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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quarta-feira 25/04/2012





Quarta-feira, 25 de abril de 2012

“O impossível reside nas mãos inertes dos que não tentam.” (Epicoro)




EVANGELHO DE HOJE
Mc 16,15-20


Então ele disse: - Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Aos que crerem será dado o poder de fazer estes milagres: expulsar demônios pelo poder do meu nome e falar novas línguas; se pegarem em cobras ou beberem algum veneno, não sofrerão nenhum mal; e, quando puserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados.
Depois de falar com eles, o Senhor Jesus foi levado para o céu e sentou-se do lado direito de Deus. Os discípulos foram anunciar o evangelho por toda parte. E o Senhor os ajudava e, por meio de milagres, provava que a mensagem deles era verdadeira.






MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Anunciai o Evangelho a toda criatura.
Hoje nós celebramos a festa de S. Marcos Evangelista. Ele é chamado, na Bíblia, ora de Marcos, ora de João Marcos. É filho de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém. Sua casa era local de reuniões dos Apóstolos e dos primeiros cristãos. Sua mãe se chamava Maria.
At 12,3ss cita a família de Marcos: “O rei Herodes mandou prender Pedro. Colocou-o na prisão e o confiou à guarda de quatro grupos de quatro soldados cada um. Mas a oração fervorosa da Igreja subia continuamente até Deus, intercedendo em favor dele”.
Em seguida, o livro fala que, à noite, veio um anjo e libertou Pedro. Após a libertação, o texto diz: “Pedro, saindo da prisão, dirigiu-se à casa de Maria, mãe de João Marcos. Muitas pessoas estavam ali reunidas em oração, pela libertação dele. Pedro bateu à porta, e uma empregada, chamada Rosa, foi abrir. A empregada reconheceu a voz de Pedro, mas sua alegria foi tanta que, em vez de abrir a porta, entrou correndo para contar que Pedro estava ali, junto à porta. Os presentes foram e abriram a porta: era Pedro mesmo. E o grupo ficou sem palavras. Pedro, com a mão, fez sinal para que ficassem calados. E lhes contou como o Senhor o fizera sair da prisão”.
Essa passagem mostra como que a família de S. Marcos Evangelista era importante na Comunidade de Jerusalém. Neste tempo, Marcos era ainda criança.
Conforme antiga tradição, foi na casa de S. Marcos Evangelista que Cristo celebrou a Última Ceia. O próprio Marcos (Cf Mc 14) narra como foi a preparação da Última Ceia. Aquele “dono da casa” de que ele fala, segundo a tradição, era o pai de Marcos, que certamente havia procurado Jesus e oferecido a sua casa para a celebração da Páscoa.
Vários anos depois, S. Paulo e Barnabé, que era tio de Marcos, vão a Jerusalém para se reunir com os Apóstolos. Na volta, Marcos se une a eles para as viagens missionárias. Viajou com eles para Chipre e vários outros lugares, conforme nos relata o livro dos Atos dos Apóstolos.
Entretanto, Marcos era ainda bem jovem, e teve um momento de debilidade. A certa altura, deixou os dois e voltou para Jerusalém. Não se sabe se foi por medo ou por saudade da família. O fato está narrado em At 13,13.
Contudo, anos depois, quando Pedro, que morava em Jerusalém, mudou-se para Roma, Marcos o acompanhou. Agora, nunca mais voltará atrás, apesar de Roma ficar três vezes mais longe de sua terra do que o lugar aonde ele foi com Paulo e Barnabé.
Na primeira Leitura da Missa de hoje, S. Pedro chama Marcos de “meu filho”: “A Igreja que está em Babilônia, eleita como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho. Saudai-vos uns aos outros com o abraço da amor fraterno” (1Pd 5,13).
Entretanto, o maior presente que Marcos nos deixou foi o seu Evangelho. É interessante a forma como o Evangelho de S. Marcos foi escrito. É bom lembrar que Marcos não conheceu pessoalmente a Jesus. Ele escreveu o seu Evangelho a partir das pregações que ouvia de S. Pedro. Ele as escutava, anotava, e depois redigia, a fim de ajudar os outros. O Evangelho de Marcos, portanto, não é nada mais que um relato daquilo que ele ouvia de S. Pedro.
Mas não foi só Pedro que Marcos acompanhou. Durante todo o tempo em que S. Paulo esteve preso em Roma, Marcos o serviu na prisão. E quando Paulo, já em liberdade, retoma os trabalhos missionários, pede que lhe tragam Marcos para ajudá-lo no apostolado: “Toma contigo Marcos e traze-o, pois é prestativo para ajudar-me” (2Tm 4,11).
A tradição diz que, depois da morte de Pedro e de Paulo, Marcos viajou para Chipre, a primeira cidade onde esteve trabalhando como missionário. De lá foi para Alexandria, onde morreu mártir. É considerado o fundador da Igreja de Alexandria.
Marcos Evangelista deixou para nós vários exemplos de vida. O primeiro é a forma como ouvia as pregações. “Irmãos, sede praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes. Quem ouve a Palavra e não a pratica é como alguém que observa no espelho o rosto que tem desde que nasceu. Observa a si mesmo e depois vai embora, esquecendo a própria aparência. Mas quem procura praticar o que ouve, este encontrará a felicidade” (Tg 1,22-25).
Será que, nós, por exemplo quando saímos da igreja, nos lembramos da Palavra de Deus proclamada e explicada? Existem pessoas analfabetas que conhecem a Bíblia melhor do que muitos letrados, porque a ouvem com amor.
A atitude de S. Marcos pode ser resumida naquele dito popular: “Vivendo e aprendendo, aprendendo e ensinando”.
Outro belo exemplo são os pais de S. Marcos. Podemos tranquilamente dizer que, se ele foi o que foi, isto se deve aos pais que teve e à educação que recebeu em casa.
O Evangelho de hoje é de S. Marcos. São as últimas palavras do seu Evangelho. No último versículo ele dá uma espécie de testemunho pessoal: “Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio de sinais que a acompanhavam”.
O Evangelho de S. Marcos foi o primeiro Evangelho a ser escrito, mais ou menos no ano 65 depois de Cristo.
Certa vez, um casal recém casado começou a brigar frequentemente e por um motivo muito simples. Eles tinham uma televisão só e os gostos eram completamente diferentes: ele gostava de futebol e não gostava de novela; era exatamente o contrário: não gostava de futebol e adorava novela. Toda noite saía briga, chegando quase aos tapas.
Os pais deles ficaram sabendo e intervieram de maneira muito feliz. Conseguiram que os dois fossem conversar com o padre. Este, já sabendo do problema, disse-lhes: “Durante uma semana, cada um de vocês vai se esforçar para gostar daquilo que o outro gosta: você, fulana, vai gostar de futebol, e você, fulano, vai gostar de novela”. Façam isso como sacrifício, que, podem ter certeza, será muito agradável a Deus. E o padre combinou de, no dia seguinte à noite, ir visitá-los.
Quando o padre chegou, ficou feliz ao ver que os dois tinham chegado a um acordo: os dois viam a novela e os dois o futebol. E o que no começo era sacrifício, logo deixou de ser porque ela começou a gostar de futebol e ele de novela.
Que o exemplo deste casal e dos pais de Marcos sejam imitados pelos casais, a fim de que tenham filhos e filhas que sejam a sua alegria mais, como foi S. Marcos evangelista para seus pais.
Nós pedimos a Maria Santíssima, a Mãe da Igreja, e a S. Marcos, o seu primeiro evangelista, que nos ajudem a ouvir bem a Palavra de Deus.
Anunciai o Evangelho a toda criatura.





CURIOSIDADES

Por que as hienas vivem rindo?
Na verdade, hienas não riem. À noite, elas costumam soltar seu uivo esquisito, que parece uma gargalhada.


Por que choramos ao descascar cebola?
A cebola tem um óleo que evapora quando ela é cortada ou descascada. O vapor do óleo afeta os nervos do nariz que são ligados aos olhos. Por isso eles lacrimejam.


Por que o céu é azul?
A luz, que é formada pela junção de várias cores, em contato com a atmosfera, espalha-se por causa de partículas que existem no ar. Porém as ondas de cada cor espalham-se de forma diferente, dependendo do seu comprimento. As mais curtas se dispersam mais. E o comprimento da onda azul se dispersa o suficiente para dar tonalidade ao céu. À tarde, os raios de luz têm outra inclinação, o que os obriga a tomar um caminho mais longe para chegar à Terra. Isso espalha a luz azul e evidencia a vermelha, que é maior em comprimento.


Por que o mar é salgado?
Durante milhares de anos, as águas das chuvas lavaram as rochas, dissolvendo uma parte dos sais que as constituem. As águas do escoamento despejam anualmente milhões de toneladas de minerais nas fossas marinhas. As águas dos mares são mais salgadas que as águas continentais por causa da evaporação, que provoca uma salinização constante e particular de cada mar. Para se ter uma idéia, a água do mar é composta por 3,5% de sais, entre eles o cloreto de sódio, que é a mesma substância que compõe o sal de cozinha.


Por que o tomate é considerado fruta em vez de legume?
O tomate é o fruto do tomateiro, onde se encontram os órgãos reprodutores desta planta. A polpa comestível nada mais é do que o ovário desenvolvido, dentro do qual há sementes originárias de óvulos. Quanto às leguminosas, constituem uma família de plantas, na qual o tomate não se inclui.


Por que os japoneses têm os olhos puxados?
De acordo com o médico oftalmologista Maurício Elieser, os olhos puxados dos japoneses são típicos dos povos de origem mongol. “A fenda palpebral é mais amendoada neles do que outros povos”, explica o médico. Segundo Elieser, esta diferença não interfere na capacidade da visão.





MOMENTO DE REFLEXÃO


A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta. O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão. Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um voo firme e pleno. Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas. Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso voo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos.
Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um voo de vitória. Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo voo para uma nova vida. Um voo de vida nova e feliz.




Diário de Terça-feira 24/04/2012





Terça-feira, 24 de abril de 2012


"A cada dia que vivo mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." (Carlos Drummond de Andrade)




EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,30-35


Eles disseram: - Que milagre o senhor vai fazer para a gente ver e crer no senhor? O que é que o senhor pode fazer? Os nossos antepassados comeram o maná no deserto, como dizem as Escrituras Sagradas: "Do céu ele deu pão para eles comerem." Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: não foi Moisés quem deu a vocês o pão do céu, pois quem dá o verdadeiro pão do céu é o meu Pai. Porque o pão que Deus dá é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo.
- Queremos que o senhor nos dê sempre desse pão! - pediram eles.
Jesus respondeu: - Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Não foi Moisés, mas meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do céu.
O Evangelho de hoje tem duas partes. 1ª) Referência ao maná. 2ª) Jesus se revela como o pão do céu.
A história do maná é contada no Livro do Êxodo. O povo hebreu estava atravessando o deserto e começou a passar fome, pois na região não havia alimentos. Então Deus lhes mandou o maná. Veja o texto: “Pela manhã, havia uma camada de orvalho ao redor do acampamento. Quando a camada de orvalho se evaporou, apareceram pequenos flocos, como cristais de gelo, que eram muito gostosos de comer. Então Moisés ordenou: ‘Cada um recolha apenas quatro litros e meio por pessoa, que é o suficiente para um dia’. Os filhos de Israel assim fizeram. Uns recolhiam mais, outros menos. Quando mediam as quantias, não sobrava para quem havia recolhido mais, nem faltava para quem havia recolhido menos. Moisés então lhes disse: ‘Ninguém guarde para o dia seguinte’. Alguns não deram ouvidos e guardaram. Resultado: No dia seguinte o maná amanheceu com vermes e apodreceu. Ficou com um mau cheiro tão forte, que ninguém conseguia ficar dentro da tenda” (Ex 16,13-21).
Por isso que no Pai Nosso rezamos: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Não amanhã, mas apenas hoje. Amanhã será outro dia e Deus providenciará.
Na Igreja Primitiva, alguns cristãos levavam ao pé da letra esta questão. No fim do dia, as famílias limpavam a dispensa, distribuindo para os pobres tudo o que sobrou do dia. E, de fato, pelo que se sabe, nenhum deles passou fome por isso.
“Eu sou o pão da vida.” É a Eucaristia que sustenta a vida cristã, assim como o alimento sustenta a nossa vida material. Sem a Eucaristia nós vamos ficando cada vez mais subnutridos na fé e nas boas obras e não conseguimos vencer as tentações. A pessoa fica como ovelha sem pastor, planta sem água, ou galho separado do tronco e acaba se afogando num copo d’água. Por outro lado, quem recebe a Eucaristia produz frutos como árvore à beira d’água; ama como Jesus amou, pensa como Jesus pensou e vive como Jesus viveu.
O alimento que comemos se transforma em nós. Na Eucaristia acontece o contrário; ela é mais forte do que nós, por isso nós é que nos transformamos nela. De tal modo que um dia poderemos dizer como S. Paulo: “Não sou mais eu que vivo, é Cristo que vive em mim”.
Nós cristãos, que vivemos neste mundo tão complicado, precisamos da Eucaristia para seguir os mandamentos de Deus.
O pelicano é uma ave aquática, de pescoço longo, que chega a medir três metros. Dizem que a mãe é tão zelosa pelos filhotes que, não havendo com que alimentá-los, lhes dá de seu próprio sangue. Por isso, o pelicano é um símbolo de Jesus eucarístico que, para a nossa felicidade e saúde espiritual, nos serve o seu próprio corpo e sangue.
Na hora da Consagração, o padre fala: “Eis o mistério da fé”. A Eucaristia é um mistério de fé porque não vemos nenhum sinal externo de Jesus, nem no pão nem no vinho consagrados. Apesar disso, nós cremos, como diz o canto “Deus de amor nós te adoramos”: “No Calvário se escondia tua divindade, mas aqui também se esconde tua humanidade; creio em ambas e peço, como o bom ladrão, no teu Reino, eternamente, tua salvação”.
Certa vez, um homem ia viajar, para ficar fora de casa durante uns dois meses. Ele tinha uma estátua de estimação e não quis deixá-la em casa, porque a sua casa não era muito segura. Pediu então para um amigo guardá-la em sua casa.
Aconteceu que um dia o amigo se descuidou, a estátua caiu e se quebrou! E agora? Ele procurou na redondeza um restaurador de estátuas e não encontrou.
Então decidiu ele mesmo restaurar a estátua. Comprou as ferramentas e o material necessário e restaurou o objeto de arte. Ficou uma beleza. Quem a conhecia antes não conseguia descobrir onde foi quebrada.
Os vizinhos começaram então a levar estátuas quebradas e objetos de arte para que ele os restaurasse. As pessoas gostavam tanto do serviço daquele homem, que ele montou um atelier especializado em restaurações de estátuas e obras de arte.
Esse homem era um artista e não sabia. Precisou de um acidente para que ele descobrisse o seu talento. Jesus nos restaurou, e o fez com tanto amor que quis ficar entre nós para dar constante manutenção, e assim não quebrarmos mais a imagem de Deus que somos.
Peçamos a Maria Santíssima que nos ajude, não só a receber a Eucaristia, mas a ser Eucaristia para o mundo, a exemplo de Jesus.
Não foi Moisés, mas meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão do céu.






VIDA SAUDÁVEL

Aprenda cinco maneiras de relaxar sem gastar dinheiro

Mais do que um motivo para ficar com os familiares e amigos, preparando e comendo diversos pratos típicos da data, as festas de fim de ano também acabam sendo um pouco cansativas. Quem pretende dar um jeito de relaxar, mas sem prejudicar muito o bolso, pode dar uma olhadinha em cinco dicas listadas pelo site FitSugar.
Em uma época do ano em que boa parte das pessoas gastam muito com presentes, nada melhor do que encontrar maneiras de se "auto-presentear" com momentos relaxantes e viáveis financeiramente. Confira.

Sais de banho: sais de banho são encontrados facilmente em lojas e perfumarias, e, de um modo geral, são bem baratos. Se você adicionar dois copinhos dos sais na sua banheira, você conseguirá liberar a tensão muscular, além de eliminar toxinas e se sentir mais preparada para uma boa noite de sono.

Aprenda a meditar: tudo o que você precisa para meditar é um lugar confortável para se sentar, relaxar e deixar sua mente limpa. Feche os olhos e foque na respiração. Se um pensamento invadir sua mente, não dê muita atenção a ele. Tente fazer isso por pelo menos cinco minutos na primeira vez, e vá aumentando o tempo ao longo das sessões.

Deixe a tensão de lado: tente aliviar a tensão do corpo com um método chamado "relaxamento muscular progressivo". Sente com suas costas eretas, com os pés no chão, e com as mãos repousadas no seu colo. Comprima cada grupo muscular (pescoço, ombros, etc), por 20 segundos, e então relaxe vagarosamente. Comece pela cabeça e depois faça o mesmo em todo o corpo, até os pés.

Faça exercícios de repetição: praticar exercícios é uma das melhores formas de acabar com o estresse. Para relaxar, dê preferência às atividades repetitivas como caminhada, corrida ou remo. Assim, você foca no ritmo e acaba livrando a mente dos pensamentos.

Encontre uma pose relaxante: mesmo que você nunca tenha feito yoga na vida, a posição de "borboleta" é fácil de dominar. Coloque dois travesseiros lado a lado, no chão e repouse os joelhos sobre eles, com os pés juntos. Libere os braços ao longo do tronco e permaneça nessa posição por alguns minutos.






MOMENTO DE REFLEXÃO

A juventude, os jovens de modo geral, têm sido assunto constante nos noticiários atuais.
 Fala-se das jovens adolescentes que engravidam prematuramente...
 De jovens perdidos no lodaçal dos vícios...
 De jovens que põem fogo em índios e mendigos...
 De jovens tresloucados, que se arrebentam em acidentes violentos nas competições ilegais, chamadas "rachas".
 Quando lemos ou ouvimos tais informações, ficamos chocados com tantos desatinos e logo imaginamos o que será do futuro da Terra, se a juventude está perdida.
 Todavia, os olhos e ouvidos interessados, podem ler ou ouvir vez que outra, uma tímida notícia de jovens que se dedicam com fervor ao bem geral.
 São jovens cientistas premiados pelos esforços dedicados em busca de melhor qualidade de vida para enfermos anônimos...
 Jovens que se entregam de corpo e alma às artes, exaltando o bem e o belo.
 Com habilidade extraem sons melodiosos dos teclados...
 Com graciosidade cantam, dançam, fazem acrobacias nas quadras esportivas...
 Jovens saudáveis que dedicam o tempo a distrair e alegrar pessoas idosas e enfermas enclausuradas em velhanatos...
 Adolescentes que se chocam com a miséria do próximo e envidam esforços para minorar-lhes o sofrimento...
 Tantos são os jovens que são arrimo da família. Que trabalham de sol a sol na lavoura, regando com o próprio suor a terra generosa de onde retiram o sustento...
 Jovens médicos que, com mãos hábeis, fazem cirurgias extraindo tumores dos corpos, sem deixar vazio o coração dos pacientes desesperados.
 Jovens que, apesar de conquistarem a fama, não se permitem a promiscuidade nem se prestam a promover produtos que incitam aos vícios nem aos desregramentos na área da sexualidade.
 Jovens que falam do Cristo e buscam viver Seus ensinos...
 Como podemos perceber, há jovens e jovens...
 Se o bem fosse mais divulgado, certamente seria imitado e adotado como postura por tantos jovens indecisos, inseguros, que acabam se decidindo pela maioria, ou pelo que pensam ser a maioria.
 Assim, tenhamos a certeza de que a juventude não está perdida e que o futuro já está acontecendo hoje, com essa força juvenil saudável e entusiasta, capaz de derrubar as estruturas apodrecidas da sociedade em que vive e fortalecer os costumes sadios e promissores vigentes.

Diário de Segunda-feira 23/04/2012





Segunda-feira, 23 de abril de 2012


"A cada dia que vivo mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade." (Carlos Drummond de Andrade)





EVANGELHO DE HOJE
Jo 6,22-29


No dia seguinte a multidão que estava no lado leste do lago viu que ali só havia um barco pequeno. Sabiam que Jesus não tinha embarcado com os discípulos, pois estes haviam saído sozinhos. Enquanto isso, outros barcos chegaram da cidade de Tiberíades e encostaram perto do lugar onde a multidão tinha comido pão depois de o Senhor Jesus ter dado graças. Quando viram que Jesus e os seus discípulos não estavam ali, subiram nos barcos e saíram para Cafarnaum a fim de procurá-lo.
A multidão encontrou Jesus no lado oeste do lago, e perguntaram a ele: - Mestre, quando foi que o senhor chegou aqui?
Jesus respondeu: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres. Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. O Filho do Homem dará essa comida a vocês porque Deus, o Pai, deu provas de que ele tem autoridade.
- O que é que Deus quer que a gente faça? - perguntaram eles.
- Ele quer que vocês creiam naquele que ele enviou! - respondeu Jesus.






MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Tiberíades era uma cidade muito importante para o império romano, durante certo tempo foi a capital da Galiléia. Foi de lá que Jesus vinha antes de chegar a Cafarnaum, cidade esta considerada a “base” de Jesus, pois lá residiu e de sua redondeza saíram boa parte dos apóstolos.
Muitos milagres foram vistos em Cafarnaum; Jesus a considerava como sua cidade, mas mesmo assim, mesmo com tantas demonstrações de amor, o povo insistia em não se arrepender sendo talvez por isso justificado a forma mais enérgica e exortativa ao se referir aos que o procuravam apenas por interesses. “(…) Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres”.
E hoje, o que mudou? Jesus continua a operar, continua a curar, a fazer milagres no nosso meio, mas a quantas anda nosso arrependimento?
É duro dizer isso, mas o texto do evangelho de hoje demonstra um Jesus profundamente chateado com a demagogia na fala das pessoas ao omitir seus verdadeiros interesses. Pessoas essas, e infelizmente ainda hoje, que vão à busca de situações favoráveis transitórias, esquecendo do que pode ser permanente e duradouro.
Quando buscamos ao Senhor, apresentamos o que na real queremos? E quando recebemos ou somos atendidos, permanecemos junto dele ou também partimos até a próxima vez que precisarmos?
Buscar o Senhor na aflição é bíblico e amplamente orientado nas passagens do novo e antigo testamento; é bom, prudente e valioso esse contato íntimo, mas não podemos ter Jesus como milagreiro e sim como Senhor. Temos a ingrata “mania” de procurá-lo e logo em seguida esquecê-lo. Quantas pessoas lotam reuniões e grupos onde se lê “semana da graça”, “corrente dos milagres” e ao terminar somem?
Precisamos repensar essas concentrações sobre a ótica de alguns pontos de vista:
O movimento interessante é ainda viável, mas precisamos repensar de quem estamos fazendo propaganda: Jesus ou do milagre?
É importante que continuem acontecendo, mas saber de fato o que esperamos: adoradores ou quantidade de gente?
Que tipo de pessoa queremos que surja desses encontros?
Adoro a idéia de acampamentos de oração promovidos pela Canção Nova. Pessoas que se reúnem para louvar e ouvir a palavra de Deus. Ao se encontrar assim deixamos sob a vontade plena de Deus tudo que ali acontecer.
Criamos concepções que geram expectativas nas pessoas. Precisamos ensinar as pessoas que tudo acontecerá a seu tempo, pois Deus deseja muito o nosso bem. Ouço essa política milagreira muito bem definida nas igrejas neopentecostais, uma política onde o Espírito Santo é “empregado” com hora e lugar marcado para “realizar” milagres mediante a NOSSA vontade (hunf!). É esse tipo de respeito que temos com Deus?
“(…) Considerai os lírios, como crescem; não fiam, nem tecem. Contudo, digo-vos: nem Salomão em toda a sua glória jamais se vestiu como um deles. Se Deus, portanto, veste assim a erva que hoje está no campo e amanhã se lança ao fogo, quanto mais a vós, homens de fé pequenina! Não vos inquieteis com o que haveis de comer ou beber; e não andeis com vãs preocupações. Porque os homens do mundo é que se preocupam com todas estas coisas. Mas vosso Pai bem sabe que precisais de tudo isso. Buscai antes o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. NÃO TEMAIS, PEQUENO REBANHO, PORQUE FOI DO AGRADO DE VOSSO PAI DAR-VOS O REINO”. (Lucas 12, 27-32)
Um imenso abraço fraterno






MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Max Gehringer responde

Num processo de seleção, a última pergunta que o gerente me fez foi: “Qual é o seu diferencial?”. Respondi que tinha muita experiência e formação mais do que adequada para a vaga. Creio que essa não era a resposta que ele estava esperando, porque não consegui o emprego. O que eu deveria ter respondido?

Há várias respostas satisfatórias, mas a eficácia de cada uma delas depende do estilo do gerente. Ele pode ser liberal ou conservador, centralizador ou delegante, voltado mais para os processos ou mais para as pessoas. A melhor resposta é aquela que não vai desagradar ao gerente, qualquer que seja o estilo dele. Mas vamos supor que você não conheça o gerente e ele, durante a entrevista, não tenha dado nenhuma pista sobre o estilo dele. Nesse caso, a resposta mais apropriada seria: “Eu sou maleável. Nunca tive problemas com meus superiores porque sou capaz de me adaptar rapidamente a qualquer situação”. Para quem responde, isso pode parecer inócuo. Mas, para um futuro chefe que está ouvindo, a certeza de que terá um subordinado que vai apoiá-lo incondicionalmente é um tremendo diferencial.

Estou pensando em enviar currículos para empresas de meu setor de atuação, mas desconfio que exista algum grau de comunicação entre essas empresas e a minha. O que pode acontecer caso meu chefe descubra que estou querendo sair?

Uma de duas coisas: ou ele começará a procurar seu substituto, sem você saber, ou então ele vai convidá-lo a explicar a situação. Aí, você precisará ter uma resposta prontinha. Se está mandando currículos, você sabe exatamente por que os está mandando. Ou está descontente com o salário, ou com o ambiente, ou com a falta de perspectivas. Ao ser questionado, você tanto pode revelar o que realmente o aflige, ou explicar que, “veja bem, estou mandando currículos só para sentir o mercado”. Como ninguém vai acreditar na segunda hipótese, o melhor seria você inverter a situação. Fale antes com seu chefe. Exponha o que você está sentindo em relação a sua situação profissional e pergunte se existe algum plano para você. Se a resposta dele for negativa ou evasiva, aí você terá um motivo sólido para disparar currículos. Porque, no fim das contas, você não quer ficar, e seu chefe não demonstrou interesse em reter você.

Minha empresa prega a inovação e o espírito criativo, mas o que eu vejo em meu dia a dia é a velha rotina de sempre.

Empresas fortemente voltadas para a inovação buscam no mercado pessoas criativas, como deve ser seu caso. Mas elas não esperam que cada empregado tenha uma ideia genial por dia. O que elas procuram é gente capaz de olhar para as coisas simples e rotineiras e sugerir pequenas mudanças para aperfeiçoar os processos. Ao longo do tempo, essas mudanças contínuas, quase imperceptíveis no dia a dia, farão diferença diante dos concorrentes que se limitam a copiar as ideias alheias. A criatividade sempre estará na soma das pequenas contribuições de todos os empregados, e não em um eventual estalo de um profissional superdotado.







MOMENTO DE REFLEXÃO

Eu não sei se a terra se acomodou com tantas catástrofes ou se as pessoas acabam se acostumando com as tragédias.
Prefiro pensar que não.
Prefiro pensar que os corações não se endurecem,  não tornam-se insensíveis e indiferentes.
O que aconteceu no Haiti essa semana  moveu o mundo inteiro.
De repente os países e as populações uniram-se num bloco de solidariedade para tentar salvar o que se podia da situação.
Grandes gestos, grandes feitos, grandes homens...
Mas por que é preciso uma tragédia para que o mundo acorde para ajudar um dos países mais pobres do mundo?
Antes do terremoto a miséria já assolava o local, os tetos já caíam sobre as cabeças e as pessoas já não tinham o que comer.
Assim somos nós nesse mundo que Deus criou.
Nos acomodamos a tudo e passamos a olhar com indiferença e muitas vezes é preciso que algo extraordinário aconteça para que sejamos sacudidos e possamos acordar.
Nos comportamos dessa maneira em relação ao mundo e aos nossos.
Quem ainda não percebeu que as lágrimas aproximam muito mais as pessoas que as alegrias?
Os abraços de consolação são mais demorados e mais sinceros que os de felicitações, como se a dor tivesse o poder de soldar o que estava quebrado, unir o que estava separado.
Talvez seja essa a razão das grandes tragédias que acontecem.
Talvez precisemos desses alertas para que possamos olhar nossa casa e o mundo de forma diferente, mais humana.
Eu queria que não fosse preciso uma doença, uma má notícia, uma desilusão para que as pessoas despertassem para a vida.
Queria um mundo maravilhoso onde ouvir fosse natural, a gentileza fosse natural, o perdão fosse dado antes que o outro pedisse, onde compartilhar fizesse parte da rotina diária de cada um.
Se assim fosse, haveria menos famílias separadas, menos fome, menos solidão, menos peso nos ombros de certas pessoas e menos infelicidade.
O mundo é o que é e não podemos voltar atrás.
Mas nada nos impede de olhar para a frente, de abrir os olhos, os braços e o coração.
Nada nos impede de dar as mãos, reparar erros, erguer a cabeça e continuar a acreditar que amanhã pode ser diferente de hoje e que, por mínima que ela seja, nossa contribuição pode ser dada.
Quem pensa que não possui nada e nada pode dar está muito enganado.
Damos muito quando oferecemos nossas orações e iluminamos os caminhos quando  distribuímos a esperança.
Quando ajudamos o nosso próximo, não deixamos pegadas apenas na sua história, deixamos também marcas no coração de Deus.






Diário de Domingo 22/04/2012





Domingo, 22 de abril de 2012


"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente." Mauricio Francisco Ceolin




EVANGELHO DE HOJE
Lc 24,35-48


Então os dois contaram o que havia acontecido na estrada e como tinham reconhecido o Senhor quando ele havia partido o pão. Enquanto estavam contando isso, Jesus apareceu de repente no meio deles e disse:- Que a paz esteja com vocês!
Eles ficaram assustados e com muito medo e pensaram que estavam vendo um fantasma. Mas ele disse:
- Por que vocês estão assustados? Por que há tantas dúvidas na cabeça de vocês? Olhem para as minhas mãos e para os meus pés e vejam que sou eu mesmo. Toquem em mim e vocês vão crer, pois um fantasma não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho. Jesus disse isso e mostrou as suas mãos e os seus pés. Eles ainda não acreditavam, pois estavam muito alegres e admirados. Então ele perguntou: - Vocês têm aqui alguma coisa para comer?
Eles lhe deram um pedaço de peixe assado, que ele pegou e comeu diante deles. Depois disse: - Enquanto ainda estava com vocês, eu disse que tinha de acontecer tudo o que estava escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos livros dos Profetas e nos Salmos. Então Jesus abriu a mente deles para que eles entendessem as Escrituras Sagradas e disse: - O que está escrito é que o Messias tinha de sofrer e no terceiro dia ressuscitar. E que, em nome dele, a mensagem sobre o arrependimento e o perdão dos pecados seria anunciada a todas as nações, começando em Jerusalém. Vocês são testemunhas dessas coisas.







MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Queiroz

Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.
Este Evangelho narra a aparição de Jesus aos onze Apóstolos, após a ressurreição. Jesus procura fortalecer a fé deles, mostrando-lhes suas mãos e pés com as chagas, e comendo com eles.
Apesar das evidências, os discípulos ainda relutavam em acreditar, devido ao forte impacto que lhes causou a morte e o sepultamento de Jesus. Só pode ser um fantasma, isto é, um tipo de alucinação coletiva, pensaram.
“Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, e lhes disse: Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.” Esta prova das Escrituras está ao alcance de todos nós, pois quando lemos corretamente a Bíblia, o Espírito Santo abre a nossa inteligência para a entendermos corretamente.
E Jesus pede que “no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações... Vós sereis testemunhas de tudo isso”. Os discípulos atenderam bem a esse pedido, como vemos, na primeira Leitura da Missa, Pedro falando em nome de todos os discípulos: “Vós matastes o autor da vida, mas Deus o ressuscitou dos mortos, e disso nós somos testemunhas” (At 3,15). Na segunda Leitura (1Jo 2,1-5a), S. João nos convida a renunciar ao pecado.
A recomendação de Jesus, de anunciar o seu nome a todas as nações, vale também para nós que “cremos sem ter visto”. Pela fé, somos testemunhas de que Jesus está vivo, e levamos essa verdade a todas as pessoas. A Comunidade cristã, através da sua alegria, união e vitalidade, é a principal testemunha de que Cristo está vivo e presente nela. É um testemunho que ela dá pela sua própria vida.
Recebemos essa fé dos nossos pais e da nossa Comunidade; e nós a levamos para frente, através da nossa dedicação à Comunidade e do nosso testemunho no meio em que vivemos. “Vós sereis testemunhas de tudo isso”.
E se estivermos fraquejando na fé, Jesus terá outros meios de aparecer no nosso meio e nos encorajar novamente. Ele costuma usar para isso os seus próprios discípulos que, capacitados pelo Espírito Santo, têm o dom de fortalecer a fé dos irmãos.
Jesus aproveitou ao máximo os seus dias na terra. Ele não ficava esperando as pessoas, mas ia atrás delas. Anunciava a Boa Nova nas praças, nas sinagogas, na beira dos rios, nas estradas... em qualquer lugar.
Houve, certa vez, um incêndio numa floresta. Um beija-flor ia até o córrego, enchia o biquinho de água, vinha voando bem alto e jogava em cima do fogo para apagá-lo. Um elefante viu a e zombou do beija-flor: “Você acha que, com esse pouquinho de água, vai apagar este incêndio?” “Eu estou fazendo a minha parte” – respondeu o beija-flor – “Se cada um aqui fizer também a sua parte, tenho certeza que apagaremos este incêndio”.
Diante dos grandes problemas do mundo, as pessoas costumam ter três atitudes: 1ª) A acomodação: eu não dou conta mesmo, por isso não faço nada. Esta foi a atitude do elefante que, com a sua enorme tromba, poderia jogar muita água no incêndio. 2ª) A revolta: a pessoa fica triste e desiludida diante dos problemas que são maiores do que a sua capacidade de resolvê-los. 3ª) Dar o primeiro passo, por pequeno que seja, na esperança de que Deus entrará no meio, abençoará e maravilhas acontecerão. Esta foi a atitude do beija-flor. Não nos esqueçamos dos cinco pãezinhos que o Apóstolo apresentou a Jesus, para alimentar cinco mil pessoas.
Que Maria Santíssima nos ajude a ser “discípulos e missionários do seu Filho, para que nossos povos tenham mais vida nele”.
Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia.






MUNDO ANIMAL

Animal no carro, só com segurança.

Saiba como fazer o transporte de seu cachorro, gato ou outro pet.


O Brasil é o segundo país no mundo com maior número de animais domésticos: com cerca de 42 milhões de animais, entre cães e gatos, só perde para os Estados Unidos. Se você é um daqueles donos que não aguenta ficar longe do seu animal de estimação um único final de semana, saiba que há uma série de providências para assegurar o bem-estar, o conforto e a segurança do seu animal durante uma viagem de carro.

Segundo a Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (ARCA Brasil), o calor excessivo do verão e as altas temperaturas no interior dos automóveis são os principais vilões dos cães nessa época do ano. Tudo isso porque o animal tem apenas a boca e as almofadas das patas para regular a temperatura de seu corpo e, dependendo da espessura de sua pelagem e de seu sistema respiratório, pode ser vítima de hipertermia, ou seja, um superaquecimento.
Pouco conhecida é a exigência de portar atestado sanitário e a vacina anti-rábica para cães e gatos transportados no veículo. O atestado tem validade de dez dias e, caso a viagem ultrapasse esse tempo, será necessário levar o animal a outro veterinário na localidade em que a pessoa estiver para obter um novo. Segundo a Coordenação de Trânsito e Quarentena Animal do Ministério da Agricultura, para transportar cães e gatos não é mais necessária a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento ainda exigido para todos os outros animais, como papagaios ou passarinhos, por exemplo, para circular em território nacional. Essas determinações estão previstas na Instrução Normativa nº 18/2006 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Não se conhece penalidade para quem não segue os procedimentos.
Para atender essas exigências, o dono do cão ou gato deve solicitar o atestado sanitário e o comprovante de vacinação ao veterinário: “O animal deve estar com as vacinas em dia, principalmente a anti-rábica, que deve ser aplicada no prazo mínimo de 30 dias antes da viagem”, avisa o veterinário Gilberto Mello Reis, da Clínica Veterinária Pró-Cão, de São Paulo. A vacina é válida por um ano. O preço da consulta para obter o atestado pode variar entre R$ 50 e R$ 150.
Cyro Vidal, presidente da Comissão de Assuntos e Estudos sobre Direito de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), afirma que a única infração prevista no Código Brasileiro de Trânsito que trata sobre transporte de animais está no artigo 252, inciso II. “É proibido transportar animais à esquerda ou entre braços e pernas. É isso que está previsto no código e que pode ser punido”, ressalta o ex-diretor do Detran de São Paulo.

André Nogueira, tenente do Comando de Policiamento Rodoviário da Polícia Militar, afirma que a fiscalização do transporte de animais obedece apenas essa determinação. “Orientamos para que as pessoas transportem seus animais em caixas específicas, que devem ser presas ao cinto de segurança”, alerta o tenente Nogueira. A infração pode resultar em multa de R$ 85,13 e somar quatro pontos na habilitação do motorista. Leis à parte, seu animal de estimação deve estar com boa saúde para viajar.

Transporte seu bicho com controle e segurança
· Se o animal nunca viajou de carro, antes de “pegar a estrada” comece a levá-lo para passear diariamente, pelo menos uma semana antes da viagem;
· Não alimente o animal ao menos duas horas antes da viagem. Só ofereça alimento novamente cerca de duas horas depois da chegada, já que o stress da viagem pode causar alguma indisposição;
· Procure fazer paradas regulares para o animal fazer as necessidades;
· Não esqueça de levar a guia, a focinheira, a coleira e saquinhos para recolher as fezes;
· Para os gatos, não esqueça do recipiente com o preparado sanitário;
· No caso dos pássaros, as gaiolas devem ser cobertas para evitar que o barulho ou movimento anormal assustem o animal;
· Leve o animal dentro de uma caixa de transporte confortável e bem arejada, que deve ser colocada no banco traseiro do carro e presa com o cinto de segurança. Assim, você evitará que o animal vá sacolejando e garantirá sua segurança na eventualidade de uma freada ou manobra brusca. Nunca deixe o animal viajar no colo das pessoas ou debruçado na janela, é muito perigoso;
· Água é necessária para hidratação. Quanto maior o porte do animal, mais curtos devem ser os intervalos entre as paradas;
· Em dias muito quentes, o ar-condicionado deve ficar em uma temperatura abaixo da externa;
· Existem no mercado, calmantes naturais. Informe-se sobre o melhor uso com o seu veterinário, se isso for necessário;
· Evite viajar com animais mais idosos, principalmente aqueles que as condições de saúde requerem cuidados;
· Bichos com menos de quatro meses que ainda não completaram a vacinação só devem viajar em caso de necessidade e não devem ficar expostos a outros animais;
· Pegue a estrada no começo da manhã ou no fim da tarde, quando a temperatura é mais fresca;
· Evite deixar animais fechados no veículo durante as paradas, o que pode causar graves danos à sua saúde;
· Parece óbvio, mas não esqueça de trazer seu animal de volta. O abandono é crime e é uma atitude injustificável, mas covardemente praticada por alguns. Pode resultar em detenção de três meses a um ano, e multa, tudo previsto no artigo 32 da Lei 9.605/98 dos Crimes Ambientais.

Fonte - http://blogs.jovempan.uol.com.br








MOMENTO DE REFLEXÃO

Nossos olhos são seletivos, nós enxergamos o que queremos ver e deixamos de ver o restante, também chamado de ponto cego.
Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas, assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol.
Muitas pessoas vivem se queixando e facilitam a chegada da depressão e é muito fácil encontrar motivos para lamentos.
"Estou de baixo astral porque está chovendo, porque tenho uma conta para pagar, porque não tenho exatamente o dinheiro ou aparência que eu gostaria de ter, porque ainda não fui valorizado, porque ainda não encontrei o amor da minha vida, porque a pessoa que quero não me quer, porque..."
É fácil, muito fácil, pois é só querermos e termos ali, bem pertinho, motivos de sobra para nos agarrarmos e justificarmos a situação.
É claro que existem momentos em que a gente não está bem. Faz parte da vida. Mas, mesmos nesses momentos, devemos buscar, de forma contínua, ter atitudes e iniciativas que possam ir de encontro às coisas boas.
Na natureza, existe uma flor que age dessa forma. O girassol.
O girassol se volta para o sol onde ele estiver. Mesmo que o sol esteja escondido pelas nuvens, lá está o girassol dando costas à obscuridade das sombras e buscando, convicto e decidido, estar sempre de frente para o sol. É esse exemplo que precisamos perseguir, aprendendo a realçar e valorizar tudo de bom que recebemos da vida. Aprender a engrandecer pequenos gestos, positivos, e transformá-los em grandes acontecimentos.
Quando fazemos algo de bom, mesmo que seja a simplicidade de uma pequena ajuda ou de um elogio, coisas que nada custam, mas que geram felicidade para outra pessoas, são momentos de raro proveito que ficam gravados no coração.
O ser humano precisa de beleza. Não da beleza física, mas das coisas belas como um todo. E principalmente da beleza que reside no âmago dos gestos, das pessoas e que são captadas através dos nossos olhos.
Se tivermos a beleza dentro dos nossos corações, ficará muito mais fácil reconhecê-la nos lugares, nas pessoas e nas coisas.
Ela é para nós, uma referência, da mesma forma que sabemos distinguir o bem pela referência que temos do mal.
Para reconhecer a beleza, portanto, é preciso carregar um pouco dela consigo, dentro dos olhos, dentro do coração. Devemos ser como o girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força e a beleza.
O cotidiano nos reserva diversos momentos de beleza, e é importante refletir sobre isso. Precisamos enxergá-los com os olhos do coração, para apreciá-los na plenitude.
Apreciar o amor profundo que alguém, em um determinado momento, dirige a você. Apreciar o sorriso luminoso de alegria. Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora. Apreciar a festa dos animais, a alegria e o riso das crianças.
E quando ameaçarmos ficar de novo mal humorados, tristonhos, desanimados, revoltados, que a força do coração nos faça lembrar dos girassóis.
Que nos desvie do caminho equivocado, pois é um verdadeiro equívoco passar os dias sem ver a beleza da vida.

Do livro: Códigos da Vida