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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quinta-feira 05/04/2012




Quinta-feira, 05 de abril de 2012


“Quando quiser se vingar, cave duas sepulturas. Uma é pra você mesmo!”



EVANGELHO DE HOJE
Jo 13,1-15


Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar este mundo e ir para o Pai. Ele sempre havia amado os seus que estavam neste mundo e os amou até o fim. Jesus e os seus discípulos estavam jantando. O Diabo já havia posto na cabeça de Judas, filho de Simão Iscariotes, a idéia de trair Jesus. Jesus sabia que o Pai lhe tinha dado todo o poder. E sabia também que tinha vindo de Deus e ia para Deus. Então se levantou, tirou a sua capa, pegou uma toalha e amarrou na cintura. Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Quando chegou perto de Simão Pedro, este lhe perguntou: - Vai lavar os meus pés, Senhor? Jesus respondeu: - Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender! - O senhor nunca lavará os meus pés! - disse Pedro.- Se eu não lavar, você não será mais meu discípulo! - respondeu Jesus. - Então, Senhor, não lave somente os meus pés; lave também as minhas mãos e a minha cabeça! - pediu Simão Pedro. Aí Jesus disse: - Quem já tomou banho está completamente limpo e precisa lavar somente os pés. Vocês todos estão limpos, isto é, todos menos um. Jesus sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: "Todos menos um." Depois de lavar os pés dos seus discípulos, Jesus vestiu de novo a capa, sentou-se outra vez à mesa e perguntou: - Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de "Mestre" e de "Senhor" e têm razão, pois eu sou mesmo. Se eu, o Senhor e o Mestre, lavei os pés de vocês, então vocês devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz.




MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade

Bom dia! 

Certo dia (…). (Amo isso!) num jardim, caminhavam tranquilamente vários insetos e cada um vivia sua vida de acordo com suas funções e atribuições. Muitos olhavam na vida dos outros, coisas que mereciam ser copiadas. A minhoca queria ter as pernas no Sr. Gafanhoto, pois era tão difícil se locomover apenas perfurando buracos; a D. Aranha gostaria de ter menos pernas como a Srta. Pulga (que só tem uma), pois era muito caro comprar tantos tênis e sandálias (…). Como nós, nunca estamos por completo, satisfeitos com que temos!
“(…) O olhar do invejoso é mau; ele desvia o rosto e despreza sua alma. O olhar do avarento é insaciável a respeito da iniquidade, só ficará satisfeito quando tiver ressecado e consumido a sua alma. O olhar maldoso só leva ao mal; não será saciado com pão, mas será pobre e triste em sua própria mesa“. (Ecesiastico14, 8-10)
Como em qualquer boa fábula, também existiam uma formiga e uma cigarra. A formiga pra variar, trabalhava, trabalhava e trabalhava (Marta, Marta! Risos). Ao subir para cortar um belo suculento broto de goiabeira, viu uma cigarra pousar numa árvore e ali ficou. Dia após dia ela podia ver a cigarra ali parada – imóvel.
- Que cigarra imprestável e preguiçosa! Nem pra cantar presta! Assim suspirou a formiga.
Não aguentando mais ver o ócio daquela cigarra, resolveu então ir até a árvore e chamá-la atenção. Falar talvez que a vida não é somente isso. Que deveria começar a planejar sua vida, pois invernos viriam. Como vocês já sabem né? Papo de formiga! Chegando lá gritou:
- Ôh cigarra! Vai trabalhar! Mas esta nada respondeu!
Vendo a cena intrigante, uma cigarra, parou de cantar e perguntou o que estava acontecendo. A formiga rapidamente respondeu que a vida não era só isso e blá, blá, blá…
- Formiga! Realmente a vida não é só isso que vemos! Disse a cigarra. Você não conhece muito sobre a vida ainda.
-Como não sei!? Trabalho em prol da colônia desde que eu era uma ninfa – retrucou a formiga.
- Você não deve ter notado, mas esse ai sou eu. Afirmou a cigarra. Periodicamente precisamos abandonar o que é velho para poder crescer. Isso que você vê é a lembrança do que já fui. Cigarras não são formigas. Ao nascer ficamos debaixo da terra de 2 a 17 anos para então poder voar. Durante esse tempo, aprendemos que no momento certo, ganharíamos asas. E continuou:
- Nossa vida aqui fora é curta, por isso não paramos de cantar. Sei que nosso canto perturba, mas não tem como não nos ouvir. Fatalmente, um dia seremos alimento de outros, pois se me escondo acabo vivendo sugando árvores e como você diz, invernos virão e morrerei sem apresentar meu canto. Cantar para mim é a garantia de continuidade de minha espécie, pois nossas fêmeas não cantam, portanto elas se guiam por nosso canto. É a nossa missão, é o nosso trabalho.
“(…) Mas, se morrer, dará muito trigo. Quem ama a sua vida não terá a vida verdadeira; mas quem não se apega à sua vida, neste mundo, ganhará para sempre a vida verdadeira.”.
Criei essa fábula e deixo algumas reflexões:
1. Nem todos que nos cercam “cantam” a nossa canção, mas devemos continuar a cantar para guiá-los para onde estamos indo;
2. Não sabemos de tudo! Temos muito ainda por aprender;
3. Preciso decidir entre “cantar” (anunciar, amar, perdoar, acolher) e sugar árvores (enterrar o talento, atrapalhar, criticar);
4. Se meu oficio é “esse canto” aceite abandonar de tempos em tempos a casca velha que não nos deixa crescer; muitos que foram convertidos e encontraram em Jesus uma razão para viver ainda são lembrados pela casca antiga. Que formigas como esta temos aos montes por ai;
5. Não tenhamos medo de ser “alimento” (referência) para os outros E TÃO POUCO DE LAVÁ-LOS OS PÉS;
6. A igreja espera, mais de 15 anos, para a criança deixar de ser “ninfa”, para poder ganhar asas e voz. Isso ela chamou de CRISMA. Quem é crismado é chamado a cantar.
Jesus cumpriu seu canto até o fim! Na humildade suprema foi elevado!
Um imenso abraço fraterno





MEIO AMBIENTE

O Período Quente Medieval


Há anos que se vem tentando demonstrar que os níveis de gás carbônico no ar mostram uma tendência de crescimento. Vários autores tentam relacionar também os níveis de gás carbônico na atmosfera com a temperatura média no planeta. Vários autores publicaram trabalhos acerca do paleoclima estabelecendo esta relação sendo um dos mais comentados o de autoria de Petit et al.
Normalmente, nestes trabalhos, gráficos são apresentados mostrando a temperatura média no planeta e a concentração média de gás carbônico na atmosfera em vários momentos da vida do planeta, numa escala de tempo de algumas centenas de milhares ou mesmo milhões de anos. Nesta escala de tempo, nota-se que sempre que a temperatura média do planeta é alta a concentração de gás carbônico na atmosfera também é. Quando um e baixo o outro também é. Os arautos do apocalipse, diante desta observação concluem que o aumento da concentração de gás carbônico no ar provoca o aumento na temperatura média do planeta. Mas... e se for o contrário? Pouca gente considera a possibilidade de que o aumento de temperatura seja a causa e o aumento na concentração de gás carbônico a consequência. No entanto, há alguns autores que consideram que a relação entre aumento de temperatura e aumento de gás carbônico é exatamente essa: É o aumento de temperatura que causa o aumento na concentração de gás carbônico. Não o contrário.
Quando se mostra os gráficos de temperatura média do planeta e concentração média de gás carbônico na atmosfera numa escala de tempo de poucos milhares de anos, fica evidente que os picos de temperatura e de concentração de gás carbônico não ocorrem exatamente na mesma ocasião. Há uma defasagem de cerca de 800 anos entre o pico de um e o pico de outro, defasagem essa que não se consegue ver claramente quando se mostra o gráfico numa escala de tempo de 500.000 anos ou mais, como normalmente os ambientalistas fazem. Esses 800 anos de defasagem correspondem a cerca de 0,2% da escala de 500.000 anos, ficando difícil de identificá-la. Mas se esse mesmo gráfico for apresentado numa escala de cerca de 10.000 anos, onde a defasagem corresponde a cerca de 8% da escala, ela se torna claramente visível. Quando se consegue ver claramente essa defasagem de 800 anos, nota-se que o aumento ou diminuição da temperatura acontece ANTES do respectivo aumento ou diminuição na concentração na concentração de gás carbônico. Assim, fica difícil defender que o aumento na concentração de gás carbônico foi o responsável pelo aumento na temperatura que aconteceu 800 anos antes.
Não é difícil entender porque um aumento na temperatura poderia provocar um aumento na concentração de gás carbônico no ar. Dissolvido nos oceanos há uma quantidade de gás carbônico 50 vezes maior do que a quantidade que está dispersa na atmosfera. O gás carbônico dos oceanos está em equilíbrio com o gás carbônico da atmosfera. Há passagem de um para o outro. O gás carbônico que está hoje na atmosfera pode estar amanhã no oceano e vice-versa. Esse equilíbrio é fortemente afetado pela temperatura. Em se tratando da solubilidade de um gás num líquido, o aumento da temperatura provoca uma diminuição na solubilidade.
Diante disso fica fácil estabelecer a relação entre a temperatura e a concentração do gás carbônico: O aumento da temperatura na superfície do planeta provoca um aumento na temperatura das águas dos oceanos. Ao menos na camada mais superficial desta. Ao aumentar sua temperatura, a água dos oceanos perde parte de sua capacidade de reter o gás carbônico que estava em solução e o libera para a atmosfera que, assim, aumenta a quantidade que contém deste gás.
O leitor pode estar-se perguntando o porque da referência ao período quente medieval no meio desta aula de físico-química. Como foi mencionado, há uma defasagem de cerca de 800 anos entre o aumento na temperatura – que ocorre antes – e o aumento na concentração de gás carbônico – que ocorre depois. Estamos vivendo um aumento na concentração de gás carbônico na atmosfera que os ambientalistas atribuem à atividade humana e ficam histéricos quanto à possibilidade de que provoque uma grande catástrofe global. Ocorre que o período quente medieval, mencionado no início deste artigo, ocorreu há cerca de 800 anos. O reflexo daquele aumento na temperatura global ocorrido naquela ocasião – um aumento na concentração de gás carbônico na atmosfera – deveria acontecer cerca de 800 anos depois, ou seja, entre os séculos XVIII e XXII.
Catastrofistas de plantão adoram propalar que o homem está destruindo o planeta. A mudança do clima global parece ser a bola da vez. Antes de levar a sério a ideia de que a atividade humana possa estar de alguma forma influindo decisivamente no clima em escala global lembre-se que:

1. 70% da superfície do planeta é oceano. A atividade humana não modifica significativamente esta parte do planeta.

2.  dos 30% restantes, temos no mínimo cerca de 30% ocupados por geleiras permanentes (árticas ou antárticas), desertos naturais ou montanhas muito altas. A atividade humana também não causa impacto significativo nessas áreas.

3.  Da parte restante há ainda áreas não impactadas ou por que foram transformadas em reservas naturais, ou por que não é econômico modificá-las ou por outros motivos.

Diante do exposto acima, a parte da superfície do planeta que está fortemente impactada pela atividade humana é no máximo cerca de 10% da superfície total do mesmo. Será que uma modificação, ainda que radical, causada pelo homem numa fração deste tamanho da superfície do planeta tem condições de provocar um impacto tão profundo em todo o resto do planeta, onde a atividade humana não alcança?





MOMENTO DE REFLEXÃO

Já era fim de tarde, o dia grande se aproxima... A noite seria a mais longa de todos os tempos. Mesmo que não fosse novidade o que iria acontecer comigo. Meu pai me enviou me dizendo como seria meu último dia na terra. Mesmo assim era difícil.
Eu sabia que a morte seria dolorosa, mas não tanto. Sabia que iriam rir de mim, mas não aqueles que andaram comigo, que receberam de mim vida. Alguns dos que ali estavam não me deixaram enquanto eu caminhava com eles, quando tiveram fome não foram comprar, eu fui até eles e os dei a comer, pão divino e físico. Não os deixei faltar amor nem milagres e nem vida em abundância. Mas ali estava eu abandonado naquele lugar.
Pouco tempo antes de ser preso fui traído. A traição nunca é boa, mas quando se sabe que vai ser traído temos a ideia que será mais fácil, não é. Quando vi aqueles soldados, que dor na alma. Eu sabia que já tinha sido entregue por aquele que deveria estar ali comigo orando pelos meus últimos momentos. Sabiam os meus amigos e seguidores que este momento chegaria. Eu falava a eles todo o tempo, mas não me davam ouvidos, queriam apenas o melhor de mim, não participar da minha dor.
Quando me levaram para acusação, nem sabiam o que dizer, este é aquele diziam uns, este é o que fazia isso dizia o outro. Mas acusação séria e formal ninguém tinha. Mesmo assim não me deixaram ir. Fui preso injustamente, ou justamente por querer salvar aqueles que me prendiam. Um dos meus seguidores me disse um dia que morreria comigo. Mas ali não estava, e nem sei para onde foram, pois quando os soldados chegaram e me prenderam foi um corre-corre. E o medo que sobrassem para eles? Nesta hora lembraram de suas famílias, amigos e cada um foi para o seu lado.
Passei a noite naquele lugar frio, fedido e que era o meu lugar por VOCÊ que me lê neste momento. Ali começava minha morte, acusação sem justa causa. E você ai solto quando deveria pagar por seus próprios pecados. Mas escolhi dizer sim, afinal eu sabia que você não daria conta de pagar seus pecados como deveriam ser pagos. - Com sangue. E só o sangue de um sem pecados poderia dar fim há seus dias de pecador o transformando em separado e limpo.
Foi-me oferecido uma coroa, afinal todo rei tem a sua. Nada de brilhante retirados com sangue de trabalhadores e pago em forma de escravidão. Nada de pedras raras achadas por ricos empresários que nem sabe o que é retirar uma pedra preciosa, muito menos trabalhá-la. A CRUZ CONTINHA ESPINHOS, estes espinhos foram colocados para zombar do meu título, dizer que eu não era nada, pobres homens perdidos. Não sabiam que cada espinho que me entrava testa afora era seus próprios pecados que já começavam a pesar sobre mim.
Enfim os açoites chegaram, cada arma usada para me açoitar tinha um fim, então apanhei da forma mais dolorida que se possa imaginar. Quando não havia mais forças em meu corpo, bateram mais um pouco para que eu provasse a eles quem eu era. Como saberiam se em seus corações não havia espaço para a vida e sim a morte.
Quando liberaram um criminoso para que eu pudesse ser preso, apenas cumpriram o que meu pai havia ordenado, afinal jamais em seus corações saberiam o que faziam, eram cegos em suas próprias cobiças. Não pararam para pensar que aquele preso poderia gastar tempo para ser novamente preso, iria atormentar suas famílias e amigos, ou eles mesmos estariam em perigo. Mas não enxergavam nada, estavam cegos de prazer em me ver ser morto, provando assim que estavam certos e eu sempre fui um impostor. O que não sabiam era que os seus pecados não davam conta de mim, satanás estava dizendo a eles que eu não era nada para poder dominar suas vidas.
A cruz me foi oferecida como ponto final de todo aquele martírio. Como era pesada, meu corpo doía todo. Não havia mais lugar sem feridas, o sangue brotava em todo corpo, meus poros já não vertiam suor e sim sangue. QUANDO AQUELA MADEIRA FOI COLOCADA NO MEU OMBRO, QUE VONTADE DE DIZER CHEGA PAI, NÃO AQUENTO MAIS, ESTÁ SENDO MUITO DIFÍCIL. ONDE ESTÁS QUE NÃO POSSO TE VER.
Quando pedi que passasse de mim aquele cálice não estava sendo fraco, mas expressava ao meu pai o quando sofria pelos SEUS pecados, por cada resposta atravessada que você dá, por cada mentira contada, por cada morte saindo de seus dedos, por cada droga que você vende ou consome. Por cada minuto de sua preciosa vida que você jamais saberá o preço, Pois, fui eu quem a pagou.
Ao levar aquela cruz, você acha que um dos meus seguidores se ofereceu para levá-la. Não, não mesmo. Cada um continuava no seu lugar, vi minha mãe chorando, meus irmãos a ajudando sem nada poder fazer. Ela até que poderia me ajudar, mas a mulher pouco importava naquele tempo, era como se ela nem ali estivesse. Mas eu morria por isso também para depois mulheres saírem queimando sutiãs dizendo serem elas a conquistarem espaço na sociedade. Eu conquistei este espaço a vocês ali naquela cruz.
O único que carregou a cruz comigo o fez obrigado, mas não deixou de receber sua paga. Meu pai olhou por ele.
Quando cada prego era pregado em minhas mãos e pés, não tem descrição da dor e hoje ficam ai no mundo moderno fazendo livros, debatendo se foi no pulso, na mão onde entraram os pregos. Eu sei onde foi, na minha carne, para que a sua fosse limpa e remida. Foi na carne para que você pudesse resistir as suas tentações, lançadas pelo meu inimigo satanás. Mas você prefere dar lugar a ele que nada pagou por você.
“A ti Senhor entrego o meu Espírito”. Acabou o meu tempo sobre a terra. Meu corpo é deixado sem a vida física. A escuridão toma conta do local. Meu pai me recebe no túmulo onde ficarei poucos dias. Ali será apenas um local de espera, onde muitos poderão comemorar minha ida, mas não sabem que voltarei ainda mais forte, pois irei para o meu pai.
Os que caminharam comigo não sabiam o que fazer após minha morte, tive que voltar a eles e os mostrar quem eu realmente era, nem sabiam o que iria acontecer, não foi falta de avisar, lembrar repetir. Estavam cegos em suas cobiças e desejos.
Talvez você esteja os condenando e dizendo, está vendo nem os discípulos sabiam quem era Jesus, andava com ele, mas não o conhecia? E VOCÊ me conhece? Sabe quem sou e porque morri? Foi por você que hoje não deseja que eu faça algo em sua vida para transformá-la. Quer ir onde há abundancia de milagres, palavras bonitas, pessoas bonitas no altar que em muitos lugares não são meus e sim de homens interessados naquilo que lhes dão retorno financeiro. E vocês não vêm a mim para nada, eles são o suficiente para enchê-los de engodo e lixo.
Jamais saberão o quanto custou a mim Jesus Cristo o seus pecados, até que eu volte e busque o meu povo, a minha igreja, lavada no meu sangue. Não esta casa de prostituição cultual. Esta casa de aparatos lindos, mas são como túmulos cheios de pintura só por fora, por dentro são mortos e mal cheirosos. O meu povo dá a vida por mim como eu dei a eles. São escolhidos por terem um coração aberto a minhas palavras. São como ovelhas e não como bodes.
Hoje sou vencedor, não porque conquistei fama no mundo, não por meu pai ter sobre seu domínio todas as riquezas da terra. Ele é dono de ouro e prata e basta apenas uma palavra sua e tudo muda de lugar. Mas eu além de ter tudo isso comigo, venci junto ao meu pai a morte. Tenho a chave até do inferno, nem satanás conseguiu dominar sua casa. Ele também está debaixo dos meus pés.
Estou preparando um lugar para meus irmãos, um lugar sem sofrimento onde poderão passar a eternidade, uma palavra que muitos não conseguem pensar por estarem com seus olhos voltados apenas para sua carne e seus domínios. É como se ela não existisse. E é essa tem sido a mensagem desde o Jardim do Édem quando Eva e Adão deram ouvidos a satanás.
Você pode escolher seu caminho, aquele que preparei com sangue, lágrimas e dor ou o de satanás que nada fez por você a não ser roubar, matar e te destruir e te largar solto em seus delitos sofrendo sozinho a paga pelos seus feitos. Te conto tudo isso hoje pois é sua última oportunidade, pedirei a sua alma, o que tens a me dar?
Eu sou Jesus Cristo, venha a mim como estás...

Silvia Letícia Carrijo de Azevedo Sá






Diário de Quarta-feira 04/04/2012




Quarta-feira, 04 de abril de 2012

“A magia dessa semana nos convida a silenciar em ESPERANÇA nos próximos três dias, aguardando o raiar do terceiro dia para ver o AMOR RESSUSCITAR.”
(Alexandre Soledade)


EVANGELHO DE HOJE
Mt 26,14-25

Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Ele respondeu:- Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: "O Mestre manda dizer: A minha hora chegou. Os meus discípulos e eu vamos comemorar a Páscoa na sua casa." Os discípulos fizeram como Jesus havia mandado e prepararam o jantar da Páscoa. Quando anoiteceu, Jesus e os doze discípulos sentaram para comer. Durante o jantar Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar: - O senhor não está achando que sou eu; está?Jesus respondeu:
- Quem vai me trair é aquele que come no mesmo prato que eu. Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como dizem as Escrituras Sagradas; mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem! Seria melhor para ele nunca ter nascido! Então Judas, o traidor, perguntou:- Mestre, o senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem está dizendo isso é você mesmo.




MEDITANDO O EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


Bom dia!
Certa vez me contaram uma fábula, no entanto eu mudei um pouquinho:
“(…) Deus havia encarregado um dos seus anjos mais próximos de cuidar do seu rebanho de estrelas. Cada uma da sua cor e cada cor representava um dom de Deus. Certa vez as estrelas pediram para o anjo que as deixasse vir a Terra e conhecer as maravilhas do criador. O anjo não vendo problema as autorizou sob a condição que após uma hora estivesse de volta. E assim aconteceu”.
“(…) Uma hora mais tarde, uma a uma, voltavam ao céu. O anjo foi conferi-las. Não podia faltar nenhuma. Notou que uma delas não voltou – a estrela verde. Procurando no glossário celeste, descobriu que a ESPERANÇA não voltou para o céu”. “E desde aquele dia, no rebanho dos dons de Deus, faltaria a Esperança, pois como Deus tudo sabe, não tem esperança”.
“(…) Deus preocupado com o destino da humanidade enviou o anjo para trazer de volta a esperança que insistia em ficar na terra”.
“(…) Ao descer a terra o anjo encontrou a esperança sentada numa pedra a chorar. Dizia que estava inconsolável, pois viu o AMOR morrer numa CRUZ traído pela AMIZADE e pela falta de FÉ. O Anjo olhou nos olhos daquela pequena estrela e disse: Não se preocupe! O AMOR nunca morrerá”.
“(…) Sem perceber, as lágrimas da ESPERANÇA caíram na terra. O anjo a pegou pela mão e disse: Vamos! Não tenha medo!”.
“(…) Do céu o anjo via admirado que pontos verdes apareciam na terra. A suprema entrega do AMOR na cruz fez brotar a ESPERANÇA”.
O AMOR sempre teve ESPERANÇA na AMIZADE se convertesse e não o levasse para Cruz. Não creio que Judas era “predestinado” a ser o traidor de Cristo. Creio que Deus revelava dia-a-dia o que Jesus deveria saber, prova é que Ele em certo momento diz não saber o dia da sua volta Gloriosa. Não é difícil de acreditar que isso só foi revelado pelo Pai a Jesus apenas na Santa Ceia.
O anjo levou a ESPERANÇA de volta para Deus. O AMOR devolveu a DEUS a esperança na conversão da criatura.
É um fato: A AMIZADE selou com um beijo a traição ao AMOR. Durante três dias a ESPERANÇA permaneceu inconsolável e escondida por uma pedra, mas ao raiar do dia, um anjo revelou que o AMOR NUNCA MORRERIA.
“(…) Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. E eis que houve um violento tremor de terra: um anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra e sentou-se sobre ela. Resplandecia como relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. Vendo isto, os guardas pensaram que morreriam de pavor. Mas o anjo disse às mulheres: NÃO TEMAIS! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. NÃO ESTÁ AQUI: RESSUSCITOU COMO DISSE. Vinde e vede o lugar em que ele repousou”. (Mateus 28, 1-6)
“A magia dessa semana nos convida a silenciar em ESPERANÇA nos próximos três dias, aguardando o raiar do terceiro dia para ver o AMOR RESSUSCITAR.”
Um imenso abraço fraterno.





CURIOSIDADES

Quantos quilos de luz caem no planeta Terra por dia?
O astrônomo Ednilson de Oliveira explica que a luz é formada por fótons, que os estudiosos acreditam não ter massa. A ciência ainda não conseguiu interpretar todos os aspectos relacionados à luz, mas, pelo menos por enquanto, acredita-se que não seja possível pesá-la. Em relação à luminosidade que o Sol manda para a Terra, é possível medi-la em erg (unidade de medida de energia). São ao todo 3,82x1033 erg/s.

Quem inventou a matemática?
De acordo com o professor Odilon Otávio Luciano, do Instituto de Matemática da USP, não é possível atribuir a invenção da matemática a um único estudioso. "O que podemos dizer é que a tradição grega (de Pitágoras, Tales de Mileto e outros) deu início ao conceito matemático atual, que visa encontrar princípios simples capazes de explicar conceitos complexos", afirma. Mesmo assim, não se pode ignorar a influência que estes nomes receberam de outros indivíduos e culturas, como a egípcia.

Irmão gêmeo é clone?
Podemos dizer que os gêmeos univitelinos são clones feitos pela natureza. Nesse caso, um conjunto de células que deveria resultar numa pessoa só acaba se partindo em dois. Cada metade tem a mesma informação genética e dá origem a um indivíduo idêntico. Essa técnica, chamada de bipartição de embriões, já foi usada com sucesso pelos cientistas na clonagem de bovinos e macacos. Eles usam uma lâmina para dividir o conjunto de células ao meio.

O clone também tem a mesma personalidade do original?
Não. O clone humano teria as mesmas características físicas, como a cor dos olhos, o formato das unhas ou até mesmo uma alergia ao leite. “Mas matriz e cópia seriam duas pessoas diferentes, com gostos e personalidades distintas, moldadas a partir de situações que vivemos todos os dias”, diz a geneticista Mayana Zatz, do Instituto de Biologia da USP.

Quais os benefícios da clonagem para o ser humano?
No caso da clonagem de indivíduos, os casais com possibilidade zero de ter filhos seriam os principais beneficiados: “Às vezes o casal não fica à vontade com a ideia da adoção e pode preferir criar uma pessoa que, se não se parece com os dois, pelo menos tem as características de um deles”, explica José Antônio Visintin. Por outro lado, a chamada “clonagem terapêutica” – que produz células para reposição em órgãos doentes –, pode ser a chave para o tratamento de males como hepatite, diabetes, osteoporose e até o câncer e o Mal de Alzheimer.

Quem são os pais de um clone?
“O pai e mãe do clone são uma única pessoa: o clonado, que cedeu a célula para que a cópia fosse feita”, diz José Antônio Visintin. Na verdade, ele não é chamado de pai ou mãe, mas de doador ou matriz, pois o clone não é seu filho e sim uma cópia idêntica sua.





MOMENTO DE REFLEXÃO

Afirma-se que um famoso pintor do renascimento, quando pintava um quadro sobre o menino Jesus, após conceber e fazer os primeiros estudos, procurou uma criança que lhe servisse de modelo para a face do Mestre, na infância.
Procurou em muitos lugares até encontrar um pequenino sujo, que brincava nas ruas. O menino retratava no olhar e na face toda a pureza, bondade, beleza e ternura que se podia conceber.
Explicou-lhe o que desejava e, ante a autorização da família, levou-o para posar no seu atelier, retribuindo-lhe o trabalho com expressiva soma em moedas de ouro.
Anos depois, o artista desejou pintar outro quadro. Dessa vez iria retratar Judas. E saiu em busca de alguém que pudesse lhe oferecer o rosto do traidor.
Em mercados e praças públicas, tavernas e antros de costumes perniciosos por onde esteve à procura, não encontrou ninguém que se assemelhasse, em aparência, ao discípulo equivocado.
Já havia desanimado de procurar e pensava em desistir, quando, visitando uma taberna de má qualidade, se deparou com um delinqüente embriagado, em cujo olhar e semblante se encontravam os conflitos do traidor, conforme a concepção que dele fazia.
A barba endurecida, a cabeleira mal cuidada, eram a moldura para o olhar inquieto, desconfiado, num rosto contorcido pelo desconforto íntimo, formando um conjunto de dor e revolta, insegurança e arrependimento ímpares.
Comovido com o fato, o artista convidou aquele homem para posar, ao que ele respondeu que só faria sob a condição de boa recompensa financeira.
O pintor começou a obra e percebeu, após algumas sessões, que a face congestionada daquele homem se modificava a cada dia, perdendo a agressividade e a perturbação.
Um dia resolveu perguntar ao modelo o porque de tal transformação, ao que ele, um tanto melancólico, respondeu:
Posando nesta sala, recordo-me que há alguns anos atrás, eu servi ao senhor de modelo para a face do menino Jesus…Eu sou aquele garoto em cujo rosto o senhor encontrou a paz e a beleza do Justo traído…
O dinheiro que ganhei, em face da minha imaturidade, mais tarde pôs-me a perder  e, de queda em queda, numa noite em que me embriaguei, por uma disputa insignificante matei outro homem.
Condenado num julgamento arbitrário, envenenei-me de ódio…
Agora, pisando neste lugar outra vez, recordo daquele tempo e retorno, emocionalmente, a Ele, e me acalmo…
Paradoxalmente, o mesmo indivíduo ficou retratado na face de Jesus menino e de Judas, em muitos de nós, simbolicamente, temos os nossos dias de traído e de traidor.
Dias em que trazemos na face a expressão da bondade e da ternura. E dias em que somos o retrato vivo do desespero.
É nesses dias difíceis que devemos buscar, emocionalmente, a serenidade dos dias de luz e seguir em frente com vontade de imprimir, de vez por todas, a face justa e bela do nosso modelo maior, que é Jesus Cristo.

Paulo Nunes Junior





Diário de Terça-feira 03/04/2012




Terça-feira, 03 de abril de 2012

“Olhe a vida através do para-brisas e não pelo retrovisor."




EVANGELHO DE HOJE
Jo 13,21-33.36-38


Depois de dizer isso, Jesus ficou muito aflito e declarou abertamente aos discípulos: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Então eles olharam uns para os outros, sem saber de quem ele estava falando. Ao lado de Jesus estava sentado um deles, a quem Jesus amava. Simão Pedro fez um sinal para ele e disse: - Pergunte de quem o Mestre está falando. Então aquele discípulo chegou mais perto de Jesus e perguntou:- Senhor, quem é ele? - É aquele a quem vou dar um pedaço de pão passado no molho! - respondeu Jesus. Em seguida pegou um pedaço de pão, passou no molho e deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. E assim que Judas recebeu o pão, Satanás entrou nele. Então Jesus disse a Judas: - O que você vai fazer faça logo! Nenhum dos que estavam à mesa entendeu por que Jesus disse isso. Como era Judas que tomava conta da bolsa do dinheiro, alguns pensaram que Jesus tinha mandado que ele comprasse alguma coisa para a festa ou desse alguma ajuda aos pobres. Judas recebeu o pão e saiu logo. E era noite. Quando Judas saiu, Jesus disse: - Agora a natureza divina do Filho do Homem é revelada, e por meio dele é revelada também a natureza gloriosa de Deus.2E, se por meio dele a natureza gloriosa de Deus for revelada, então Deus revelará em si mesmo a natureza divina do Filho do Homem. E Deus fará isso agora mesmo. Meus filhos, não vou ficar com vocês por muito tempo. Vocês vão me procurar, mas eu digo agora o que já disse aos líderes judeus: vocês não podem ir para onde eu vou. Eu lhes dou este novo mandamento: amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também uns aos outros. Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos. Simão Pedro perguntou a Jesus: - Senhor, para onde é que o senhor vai? Jesus respondeu: - Você não pode ir agora para onde eu vou. Um dia você poderá me seguir! Pedro tornou a perguntar: - Senhor, por que eu não posso segui-lo agora? Eu estou pronto para morrer pelo senhor!
- Está mesmo? - perguntou Jesus. - Pois eu afirmo a você que isto é verdade: antes que o galo cante, você dirá três vezes que não me conhece.




MEDITANDO O EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes.
Hoje, terça-feira da semana santa, o Evangelho narra aquela cena triste em que Judas Iscariotes se retira do grupo dos Apóstolos para vender Jesus, e Jesus diz que Pedro também o negará.
“Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes.” Foi um sinal de distinção de Jesus a Judas, convidando a mudar seus planos homicidas e reaver uma amizade rompida pela sua ambição e ressentimento. Tudo foi inútil. Judas rejeitou definitivamente o amor a Jesus.
“Judas saiu imediatamente. Era noite.” O traidor é um exemplo das trevas sobre as quais brilhou em vão a luz. “A luz veio para o que era seu, mas os seus não a acolheram” (Jo 1,11). Entretanto, as trevas foram definitivamente vencidas e dominadas pela luz, o que aconteceu do domingo de Páscoa.
Nós somos fracos e, se não tomarmos cuidado, caímos mesmo, ainda que tenhamos cargos importantes na Igreja, como tinham o Apóstolo Judas e S. Pedro.
S. Paulo nos adverte: “Irmãos, não quero que ignoreis o seguinte: os nossos pais estiveram debaixo da nuvem... comeram o maná... No entanto, a maior parte deles desagradou a Deus e, por isso, caíram mortos no deserto. Esses acontecimentos se tornaram símbolos para nós, a fim de não desejarmos coisas más, como eles desejaram... Essas coisas foram escritas como advertência para nós. Quem julga estar de pé tome cuidado para não cair... Deus é fiel e não permitirá que sejais provados acima de vossas forças” (1Cor 10,1-13).
E S. João nos diz: “Todo aquele que espera em Cristo purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. Todo aquele que comete o pecado pratica a iniquidade, pois o pecado é a iniquidade. Vós sabeis que Cristo se manifestou para tirar os pecados, e que nele não há pecado. Todo aquele que permanece nele não continua pecando, e todo aquele que continua pecando mostra que não o viu nem o conhece” (1Jo 3,3-6).
S. João chama o pecado de iniquidade. Iniquidade é o contrário de equidade, que é a igualdade de direitos e de julgamento. A equidade pertence à lei natural, que está acima da lei positiva, isto é, das leis promulgadas pelos homens.
Basta olharmos ao nosso redor que vemos o pecado sendo praticado das mais diversas formas, e vemos também os frutos do pecado.
Muitos se parecem com um carro sem alinhamento, isto é, anda torto, gastando os pneus de um lado só e correndo o risco de capotar.
“Eu coloco diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe pois a vida, amando ao Senhor teu Deus e obedecendo à sua voz!” (Dt 30,19-20).
“O meu povo abandonou-me a mim, fonte de água viva, e cavou para si cisternas, cisternas rachadas que não podem reter a água” (Jr 2,19). Entretanto, nós temos ao nosso lado as fontes de água viva: os sacramentos, a Comunidade cristã...
O Papa Pio XII dizia que a sociedade moderna perdeu o senso do pecado. As pessoas desobedecem a Deus e vivem de cara limpa, como se estivesse tudo certo. As crianças até passam a pensar que pecado não existe mais.
O pecado é como uma árvore, que tem raízes, galhos e folhas. A raiz são os nossos pensamentos. Se consentidos, eles se transformam em palavras, depois em ações, e finalmente em hábitos. A pessoa então começa a pecar sem nem perceber.
O contrário, isto é a virtude, segue o mesmo caminho: começamos pelos pensamentos pecaminosos, depois vamos para as palavras, ações, hábitos.
Que nós, agora na semana santa, ao meditar sobre a paixão de Jesus, pensemos um pouco na relação que existe entre os sofrimentos de Cristo e os nossos pecados.
Certa vez, durante uma campanha eleitoral, um homem estava fazendo um discurso em favor de um candidato a vereador. Uma senhora de outro partido, que também era candidata, ouviu o discurso e gostou muito. No fim, ela foi lá parabenizar o rapaz: “É de gente assim que nós precisamos” – disse ela – “de cidadãos conscientizados, competentes e sem medo de expor suas idéias”.
Logo que ela acabou de falar, o orador lhe disse: “Muito obrigado pelas suas palavras. Eu sei que a senhora também é candidata. Se a senhora me pagar mais que ele, eu posso passar a fazer campanha para a senhora, não para ele”.
A candidata caiu das nuvens. Pensava que estava conversando com um cidadão, mas na verdade estava conversando era com um otário, mercenário, covarde e enganador do povo.
O pecado é terrível; ele penetra em toda parte. Se penetrou até no grupo dos Apóstolos, quanto mais na política. Mas Cristo o venceu, e nós com a graça de Deus podemos concretizar no dia a dia essa vitória.
Nós temos uma pessoa interessadíssima em nos ajudar a não pecarmos. É aquela que, unida com o Filho, pisou a cabeça da serpente enganadora. “Rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém”.
Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes.





VIDA SAUDÁVEL

Correr descalço ajuda a entrar em forma sem causar lesões

Exótico e até perigoso para muitas pessoas, mas não para o personal trainer Carlos Klein, da capital paulista, que recomendou o hábito àqueles que desejam ficar em forma para o verão.
"Essa não é apenas uma moda passageira, mas uma tendência que promove o retorno às origens e ajuda a prevenir lesões, colocando os pés para funcionarem efetivamente", explicou.
Segundo Klein, quer tem como meta perder alguns quilinhos para o fim do ano pode conquistar o objetivo seguindo outras dicas simples, como comer mais fibras e menos açúcar, fazer treinos intercalados, mesclando corrida de alta intensidade com momentos de descanso controlado para intensificar a perda de gordura e diversificar as modalidades. "Sempre incentivei a ida à academia, mas os equipamentos de musculação são cansativos e nem sempre trabalham o corpo de forma completa", contou.
A última sugestão do personal, e talvez a mais importante, foi começar já, afinal de contas "o processo é lento, mas recompensador".

Palavras ajudam a emagrecer e manter o peso; confira

Dizer "perder peso" tem uma conotação negativa por causa da palavra "perder"
É difícil perceber a importância da linguagem na capacidade de perder ou manter o peso saudável. A palavra "perder" já tem uma conotação negativa; é como se fosse "perder a vida" - algo temido pela maioria das pessoas. O melhor seria dizer "alcançar uma ótima saúde" - uma frase positiva e que pode ajudar a alcançar o objetivo. As informações são do Huffington Post.
O mesmo vale para a forma de comunicar as intenções. Quantas vezes as pessoas dizem que vão começar uma dieta "na segunda-feira", "próximo mês", ou "no próximo ano?". Este tipo de linguagem adia a ação, até que na data futura o corpo envie uma mensagem para postergar ainda mais o projeto.
Em vez de contemplar uma mudança de vida nova e excitante hoje, as pessoas a deixam para depois. É impossível ter um corpo saudável quando há o temor tão grande da mudança que é preciso sempre adiá-la. O sucesso é mais viável se a decisão for tomada e logo for colocada em prática.





MOMENTO DE REFLEXÃO

Sempre quis saber o que aconteceu com Barrabás depois que foi solto. O que fez ele enquanto Jesus estava sendo crucificado? Como se sentiu ele? Sendo um revoltoso, ele havia sido condenado à crucificação. A ambiguidade de Pilatos e a manipulação das multidões pelos principais sacerdotes e anciãos, garantiram a liberdade para Barrabás. Mas que tipo de liberdade pode a  pessoa ter quando sabe que alguém mais recebeu a sua sentença? Imagine o que Barrabás teria feito com essa percepção espantosa. É possível, até que ele tivesse tentado afogar o pensamento na bebida, procurando esquecer.
Por acaso Barrabás se encontrou com Jesus? Não o sabemos. Alguns sugerem que Jesus foi colocado na mesma prisão de Barrabás enquanto Pilatos decidia o que fazer para sair-se do dilema que os dirigentes deIsrael lhe haviam apresentado. O que sabemos, porém, é que Barrabás e Jesus amavam a Israel e queriam dar liberdade ao povo. Mas o patriotismo deles se expressava de maneiras bem diferentes: Barrabás queria um reino livre de Roma; Jesus queria um reino de Deus, livre do pecado. Um pedia o poder militar, o outro exigia arrependimento e retidão.
Com os olhos da mente posso ver o pânico refletido no rosto de Barrabás quando os terremotos sacudiram Jerusalém e partiram o véu do templo. Encaminhou-se ele tropeçando em direção ao Gólgota? Se o fez, tevede olhar no rosto do Salvador. Posso ouvi-lo gritar a confissão angustiada: "Ó Deus, essa cruz era minha! E Ele a levou por mim!"
A cruz é um sacrifício substitutivo. Cristo morreu por nossos pecados, em nosso lugar, levando sobre si a nossa culpa. Mas, em vez de remorso, como o de Barrabás, estamos cheios de gratidão, louvor e amor.
Agradeça a Deus por esse tão grande sacrifício, aceite essa salvação gratuita que Ele oferece e não esqueça: Jesus deu a vida, morreu a morte eterna em teu e meu lugar. A cruz não era dEle. Era de Barrabás, era sua, era minha...





Diário de Segunda-feira 02/04/2012





Segunda-feira, 02 de abril de 2012

“Não olhe onde você caiu, mas onde você escorregou!”



EVANGELHO DE HOJE
Jo 12,1-11


Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi ao povoado de Betânia, onde morava Lázaro, a quem ele tinha ressuscitado. Prepararam ali um jantar para Jesus. Marta ajudava a servir, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria pegou um frasco cheio de um perfume muito caro, feito de nardo puro. Ela derramou o perfume nos pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e toda a casa ficou perfumada. Mas Judas Iscariotes, o discípulo que ia trair Jesus, disse: - Este perfume vale mais de trezentas moedas de prata. Por que não foi vendido, e o dinheiro, dado aos pobres? Judas disse isso, não porque tivesse pena dos pobres, mas porque era ladrão. Ele tomava conta da bolsa de dinheiro e costumava tirar do que punham nela. Então Jesus respondeu: - Deixe Maria em paz! Que ela guarde isso para o dia do meu sepultamento. Os pobres estarão sempre com vocês, mas eu não estarei sempre com vocês. Muitas pessoas ficaram sabendo que Jesus estava em Betânia. Então foram até lá não só por causa dele, mas também para ver Lázaro, o homem que Jesus tinha ressuscitado. Então os chefes dos sacerdotes resolveram matar Lázaro também; pois, por causa dele, muitos judeus estavam abandonando os seus líderes e crendo em Jesus.




MEDITANDO O EVANGELHO


Semana Santa: A Semana das Semanas

Queridos Irmãos,
Ontem, Domingo de Ramos, demos início, como Igreja, à Semana Santa. Esta é a semana mais importante de todo o ano litúrgico. Dia-a-dia a liturgia nos convidará a viver com mais intensidade os últimos momentos da vida de nosso mestre Jesus, antes de sua gloriosa ressurreição, através da qual Ele inaugura um novo modo de presença entre nós, seus súditos.
Ontem, Jesus entrou em Jerusalém, aclamado pelo mesmo povo que irá gritar  o "crucifica-o!" na sexta-feira próxima! Ao longo desta semana as leituras nos conduzirão a entender melhor porque Jesus foi tão firme e fiel até o fim.
A primeira leitura, do livro do profeta Isaías, trará o que chamam os estudiosos bíblicos de CÂNTICOS DO SERVO. São 4 cânticos que, se atualizados em Jesus, nos fazem compreender com mais profundidade sua missão.
Os salmos serão sempre de apelo ao PAI, como que buscando forças para não fraquejar diante dos eminentes desafios do sofrimento e da morte.
E as leituras do Evangelho, traçarão os últimos momentos de Jesus.
Portanto, com a liturgia, somos convidados pela Igreja a estarmos mais próximos de Jesus, a não o abandonarmos como farão quase todos os seus queridos, a mostrarmos a Ele que pode contar conosco.
A presença dEle é muito mais importante que qualquer bem, dinheiro ou posição social que este possa nos dar. Por isso, a começar de hoje, possamos gastar todo o "perfume" do nosso tempo para aproveitarmos a presença do Mestre!
 UMA SANTA SEMANA A TODOS!
  
Humberto Selau Inácio
humberto@ciser.com.br






MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL


Max Gehringer responde

Quero ser professor, mas meus pais dizem que professor ganha pouco no Brasil. Como posso convencê-los de que não se pode colocar um preço em uma vocação?
Diga a eles que você está mais preocupado com as pessoas que poderá ajudar do que com o salário. Mas esteja seguro de sua vocação. Na hora de pagar as contas, muitas certezas podem virar arrependimento.


O que é uma carta de apresentação?
Uma carta de um ou dois parágrafos que vai junto com o currículo. Ela é solicitada pelas empresas porque os currículos se parecem muito. É a carta que diferencia um candidato do outro. Ela deve sempre conter algum dado que estabeleça uma ligação entre você e a empresa. Muita gente resume na carta o que já está escrito no currículo ou coloca frases de autoelogio (do tipo “sou muito versátil”). Se eu fosse mandar uma carta de apresentação para um banco, por exemplo, escreveria que minha família é cliente do banco há 20 anos e que o atendimento sempre foi exemplar. Por isso, essa é a empresa na qual eu gostaria de trabalhar. Esse é o segredo. O currículo pega mais pela razão, a carta mais pela emoção.


Por que pessoas sem competência chegam a cargos de chefia?
Se não estamos falando em “filhotismo” ou nepotismo, mas em um processo sério de promoção, é porque os potenciais candidatos a uma promoção são avaliados de cima para baixo pelos superiores deles. A avaliação de baixo para cima, aquela que um subordinado faz do chefe, e a avaliação lateral, aquela que um colega faz de outro, não são levadas em conta. Não estou dizendo que todo mundo que é promovido é competente, porque empresas são falíveis, mas posso lhe dar uma dica. Se você não se parece – profissionalmente falando – com as pessoas que têm sido promovidas em sua empresa, muito dificilmente será promovido. Você até pode ser melhor do que elas em alguns aspectos, mas suas qualidades não batem com as que a empresa procura em um chefe.


Como saber o que colocar no quadrinho de ‘‘pretensão salarial” quando preenchemos uma ficha de inscrição?
O ideal seria colocar não um número, mas uma faixa, com uma diferença de 20% entre os extremos. Se isso não for possível – nas fichas preenchidas pela internet não é –, consulte uma tabela de cargos e salários. Cadernos de empregos costumam publicá-la uma vez por mês, aos domingos.


Tenho um bom currículo, mas não sou chamado para entrevistas.
Perdoe-me, mas esse que você me enviou não é um bom currículo. Você tem meio currículo bom, na parte acadêmica, que inclui um MBA. Mas a parte da experiência prática deixa a desejar. Você tem 26 anos e nunca trabalhou. Empresas, quando avaliam um currículo, buscam equilíbrio entre teoria e prática. Minha sugestão: consiga um emprego, sem se importar com o salário. Esse é um passo fundamental, que você deveria ter dado há oito anos. Estando empregado, você terá mais chances de conseguir em breve a vaga que realmente deseja





MOMENTO DE REFLEXÃO

Da pequena abertura da sua cela ele contempla aquele monte chamado caveira, imagina a sua morte. Triste, vê os soldados romanos a postos diante dos madeiros onde seriam executados os culpados.
Ele tenta em vão explicação pelo o seu crime. Como será? Pensa ele. Com quem dividirei aquele madeiro? Sua consciência o condena. Ele havia assassinado um homem.
Baixinho ele murmura: Sou merecedor desta morte, breve estarei morto!
Agora o silêncio daquela cela é quebrado com gritos de crucifica-o, crucifica-o, crucifica-o, que soavam de lá de fora do pátio. Aquele homem não sabe o que está passando lá fora. Os gritos continuam, muita agitação... Até que de repente um dos soldados lhe diz: Venha o governador Pilatos lhe chama. Lucas 23:24-25.
Enquanto caminhava até o pátio, de onde vinha toda a gritaria, ele pensa: Enfim chegou a minha hora.
Ao chegar no pátio os gritos se intensificam mais ainda. Ele observa a sua frente aquele homem o qual também seria condenado. Algo extraordinário acontece. O povo também gritava o seu nome. Foi neste exato momento que ele percebeu que aquele homem à sua frente morreria em seu lugar, sem entender o motivo da troca, pois era plano de Deus.
Agora livre, ele caminha para a liberdade e enquanto desce as escadarias, contempla aquele que irá pagar com sangue toda sua dívida.
Amados, nós não sabemos o destino de Barrabás, nem tão pouco a Bíblia relata qual foi seu destino. Especulam-se, os historiadores, que alguns manuscritos apócrifos revelam que, o filho de Rabás, conhecido como Barrabás se converteu ao cristianismo e seguiu contando sua história de que houve alguém que morreu em seu lugar. (são especulações).
Que esta ilustração possa fazer um despertar em nossas vidas, pois todos nós temos um pouco de Barrabás, não no sentido do seu crime, mas na liberdade, no perdão daquela pena (morte), por alguém ter morrido pelos nossos pecados, nos livrando da morte eterna.
Às vezes, quando parece que estamos perdidos, alguém chamado Jesus, aparece e paga toda nossa dívida, nos livrando da tal pena.
Mas, não basta só acreditar e reconhecer a sua morte pela humanidade, pois este sacrifício só é válido em sua vida se você, aceitá-lo, segui-lo e obedecê-lo.
Sendo assim estamos imune de toda a injustiça e condenação eterna.
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23.
Que Deus mantenha sobre nós sua infinita misericórdia. Amém!!                                                                      





Diário de Domingo 01/04/2012




Domingo, 01 de abril de 2012


“Um homem com um relógio sabe que horas  são. Um homem com dois relógios nunca tem certeza.”




EVANGELHO DE HOJE
Mc 14,1-15, 22-26


Faltavam dois dias para a Festa da Páscoa e a Festa dos Pães sem Fermento. Os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei procuravam um jeito de prender Jesus em segredo e matá-lo. Eles diziam:- Não vamos fazer isso durante a festa, para não haver uma revolta no meio do povo. Jesus estava no povoado de Betânia, sentado à mesa na casa de Simão, o Leproso. Então uma mulher chegou com um frasco feito de alabastro, cheio de perfume de nardo puro, muito caro. Ela quebrou o gargalo do frasco e derramou o perfume na cabeça de Jesus. Alguns que estavam ali ficaram zangados e disseram uns aos outros: - Que desperdício! Esse perfume poderia ter sido vendido por mais de trezentas moedas de prata, que poderiam ser dadas aos pobres. Eles criticavam a mulher com dureza, mas Jesus disse: - Deixem esta mulher em paz! Por que é que vocês a estão aborrecendo? Ela fez para mim uma coisa muito boa. Pois os pobres estarão sempre com vocês, e, em qualquer ocasião que vocês quiserem, poderão ajudá-los. Mas eu não estarei sempre com vocês. Ela fez tudo o que pôde, pois antes da minha morte veio perfumar o meu corpo para o meu sepultamento. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: em qualquer lugar do mundo onde o evangelho for anunciado, será contado o que ela fez, e ela será lembrada. Judas Iscariotes, que era um dos doze discípulos, foi falar com os chefes dos sacerdotes para combinar como entregaria Jesus a eles. Quando ouviram o que ele disse, eles ficaram muito contentes e prometeram dar dinheiro a ele. Assim Judas começou a procurar uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, em que os judeus matavam carneirinhos para comemorarem a Páscoa, os discípulos perguntaram a Jesus: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Quando anoiteceu, Jesus chegou com os doze discípulos. Enquanto estavam comendo, Jesus pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos discípulos, dizendo: - Peguem; isto é o meu corpo. Em seguida, pegou o cálice de vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos discípulos, e todos beberam do vinho. Então Jesus disse: - Isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nunca mais beberei deste vinho até o dia em que beber com vocês um vinho novo no Reino de Deus.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Tula



Iniciamos hoje a semana Santa!
Para nós cristãos, a semana Santa é um tempo forte, em que estaremos reunidos em comunidade, para contemplarmos os últimos passos de Jesus a caminho da cruz e principalmente, para celebrarmos a vida que a morte não venceu!
A liturgia nos faz entrar no mistério do amor do Pai, nos prepara para vivermos de maneira intensa, livre e amorosa, o momento mais importante do ano litúrgico: A PÁSCOA DO SENHOR JESUS!
Aprendemos muito durante a nossa caminhada quaresmal, mas ainda há muito que aprender, pois temos uma missão muito importante: fazer chegar a tantos corações sombrios, a luz do Cristo Ressuscitado.
O caminho que percorremos nos aproximou mais do amor, da bondade de Deus, nos trouxe a certeza de que temos tudo para sermos felizes: um Deus que nos ama, que não desiste de nós, que entregou seu Filho para pagar o preço do nosso resgate!
Não pensemos que foi fácil para Jesus, passar por tamanho sofrimento, pois Ele, assim como nós, não era isento das dores físicas e nem das dores da alma!
A entrada festiva de Jesus em Jerusalém marca o início de seu calvário.
Jesus é aclamado pelo povo oprimido, sem voz e sem vez e para se identificar com eles, entra em Jerusalém montado num jumentinho, instrumento de trabalho dos pobres!
A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém foi uma maneira forte de proclamar a chegada do Messias, o Rei tão esperado pelos pequenos!
“As multidões que iam à frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao filho de Davi”! “Bendito o que vem em nome do Senhor”! Hosana no mais alto dos céus”! Tamanha aclamação, provocou  ira nos seus adversários que sentindo ameaçados de perder os seus  tronos,  apressaram em dar fim na pessoa de Jesus, usando como sempre a força política e religiosa, como mecanismo de morte.
Nas celebrações da semana santa, nós nos comovemos diante das encenações da Paixão e morte de Jesus, achamos uma injustiça o que fizeram com Ele, mas será que nós, não continuamos de alguma forma, fazendo o mesmo com Jesus na pessoa do nosso irmão? Será que hoje, nós também não estamos crucificando-O no nosso dia a dia, com as nossas atitudes?
Não podemos esquecer de que toda vez que não praticamos a justiça, a solidariedade, que negamos ajuda ao nosso irmão, estamos também crucificando Jesus! E ao contrário, todo vez que praticamos a justiça, que promovemos o nosso irmão, estamos ressuscitando-O!
Rasguemos, pois, as vestes do “homem” velho, para revestirmos do “homem” novo, que aprendeu com Jesus a partilhar a vida, a ser vida para o outro, para que  assim, possamos  desde já, vivenciar o grande sentido da páscoa: Passagem... Vida nova... Renovação...
Celebrar a Páscoa é celebrar a vida, é resgatar valores hoje tão esquecidos, como a fidelidade, a defesa da vida, o respeito humano...
Como verdadeiros seguidores do Cristo Vivo, que caminha no meio de nós, devemos estar sempre disposto a enfrentar toda e qualquer situação de perigo, para levar em frente a nossa missão de portadores e anunciadores do amor, pois uma  certeza carregaremos conosco: Jamais estaremos sozinhos, se temos um Deus que é Pai, que nunca abandona um filho seu!
 Precisamos entrar na dinâmica do Reino, carregar a bandeira do Cristo vivo, pois Ele deixou para cada um de nós, uma importante missão: dar continuidade a sua missão aqui na terra.
Quiseram eliminar aquele que acolheu os pobres, os abandonados, que defendeu a vida, mas não conseguiram, pois a vida vence quando se diz "SIM", ao amor!
Contemplando os últimos passos de Jesus, chegaremos a ressurreição!






MUNDO ANIMAL


Mitos sobre a educação do pet


Você sabia que algumas atitudes – que provavelmente você acha normal – podem prejudicar a saúde do seu bichinho? Confira abaixo o que, definitivamente, você não deve fazer.

Justificar a ausência e prometer voltar
Quando você explica que vai sair, o cão acaba sofrendo de ansiedade de separação, podendo parar até de comer. Isso acontece porque ele percebe a preocupação e angústia do dono nos gestos. Então, já sabe. Vá e venha, mas sem se sentir culpado.

Mimá-lo para evitar a agressividade
Assim como nós, os cachorros precisam de limites. Se realizamos todas as suas vontades, eles se tornam menos preparados para lidar com frustrações. Também é importante lembrar que certas raças são mais agressivas.

Estabelecer um lugar fixo para dormir
Uma casa nova pode ser uma experiência traumática. Por isso, não o deixe sozinho nas primeiras noites. Ele fica estressado e isso debilita seu sistema imunológico. Mas não se preocupe. Aos poucos, ele aprenderá que deve dormir na caminha.

Demonstrar carinho com muita comida
Um animal gordinho não é sinônimo de saudável. Grande parte da população acha que cães no peso ideal são magros demais. Cuidado. A obesidade favorece problemas cardiovasculares e compromete as articulações do seu amigo.

Repreendê-lo por ter estragado algo
Eles não fazem de propósito. Quando você não está em casa, o pet se sente sozinho e procura interagir com objetos impregnados com seu cheiro, como os sapatos. Se você ficar bravo, ele ficará confuso. Afinal, suas intenções eram boas.

Recolher os dejetos o mais rápido possível
Os cães aprendem observando. Ao limpar as fezes de imediato, incentivamos a curiosidade dos peludos. Em uma próxima vez, é capaz que eles queiram recolhê-lhas com a boca. Se for o caso, procure um produto não palatável que irá afastá-los.

Fonte: MdeMulher





MOMENTO DE REFLEXÃO

A manhã apenas despertara e o  homem se levantou.
Na tristeza com que se sentia  envolvido, olhou para a filha  doente, que gemia no leito pobre.
A esposa dormia e ele se preparou para sair antes que ela despertasse, com o mau humor habitual.
Seu rumo era o mercado, onde ele recolhia os frutos desprezados por aqueles que têm em demasia e desconhecem a dor do estômago vazio.
Um movimento inesperado, no entanto, lhe chamou a atenção.
Eram gritos, correria.
O povo se acotovelava formando um cortejo barulhento.
 Soldados da Roma dominadora e audaciosa conduziam um condenado à morte.
O homem parou a observar aquela cena e pensou que aquele prisioneiro era mais infeliz do que ele próprio.
Suas dores eram morais: doíam por dentro. Mas aquela criatura se apresentava machucada, sem forças, a carregar sobre os ombros um madeiro bruto e pesado. Seus passos eram vagarosos, como  num compasso desinfonia fúnebre.
 Arcado, a túnica que vestia se arrastava pelo chão, embaraçando-lhe os pés, dificultando-lhe, ainda mais, o caminhar.
O cireneu estava extático.
O homem estava sendo conduzido para o terrível suplício da cruz.
Era, sim, muito mais infeliz que ele próprio.
Nisto, a voz áspera de um dos soldados lhe ordenou auxiliar o condenado que caíra.
Não que o soldado se condoesse da sua dificuldade.
É que tinha pressa de se desvencilhar daquela tarefa.
O homem foi praticamente jogado para debaixo daquela madeira bruta, cheia de farpas.
Colocou o ombro ao lado do condenado e suspendeu o peso.
Sentiu uma dor profunda nos ombros e o olhar do auxiliado o penetrou.
Eram dois olhos de luz estampados numa face de sofrimento.
Jamais o cireneu haveria de esquecer aquele olhar.
A dor do ombro aumentava.
Logo adiante, o prisioneiro voltou a tropeçar e cair e as chicotadas da brutalidade o fizeram levantar-se.
Um pouco mais de tempo e o cireneu livrou-se do peso.
Agora o madeiro se transformara na cruz erguida para crucificar o condenado.
Aquele homem de cirene, conhecido como cireneu, aguardou que a morte do crucificado se consumasse.
Algo nele o atraía, magnetizava-o.
Quando tudo terminou foi para casa e, porque chegou de mãos vazias, a esposa o repreendeu.
Ele não revidou.
Uma paz diferente tomava conta dele.
A filha veio correndo e o abraçou:
Estou boa, papai!
O homem recordou aqueles dois olhos azuis que agradeceram seu auxílio, sem nada dizer.
Um perfume sem igual penetrou o lar pobre.
A mulher se enterneceu.
Uma delicada e sutil presença podia ser sentida pelos três.
A vida do cireneu se transformou.
Apesar das lutas e dissabores, nunca mais o fantasma do desespero fez morada em sua casa.
Curioso, no dia seguinte, foi perguntar a respeito da identidade do condenado.
Descobriu que ele se chamava
Jesus de Nazaré.