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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sexta-feira 02/12/2016


Sexta-feira, 02 de dezembro de 2016


“O homem que não tem os olhos abertos para o mistério passará pela vidsem ver nada.” (Albert Einstein)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,27-31


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!



Naquele tempo, 27partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” 28Quando Jesus entrou em casa, os cegos se aproximaram dele. Então Jesus perguntou-lhes: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?”
Eles responderam: “Sim, Senhor”. 29Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: “Faça-se conforme a vossa fé”. 30E os olhos deles se abriram. Jesus os advertiu severamente: “Tomai cuidado para que ninguém fique sabendo”. 31Mas eles saíram, e espalharam sua fama por toda aquela região.

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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Dois cegos, crendo em Jesus, são curados.
Neste Evangelho, Jesus testa a fé de dois cegos, e eles passam de cheio no teste.
Enquanto Jesus caminhava, eles foram atrás pedindo a cura. Jesus não os atendeu, mas continuaram pedindo. Jesus entrou em casa, eles foram atrás e entraram na sua casa. Jesus lhes pergunta: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?” Eles: “Sim, Senhor”. Na verdade, a própria insistência deles já mostrava a sua fé. “Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: Faça-se conforme a vossa fé. E os olhos deles se abriram”.
A pergunta de Jesus é feita a nós também: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?” A nossa fé é condição para recebermos as graças de Deus. A fé é um dom de Deus aos que lhe obedecem. Quem tem esse dom é capaz de transportar montanhas. É sempre feliz e tem o amparo de Deus em tudo o que pede. “Ter fé é um modo de já possuir aquilo que se espera. É um meio de conhecer realidades que não se vêem... Ter fé é caminhar como se visse o invisível” (Hb 11,1.27).
Mas só ganha o dom da fé quem obedece a Deus: “Quem acolhe e observa os meus mandamentos, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21). Deus se manifesta, abrindo os nossos olhos para a fé. Quando Jesus visitou a sua cidade natal, “não conseguiu fazer ali nenhum milagre. Ele se admirou da incredulidade deles”. Veja como a fé é importante para recebermos milagres!
Para ter fé é importante viver no amor verdadeiro: “Aquele que ama conhece a Deus, porque Deus é amor” (1Jo 4,7).
É importante lembrar também que ter fé não é acreditar em um Evangelho modificado conforme a nossa cabeça e os nossos interesses, mas é curvar-se diante do Evangelho legítimo deixado por Jesus e transmitido pela Igreja, que ele fundou, que tem Pedro e seus sucessores como chefes.
Advento é tempo de fé e de transformação, varrendo a nossa casa para Jesus entrar.
Certa vez, um homem quis zombar do seu vizinho que fazia aniversário. Pegou uma bandeja, encheu-a de lixo e porcarias, enfeitou-a bem e pediu que uma pessoa levasse para ele.
O aniversariante abriu o presente. Vendo o que era, pediu que o emissário esperasse um pouquinho. Foi lá dentro, jogou fora aquela sujeira, lavou bem a bandeja e a perfumou. Depois encheu-a de flores e mandou de volta para o vizinho, com um cartão dizendo assim: “A gente dá o que tem de melhor”.
A fé é um tesouro que carregamos dentro de nós, melhor até que flores. E o mundo está precisando com urgência desse presente.
Maria Santíssima celebrou o primeiro advento. Que ela nos ajude e abençoe neste tempo santo.
Dois cegos, crendo em Jesus, são curados.





CULINÁRIA

Cuca de Linguiça

MASSA

40 g de margarina misturada com 20 g de banha de porco
1 ovo
80 g de açúcar misturado com canela a gosto, 1 pitada de sal e raspas de 1 limão
1 colher (sopa) de fermento biológico seco hidratado em 200 ml de leite e 50 ml de água
350 g de farinha de trigo


FAROFA

80 g de margarina misturada com 20 g de banha de porco
120 ml de óleo
1⁄2 colher (sopa) de fermento em pó misturado com raspas de 1 limão e 1 colher (chá) canela
350 g de açúcar
350 g de farinha de trigo
1⁄2 de linguiça Blumenau picada (200 g)

 MODO DE PREPARO

MASSA

Em uma tigela coloque 40 g de margarina misturada com 20 g de banha de porco, 1 ovo, 80 g de açúcar misturado com canela a gosto, 1 pitada de sal e raspas de 1 limão e misture.
Adicione 1 colher (sopa) de fermento biológico seco hidratado em 200 ml de leite e 50 ml de água, 350 g de farinha de trigo e misture com mãos até a massa ficar lisa e começar a desgrudar do fundo da tigela.
Cubra com pano e deixe descansar por 30 minutos.
Dica: se ficar muito mole pode acrescentar um pouco mais de farinha de trigo.


FAROFA

Coloque numa outra tigela 80 g de margarina misturada com 20 g de banha de porco, 120 ml de óleo, ½ colher (sopa) de fermento em pó misturado com raspas de 1 limão e 1 colher (chá) canela, 350 g de açúcar e misture bem.
Adicione 350 g de farinha de trigo e misture com as pontas dos dedos até formar uma farofa. Acrescente ½ linguiça Blumenau picada e misture.


MONTAGEM

Coloque a massa numa assadeira untada com banha de porco e polvilhada com farinha e deixe crescer por 30 minutos.
Em seguida, pincele 1 gema e cubra com a farofa de linguiça.
Leve para assar no forno à lenha por 15 a 20 minutos ou no forno médio preaquecido a 200°C por +/- 30 minutos ou até dourar.


Bolovo de carne


INGREDIENTES

1 ovo levemente batido
50 ml de leite (1/4 xícara de chá)
30 g de farinha de rosca (4 colheres de sopa)
1⁄2 kg de carne moída
Salsa picadinha, sal e pimenta-do-reino moída a gosto
16 ovos de codorna em temperatura ambiente
150 g de farinha de rosca (1+ 2/3 xícara de chá)

 MODO DE PREPARO

Em uma tigela coloque 1 ovos levemente batidos 50 ml de leite, 30 g de farinha de rosca, misture bem e deixe descansar por 15 minutos. Reserve.

Junte à mistura reservada acima ½ kg de carne moída, salsa picadinha, sal e pimenta-do-reino moída a gosto, misture bem e reserve.

Em uma panela com água fervente coloque 16 ovos de codorna em temperatura ambiente e cozinhe por 2 minutos.
Com cuidado retire os ovos de codorna com ajuda de uma escumadeira e coloque em uma tigela com água gelada.

Com cuidado pegue porções da massa e recheie com 1 ovo de codorna cozido, modele no formato de um bolinho e reserve.

Repita essa operação até acabar toda a massa de carne moída.

Passe os bolovos em 150 g de farinha de rosca e frite em óleo não muito quente (160 ºC). Sirva em seguida.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Cada dia, em nossas vidas, nos ensina lições que muitas vezes nem percebemos.
Desde o nosso primeiro piscar de olhos, desde cada momento em que a fome bate, desde cada palavra que falamos.
Passamos por inúmeras situações, na maioria delas somos protegidos, até que um dia a gente cresce e começa a enfrentar o mundo sozinhos.
Escolher a profissão, ingressar numa faculdade, conseguir um emprego...
Essas são tarefas que nem todos suportam com um sorriso no rosto ou nem todos fazem por vontade própria.
Cada um tem suas condições de vida e cada qual será recompensado pelo esforço, que não é em vão.
Às vezes acontecem coisas que a gente nem acredita.
Às vezes, dá tudo, tudo errado!
Você pensa que escolheu a profissão errada, que você não consegue sair do lugar, ás vezes você sente que o mundo todo virou as costas...
Parece que você caiu e não consegue levantar...
Está a ponto de perder o ar...
Talvez você descubra que quem dizia ser seu amigo, nunca foi seu amigo de verdade e talvez você passe a vida inteira tentando descobrir quem são seus inimigos e nunca chegue a uma conclusão.
Mas nem tudo pode dar errado ao mesmo tempo, desde que você não queira.
E aí... Você pode mudar a sua vida!
Se tiver vontade de jogar tudo pro alto, pense bem nas conseqüências, mas pense no bem que isso poderá proporcionar.
Não procure a pessoa certa, porque no momento certo aparecerá.
Você não pode procurar um amigo de verdade ou um amor como procura roupas de marca no shopping e nem mesmo encontra as qualidades que deseja como encontra nas cores e tecidos ou nas capas dos livros.
Olhe menos para as vitrines, mas tente conhecer de perto o que está sendo exibido.
Eu poderia estar falando de moda, de surf, de tecnologia ou cultura, mas hoje, escolhi falar sobre a vida!
Encontre um sentido para a sua vida, desde que você saiba guiá-la com sabedoria.
Não deixe tudo nas mãos do destino, você nem sabe se o destino realmente existe...
Faça acontecer e não espere que alguém resolva os seus problemas, nem fuja deles.
Encare-os de frente.
Aceite ajuda apenas de quem quer o seu bem, pois embora não possam resolver os seus problemas, quem quer o seu bem te dará toda a força necessária pra que você possa suportar e...
Confie!
Entenda que a vida é bela, mas nem tanto...
Mas você deve estar de bem consigo mesmo para que possa estar de bem com a vida.
Costumam dizer por aí que quem espera sempre alcança, mas percebi que quem alcança é quem corre atrás...
Não importa a sua idade, nem o tamanho de seu sonho...
A sua vida está em suas próprias mãos e só você sabe o que fazer com ela...

Lilian Roque de Oliveira







Diário de Quinta-feira 01/12/2016


Quinta-feira, 01 de dezembro de 2016


“Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam; mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre.” (Cecília Meireles)




EVANGELHO DE HOJE
Mt 7,21.24-27


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!



Nem todo aquele que me diz: “Senhor! Senhor!”, entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática é como um homem sensato, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não desabou, porque estava construída sobre a rocha. Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e ela desabou, e grande foi a sua ruína!

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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Aquele que faz a vontade de meu Pai entrará no reino dos céus.
Este Evangelho narra a belíssima parábola da casa construída sobre a rocha. Jesus identifica por em prática a sua palavra com por em prática a vontade de Deus Pai. Identifica também construir sobre a rocha com entrar no Reino dos Céus. Fica clara a importância de praticarmos as palavras de Jesus para podermos receber a salvação eterna. Em vez de fazer, Jesus usa a expressão por em prática a vontade de Deus. Isso para deixar bem claro que não basta também conhecermos ou até divulgarmos os mandamentos de Deus.
“Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus.” A nossa salvação não depende da nossa oração. Ela é meio. A nossa salvação depende mesmo é de por em prática as palavras de Jesus.
Também a nossa salvação não depende de ouvirmos as palavras de Jesus, e sim, de a colocarmos em prática. Os dois que constroem suas casas – um sobre a rocha e o outro sobre a areia – ouvem a Palavra de Deus. De fato, hoje é muito fácil ouvir as palavras de Jesus, e também de lê-las. Por isso, freqüentemente percebemos certa distância entre a Palavra de Deus que ouvimos e a vida que levamos. Mas não nos importamos muito com isso. Aí que mora o perigo.
Com esta parábola, Jesus derruba todas as nossas desculpas e subterfúgios, e centraliza a nossa salvação no por em prática as suas palavras.
No fundo, a parábola nos pega de cheio e nos chama a todos de imprudentes, porque gostamos muito mais de ouvir a Palavra de Deus do que de praticá-la. Ouvir é até gostoso, se for bem apresentada. Em outras palavras, o que gostamos mesmo é de construir sobre a areia.
Quantas pessoas conseguem enganar os outros, fazendo falcatruas em segredo. Mas cuidado: “Não há nada de oculto que um dia não seja revelado”.
Olhando-nos com sinceridade, temos de reconhecer que existe certa distância entre os ensinamentos de Jesus e a vida que levamos. Apesar disso, continuamos ouvindo, ouvindo, ouvindo... e pouco nos preocupando com a conversão de vida. Em outras palavras, continuamos construindo sobre a areia. Portanto, se, após a nossa morte, nos sairmos bem no Juízo, será por pura misericórdia de Deus.
Quem constrói uma casa sem alicerce é sem juízo; além de jogar dinheiro fora, ainda arrisca a própria vida e da família. O mesmo acontece com quem quer levar uma vida dupla, com dois comportamentos diferentes: na sociedade e na igreja.
“Quem avisa amigo é.” Ao nos contar esta parábola, Jesus mostrou que é nosso amigo, a fim de não termos surpresas desagradáveis depois.
Que as pessoas, quando se referirem a nós, não tenham de dizer como Jesus falava a respeito dos fariseus: “Sigam o que ele ou ela fala, mas não imitem suas ações”.
Se a nossa casa tiver alguma rachadura, que a reforcemos neste tempo do advento para que, quando Jesus chegar, ele não nos chame de sem juízo.
Certa vez, um homem disse ao seu amigo: “Eu tenho ido à igreja por trinta anos, ouvi uns três mil sermões, e não consigo me lembrar de nem um. Estou preocupado com isso”.
O amigo respondeu: “Eu estou casado há trinta anos. Durante este tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas trinta e duas mil refeições para mim. Mas eu não consigo me lembrar do cardápio de nem uma. Mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriram e me deram a força necessária para eu fazer o meu trabalho. Se minha esposa não me tivesse dado essas refeições, eu já teria morrido há muito tempo. Da mesma maneira, se você não tivesse ouvido esses tantos sermões, hoje você seria um marginal”.
A Palavra de Deus é como a semente que, quando semeada, cresce por si mesma. Basta não colocarmos obstáculos, que a Palavra de Deus cresce e produz fruto em nós por si mesma, sem que percebamos. O problema é que o maligno também semeia em nós a sua cizânia, e esta, devido ao pecado que existe dentro de nós e no mundo, cresce mais rápido e tende a abafar a Palavra de Deus.
“Feliz aquela que acreditou” – disse Santa Isabel a respeito de Maria Santíssima - “pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1,45). Que a nossa Mãe do céu nos ajude a acreditar, de corpo e alma, nas palavras do seu Filho.
Aquele que faz a vontade de meu Pai entrará no reino dos céus.

Padre Queiroz






MUNDO ANIMAL

A importância da castração de cães


A palavra castração ainda gera polêmica nos donos de animais. Porém, a castração de cães pode prevenir uma série de doenças, além de ajudar no controle da população canina que pode ficar nas ruas afirmam os profissionais veterinários do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Não machuca o animal
Engana-se quem pensa que a castração de cães é um ato que irá machucar ou danificar os instintos caninos, como proteger sua família ou ser dócil. Muito pelo contrário, os cães castrados se tornam menos nervosos e mais carinhosos, pois o processo diminui a ansiedade e a agressividade dos cães.

Evita a superpopulação de filhotes
Os cães que não são castrados podem sair às ruas e engravidar fêmeas, gerando ninhadas de filhotes, que muitas vezes têm um futuro incerto e acabam vivendo e morrendo nas ruas. A quantidade cães para adoção é muito grande e prevenir o aumento de animais soltos na rua, ou até do nascimento de filhotes dentro de casa, que depois terão que ser doados e geram mais gastos, é a melhor solução.

Diminui a probabilidade de câncer da mama nas fêmeas
A castração das fêmeas resulta na diminuição da probabilidade de câncer de mama, chegando a praticamente zero quando são castradas jovens. Em comparação com fêmeas não castradas, as castradas apresentaram menores chances de desenvolvimento da doença, muito comum em cachorras idosas. Ainda, há a prevenção de 100% contra piometra, infecção uterina muito comum nas cadelas não castradas.

A probabilidade câncer em machos também é reduzida
Machos castrados também têm menor possibilidade de desenvolver tumores nos testículos e na próstata. Os testículos são retirados nesse processo, evitando assim o aparecimento da doença nos cães castrados.

Reduz a necessidade de marcar território no caso dos machos
Quem tem um cão macho sabe que é grande a possibilidade de ele fazer xixi pela casa toda para marcar território. Depois de castrado, o cão pode reduzir ou perder a necessidade de demarcar sua área urinando por toda a casa ou latindo demasiadamente.

Aumenta a expectativa de vida do cachorro
Por diminuir as chances de ocorrerem doenças, a castração aumenta a expectativa de vida canina. Estima-se que cães castrados vivam, em média, 14% mais do que os não castrados. Além disso, seu cachorro ou cadela não irá tentar fugir de casa para acasalar, comportamento perigoso, já que eles podem ser atropelados por carros ou se machucarem.

Evita possíveis constrangimentos com as visitas
Quando os cães estão com os hormônios à flor da pele, é normal seu comportamento de subir e agarrar nas pernas de humanos para cruzar. Esse comportamento acaba resultando em uma situação constrangedora para a visita e para o dono do cão. Com a castração, os hormônios que instigam o cachorro a cometer o ato são eliminados, deixando o pet muito mais sociável.

Apesar de ser uma cirurgia, portanto, oferece riscos, a castração de cães é altamente indicada para manter a saúde do animal. Além disso, proporciona mais facilidade para adestrar, passear e evitar situações como ninhadas indesejadas, fuga da coleira para procurar parceiros em momento fértil ou situações constrangedoras com as visitas. Lembre-se, é muito importante procurar uma clínica veterinária de confiança e conversar sobre o procedimento.






MOMENTO DE REFLEXÃO


Enquanto a tarde caia, Jeferson caminhava de um lado para outro na casa de seus pais, muito perturbado (chorando e  lamentando-se)
No dia seguinte, ele partiu para uma cidade bem distante dali, onde disse:

"Comecei a humilhar-me em vigorosa oração perante o Senhor, para que se fosse possível eu obtivesse misericórdia de suas mãos e fosse perdoado de tudo o que havia feito de modo contrário à vontade Dele"

Particularmente, embora eu tenha vivido de forma a amar e respeitar meu semelhante, ainda assim eu percebo que à minha volta há todo o (tipo de) caráter e classe de homens (entenda-se pessoas em geral)

Se desejamos ir para onde Deus está, precisamos ser como Deus, ou possuir os princípios que Deus possui, porque se não estivermos nos aproximando de Deus, em princípio estamos nos afastando Dele e nos aproximando do Diabo.

Sim, estou no meio de todo o tipo de pessoas e parece que todos estão.
Examinem seu coração e vejam se são semelhantes a Deus.

Examinei o meu e sinto desejo de arrepender-me de todos os meus pecados.

Temos entre nós, ladrões, adúlteros, mentirosos e hipócritas.

Se Deus falasse do céu, Ele ( novamente)  nos ordenaria a não roubar, não cometer adultério, não cobiçar e não enganar, mas a sermos fiéis em algumas coisas.
Acrescentem à sua fé, a virtude, o conhecimento das leis, e busquem todas as coisas boas.

Precisamos ser inocentes, ou não poderemos  entrar na presença de Deus, precisamos nos manter puros.

Deus não é bom? Então sejamos bons; se Ele é fiel, então sejamos fiéis.

O diabo tem grande poder para enganar, ele transformará de tal maneira as coisas a ponto de deixar as pessoas boquiaberta ao virem aqueles que estão fazendo a vontade de Deus.

A iniqüidade precisa ser eliminada de nosso meio; então o véu será rasgado e as bênçãos do céu fluirão para nós, rolarão como as águas de um rio límpido e tranquilo.

Todo coração precisa se arrepender e ser puro, e Deus o verá e o abençoará tal como ele de nenhuma outra forma poderia ser abençoado.

Irani Gennaro.





Diário de Segunda-feira 28/11/2016

Segunda-feira, 28 de novembro de 2016


“Com muita loucura ou pouca, tem uma grande verdade: Ninguém pode torná-lo infeliz sem o seu consentimento.”
 


EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,5-11


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!





Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Carfanaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”. 7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!, e ele vai; e a outro: ‘Vem!, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!, e ele o faz”. 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó”.

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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Queiroz


Muitos virão do Oriente e do Ocidente para o Reino do Céu.
Este Evangelho narra a cura do empregado do oficial romano. Chamam a nossa atenção a fé e a humildade do oficial, resumidas na sua frase: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado”. Junto com Jesus, a Igreja expressa a sua admiração à atitude desse oficial, repetindo a sua frase em todas as Missas, na hora da Comunhão.
Ele tinha tanta certeza da divindade de Jesus e do seu poder sobre as doenças, que achava que apenas uma palavra de Jesus já devolveria a saúde ao seu empregado.
A fé é o segredo da felicidade. Quem tem fé “tira de letra” todas as dificuldades e obstáculos que aparecem na vida. Quem tem fé sabe que uma doença, por mais grave que seja, para Deus é um grãozinho de areia.
A fé é uma graça que Deus dá a quem ele quer, do Oriente ou do Ocidente, do Norte ou do Sul. Jesus se referiu aos pontos cardeais, para dizer, primeiro, que todas as pessoas do mundo recebem as graças suficientes para ter fé, esperança e caridade, e para se salvar. Deus ama a todos e não faz distinção de qualquer espécie entre as pessoas.
Segundo, para dizer aos judeus que eles não eram o povo privilegiado de Deus, como pensavam. Não existe povo privilegiado diante de Deus. Simplesmente, Israel recebeu a missão de preparar a vinda do Messias, só isso.
A fé é uma graça que Deus dá a todos os seres humanos indistintamente, sem nenhuma restrição em relação à raça, ao país ou a qualquer outra distinção.
Quem tem fé faz como o oficial fez: vai atrás de Jesus, expõe o seu problema e acredita que Jesus quer e pode resolver, portanto vai resolver. Por isso, quem tem fé não entra em pânico, não se revolta, não desilude, não alvoroça, não perde a alegria nem a esperança, mesmo nas situações mais desafiadores, pois sabe que nenhum problema é maior que Deus.
Ter fé é muito mais que acreditar com a cabeça; é acreditar com o corpo inteiro; por isso já dá o primeiro passo no novo caminho que pediu a Deus. Mas, é claro, ter fé é seguir um caminho novo, traçado não por nós, mas por Deus para nós.
“A fé é a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vêem” (Hb 11,1). É caminhar “como se visse o invisível” (Hb 11,27).
O exemplo de Moisés, na travessia do Mar Vermelho, nos mostra bem o que é fé: “Moisés estendeu o bastão sobre o mar e durante a noite inteira o Senhor fez soprar sobre o mar um vento leste muito forte, fazendo recuarem as águas... E assim os hebreus puderam atravessar” (Ex 14,21-22).
Dá impressão que no início as águas não se afastavam, mas Moisés ficou firme, com o seu bastão estendido sobre o mar. Deus quer que nós mostremos a fé nele, mesmo sem ver uma resposta imediata. Em vez de uma noite, ele pode demorar dias ou até anos para nos atender. Mas se permanecermos com o nosso bastão estendido, ele se manifesta e, com toda a certeza, separará as águas.
Nós queremos crescer na fé, porque dela nasce a esperança, e das duas nasce a caridade. Assim, vivendo as três virtudes teologais, seremos certamente felizes, agora e por toda a eternidade.

Certa vez, em um mosteiro, um noviço chegou para o mestre e disse: “Padre mestre, penso que não tenho vocação. Não consigo guardar na memória o que leio na Bíblia, nem as palestras do senhor”.
O mestre não respondeu imediatamente a questão. Apenas disse ao jovem: “Pegue aquele cesto de junco, desça ao riacho, encha-o de água e traga aqui”.
O noviço olhou para o cesto, todo furado e sujo, e achou muito estranha a ordem. Mas obedeceu. Desceu ao riacho, encheu o cesto de água e começou a subir. Quando chegou até o mestre já não havia água, pois se escorreu toda pelos buracos.
O mestre lhe pediu que repetisse a viagem. O noviço voltou ao riacho, afundou o cesto na água, encheu-o e veio trazendo. Mas novamente chegou com o cesto vazio.
Então o mesmo perguntou: “Meu filho, o que você aprendeu?” O rapaz respondeu na hora: “Que cesto de junco não transporta água”.
O mestre lhe disse: “Olhe para o cesto. Vê alguma diferença?” O noviço olhou e disse com um sorriso: “Vejo que o cesto, que antes estava todo sujo e empoeirado, agora está limpo. Se a água não chegou aqui, pelo menos lavou o cesto!”
O mestre concluiu: “Nada importa que você não consiga guardar na memória os textos bíblicos e as palestras; o importante é que a sua vida fique limpa diante de Deus”.
Em relação ao Evangelho de hoje, podemos dizer também: Importa obedecer as Leis de Deus, mesmo que não as entendamos na hora. Deus, o legislador, é mais inteligente que nós, e sabe que seus mandamentos, se não transportam água, pelo menos lavam o cesto.
Isabel elogiou a fé da sua prima Maria Santíssima: “Feliz aquele que acreditou, pois aquilo que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido” (Lc 1,45). Maria nunca vacilou na fé, nem na hora mais difícil, que foi a cruz. Que ela nos ajude a crescer na fé.
Muitos virão do Oriente e do Ocidente para o Reino do Céu.








MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Desesperados pela sexta-feira
Luiz Marins

“Gostaria de sugerir um tema para reflexão. Constantemente vemos as pessoas ansiosas pela sexta-feira, pelo dia do pagamento ou vale, pelo feriado.
A impressão que tenho é que elas vivem em função da sexta-feira e acabam se esquecendo de viver na segunda, na terça e nos outros dias.
Hoje não percebemos a falta destes dias despercebidos, mas é comum as pessoas dizerem quando chega o fim do ano, que nem viram o ano passar.
Acredito que seja por essa sede de sexta-feira”.

Recebi de um assinante a mensagem acima e vejo que ele tem razão. Vejo isso acontecer em quase todas as empresas.
Mas também fiquei pensando no porquê isso acontece. Por que as pessoas não veem a hora de chegar a sexta-feira e irem embora da empresa em que trabalham. O que será que acontece? Quem estará certo? Quem estará errado? O próprio assinante, autor da mensagem, não deu o seu juízo de valor. Ele nos pediu uma reflexão!
Se é verdade que, as pessoas se infelicitam durante a semana toda por pensarem apenas na sexta-feira e como disse eles “acabam se esquecendo de viver na segunda, na terça e nos outros dias”, também me parece verdade que eles assim fazem por não terem um sentimento de missão e propósito no trabalho que realizam. Aí vejo um enorme desafio para as empresas e para a liderança.
Sem um sentimento de missão e propósito; sem se sentir constantemente treinadas e crescendo profissionalmente; sem chefes leais, que as desafiem e as chamem a atenção quando erram, as pessoas se sentem “des-motivadas”, isto é, sem motivos para dar tudo de sua inteligência e vontade e, portanto, não veem a hora de chegar a sexta-feira, as férias e mesmo a aposentadoria.



Lembro que é também responsabilidade das pessoas buscarem a automotivação e não só ficarem esperando que seus líderes as motivem, pois motivação é uma porta que só se abre por dentro.
Assim, para atender o que nos pediu o assinante, temos que refletir sobre nossa desmotivação e buscar, tanto a empresa com as pessoas, os caminhos para viver com intensidade e vontade todos os dias de nossa semana.
Pense nisso. Sucesso!








MOMENTO DE REFLEXÃO


Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?
O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção.
Mas precisamos tirar partido dos nossos erros.
Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas?
As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.
Que dói, dói.
Ah! Isso não posso negar!
Dói no orgulho, principalmente.
E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói.
Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares  diferentes do nosso.
Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente.
E nem obrigatoriamente certo.
Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo.
Às vezes acertamos, outras erramos.
E somos normais assim.
Então, numa discussão, numa briga, pare um segundo e pense: "e se eu estiver errado?"
É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar.
Nosso "eu" nos cega muitas vezes.
Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor?
Não vemos o lado do outro e nem queremos ver.
E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém.
E é porque tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações.
Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas.
E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão?
Vida é partilha.
E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração.
Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa.
Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, vai entrar.
E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos?
Eu duvido.
Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar.
Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo.
Nunca duvide do seu poder de sobrevivência!
Se você duvida, cai.
Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu medo.
Então, afundar ou andar sobre as águas?
Depende de nós, depende de cada um em particular.
Podemos nos unir em força na oração para ajudar alguém, mas só esse alguém pode decidir a ter fé, força e coragem para continuar essa maravilhosa jornada da vida.

Letícia Thompson





Diário de Domingo 27/11/2016


Domingo, 27 de novembro de 2016


“Seja Otimista! Viva com a certeza de que tudo vai terminar bem.”
 


EVANGELHO DE HOJE
Mt 24,37-44


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!



A vinda do Filho do Homem será como aquilo que aconteceu no tempo de Noé. Pois, antes do dilúvio, o povo comia e bebia, e os homens e as mulheres casavam, até o dia em que Noé entrou na barca. Porém não sabiam o que estava acontecendo, até que veio o dilúvio e levou todos. Assim também será a vinda do Filho do Homem.
- Naquele dia dois homens estarão trabalhando na fazenda: um será levado, e o outro, deixado. Duas mulheres estarão no moinho moendo trigo: uma será levada, e a outra, deixada. Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia vai chegar o seu Senhor. Lembrem disto: se o dono da casa soubesse quando ia chegar o ladrão, ficaria vigiando e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso vocês também fiquem vigiando, pois o Filho do Homem chegará na hora em que vocês não estiverem esperando.

http://www.paulinas.org.br/


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira


Advento: Tempo de Preparação para a vinda de Jesus
Neste primeiro domingo do Advento, somos convidados a nos preparar para a vinda de Jesus... para a primeira vinda, que acontece no Natal, com o seu nascimento, mas também para a segunda vinda, que irá marcar o fim dos tempos. Durante toda a semana refletimos o capítulo 21 de Lucas, que trata desse assunto.
Num ponto todos concordam: haverá um fim para este mundo em que vivemos. Mas quando e como será esse fim? As especulações são das mais variadas. Desde pequenos escutamos muitas pessoas dizerem que o mundo iria acabar na passagem para o ano 2000. Aqui estamos nós em 2011! De vez em quando algum criador de seita diz que o mundo vai acabar, como agora tem uma seita russa que o chefe dela está dizendo que o mundo vai acabar em maio do próximo ano, e já está abastecendo de mantimentos uma caverna na montanha para abrigar os seus. Semana passada o Jornal Hoje da Rede Globo mostrou que conseguiram pegar de volta as crianças que eles não estavam querendo devolver... Uma trilogia de Hollywood ("Deixados para trás"), que foi um grande sucesso do cinema, tenta colocar os sinais citados no livro do Apocalipse e nas palavras de Jesus para mostrar como seria o fim dos tempos, se fosse nos dias de hoje. Claro que é uma obra fantasiosa, e que deve ser assistida com senso crítico. Mas, finalmente, o que PRECISAMOS saber sobre o fim dos tempos?
Em Lucas Jesus diz que virão muitas pessoas dizendo que "Ele está aqui", ou "Ele está ali"... Como se quisessem dizer: o fim do mundo será no dia XX de XXXXX de XXXX!!! "Não sigam essas pessoas!" Ninguém sabe quando será o fim do mundo. Isso só cabe a Deus. O que cabe a nós e o que precisamos saber sobre o fim dos tempos é: "Estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes."
E o que seria "estar preparado"? Após refletir muito, cheguei a seguinte idéia: Estar preparado para a vinda de Jesus é estar de consciência tranqüila de ter feito o melhor que poderia, usando os talentos que Ele nos deu. Nesse tempo do Advento, vamos procurar usar da melhor forma os nossos talentos para tornar esse mundo um lugar melhor... Vamos preparar o berço do nosso coração para receber o Jesus Criança no Natal... e assim já estaremos nos preparando para receber o Jesus Glorioso que está por vir... Vem, Senhor Jesus!

jailsonfisio@hotmail.com








VÍDEO DA SEMANA


Mesmo no sofrimento não podemos desistir - Pe. Fábio de Melo
















MOMENTO DE REFLEXÃO


Eu era uma mesa novinha. Bonita. Feita pelas mãos do melhor carpinteiro do mundo... Fui entalhada com amor, com matéria prima de qualidade. Nasci forte. Meus detalhes foram esculpidos com sentimento, com o carinho das mãos do meu pai. Não há outra mesa como eu em toda Terra. Participei de bons momentos. Ajudei muito. Estive presente nos tempos de alegria e nos tempos de dificuldade. Sempre firme, segurando tudo e a todos. Jamais rejeitei uma carga, mesmo que estivesse acima da minha capacidade... Quanto significado tive na vida dos que me rodeiam! Participei do progresso, da luta. Recebi lágrimas e risos. Sempre me doei e sei que se não estivesse ali, faria muita falta. Mas, como sempre estava, quase nunca era notada. E assim transcorreu minha vida. Como a vida da maioria das mesas: sempre muito participante, cooperando, mas sem reclamar muitos cuidados. Afinal a função da mesa é servir. Mas o tempo passou, e com ele, e a falta de cuidado, fui me desgastando. Minhas quinas um pouco rachadas tornaram-se ásperas. Às vezes, acabava ferindo alguém, mas não era de propósito. Talvez, se tivessem me restaurado no início, eu voltasse a ser bela e útil como antes. Mas a vida é tão corrida e não há tempo a perder com restaurações... Mesmo apesar do desgaste, do mau uso e da falta de cuidado, prossegui em minha missão, doando o melhor de mim. As pessoas ao redor acostumaram-se com minhas arestas e, para evitar um ferimento, desviavam-se de mim. Quando necessitavam, chegavam com cautela para que não houvesse atrito entre nós. Apesar do meu esforço em resistir, pude perceber que algo me roía por dentro. Já não tinha a mesma força de antes. Sentia minhas pernas fraquejarem ao menor peso. Meu tampão antes tão belo e forte, agora cheio de manchas e rabiscos, parecia afundar em si mesmo. Senti medo, pois não sabia o que estava acontecendo, mas ainda queria servir e estar presente. Um dia, quase sem perceber, desmoronei. O peso era pequeno, mas para mim parecia uma tonelada! Quebrei o que estava sobre mim e também algumas coisas à minha volta. Feri os que eu mais amava, pois estavam mais próximos na hora da queda. Todos me olharam com espanto, alguns com indignação, outros com raiva. Ninguém esperava aquilo. Nem eu. Mas já havia sido devorada, em meu interior, por bichinhos rápidos e silenciosos chamados “cupins”. Os cupins costumam deixar uma “sujeirinha”, mas a pressa, às vezes, nos impede de parar e socorrer a mesa antes que ela desabe. Afinal ela ainda está servindo para a sua finalidade... Sabe, amiga, esse cupim se chama DEPRESSÃO. A mesa sou eu. A mesa é você. É sua mãe que lhe importuna. É seu avô que reclama demais. É seu filho rebelde. É seu namorado ciumento e estressado. O marido ausente e pessimista. Relendo a história da mesa, você poderá considerar sua própria vida, e a vida daqueles que a cercam. Estamos caminhando para o mesmo fim? Eu lhe digo. Mesmo que sua mesa tenha caído, mesmo que ela tenha quebrado muitas coisas e pareça imprestável; mesmo que vá dar muito trabalho consertá-la, CONSERTE-A! Não descarte seus pais, seus filhos, seu cônjuge, seus amigos. Não descarte a si mesma! É possível a restauração! A pessoa deprimida é aquela que doou tudo de si, que esvaziou-se por completo para alcançar algo que ela considerava um bem... A pessoa deprimida precisa de companhia. Alguém que ajude a encontrar o melhor material para preencher os vazios que a depressão causou. 
Que ajude a aparar as arestas. Alguém que a queira nova outra vez. Se, para todo bem, há uma participação Divina, Deus neste momento está providenciando o necessário para que você encontre forças e alternativas para ajudar. 
Se você está em depressão, erga os olhos. A ajuda vem do alto. Mas também vem dos lados: de um abraço, uma conversa, uma carta, um e-mail. Lembre-se de que, para Deus, tudo é possível. É POSSÍVEL SER UMA MESA NOVA! “A depressão é uma travessia. Ela pode durar muito ou pouco. Mas, em qualquer das hipóteses, fica mais fácil na companhia de Deus, da família, e dos amigos verdadeiros. Confie!