque não foi totalmente aberta acaba batendo a cabeça.

10. Tubarão (1975)

Embora o tubarão não seja o mais realístico possível, ele não é o grande problema da cena. A questão é o travesseiro  gigante que está embaixo do personagem, excluindo qualquer possibilidade de alusão ao perigo.

11.O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas (2003)

Essa cena, dirigida por Jonathan Mostow é cheinha d erros. Um dos mais visíveis é o número de identificação do avião Cessna 172 Skyhawk, com o qual John Connor foge.

12. Independence Day (1996)

No momento em que David está na Área 51, enquanto faz um discurso sobre a destruição das florestas e poluição, derruba uma lata com uma etiqueta que diz departamento de arte.

E aí pessoal, gostaram dessa seleção de erros? Dúvidas, sugestões, correções? Comentem com a gente!






MOMENTO DE REFLEXÃO

Ela se chamava Mega e tinha uma chefe terrível. Quando Mega chegava pela manhã e falava "bom dia", a chefe respondia com uma pergunta:
- Por que não chegou mais cedo?
Se chegasse antes da hora, a chefe não estava lá, mas ficava sabendo e lhe perguntava se ela não sabia qual o horário do expediente, mesmo depois de trabalhar ali há tantos anos. Era uma mulher má, implicava com tudo, até que um dia Mega se cansou e decidiu se demitir:
- Vou sair, mas antes vou dizer tudo o que tenho vontade.
Exatamente naquele dia ela estava almoçando quando encontrou a Dra. Casarjian que a convidou para assistir a um treinamento, naquela tarde ao que ela respondeu:
- Não posso, tenho expediente a cumprir.
- E por que não?
Mega falou sobre a chefe que vivia implicando com ela e a Dra. Casarjian lembrou que pior a situação não poderia ficar, além do que, se a chefe lhe desse uma bronca por faltar ao trabalho, naquela tarde, ao menos teria motivo.
Mega lembrou que no dia seguinte iria se demitir, por isso resolveu ir ao encontro. Ali ouviu referências a respeito do perdão. A Dra começou a palestra:
- O perdão é bom para você... Se você perdoar alguém que o ofendeu ele continua do mesmo jeito mas você se sentirá bem. Se você perdoar o mentiroso, ele continuará mentiroso mas você não se sentirá mal por causa das mentiras dele.
Ao final do treinamento, Mega concluiu que a sua chefe estava muito doente e tirou a chefe da cabeça e tomou uma resolução:
- Não vou deixar que ela me atormente mais. E nem vou abandonar o trabalho que eu gosto.
No dia seguinte, Mega chegou e cumprimentou sua Chefe:
- Olá.
A chefe foi logo lhe perguntando o que tinha acontecido. Ela estava diferente. Mega falou que havia participado de um treinamento e que estava bem consigo mesma e até convidou a chefe para tomar chá, ao final da tarde.... a reação veio logo:
- Você está me convidando só para eu não reclamar de você?
Mega calmamente lhe respondeu:
- Pode reclamar, até mandar descontar as minhas horas. Mas eu insisto no chá.
E foram. Durante o chá, a chefe falou da sua surpresa em ter sido convidada para aquele chá. Ela sabia que era intratável... também falou da sua emoção... nunca ninguém a convidara para um lanche, um café e acabou por falar das suas dores. O marido lhe batia, o filho vivia no mundo das drogas. Por isso ela odiava as pessoas... era infeliz e agredia.
Semanas depois, era a própria chefe que comparecia ao novo treinamento da Dra. Casarjian a respeito do perdão.
Perdoar é libertar-se. Quando alguém nos agride é porque este alguém está a um passo do desequilíbrio e não pode nem imaginar o quanto se encontra enfermo.
Sem dúvida, a felicidade pertence sempre àquele que pode oferecer, que a possui para dar. Nosso maior exemplo é Jesus... poderia ter reagido às agressões, mas preferiu perdoar e amar, por saber que aqueles que o afligiam eram espíritos atormentados em si mesmos... por essa razão, dignos de perdão.