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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Domingo 19/04/2015


Domingo, 19 de abril de 2015


"Não fiquem inquietos por aquilo que ainda não aconteceu e nem se sabe se acontecerá. Tratem de cuidar dos males do amanhã, AMANHÃ." (Rubem Alves)





EVANGELHO DE HOJE
Lc 24,35-48


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 35os discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 36Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
37Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. 38Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? 39Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
40E dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés. 41Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” 42Deram-lhe um pedaço de peixe assado. 43Ele o tomou e comeu diante deles. 44Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava con­vosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
45Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, 46e lhes disse: “Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48Vós sereis testemunhas de tudo isso”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.
Este Evangelho narra a aparição de Jesus aos onze Apóstolos, após a ressurreição. Jesus procura fortalecer a fé deles, mostrando-lhes suas mãos e pés com as chagas, e comendo com eles.
Apesar das evidências, os discípulos ainda relutavam em acreditar, devido ao forte impacto que lhes causou a morte e o sepultamente de Jesus. Só pode ser um fantasma, isto é, um tipo de alucinação coletiva, pensaram.
“Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, e lhes disse: Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.” Esta prova das Escrituras está ao alcance de todos nós, pois quando lemos corretamente a Bíblia, o Espírito Santo abre a nossa inteligência para a entendermos corretamente.
E Jesus pede que “no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações... Vós sereis testemunhas de tudo isso”. Os discípulos atenderam bem a esse pedido, como vemos, na primeira Leitura da Missa, Pedro falando em nome de todos os discípulos: “Vós matastes o autor da vida, mas Deus o ressuscitou dos mortos, e disso nós somos testemunhas” (At 3,15). Na segunda Leitura (1Jo 2,1-5a), S. João nos convida a renunciar ao pecado.
A recomendação de Jesus, de anunciar o seu nome a todas as nações, vale também para nós que “cremos sem ter visto”. Pela fé, somos testemunhas de que Jesus está vivo, e levamos essa verdade a todas as pessoas. A Comunidade cristã, através da sua alegria, união e vitalidade, é a principal testemunha de que Cristo está vivo e presente nela. É um testemunho que ela dá pela sua própria vida.
Recebemos essa fé dos nossos pais e da nossa Comunidade; e nós a levamos para frente, através da nossa dedicação à Comunidade e do nosso testemunho no meio em que vivemos. “Vós sereis testemunhas de tudo isso”.
E se estivermos fraquejando na fé, Jesus terá outros meios de aparecer no nosso meio e nos encorajar novamente. Ele costuma usar para isso os seus próprios discípulos que, capacitados pelo Espírito Santo, têm o dom de fortalecer a fé dos irmãos.
Jesus aproveitou ao máximo os seus dias na terra. Ele não ficava esperando as pessoas, mas ia atrás delas. Anunciava a Boa Nova nas praças, nas sinagogas, na beira dos rios, nas estradas... em qualquer lugar.
Houve, certa vez, um incêndio numa floresta. Um beija-flor ia até o córrego, enchia o biquinho de água, vinha voando bem alto e jogava em cima do fogo para apagá-lo. Um elefante viu a e zombou do beija-flor: “Você acha que, com esse pouquinho de água, vai apagar este incêndio?” “Eu estou fazendo a minha parte” – respondeu o beija-flor – “Se cada um aqui fizer também a sua parte, tenho certeza que apagaremos este incêndio”.
Diante dos grandes problemas do mundo, as pessoas costumam ter três atitudes: 1ª) A acomodação: eu não dou conta mesmo, por isso não faço nada. Esta foi a atitude do elefante que, com a sua enorme tromba, poderia jogar muita água no incêndio. 2ª) A revolta: a pessoa fica triste e desiludida diante dos problemas que são maiores do que a sua capacidade de resolvê-los. 3ª) Dar o primeiro passo, por pequeno que seja, na esperança de que Deus entrará no meio, abençoará e maravilhas acontecerão. Esta foi a atitude do beija-flor. Não nos esqueçamos dos cinco pãezinhos que o Apóstolo apresentou a Jesus, para alimentar cinco mil pessoas.
Que Maria Santíssima nos ajude a ser “discípulos e missionários do seu Filho, para que nossos povos tenham mais vida nele”.
Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.








VÍDEO DA SEMANA


Ter um coração de criança - Pe. Fábio de Melo





https://www.youtube.com/watch?v=-fs6TItaMkU&list=TLNCPMGHUAse4










MOMENTO DE REFLEXÃO


Conta-se que uma senhora, cujo trabalho exigia leitura constante, começou a ter dificuldades com os seus olhos, por isso foi consultar um especialista.
Depois de um exame, o profissional lhe disse: "seus olhos    estão somente cansados; você precisa descansa-los."
Ela replicou: "mas isso é impossível, por causa do tipo de trabalho que eu faço".
Depois de alguns momentos, o médico respondeu: "tem janelas em seu local de trabalho?"
"Oh, sim," respondeu ela com entusiasmo.
"Das janelas da frente pode-se ver os picos de montanhas distantes, e das janelas dos fundos pode-se contemplar um belo e produtivo pomar."
O médico respondeu: "é exatamente isto o que você precisa".
Quando sentir seus olhos cansados, olhe para as suas montanhas por uns dez minutos - por vinte minutos seria melhor.
"Olhar para longe vai descansar os seus olhos!"
Esse fato singelo pode nos trazer valiosos ensinamentos.
Se é verdade que no âmbito físico podemos descansar os olhos, olhando para longe, também pode ser verdadeiro para as questões espirituais.
Os olhos da alma muitas vezes estão cansados e fracos de tanto focalizar problemas e dificuldades.
Nesse momento, olhar à distância e para o alto, vai ajudar você a restaurar sua perspectiva espiritual.
Às vezes você sente a sobrecarga das dificuldades da vida. No entanto, se voltar os olhos para Deus, poderá visualizar seus problemas na devida proporção e renovar suas forças e o seu bom ânimo.
Vamos, levante os seus olhos!
Quando as imagens dos problemas começarem a ameaçar a sua disposição para a luta, eleve o olhar e busque paisagens distantes.
Quando você vislumbra os obstáculos de um ponto de vista elevado, eles parecem menos ameaçadores e facilmente conseguirá supera-los.
Mas se os observa de um ponto inferior, eles assumem proporções gigantescas e paralisam a sua vontade de vencer.
Vamos lá... desvie, por alguns minutos, seu olhar.
Olhe para a gigantesca força que habita o infinito azul, a quem chamamos Deus.
Pode ter certeza de que o socorro virá. Uma onda de tranqüilidade lhe invadirá a alma e aplacará os seus olhos cansados.
E essa onda de harmonia facilitará a solução dos problemas.
Sua alma se aquietará e as dificuldades farão silêncio.
E nesse silêncio você ouvirá as respostas que o seu olhar cansado buscou no infinito.
Pense nisso, e quando os olhos da alma estiverem cansados, eleve o olhar ao Senhor da Vida e Nele encontrará o alívio que busca.
Quando os dias frios e cinzentos do inverno cobrirem o seu olhar com as brumas escuras da tristeza, abra as cortinas do horizonte e contemple a primavera invencível, que logo recobrirá com tapetes perfumados os campos crestados pela invernia.

Quando as dores da alma ameaçarem a sua esperança, rasgue as cortinas do tempo e mire a face sorridente da eternidade a lhe dizer, como quem sabe a verdade: esse dia de sombras também passará.

Diário de Sábado 18/04/2015


Sábado, 18 de abril de 2015



"Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e viver com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve. E a vida é muito para ser insignificante." (Charles Chaplin)



EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,16-21


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


De tardinha, os discípulos de Jesus desceram até o lago. Subiram num barco e começaram a atravessar o lago na direção da cidade de Cafarnaum. Quando já estava escuro, Jesus ainda não tinha vindo se encontrar com eles. De repente, um vento forte começou a soprar e a levantar as ondas. Os discípulos já tinham remado uns cinco ou seis quilômetros, quando viram Jesus andando em cima da água e chegando perto do barco. E ficaram com muito medo.
Mas Jesus disse: - Não tenham medo, sou eu! Então eles o receberam com prazer no barco e logo chegaram ao lugar para onde estavam indo.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Fr. Denis Francisco Rosa Oliveira CSsR

A palavra
Os discípulos, ao anoitecer, foram ao mar em direção à Cafarnaum. Jesus não estava com eles. O Evangelho de hoje é a continuação do mesmo de ontem (Jo 6,1-15). Após a multiplicação dos pães e peixes, o povo sedento de fome quis proclamar Jesus como rei; porém, ele afastou-se de todos e isolou-se numa montanha.
Os discípulos estão na barca, mas Jesus não se encontra com eles. É importante levar em conta os fenômenos naturais que aparecem na narração de João: cair da tarde, estava escuro, vento forte e mar agitado. Para uma embarcação pequena e pobre, como é a dos discípulos, esses fenômenos comprometem estar em auto mar.
Jesus aparece, mesmo naquela escuridão, para eles; mas de um modo muito estranho: ele está “andando sobre as águas”. Com todos esses acontecimentos, os apóstolos ficam com medo.
Apesar de toda a celeuma, por parte da embarcação, surge uma voz consoladora: “Sou eu. Não tenhais medo”. Jesus afirma que é ele quem está andando sobre as águas, e não nenhum fantasma ou outra criatura imaginária. A embarcação se acalma e refletem sobre esses acontecimentos.

A realidade
Um dia seu João acordou com uma grande vontade de ser bom. Lavou o rosto, cantando uma cantiga de igreja, elogiou o café, despediu-se da esposa e das crianças, ligou a caminhonete e deixou o sítio rumo à cidade. Devia chegar cedo ao escritório, pois tinha compromisso urgente.
Mas, logo ali à beira da estrada, uma senhora com duas crianças parecia estar esperando condução. Ofereceu-lhe carona. Ela aceitou, porque era caso de doença.
Chegando à cidade, procurou logo o médico e deixou a mulher e as crianças aos cuidados de um conhecido. De tardezinha voltaria para levá-las de volta.
Fez tudo para terminar mais cedo seus compromissos, e passou no hospital. Graças à mediação de João, as crianças foram atendidas e medicadas com mais presteza.
Chegando de volta, a mãe agradeceu, feliz da vida.
Quando o dono do carro ia fazendo manobra para pegar novamente a estrada, uma das crianças disse à sua mãe, apontando para o motorista:
- Mãe, hoje eu vi Jesus. A senhora vive se queixando da pobreza. Chega até a dizer, que Deus não existe. Ele existe, sim. Hoje eu o Vi.

Em nossa vida cotidiana, sempre estamos perdidos no “mar agitado”, enfrentando “ventos fortes” e, “na escuridão”, sem luz. E o medo toma conta da gente. Às vezes, surge uma voz consoladora que nos questiona, pergunta sobre o motivo pelo qual o desconsolo, o que está acontecendo e o que ela possa ajudar. Quando isso acontece, os nossos medos vão se embora, porque existe mais uma pessoa que deseja, com você, enfrentá-los. Assim, como o João de nossa historinha de vida, possamos enxergar às dificuldades das pessoas, com um olhar sempre atento à sua realidade.

 Eu sou Jesus
 (denisfcssr@gmail.com)







CASA, LAR E FAMÍLIA

Dicas que vão facilitar sua vida

1-Caldo de abacaxi para amolecer o coxão duro
Deixe o coxão duro e as demais carnes por 15 minutos no caldo de abacaxi. Elas ficarão macias e suculentas.
A bromelina, a enzima do abacaxi quebra a estrutura protéica da carne em sua superfície, favorecendo a maciez. Porém, funciona só para pequenos pedaços e bifes, grandes nacos não serão amaciados.


2- Conserve suas meias de náilon
Faça uma mistura de água e vinagre, em partes iguais, e lave suas meias.
Ficarão sempre parecidas com novas.


3- Vapor restaura vassouras velhas
Restaure suas vassouras velhas!
Se estiverem com os pelos emaranhados, embaraçados e irregulares, coloque-as por alguns minutos em vapor de água fervente.


4- Azeite- aprenda a escolher
Opte por azeites extravirgens, ou seja, por aqueles que contenham uma acidez igual ou inferior a 0,7 por cento. O azeite deve ser a primeira gordura a ser introduzida na alimentação do bebê, logo que este começa a comer sopa.
O azeite refinado, com uma acidez de 1,5 por cento, tem menos propriedades benéficas para a saúde, quando comparado com os azeites extravirgens.
Utilize o azeite para temperar as sopas ou os vegetais, cozidos ou crus. Também pode colocar azeite na água de cozedura das massas, para lhes dar um paladar especial e evitar que a massa se cole depois de cozida.


5- Como guardar gemas
Para guardar sobras de gemas conserve-as numa tigela totalmente cobertas com água filtrada e na geladeira.


6- Para que o ovo não estoure durante o cozimento
Coloque na água duas gotas de vinagre.


7- Para saber se os ovos estão estragados
Coloque-os num recipiente com água e sal. Se o ovo boiar, é porque está estragado. Se permanecer no fundo está bom para consumo.


8- Aproveitar maionese talhada
Quando a maionese talhar, inicie o processo outra vez: retire a maionese talhada do copo, coloque um ovo, um pouco mais de sal e vinagre e vá acrescentando a maionese talhada aos poucos. Ela voltará à consistência desejada e você não perderá nada.


9- O que fazer com a comida salgada
Quando a comida estiver salgada, experimente adicionar um pouco de açúcar.
Evite que a comida fique salgada
Coloque batatas junto da sopa ou do refogado. Quando as batatas estiverem cozidas tire-as e sirva como acompanhamento.


10- Como fazer um Suflê que não "murcha"
Para que o suflê não murche, certifique-se que o forno está bem quente antes de colocar o preparado e não o abra antes de estar pronto.








MOMENTO DE REFLEXÃO


Hoje, nesta manhã de quinta-feira, já fui à rua alimentar animais por 4 vezes.  Olho em volta de mim a indiferença humana e sinto-me pequeno, diferente, como se fosse um anormal.  Estava exatamente com este sentimento, meio desanimado, quando passou uma senhora por mim e, de repente, falou-me:
"Eu rezo por você diariamente, pois é amigo dos animais."
Só em falar isso, modificou o meu ânimo. Acho que eu precisava ouvir estas palavras que vieram "de repente", quando menos esperava.
Não seria a espiritualidade alimentando a minha alma para não desistir de ajudar ao próximo, no caso, os animais de rua???

Amigos(as) se vocês gostam dos animais abandonados, por favor, deixem uma pequena cumbuca com água e outra com ração na rua em que reside para alimentar os animais que ali passam. Mudem a água diariamente e assim não haverá a iminência de desenvolvimento do mosquito da Dengue. A dengue se prolifera depois de uma semana em reduto de água parada. Trocando a água diariamente, não há este risco.
Vamos ajudar aos animais de rua???

Gilberto Pinheiro 


Diário de Quinta-feira 16/04/2015


Quinta-feira, 16 de abril de 2015


“O que nós temos é o presente de Deus a nós. O que nos tornamos é nosso presente a Deus.” (Eleanor Powell)


EVANGELHO DE HOJE
Jo 3,31-36

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


31“Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. 32Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. 33Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. 34De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o espírito sem medida.
35O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. 36Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Quem tem acompanhado notou que nessa semana estamos enfatizando o poder do livre arbítrio e as conseqüências dele em nosso dia-a-dia. Hoje o evangelho nos convida a responder: O que é mais importante? Quem é mais importante?
Deus sempre será o mais importante em nossas vidas. Seu projeto deverá ser o filtro de nossas decisões, principalmente nas que se referem ao coletivo, às pessoas, à comunidade. Seu projeto, apresentado por Jesus, tem como foco a ovelha perdida, o filho desgarrado, o que perdeu a fé, o desmotivado, o perseguido, o injustiçado, o pobre, (…).
O documento de Aparecida, reafirmando aos que lhe antecederam diz:
“(…) É solicitado que dediquemos tempo aos pobres, prestar a eles uma amável atenção, escutá-los com interesse, acompanhá-los nos momentos difíceis, escolhê-los para compartilhar horas, semanas ou anos de nossas vidas e, procurando, a partir deles, a transformação de sua situação. Não podemos esquecer que o próprio Jesus propôs isso com seu modo de agir e com suas palavras: ‘Quando deres um banquete, convida os pobres, os inválidos, os coxos e os cegos’ (Lc 14,13)” (Documento de Aparecida §397).
E como isso acontece? Na fidelidade a sua mensagem.
Quem prega ou leva a palavra de Deus não pode resumir sua fidelidade em apenas palavras. Quem prega deve se convencer primeiro da mensagem para com propriedade anunciá-la. Aqueles que participam, em especial os que coordenam pastorais ou movimentos, devem abandonar a vaidade e o orgulho. Precisam ver o projeto de Deus sobre o seu querer individualista. “(…) Aquele que vem de cima é o mais importante de todos, e quem vem da terra é da terra e fala das coisas terrenas. Quem vem do céu é o mais importante de todos”.
Precisamos parar de apoiar pessoas ou lideranças que segregam outras pessoas, não as elegendo, para que o tempo as amadureça; não admitir pseudo-coordenadores, ligados a esse ou aquele partido político, usarem as pessoas, principalmente jovens para levantar a sua identidade partidária. Desaprovar e fraternalmente corrigir pessoas que se declaram “donos da igreja” que pelo nosso silêncio fazem com que pessoas boas e empenhadas se afastem do serviço, das nossas comunidades, do nosso convívio…
“(…) Nesta hora, o Senhor interpela-nos: vives tu, através da fé, em comunhão comigo e, deste modo, em comunhão com Deus? Ou não estarás porventura a viver mais para ti mesmo, afastando-te assim da fé? E, por isto, não serás talvez culpado da divisão que obscurece a minha missão no mundo, que fecha aos homens o acesso ao amor de Deus?” (Homilia do Papa Bento XVI na quinta-feira Santa 2010)
Precisamos também parar de correr de responsabilidades, pois como diria padre Zezinho, quando o padre termina missa começa o nosso trabalho. “Vamos em paz e que o senhor os alcance e os encontre” tem sido o lema de muitos católicos. Nós não avançamos mais, pois nos falta coragem. Somos bons em criticar, mas fracos em dinâmicas de acolhimento; reclamamos da falta de operários, mas não abrimos as portas da obra; reclamamos dos atuais coordenadores, mas não damos nossa cara à tapa para fazer melhor…
Alguns pra tudo usam “no meu tempo era assim” esquecendo que o tempo passa. Sabemos que algumas coisas ficam e precisam ficar, mas outras devem ser renovadas. Não podemos temer mexer com computador, email; não podemos fugir da informação, da internet, (…). Esses dias uma polêmica foi levantada sobre pulseirinhas multicoloridas nos braços dos jovens e tem gente que diz não saber por se negar a assistir jornal (hunf). Precisamos levar informação para as pessoas, precisamos nos empenhar em apresentar o projeto de Deus…
E Quem é o pobre? É toda criatura que hoje vive longe ou afastado do Senhor e que ainda não sabe o valor que tem.
Deus nos convida a abrir nosso horizonte de compreensão e ter amor e zelo pelos peixes que estão hoje fora do aquário – os que estão no mar, no mundo, no trabalho, em casa, na comunidade… Zelemos do aquário, mas saiamos para pescar!
“(…) Então Jesus chegou perto deles e disse: Deus me deu todo o poder no céu e na terra Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” (Mateus 28, 18-20)
Um imenso abraço fraterno







MUNDO ANIMAL

Como lidar com cães que se recusam a usar guia

“A grande desgraça do mundo é a coleira. E como há coleiras espalhadas pelo mundo!” Lembrei-me dessa frase de um dos livros de Monteiro Lobato, que deve ser interpretada metaforicamente como ode à liberdade, mas não literalmente em se tratando de cachorros.
Como eles não nasceram com coleiras, é natural que alguns resistam a usá-las – não só os mais ferozes, mas também os criados em ambientes amplos, como sítios ou fazendas, cujos donos seguem ao pé da letra a frase “criar o bicho solto”. Aqui vai, portanto, mais um de nossos guias gerais, desta vez para acostumarmos nossos peludos, bravos ou mansos, a usarem coleira – o que, obviamente, é muito recomendável para passeios na rua, ainda mais em cidades agitadas e menos humanas e caninas do que deveriam ser.
Aos poucos se chega lá
Este procedimento é para cães mansos, e tem várias etapas que deverão ser repetidas o quanto for necessário. Mostre a coleira (sem a guia ou corrente) ou peitoral (para facilitar, daqui em diante vou dizer quase sempre apenas “coleira”) para o cão enquanto lhe dá um petisco pequeno, e brinque com ele em seguida, para que ele, bicho associativo por excelência, passe a associar coleira a coisa boa.
Vá repetindo isso dia após dia, aproximando cada vez mais a coleira do cão; chegará o dia em que você irá colocá-la sem ele resistir. Pronto, o primeiro passo foi efetuado com sucesso. Daí passe a deixar a coleira no cão durante cada vez mais tempo, até chegar a algumas horas. Um belo dia, coloque-lhe a coleira e acrescente a guia, mas sem puxá-la, enquanto “conversa” numa boa com o bicho. (Sim, é mais ou menos como dar injeção em criança pequena.)
Deixe o cão andar um pouco com a guia pendurada, para ele ir se acostumando; logo ele irá começar a sair por aí sem se incomodar com a guia. (Mas fique atento para que o cordão não se enrosque em algum lugar e possa causar algum perigo para o cão!) Então comece a passear com ele (passeios curtos pela casa, quintal, garagem ou o que seja, nada de sair à rua por enquanto) segurando a guia, mas sem puxá-la, deixando o cão ir andar sem ser guiado.
Depois de alguns dias, comece a restringir de leve os movimentos do cão e a conduzi-lo; durante a caminhada, mude de rota para ele entender que quem manda é você e ele precisa te obedecer – isso mesmo, faz parte da socialização. Quando o canino estiver bem obediente, aí sim, poderá ir passear na rua.

Ideal é educar o cão desde pequeno (Foto: Getty Images)
É de pequenino que se passeia com o menino
O ideal é educar o cão desde peludinho. Se ele for filhote, pode-se começar com uma coleira ou peitoral com uma cordinha curta, de uns 60 centímetros – se ele for muito pequetico, até um cadarço de sapato irá servir – , para ele ir se acostumando aos poucos –afinal, ele ainda é pequeno e não vai precisar de uma guia enorme. Mas não o leve a passear: deixe-o brincando com o cordão, para que ambos se tornem grandes amigos e o cão se acostume com a noção de coleira e guia. (E fique mais atento ainda para evitar que o cordão cause algum risco para o bicho!)
Com o tempo, vá aumentando o tamanho do cordão. Em poucos dias ele irá se cansar de brincar, então estará na hora de uma coleira de verdade. Logo que ele se acostumar e ignorá-la, pise em cima dela, de modo a impedir que o peludo vá longe – ele deverá entender, embora à moda simplificada dele, que esse negócio comprido serve para controlá-lo e que quem manda é quem controla a coleira.
Se ele não se mostrar assim tão dócil e resistir, rolando, esperneando, roendo a guia, é direito dele – afinal, ele não nasceu de coleira, e de gente e bicho “banana” ninguém gosta – , e você deverá usar persuasão. Como dizia Adoniran Barbosa: “Sabe o que nóis faz? Nóis não faz nada!” Isso mesmo, não faça nada além de pisar na guia, sem puxá-la, mas mantendo o bicho preso, por mais que ele esperneie e proteste. A tendência é ele vir te procurar; recompense-o então com carinho e um petisco pequeno. Repita isto várias vezes por dia, e não deixe cada vez passar de uns cinco minutos, já que cães, especialmente filhotes, têm períodos curtos de atenção. Logo ele irá se acostumar com a ideia de ser contido e guiado pela coleira – afinal, é você quem manda.
“Domando a fera”
Nunca é demais lembrar que um cão, mesmo que de temperamento mais bravo, só é tão feroz e perigoso quanto a criação e socialização que recebe, e já é mais que hora de enterrar o ainda resistente mito de que pitbulls e rottweilers são intratáveis e menos domesticáveis que leões nos circos de antigamente. Bravos ou não, eles também precisam ser socializados, e usarem guias e coleiras é parte importante do processo.
Um primeiro passo é novamente usar o método similar ao de aplicar injeção em criança pequena, colocando a coleira enquanto o cão está distraído comendo ou brincando; converse com ele, alguma coisa como “ô cachorrinho bonitinho, você viu? O Obama ganhou de novo, a nova novela é ainda pior que a outra, o Palmeiras blá-blá-blá...” e pronto, o bicho já está de coleira. Ele poderá tentar removê-la; isso é normal, até eu faria o mesmo. Se você for tirar a coleira dele, NÃO o faça quando ele tentar removê-la, para ele não pensar que você o obedeceu; espere que ele se distraia.
O próximo passo é colocar a guia, também quando o cão estiver distraído e também com comprimento de acordo com o tamanho do peludo; novamente, remova a guia apenas quando ele estiver distraído. Não tem problema se ele roer a guia e tentar livrar-se dela; ele há de se acostumar com ela. E antes de chegar o dia (não tão distante assim) de você pegar a outra ponta da guia para comandar o peludo, acostume-o a se aproximar de você, recompensando-o quando ele obedecer.
Logo vai chegar a hora de passear de verdade. Se ele “empacar”, não force, espere até ele resolver andar, e deixe-o “mandar” um pouco, seguindo-o; mais tarde, alguns dias depois, comece você a comandar, guiando-o em direções diferentes das que ele quiser. E converse com ele, faça gestos com o corpo, faça-se presente, não se comunique somente com a guia, para que ele a associe com prazer de estar com o dono e não uma obrigação chata e constrangedora. Se ele resolver puxar, banque a árvore e fique paradão, para ele perceber que querer mandar é inútil. Se ele quiser ir para outro lado que não o que você deseja, ignore-o; se você o puxar e ele aceitar, recompense-o por ser obediente.
Sim, “há muitas coleiras espalhadas pelo mundo”, de todos os tipos e tamanhos, das simples, das que se alongam etc., e certamente há uma para cada um de nossos peludos. A coleira, além de dar segurança aos cães – tanto quando a certeza de terem bons donos – , os aproxima de nós. E, já que comecei citando Lobato, terminarei citando Goethe: “Foi obedecendo que senti que minha alma era livre...”








MOMENTO DE REFLEXÃO

Nosso medo é nosso fardo, embora possa ser também nosso meio de defesa.
O medo que gera a prudência é positivo e necessário.
Podemos observar já em bebezinhos o medo de perder a mãe. Não sei se vocês já viram um vídeo de um aborto onde o feto tenta desesperadamente de se agarrar à vida.
Nos animais o medo faz com que se defendam. Nesse ponto  prepara-os para um eventual perigo.
O medo é o sinal laranja que nos diz "atenção!"
Mas esse pode ser também destrutivo, quando deixamos que tome conta da gente. Há pessoas que se deixam levar por esse sentimento de tal forma que são incapazes de tomar qualquer atitude. Elas se bloqueiam, se petrificam diante de situações que temem e ficam sem ação. E fazendo isso, deixam de viver normalmente, são atingidas em pleno peito pelo que tanto receiam.
Muitos morrem do próprio temor. Tanto eles temem que acabam atraindo para si mesmos a infelicidade. É o caso de pessoas que temem acidentes a tal ponto de sentirem-se petrificadas diante de uma situação que poderiam facilmente evitar. Ou doenças.
Nosso cérebro é algo extraordináio. Ele coordena e comanda todo o nosso corpo e as nossas ações. Exercitá-lo diariamente com nossos medos pode ser muito perigoso. Nossas palavras têm poder e nossos pensamentos também.
Muitos temem amar. Medo de decepções, de sofrimento. Preferem se fechar numa concha e olhar o mundo através duma janela do que se abrir e se entregar ao inevitável. Amor traz sofrimento sim. Mas quanta felicidade traz também, quanta agitação no peito, quanto suspiro, quanto brilho nos olhos, quanta beleza! 
É a velha história do copo pelo meio: uns vêm meio cheio, outros meio vazio. E isso faz uma grande diferença!
As pessoas otimistas preferirão correr o risco e viverão plenamente todas as coisas. As outras serão apenas passantes da vida, não viventes.
E o medo é algo tão inerente ao ser humano que até mesmo quando se sente feliz, sente medo. Medo que seja bom demais, que isso passe, que isso se perca. E no auge da felicidade o medo se instala. E, se instalando, estraga tudo, nos impede de viver o momento presente, tão divino. Como o ciúme, que corrói a alma e relacionamentos e destrói minutos e horas que poderiam ser maravilhosos. Jogamos fora nosso tempo a troco de nada.
Então troque!
Troque uma boa briga por um bom beijo! Troque a indiferença por um pouco de atenção! Troque o medo pela ousadia (só o suficiente!)!  O pessimismo por uma gota de otimismo! Um aperto de mão por um gostoso abraço! Um instante de inquietação por um segundo de oração. Uma maldição por uma bênção!
Experimente a vida!!!



Letícia Thompson

Diário de Quarta-feira 15/04/2015


Quarta-feira, 15 de abril de 2015


“A luz que me guia é muito mais forte que os olhos que me cercam.”


EVANGELHO DE HOJE
Jo 3,16-21

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


16Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.
19Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. 20Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. 21Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Nada mais cabível para quem caminha para pentecostes – Ser novo!
Ser novo ou nascer de novo é se empenhar em atitudes e gestos novos; é buscar um coração renovado; é traçar metas e tempos para abandonar os hábitos antigos; é parar de só falar e fazer; parar de prometer e escrever o que pretende fazer; é antes de tudo rezar para que tudo caminhe sob a batuta de Deus.
A vida é como uma composição musical: Fazemos a letra, mas é a vida que toca! Escrevemos cada linha, cada frase, cada verso, mas depois de pronta, somos reflexos do que escrevemos ou fazemos. Quem põe o ritmo é a motivação do Espírito Santo dentro de cada um de nós. Um Espírito nono é inquieto. (…) O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito
Uma nova melodia só poderá surgir de uma nova letra,  de um novo verso, (…). Trocar algumas notas muda apenas a forma de se cantar, mas não altera em nada a letra da canção. Para mudar é preciso reescrever a letra que a vida cantará.
“(…) Ninguém põe um remendo de pano novo numa veste velha, porque arrancaria uma parte da veste e o rasgão ficaria pior. Não se coloca tampouco vinho novo em odres velhos; do contrário, os odres se rompem, o vinho se derrama e os odres se perdem. Coloca-se, porém, o vinho novo em odres novos, e assim tanto um como outro se conservam“. (Mateus 9, 16-17)
Talvez os grandes erros que cometemos serão versos que não conseguiremos apagar da nossa mente, mas também NÃO DEVERÃO SER O REFRÃO DA NOSSA MÚSICA.
Como mecanismo de defesa temos mania de relembrar o refrão (erros) dos outros. O entanto, repetir toda hora o refrão é hábito de quem só olha os defeitos dos outros, dos invejosos, dos medíocres… Todos têm coisas boas a serem exploradas na letra de sua canção, mas não conseguem crescer sufocadas pelos refrões.
Lembrei de uma história que ouvi o padre Fábio de Melo contar no seu programa direção espiritual. Contava ele que uma tribo africana que conheceu compõe uma canção para cada pessoa que nasce. Cada um tem sua própria canção. Nos momentos marcantes da vida dessa pessoa essa música é cantada por seus parentes e amigos. Mas o que me chamou atenção foi o fato relatado que quando alguém se desvia na conduta TODA a tribo se reúne, colocando-a no centro de uma grande roda, onde cantam a canção da pessoa para que ele recorde quem é e também a alegria do seu nascimento, tentando trazê-lo de volta a realidade, resignificando o seu passado.
Ser novo também carece que deixemos que os outros também tenham a oportunidade de mudar a letra da sua canção a qualquer momento. Como cristãos devemos fazer o possível para que isso aconteça, ou seja, criar situações favoráveis e agradáveis para que isso ocorra. Dar oportunidade ao novo, trazer pessoas novas, convidar novos integrantes, chamar pessoas a dividir a responsabilidade…
Ser novo é ser querigmático, é encantar, é promover… Ser velho é ter apego a um lugar, uma postura, a um cargo. Ser novo é não ter medo de sentar novamente no banco e receber as graças, é avançar, é sonhar…
“(…) Sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma que guiado pela Palavra de Deus, que conduza a um encontro pessoal, cada vez maior, com Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito homem, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos, do serviço e da missão”. (Documento de Aparecida §289)
Para sermos por completos novos devemos cooperar para que outros também sejam. Somos uma tribo que não canta a canção dos outros. Vamos mudar esse paradigma.
Um imenso abraço fraterno





CURIOSIDADES

Você sabia?

1-O ator James Franco é formado em Letras, Literatura, cinema, poesia, língua inglesa e trabalha como professor em uma universidade, ele diz que a carreira de ator é só um hobbie.


2- Sessão Mentes Psicopatas - Em 1979 uma menina de 16 anos baleou 11 pessoas em uma escola primária da Califórnia. Sua desculpa foi: "Eu não gosto de segundas-feiras."


3- Teoria sugere evidências encontradas na própria Bíblia Sagrada de que Jesus Cristo era na verdade negro, e não loiro de olhos azuis como é constantemente representado.


4- O cérebro humano não é totalmente capaz de aprender até as 10 horas da manhã, a ciência diz que as escolas começam mais cedo que o devido.


5- Existe uma lanchonete em Amsterdã,Holanda que produz maionese feita a base de maconha.


6- No seculo 15 a Igreja católica perseguiu e mandou a fogueira todas as pessoas ruivas, acreditava-se que eram bruxas.Agora é possível viajar na maionese.


7- Nossos músculos são muito mais fortes do que imaginamos! Numa descarga muito alta de adrenalina podemos erguer carros. Isso não é possível sem essa tal descarga porque a nossa força é limitada para não termos danos no nosso corpo.


8- sua ordem da nascimento na família, altera sua personalidade, ser o primogênito, o filho do meio ou o caçula, altera a maneira como você vê a vida e consequentemente sua vida adulta.


9- rante uma prova, há 95% de chance de que uma música fique na sua cabeça enquanto você está tentando lembrar as respostas.


10- O homem que teve mais filhos que o Mr.Catra.
O último imperador de Marrocos, Moulay Ismail (1646-1727) teve inúmeros descendentes, devido às concubinas imperiais. Em 1703 já tinha pelo mesmo 342 filhas e 525 filhos; por volta de 1721 dizia-se que já tinha 700 descendentes masculinos. ( cara transudo ( ͡° ͜ʖ ͡°) )







MOMENTO DE REFLEXÃO


Para realizar nossas metas precisamos vencer vários tipos de obstáculos que a vida nos impõe. Barreiras como falta de dinheiro, falta de tempo, excesso de estresse, entre outras dificuldades que põem à prova a nossa força de vontade e nos fazem dar ainda mais valor às nossas conquistas.
Dificilmente algo que não demandou suor e empenho gerará prazer igual à conquista de algo que nos deixou diversas noites sem dormir.
Portanto, busque ver nas barreiras impostas pela vida algo que lhe fortalecerá e transformará a realização de seus sonhos em algo ainda mais especial. Olhar para trás e enxergar um trajetória aberta em meio às dificuldades faz da sua conquista algo admirável e prazeroso.
Os medíocres, aqueles que fazem apenas o que é comum e corriqueiro, têm imensa dificuldade em enxergar que por trás de toda dificuldade há uma oportunidade única.
Portanto, encare as barreiras da vida com bom ânimo e determinação. São elas que fazem com que objetivos maiores sejam alcançados apenas por aqueles que têm disposição e energia para enfrentar o caminho das pedras. São elas que fazem aflorar os verdadeiros campeões.
Tenha confiança e siga em frente. Faça valer a sua determinação, acima de todos os medos e dúvidas que tentam assombrá-lo.


Roberto Shinyashiki