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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quinta-feira 24/11/2016


Quinta-feira, 24 de novembro de 2016


“Em certa ocasião alguém perguntou a Galileu Galilei: - Quantos anos tens? - Oito ou dez, respondeu Galileu, em evidente contradição com sua barba branca. E logo explicou: Tenho, na verdade, os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais.”
  



EVANGELHO DE HOJE
 Lc 21,20-28


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, ficai sabendo que a sua destruição está próxima. Então, os que estiverem na Judeia fujam para as montanhas; os que estiverem na cidade afastem-se dela, e os que estiverem fora da cidade, nela nem entrem. Pois esses dias são de vingança, para que se cumpra tudo o que dizem as Escrituras. Ai das mulheres grávidas e daquelas que estiverem amamentando naqueles dias, pois haverá grande angústia na terra e ira contra este povo. Serão abatidos pela espada e levados presos para todas as nações. E Jerusalém será pisada pelos pagãos, até que se complete o tempo marcado para eles. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, apavoradas com o bramido do mar e das ondas. As pessoas vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as potências celestes serão abaladas. Então, verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem, com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima.

http://www.paulinas.org.br/

Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Jerusalém será pisada pelos infiéis, até que o tempo dos pagãos se complete.
Hoje, quarta quinta-feira de novembro, é o Dia Nacional de Ação de Graças. Estamos no final do ano litúrgico e quase no final do ano civil; por isso queremos agradecer a Deus o ano que termina. Quantos benefícios recebemos dele! A vida, a saúde, a família, os amigos, a fé... Deus nos protegeu, estando ao nosso lado de manhã até a noite, e em todos os dias deste ano!
Deus provou que nos ama; vamos retribuir-lhe com amor também. “Que retribuirei ao Senhor por todo o bem que me deu?” (Sl 116,12). “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com toda bênção espiritual, nos céus, em Cristo” (Ef 1,3).
No Evangelho de hoje, Jesus começa preparando os habitantes de Jerusalém para o momento da invasão do exército romano, que aconteceria trinta anos depois. “Os que estiverem no campo, não entrem na cidade... Infelizes das mulheres grávidas e daquelas que estão amamentando naqueles dias!”
Os habitantes de Jerusalém “serão levados presos para todas as nações”. De fato, os romanos levaram milhares de judeus para Roma e outras cidades do Império, como escravos.
A partir daqui, a narração muda de tom e Jesus começa a falar da sua segunda vinda e dos sinais que a precederão. “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas”.
“Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória.” Jesus veio a primeira vez com aparência de fraco, uma criança pobre deitada numa manjedoura. Mas foi uma fraqueza apenas aparente; ele é forte, fortíssimo.
E Jesus termina apresentando o objetivo deste seu discurso, que é tranqüilizar os discípulos, pois estes sinais mostram o seu poder, e que ele vem para libertar os seus queridos e queridas discípulas. “Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”. É como quem diz: este mundo é cheio de tribulações, mas é passageiro. E quanto ao mundo futuro, não se preocupem, deixem comigo.
Na nossa luta do dia a dia, a segunda vinda de Jesus será como a chegada de alguém que vem nos ajudar a terminar uma tarefa, bem na hora em que já estamos cansados. Será como um preso que vê chegar alguém com a chave do presídio, a fim de soltá-lo. Ou como uma pessoa que está se afogando e vê chegar o salva-vidas.
Aquele dia será o fim de tudo o que os discípulos de Jesus detestam: injustiças, mentiras, maldades... Os maus e os corruptos vão ver com quantos cincos se faz um dez, com quantos paus se faz uma canoa. Descobrirão que este mundo tem dono, e um dono forte e poderoso, diante do qual todos os impérios e poderes são como uma palha.
Também o seu Reino, que está nas nossas mãos, é forte, fortíssimo, apesar de parecer fraco diante dos outros reinos e poderes do mundo. Basta ver a força desse Reino, ao ultrapassar os séculos. Diante de Jesus é a verdade e a justiça que valem. Quem segue outro caminho, um dia vai tremer de medo, como vara verde.
Jesus nos deixou todos os recursos para nos salvarmos, e vivermos eternamente com ele e com a sua Família no céu. Cabe a nós escolher se queremos caminhar com ele ou de costas para ele.
Em várias passagens da Bíblia, a segunda vinda de Jesus é chamada de “Dia do Senhor”, mesmo nome que damos para o domingo. De fato, o domingo é para nós uma celebração antecipada da segunda vinda de Jesus.
Às vezes a graça de Deus espera a nossa cutucadinha, a mãozinha do cristão que chega de leve... e Deus faz o resto. A nossa vida na terra é passageira. Que bom se nos dedicássemos mais aos valores da outra vida, tanto para nós mesmos como para os nossos irmãos!
Certa vez, um poeta e um artista estavam examinando juntos uma pintura de um célebre artista, retratando a cura dos dois cegos de Jericó. O artista perguntou: “O que lhe parece a coisa mais notável nesta pintura?”
O poeta respondeu: “Tudo na pintura é excelente. A forma dada a Cristo, as pessoas agrupadas, a expressão dos rostos, tudo”.
O artista pareceu achar o toque mais importante em outro lugar. Apontando para a estrada que passava ao lado, ele disse: “Você vê uma bengala descartada ali?”
“Sim” – respondeu o poeta – “mas o que tem a ver isso?”
“Meu amigo!” – continuou o artista – “Um cego estava sentado naquele pau ali, com a bengala na mão. Mas quando ouviu falar que era Jesus que passava, jogou a bengala fora e foi ao encontro dele. Isso porque ele estava certíssimo de que seria curado, e assim deixaria de usar a bengala. Cheio de alegria, ele em direção ao Senhor como se já estivesse recebido a graça.”
Que nós também observemos a grande pintura dos acontecimentos com mais fé e discernimento, a fim de descobrirmos nela os sinais da vinda de Cristo. Como seria bom se tivéssemos a fé daquele cego! Com certeza hoje não seríamos mais cegos, nem fisicamente nem espiritualmente. A nossa fé nos permitiria andar pela vida como se víssemos o invisível, e seríamos mais gratos a Deus.
Maria Santíssima era uma pessoa muito grata a Deus. O Magnificat é o mais belo hino de ação de graças existente na Bíblia. Quando o recitamos, não estamos para Maria, mas para Deus do jeito dela. No magnificat, Maria agradece a Deus tudo, até coisas que ainda não tinham acontecido mas que ela sabia que iam acontecer. Isso porque a sua fé era muito grande, e ela sabia que Deus não falha em suas promessas. Que ela nos ajude a ser gratos, e também a nos preparar bem para o encontro com Jesus em sua segunda vinda.
Jerusalém será pisada pelos infiéis, até que o tempo dos pagãos se complete.








MUNDO ANIMAL


Yorkshire Terrier, o sucesso de uma das raças mais desejadas do mundo


Yorkshire é uma raça canina de pequeno porte da família dos terriers.
O yorkshire, de padrão reconhecido hoje, é um cão de pequeno porte, cujo peso não deve ultrapassar 3,1 kg. Seu pêlo é comprido, sedoso e perfeitamente reto, sem ondulações.
A coloração, ao longo do tronco, é azul-aço (cor entre o preto e o prata) e fulvo (castanho intenso e brilhante) no rosto, patas e peito. A coloração castanha clareia no trajeto da raiz às pontas. Já a azul-aço deve ser no mesmo tom em todo seu comprimento, sendo mais escura apenas na extremidade da cauda, jamais mesclados de pelos fulvos. Seus olhos são redondos, bem acomodados, escuros e brilhantes. Suas orelhas devem ser eretas, pequenas, bem inseridas e em forma de V. Eles ainda têm a trufa preta e o focinho curto.
Apesar de pequeno, o yorkshire tem por característica a atividade. Ele é também considerado um bom cão de companhia. Negativamente, a raça possui também por característica, alguns problemas ósseos, apresentando, em escala variada, os sintomas.

Origem e evolução


A origem ocorreu na Grã-Bretanha. Porém, o desenvolvimento desta raça escocesa, começou muito tempo antes da data do primeiro registro oficial. Há relatos variados sobre suas origens e seu desenvolvimento. Com isso, tenta-se à seguir dar o mais preciso e amplo enfoque sobre sua história, apoiada em livros e publicações, entre os fãs da raça no Reino Unido.
Por volta do século XI, os servos e os trabalhadores para manterem cachorros em quase toda a Inglaterra, deveriam seguir uma lei real, controlada pelos guardiões das florestas reais, obrigando todos os cachorros atravessarem um aro metálico de sete polegadas de diâmetro, para serem classificados como sendo pequenos o suficiente, pois esta classe servil trabalhadora não tinha o direito à caça para a sua subsistência.
No princípio, os cachorros eram usados para caçar ratos e camundongos, embora eles realmente não tivessem a melhor adequação para este trabalho, pois os gatos eram muito mais eficientes nesta função. Não obstante, os cachorros eram úteis completando a dieta do dono pobre, pois caçavam um coelho ou outro pequeno animal ocasionalmente, apesar da proibição.
Antes de 1750, a maioria dos britânicos trabalhava na agricultura, mas com o advento da revolução industrial houve grandes mudanças na vida familiar e muitos operários deixavam a Escócia para transferir-se ao Condado de Yorkshire, onde cresceram pequenas comunidades ao redor das minas de carvão, dos moinhos têxteis, e das indústrias de lã, levando junto consigo os seus cães.
Seus antepassados vieram da Escócia, onde corre o rio Clyde e onde os cães mais utilizados para caça eram o Clydesdale Terrier e o Paisley Terrier, semelhantes ao Sky Terrier, com pêlo macio e a pelagem lembrando o atual Yorkshire, pesando em torno de 5,5 – 7 kg. Contudo, o desenvolvimento adicional objetivando o Yorkshire Terrier atual ainda estava de um certo modo fora de questão, sendo ele muito diferente do Yorkshire Terrier do norte da antiga Inglaterra, muito maior que o Yorkie atual.
Estes terriers foram cruzados com outros tipos de terrier, provavelmente o Preto Inglês, o Toy Bronzeado e o Skye Terrier. Especula-se também ,que em alguma fase o Terrier maltês fora cruzado com estas raças para ajudar na conformação de sua pelagem, composta por pelos longos. Isto é afirmado, visto que o tipo da pelagem do maltês se assemelha a dos Yorkies atuais, exceto pela cor. Todavia, nenhum registro na forma de pedigrees, existe para confirmar estes cruzamentos (possivelmente por causa do baixo nível de alfabetização naqueles tempos).

História recente

A primeira aparição nas exposições foi em 1861, em Birmingham. A primeira inscrição no livro de registros do Kennel Clube foi feita em 1886. Assim, sua história atual tem mais de cem anos. Em 1898, o Kennel Club da Inglaterra, que acabava de ser criado, reconheceu-o com o nome de Yorkshire Terrier.

Os primeiros cães e seus criadores

Em 1874, os primeiros yorkies foram registrados no livro do Kennel Clube Britânico. Eles foram chamados de “Terriers Escoceses de Cabelo Quebrado” ou “Yorkshire Terrier”, até que em 1886, o Kennel Clube Britânico reconheceu o Yorkshire Terrier como uma raça individual. O primeiro clube da raça Yorkshire Terrier foi formado em 1898.
Durante estes primeiros anos, quem grandemente influenciou a raça foi a Senhora Edith Wyndham-Dawson, que por um tempo foi secretária do Clube Yorkshire Terrier, e trabalhou desde então pela melhoria da raça. Depois, a Senhorita Palmer que era a empregada do canil da Senhora Edith, começou seu próprio canil de yorkies, sob o “prefixo de Winpal”. Quando a Senhora Edith retornou à Irlanda, pelo começo da Primeira Guerra Mundial, a Senhorita Palmer foi trabalhar para a Sra. Crookshank do prefixo Johnstounburn, um nome com uma longa lista de campeões, que atualmente estão aos cuidados de Daphne Hillman, uma entusiasta deste prefixo – o utilizando ainda junto com o seu próprio prefixo de Yorkfold.
Outros nomes também trabalharam arduamente nestes primeiros tempos para a melhoraria da raça. A evolução deve-se a estes primeiros criadores, que se tornaram os fundadores de vários canis na América do Norte e em outros lugares.
O yorkshire terrier atual difunde-se por todo o mundo. Em 1932, somente 300 yorkies foram registrados no Kennel Clube Britânico. Já em 1957, o número chegava a 2.313, e na década de 1970, os yorkies já eram a raça mais popular na Inglaterra. Esta tendência continuou até a década de 1990 com um número de registros de 25.665 yorkishires. Porém, esta tendência começou a declinar, e em 1994 havia 12.343 inscrições, com o yorkie sendo a 7ª raça mais popular.
O yorkshire terrier mais famoso dos tempos modernos no Reino Unido, foi o CH Blairsville Royal Seal. Ele veio do CH Beechrise Surprise e sua dam CH Blairsville Most Royale. Este animal era popularmente conhecido como Tosha, apelido dado por seus admiradores. Ele foi criado pelo seu proprietário o Sr. Brian Lister e sua esposa, Rita. Durante sua carreira de exposições, Tosha ganhou 50 CCs, todos sob juízes diferentes. Ele foi Best in Show doze vezes e dezesseis vezes reserva de Best in Show. Tosha levou 33 prêmios de Melhor de Grupo e foi reserva de Best in Show em Cruft´s em 1978, assim como sua dam tinha sido antes dele. Tosha foi o Top Dog, de todas as raças, durante dois anos consecutivos. Ele se tornou o antepassado de muitos campeões, e ainda se caracteriza como um diferencial nos pedigrees de muitos yorkies atuais.
Quando Royal Seal morreu, aos quinze anos, em 1988, o registro de maior número de CCs da raça foi quebrado por Osman Sameja’s CH Ozmilion Dedication Jamie, que terminou sua carreira de exposições com 52 CCs, embora não todos de juízes diferentes. Jamie também possui dois títulos de campeão de todas as raças e seus prêmios no grupo de Toy dogs o ajudaram a ganhar o título de Top Dog em 1987. O canil de Ozmilion é o Canil de yorkshire terrier que ocupa o topo de todos os tempos e mantém o recorde de registros de maior número de campeões produzidos.

A raça na América do Norte

Alguns dos primeiros canis americanos mais notáveis são Janet Bennet e Joan Gordon (Wildweir), que importaram muitos yorkies ingleses, inclusive das linhas de Johnstounburn, Haringay e Buranthea. O canil Olhos de Veludo[2] exportou mais de 200 Yorkies para criadores americanos. Os canis de Mayfield-Barban, possuídos por Anne Seranne e Barbara Wolferman, também fizeram muito para melhorar a raça.
Outro cachorro que teve influência significativa para os yorkies norte-americanos foi o CH Finstal Royal Icing, criado por Sybil Pritchard no Reino Unido e exportado para os canis de Jentre, depois que Sybil morreu. Ele é proveniente do CH Finstal Johnathan, que ainda tem sua linhagem premiada na Grã-Bretanha atualmente.
Atualmente, o yorkshire terrier também é muito popular na América do Norte. Em 1992, os yorkies classificavam-se como os de número catorze na lista do AKC das raças mais populares, com 39,904 registros. Em 1994 eles subiram para a 11º colocação, embora as inscrições tivessem caído para 38,626. Deve-se isso ao fato de, globalmente, os registros AKC terem diminuído entre todas as raças populares.

Personalidade

Apesar do pequeno tamanho, o yorkie pode ser um cão muito ativo e independente. Baseando-se nisso, pode-se dizer que a melhor posição do yorkie seja perto do dono, mas não subjugado e em seu colo, ainda que alguns tenham particular predileção ao colo, principalmente quando em tempo de frio. Passear ou viajar com a “família” também deixa um Yorkie feliz, pois não se contenta em ser somente companhia, querendo compartilhar de todos os momentos.
O yorkshire possui um caráter doce e sociável, que permite levá-lo a todos os locais sem inconvenientes. Seu temperamento carinhoso e afável o torna um grande companheiro, divertido e devoto, para com aqueles que o cercam, particularmente seu dono, de quem adora receber todas as atenções. Devido a este apego, o yorkie tem por hábito andar atrás do dono, onde quer que ele vá.

Pelagem

A maior dificuldade em criar o yorkshire para competições, segundo os criadores, é obter a coloração correta da pelagem, pois as maiores pontuações dessa raça, referem-se a coloração. Por definição, o yorkshire deve ter duas cores: o azul-aço escuro (cinza-brilhante quase preto tendendo ao azulado) e o fulvo (amarelo-tostad), atentando para o fato de que as cores não devem se mesclar.
O azul-aço não deve ser escuro demais a ponto de parecer preto, e nem claro, aparentando prateado. Já os pelos fulvos, são levemente mais claros nas pontas que nas raízes e produzem um colorido dourado. Cabe ressaltar que a CBKC não se opõe à utilização do termo castanho em substituição ao fulvo na emissão de pedigrees. Apesar do padrão da raça indicar o fulvo, ao longo do tempo, pode-se verificar que, em relação a esta designação, já existiram outras variações, tais como o caramelo e o dourado.

Características Físicas

– O yorkshire terrier é um cão de porte pequeno de origem escocesa.
– O peso dos cães desta raça varia entre 3,5 e 4 quilos.
– A pelagem destes animais caracteriza-se por ser lisa, fina,, brilhante e longa.
– A cor do yorkshire terrier é “azul aço” com partes loiras (cabeça, pernas, peito).

Comportamento e Temperamento

– O yorkshire terrier é uma raça de cão ativa e participativa.
– Possui um comportamento carinhoso e doce .
– É muito sociável, tornando-se um grande companheiro dos integrantes da família.
– Adora brincar e participar de atividades divertidas.
– Gosta de receber atenção, principalmente do dono.
– Um comportamento típico desta raça é o andar atrás do dono.
– Quando recebe atenção, costuma retribuir com atitudes amáveis.
– Adapta-se facilmente em locais pequenos como, por exemplo, apartamentos e casas sem quintal.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Não faz tanto tempo que reclamar da vida, e falar a respeito das coisas negativas que acontecem em nosso dia-a-dia, era uma coisa natural. Nenhum de nós podia, sequer, supor o mal que estávamos fazendo a nós mesmos e aos outros agindo dessa forma.
Mas hoje em dia, já temos muita informação a esse respeito e pensar positivamente passou a ser uma forma de comportamento mental que buscamos obter. Mas o velho hábito é complicado de largar, ainda mais quando ligamos a TV e vemos muito mais coisas negativas nos noticiários do que positivas.
Sentimo-nos sem poder diante de tantas coisas ruins!
Realmente, existem coisas ruins e negativas acontecendo em nosso mundo, mas tudo vai depender da forma como você entenderá isso, de quanto sua vibração vai abaixar e de quanto o desânimo tomará conta de você!
Não dá para ser "Polyanna" e negar a existência do ruim, mesmo porque, o ruim existe porque existe o bom! Como você iria distinguir o que é bom em sua vida, se não existisse o que é ruim para comparar? Não ia dar! Não existiriam parâmetros! Você só sabe reconhecer o que é bom, porque reconhece o que é ruim.
Não digo com isso, que o ruim seja normal e que você deva aceitá-lo em sua existência! Não é nada bom e nem deve aceitá-lo como algo normal e banal em sua vida! Mas você não pode dar a ele, tanto poder assim, pois se der, como poderá vencer algo tão poderoso?
É fato que enquanto alguns estiverem pensando e agindo negativamente, sem amor, coisas ruins continuarão a acontecer! Mas você pode escolher fazer ou não, parte desse grupo!
Observe que nossas ações são conseqüência de nossos pensamentos, aliados a sentimentos que podem ser positivos ou negativos, dependendo do quanto nos auto-conhecemos. Tudo inicia com o pensamento, que é traduzido pelo cérebro, por uma freqüência, uma onda que assume uma vibração determinada. Essa onda pode ser medida pelo eletroencefalograma, por exemplo. Portanto, se essa onda pode ser medida e captada pelo aparelho nesse exame, podemos entender que nosso pensamento "produz" eletricidade e assume algumas freqüências. Essa eletricidade cerebral é resultado da comunicação entre os neurônios. Nós pensamos em forma de eletricidade com frequências mensuráveis. E essas freqüências, podem interferir positivamente ou negativamente nas freqüências da matéria, nos eventos de nossa vida. Compare isso, com o efeito que acontece quando passamos na frente da antena interna da TV, e a imagem e o som sofrem interferências de nosso campo magnético.
A matéria interage com as freqüências, pois a matéria é composta de freqüências também.
Nós, nossa mente e a matéria que nos rodeia, somos feitos da mesma coisa, do mesmo material e interferimos uns com os outros! A matéria, de certa forma, obedece, se agrega, se arruma à volta de nosso campo magnético. Os eventos são atraídos até nosso campo. Que tipo de eventos, estamos atraindo? A mesma freqüência em que estiverem nossos pensamentos. Eventos positivos ou negativos? Pensamentos positivos ou negativos.
Esse assunto é amplamente discutido no livro Curso de Meditação Ráshuah, e as meditações narradas nos CDs que acompanham o livro podem ajudar bastante nesse entendimento.
Durante seu dia, observe se lá no fundo de sua mente existe algum pensamento negativo, como o de que algo sairá errado, que você não merece ou não consegue o que deseja, etc? Esses são os vilões do seu dia! Assim que notar que esses pensamentos estão em ação, mude o foco rapidamente para algo bom e prazeroso, retirando o poder do foco negativo!
Esteja consciente de seus pensamentos, pois eles são o ponto de partida para seus sentimentos e também são os responsáveis de suas ações subseqüentes. São seus pensamentos que decretam como será sua vida!
Se é fato que existem coisas ruins, também é fato que existem coisas boas em sua vida e no mundo! Depende de você, se dará mais poder e valor ao ruim do que ao bom! Deseje sempre as melhores freqüências a você!


Vera Calvet




Diário de Quarta-feira 23/11/2016


Quarta-feira, 23 de novembro de 2016


"Dentro de mim há dois cachorros: um deles é cruel e mau; o outro é muito bom. Os dois estão sempre brigando. O que ganha a briga é aquele que eu alimento mais freqüentemente.“(Provérbio indígena norte-americano)




EVANGELHO DE HOJE
 Lc 21,12-19


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Antes que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. 13Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé. 14Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; 15porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. 16Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós. 17Todos vos odiarão por causa do meu nome. 18Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. 19É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz



Todos vos odiarão por causa de mim. Mas não perdereis um só fio de cabelo.
Neste Evangelho, Jesus nos previne sobre as perseguições que seus discípulos sofrerão, até dentro de casa e pelos parentes mais próximos. A orquestração do ódio crescerá tanto que todos e todas em nossa volta posicionar-se-ão contra nós. Mesmo assim, garante Jesus, não nos atingirão, porque Deus está do nosso lado.
Nessas horas, não devemos praticar a violência, a vingança nem qualquer outro desvio do Evangelho. Pelo contrário, serão ótimas ocasiões de testemunharmos a nossa fé. “Sede cordeiros no meio de lobos”. “É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”
“Se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto” (Jo 12,24). “Quem não pega a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem busca sua vida a perderá, e quem perder sua vida por causa de mim a encontrará” (Mt 10,38-39).
Se pegamos um ferro quente e o mergulhamos na água fria, acontece o choque térmico, espirrando água para todo lado. Assim é o cristão, vivendo no meio do mundo pecador. Ele não provoca, é a própria vida dele ou dela que gera o choque, resultando na perseguição.
“Os Apóstolos saíram do tribunal muito contentes por terem sido considerados dignos de injúrias por causa do nome de Jesus” (At 5,41). A perseguição e o desprezo nos identifica com Cristo, e isso nos dá alegria.
“Naqueles dias, começou uma grande perseguição contra a Igreja que estava em Jerusalém. Todos, com exceção dos apóstolos, se dispersaram pelas regiões da Judéia e da Samaria. Entretanto, aqueles que se tinham dispersado iam por toda a parte levando a palavra da Boa Nova” (At 8,1.4). Está aí um exemplo do que Jesus falou no Evangelho de hoje: “Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé”.
“Todos os que querem levar uma vida fervorosa em Cristo serão perseguidos” (2Tm 3,12).
O mundo pecador segue não a Deus mas a outro chefe. E faz parte do ser humano se opor a quem vive ao lado e tem outra cabeça, outros princípios, outros valores, outra vida. O primeiro esforço é de cooptação; se não consegue, surge a perseguição aos cristãos.
Entretanto, numa sociedade de maioria católica como a nossa, geralmente não atacam abertamente a Igreja Católica. A tática é atacar cada cristão ou cristã individualmente, e de forma disfarçada: ridicularizações, apelidos...
Jesus pede: “Não planejeis antecipadamente a própria defesa; porque eu vos darei palavras tão acertadas que nenhum inimigo vos poderá resistir ou rebater.” Como é bom sentir esse apoio numa hora de aperto!
Muitos querem um cristianismo “soft”, sem cruz, e que apresenta o céu com portas largas. Até religiões são fundadas nessa linha. Mas a religião de Jesus, aquela que tem as chaves do céu, é um caminho estreito.
Certa vez, aqui no Brasil,um padre foi preso injustamente. Era um santo homem e foi perseguido por suas posições em favor da vida e do Evangelho.
Na cadeia, ele continuou o seu trabalho apostólico junto aos colegas presos. E era alegre, tão alegre que ganhou o apelido de “Risadinha”. Seus colegas não entendiam a razão daquela alegria.
“Felizes os perseguidos...” Há presos que são mais livres interiormente do que muitos e muitas que estão soltas aí na rua.
Maria Santíssima não ficou livre das perseguições. Imagine o que ela sofreu ao pé da cruz, e em todas as suas dores. Que ela nos ajude.
Todos vos odiarão por causa de mim. Mas não perdereis um só fio de cabelo.









CURIOSIDADES


Coisas que você não sabia


1-Na verdade, os cachorros escutam e refletem sobre as palavras ditas ao seu redor a fim de decifrar o que estamos dizendo a eles.


2- Quando era criança, Bill Gates gostaria de se tornar um milionário por volta dos 30 anos. O tempo passou e ele foi considerado um bilionário aos 31.


3- O FBI agora rastreia abusos animais assim como rastreia homicídios. Atualmente, eles consideram esse ato um crime de classe A.


4- Quando Leonardo DiCaprio tinha 11 anos e tentava conseguir empregos como ator, um agente tentou convencê-lo a mudar seu nome porque soava “muito étnico”.


5- Erno Rubik inventou o cubo mágico para explorar a geometria tridimensional, tornando o objeto o brinquedo mais vendido de todos os tempos.


6- As pessoas ficam com os “olhos vermelhos” nas fotos porque o flash reflete nas veias sanguíneas das retinas.


7- O guitarrista principal do Queen, Brian May, é PhD em astrofísica e autor de 3 trabalhos de pesquisa.


8- Você sabia que maiores de 18 anos podem fazer parte da plateia de “The Big Bang Theory” sem pagar nadinha?


9- A ilha japonesa de Okinawa é considerada um dos lugares mais saudáveis do planeta, habitando mais de 450 pessoas acima dos 100 anos.


10- A Bíblia era a grande paixão de Isaac Newton. Na verdade, ele escrevia mais sobre religião do que sobre ciência e matemática.






MOMENTO DE REFLEXÃO


Recebi um e-mail de uma psicóloga relatando que ofereceu a um paciente, cuja problemática era o medo, um artigo publicado nesta coluna em 2007. Em consulta recente, ele, já na condição de “controle”, tirou da bolsa o tal artigo e falou sobre o impacto positivo do mesmo. Eis o texto que o curou: “O psicólogo Dr. Engler apurou que apenas 2% das nossas preocupações são justas e merecem a nossa atenção. Isto significa que 98% das nossas preocupações não têm sentido, isto é, só servem para sobrecarregar a nossa mente. Muitas pessoas se preocupam com tudo: a possibilidade de ficarem doentes, o medo de saírem à rua, a verticalização do eixo da Terra que só se dará daqui a 25.800 anos, e vai por aí”.
Nem mesmo entrar em pânico diante do que está acontecendo no momento resolve. O que resolve mesmo é tomarmos todas as precauções para evitar o que pode ser evitado, em nome da prudência, mas nunca alimentarmos preocupações imaginárias.
Dessa forma, manteremos o equilíbrio de nossas almas, e por conseqüência, o de nossos nervos. E ainda: a melhor vacina para nos imunizar contra o medo e a insegurança é orarmos diretamente a Deus, porque Ele está no leme de nossas vidas. Podemos afirmar que orar é um ato de fé, de confiança em Sua bondade. Portanto, fitemos o céu que Deus pintou de azul para sempre termos esperança, e oremos dizendo com toda a convicção:
“Pai de Amor e Bondade, diante de Tua Misericórdia Infinita, rogo a luz do entendimento para aceitar a Tua Vontade Soberana em qualquer circunstância da vida. Concede-me coragem a fim de vencer as minhas dificuldades, e ajuda-me a que jamais seja dominado pelo medo do que possa acontecer. 
Afasta de mim qualquer pensamento de insegurança, porque confio no Teu Eterno Amor que a tudo preside.
Ajuda-me a encontrar a estrada luminosa do futuro como compensação por todo o bem que eu fizer aos meus irmãos em humanidade. E mesmo diante dos erros e das fraquezas humanas, que semeiam tanta insegurança em nossos caminhos, não permita jamais, Senhor, que eu perca a esperança na vitória do bem, pois ele há de triunfar sobre o mal! Assim seja”.


Gerson Simões Monteiro





Diário de Terça-feira 22/11/2016


Terça-feira, 22 de novembro de 2016


“Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples.  Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução. Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema!”






EVANGELHO DE HOJE
 Lc 21,5-11


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Algumas pessoas estavam falando de como o Templo era enfeitado com bonitas pedras e com as coisas que tinham sido dadas como ofertas. Então Jesus disse:
- Chegará o dia em que tudo isso que vocês estão vendo será destruído. E não ficará uma pedra em cima da outra.
Aí eles perguntaram:
- Mestre, quando será isso? Que sinal haverá para mostrar quando é que isso vai acontecer?
Jesus respondeu:
- Tomem cuidado para que ninguém engane vocês. Porque muitos vão aparecer fingindo ser eu, dizendo: "Eu sou o Messias" ou "Já chegou o tempo". Porém não sigam essa gente. Não tenham medo quando ouvirem falar de guerras e de revoluções. Pois é preciso que essas coisas aconteçam primeiro. Mas isso não quer dizer que o fim esteja perto.
E continuou:
- Uma nação vai guerrear contra outra, e um país atacará outro. Em vários lugares haverá grandes tremores de terra, falta de alimentos e epidemias. Acontecerão coisas terríveis, e grandes sinais serão vistos no céu.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz



Não ficará pedra sobre pedra.
Este Evangelho conta que, aproveitando alguns comentários sobre a beleza do Templo de Jerusalém, Jesus lembra que este Templo será destruído: “Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra”. De fato, trinta anos após este discurso, o exército romano invadiu Jerusalém e destruiu completamente o Templo. O Templo será destruído porque não aceitou o enviado de Deus, o Messias.
Mas o sentido que Jesus quis dar vai além do Templo; atinge tudo o que pertence a este mundo. Tudo o que é da terra é passageiro. Não podemos nos apegar demais às coisas deste mundo, dando valor absoluto ao que é relativo, ou considerando definitivo o que é provisório. Quanta imprudência cometemos por nos esquecermos de que esta vida passa!
“Mas não será logo o fim.” Jesus quer dizer também que a destruição de Jerusalém e do Templo não será ainda o fim dos tempos. Isso porque muitos judeus associavam a destruição da Cidade Santa e principalmente do Templo, com o fim dos tempos. A vida vai continuar, diz ele, e os seus discípulos ainda deverão continuar cumprindo a sua missão, sem perder a esperança. A nossa esperança deve ser ilimitada e humilde. Não vamos marcar tempo para Deus agir, nem determinar o modo para ele agir. Ele sabe melhor que nós o momento certo de interferir na História humana e como fazer isso.
A aparente demora de Deus não significa que ele está nos abandonando. Pelo contrário, é sinal de paciência dele, esperando a nossa conversão. Ele espera que a humanidade vá amadurecendo, ao enfrentar problemas cada vez mais complexos.
“Quando ouvirdes falar em guerras e revoluções.” As guerras e a destruição da natureza são uma herança do pecado, e não sinal do fim dos tempos.
“Não fiqueis apavorados.” No fundo, o que Jesus quis com esse discurso foi dar-nos paz, em meio às turbulências do mundo.
“Cuidado para não serdes enganados.” Em meio às crises, sempre surgem falsos profetas dizendo: “Sou eu”, ou: “O tempo está próximo”. Jesus alerta: “Não sigais essa gente!” antes do ano 2000, havia os milenaristas que diziam: “De um passará, mas dois não chegará”. Depois que isso não aconteceu, sempre surgem adventistas que querem marcar datas para o fim dos tempos.
O Templo de Jerusalém, na sua primeira construção feita pelo rei Salomão, tinha colunas de alabastro, firmes como o granito, mas tão transparentes em sua pureza que a própria luz lhes transpassava. Algumas dessas colunas foram transportadas para a Itália e estão hoje na catedral de S. Marcos, em Veneza.
“Vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus” (1Pd 2,5). Que nós sejamos como aqueles colunas de alabastro, sustentando a nossa família e a nossa Comunidade cristã. Que sejamos fortes na fé, alegres na esperança, dinâmicos no amor e transparentes na verdade.
Maria Santíssima é, entre os santos, como uma pedra de brilhante. Ela nunca deu ouvido a falsos profetas, pois conhecia profundamente a Lei de Deus e a seguia. Mãe de Jesus e nossa, rogai por nós!
Não ficará pedra sobre pedra.








C0MPORTAMENTO


Ser humilde não é ser submisso!



Enquanto a humildade é caracterizada por uma forte aceitação de si e dos demais como seres com o mesmo valor, a submissão é marcada pela rejeição de si mesmo e uma supervalorização do outro.

Às vezes, confundimos as coisas e achamos, por exemplo, que ser humilde é a mesma coisa que ser submisso. Mas não, não é, mesmo que ambas as palavras sejam frequentemente empregadas como sinônimos.

Uma pessoa humilde não busca ficar no centro das atenções, não por medo ou timidez, não por se sentir inferior, mas por entender que isso não é importante, por saber que ninguém precisa estar no centro para ser centrado. E a pessoa humilde pode até abrir mão de expressar sua própria opinião, não por achar que ela não tenha valor, mas por entender que o que ela pensa, naquele momento, talvez não seja tão importante ou por perceber em certas situações que é mais prudente se calar.

Ser humilde é ser modesto e ter consciência das próprias limitações, é aceitar-se e aceitar os outros e viver de forma simples, natural e despretensiosa, sem vaidade, sem se corromper por valores estranhos e compreendendo que não é melhor que ninguém. Sim, ser humilde é principalmente isso: compreender que não se é melhor que ninguém, pois ninguém neste mundo é melhor que ninguém. Então, a pessoa humilde sabe que também o outro, qualquer outro, não é melhor que ela. E aqui está a principal diferença entre a humildade e a submissão.

A pessoa submissa não se valoriza, acredita não ter os mesmos direitos que (determinadas) outras pessoas, acha-se fraca perante aqueles que vê como mais fortes, permite ser desprezada porque ela mesma se despreza e abre muitas vezes mão de seu lugar neste mundo por se sentir inferior, por acreditar ser alguém de segunda categoria.

Enquanto a humildade é caracterizada por uma forte aceitação de si e dos demais como seres com o mesmo valor, a submissão é marcada pela rejeição de si mesmo e uma supervalorização do outro. Enquanto, então, a humildade é o gesto de amor próprio e ao próximo, a submissão é um gesto de negação de si mesmo, de alguém que não se ama e não se respeita.

Ao ter consciência das próprias limitações, a pessoa humilde sabe também onde estão os limites do outro, não permitindo que ele vá longe demais e não aceitando ser menosprezada, maltratada, humilhada por ninguém. Já a pessoa submissa não conhece esses limites ou talvez até conheça, mas não acredita ter o direito de impô-los, aceitando o menosprezo, os maus-tratos e a humilhação, submetendo-se até mesmo a um rebaixamento moral.

Portanto, está enganado quem acredita que está sendo humilde ao aceitar ser pisado por quem quer que seja, pois isso nada tem a ver com humildade. Isso é submissão.

Outra diferença entre as duas coisas é que a pessoa humilde é humilde sempre, independentemente da pessoa com quem interage. Ela será humilde ao falar com o chefe, com o prefeito, com o Presidente da República e será igualmente humilde ao falar com um empregado, com o zelador do prédio ou com o desabrigado que lhe pede esmola na rua. Novamente: ela entende que todas as pessoas (todas mesmo!) têm o mesmo valor. Já a pessoa submissa costuma se rebaixar diante daqueles que acredita que são mais fortes que ela, mas tenta humilhar alguém que acredite ser mais fraco. Ela aceitará então ser maltratada por seu chefe, mas maltratará o zelador do prédio ou qualquer um que julgue ser inferior.

Para mim, humildade é uma virtude, que devemos incentivar e alimentar. Já a submissão é um desvio, um defeito que precisamos corrigir o mais rápido possível. A humildade liberta, a submissão aprisiona.

Devemos sim nos sentir pequenos, pois somos pequenos, mas diante da criação, do universo, da vida. Mas jamais devemos nos diminuir perante qualquer outra pessoa, já que, na essência, somos todos iguais.









MOMENTO DE REFLEXÃO



Acalme meu passo Senhor

Desacelere as batidas do meu coração, acalmando minha mente.
 Diminua meu ritmo apressado com uma visão de eternidade do tempo.
 Em meio às confusões do dia, dê-me a tranquilidade das montanhas.
 Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranquilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.
 Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.
Ensina-me a arte de tirar pequenas férias, reduzir meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir minha música preferida.
 Acalme meu passo, Senhor...para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a Tua presença constante no meu coração.
Acalme meu passo, Senhor...para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo e calar-me para escutar Tua voz.
Acalme meu passo, Senhor...e inspire-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para que eu possa crescer até as estrelas do meu destino maior.
Obrigada, Senhor, pelo dia de hoje, pela família que me destes, pelo meu trabalho, pelos meus amigos e, sobretudo, pela Tua presença em minha vida.

AMÉM






Diário de Segunda-feira, 21/11/2016


Segunda-feira, 21 de novembro de 2016


“O importante da educação é o conhecimento não dos fatos, mas dos valores."
(Dean William R. Inge)*




EVANGELHO DE HOJE
Lc 21,1-4

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 1Jesus ergueu os olhos e viu pessoas ricas depositando ofertas no tesouro do Templo. 2Viu também uma pobre viúva que depositou duas pequenas moedas. 3Diante disso, ele disse: “Em verdade vos digo que essa pobre viúva ofertou mais do que todos. 4Pois todos eles depositaram, como oferta feita a Deus, aquilo que lhes sobrava. Mas a viúva, na sua pobreza, ofertou tudo quanto tinha para viver”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Viu também uma pobre viúva que depositou duas pequenas moedas.
Este Evangelho narra a cena da viúva oferecendo a Deus duas moedinhas de pouquíssimo valor, ao lado de pessoas ricas que ofereciam grandes quantias. Jesus explica que ela ofereceu mais do que todos, porque ela deu tudo quanto tinha para viver, enquanto os ricos ofereciam o que lhes sobrava.
Atrás do mesmo gesto, nós temos dois procedimentos bem diferentes:
- A viúva ofereceu tudo quanto tinha para viver, mas nem pensou nisso. Quem se dirigia pelo amor a Deus, não se preocupa muito consigo mesmo, porque sabe que Deus é Pai e cuida dos seus filhos e filhas. E a segurança oferecida pelo amor a Deus é muito maior do que a oferecida pelo dinheiro.
- As pessoas ricas ofereciam aquilo que lhes sobrava. Isso significa que elas colocavam a sua segurança no dinheiro, e calcularam antes, a fim de só oferecer a Deus o que não lhes ia fazer falta. Em outras palavras, elas davam a Deus o supérfluo. Por isso que os ricos são ricos.
E o resultado estamos vendo no dia-a-dia: pessoas morrendo de fome ao lado de supermercados abarrotados de alimentos; pessoas sem atendimento médico ao lado de hospitais de luxo cheios de leitos vazios, e de médicos e enfermeiras sem fazer nada...
Por outro lado, vemos esta mesma sociedade tentando resolver o problema da violência e não conseguindo, tentando resolver o problema das drogas e não conseguindo...
Podemos nos perguntar: A viúva foi imprudente? É certo alguém fazer isso que ela fez, dar tudo o que possui para viver? É certo ajudarmos um necessitado, usando para isso um tempo não livre, ou um bem do qual vamos precisar?
Aquela outra viúva, a de Sarepta (1Rs 17,8-17), deixou para nós um exemplo parecido: deu tudo o que tinha para matar a fome de um peregrino, e depois e nada lhe faltou.
A parábola do bom samaritano (Lc 10,25-37) também vai na mesma linha. O samaritano não calculou nada, quando desceu do seu cavalo e socorreu o ferido que viu na beira da estrada.
Todo gesto de amor verdadeiro inclui a doação da nossa vida. Do contrário, é egoísmo disfarçado em amor. Até um simples dar uma moeda ao mendigo que nos pede na rua, só será amor verdadeiro se estiver embutido no gesto uma entrega total de nós mesmos ao serviço daquele mendigo, se isto for necessário para fazê-lo feliz.
Na quinta-feira santa, Jesus apresentou esse novo jeito de amar, como o seu mandamento. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seu amigo”. Ele deu o exemplo, morrendo por nós.
Aquela viúva certamente tinha alegria, ao passo que os outros estavam tensos e tristes. É o que acontece quando seguimos e quando não seguimos o plano de Deus.
Havia, certa vez, um homem que era inseguro e vivia com medo de tudo e de todos. Não conseguia mais nem sair na rua. Então contratou seguranças particulares. No começo apenas um por período, depois dois, três... chegou a formar um exército de seguranças, mas o seu medo continuava. Ainda mais que algumas pessoas riam dele quando passava na rua, cercado de tantos seguranças.
Mas agora, o que fazer? Mandar esses seguranças embora? Se com eles o problema não se resolveu, imagine sem eles! E o homem continuou insegura, cercado de guardas por todos os lados.
A segurança que o dinheiro e a riqueza nos oferecem, é frágil, tem os pés de barro e pode cair e se quebrar a qualquer hora. Já a segurança baseada na confiança em Deus, aquela que tinha a viúva, é sólida e nos faz andar pela vida, até enfrentando perigos, de cabeça erguida e felizes.
Também Maria Santíssima, quando foi ajudar Santa Isabel, não calculou muito. Se tivesse calculado, certamente não teria ficado três meses na casa da prima, já que ela também estava grávida, e do próprio Messias. Também na cruz, Maria não calculou muito, pois correu risco, ficando ali de pé, junto do Filho, de ser também condenada por ser mãe do “criminoso” e o apoiar. Que Nossa Senhora nos ajude a imitarmos a viúva que Jesus nos apresentou como modelo.
Viu também uma pobre viúva que depositou duas pequenas moedas.







MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Desejo de status
Escrito por Luiz Marins



Outro dia fui repreendido por uma advogada porque não a chamei de Doutora. Um amigo me contou que ficou esperando duas horas para que lhe fosse entregue um cheque que estava pronto sobre a mesa de um diretor. Ao entregá-lo a secretária lhe disse: O cheque está pronto há muito tempo. É que o meu diretor gosta de deixar as pessoas esperando para se fazer de importante. Um agente de viagens me contou que há clientes que fazem absoluta questão de sentar no primeiro assento do avião, pois acham que sentar no primeiro assento é questão de status. Numa oficina, um mecânico me disse que o Dr. Fulano não aceita esperar um minuto sequer. A mesma coisa ouvi de um frentista de posto de gasolina: Aquela mulher não suporta esperar que atendamos outra pessoa em sua frente. Ela quer que a gente pare de atender a outra pessoa para atendê-la. Maitres e garçons ficam abismados de ver que há clientes que não vão ao restaurante se a sua mesa estiver ocupada. Uns assistem uma palestra sobre vinhos e se acham os maiores especialistas em enologia, ensinando o sommelier. Outros fazem questão absoluta de serem atendidos pelo dono do restaurante e não por garçons. Alguns não admitem que seu carrão vá para o estacionamento. Exigem que ele fique estacionado defronte ao restaurante - mesmo que não haja vagas. Tal hóspede só fica na suíte 206. Se ela estiver ocupada ele fica uma fera, disse-me o gerente do hotel...O presidente só toma café nesta xícara, confidenciou-me a copeira da empresa. Quando a anterior quebrou não encontramos no Brasil. Daí um diretor trouxe outra igual da França....
Esta lista de exigências não teria fim se quiséssemos esgotá-la. Por que certas pessoas sentem tanto desejo e mesmo necessidade de status?
Alain de Botton, um filósofo contemporâneo, estuda esse desejo tão exacerbado nos dias atuais em seu livro que leva o nome desta mensagem: Desejo de Status (Editora Rocco, 2004). O autor analisa o esnobismo contemporâneo como forma de vencer o anonimato e a falta de conteúdo das pessoas neste mundo de aparências em que vivemos. Vale a pena ler.
O mundo já está complicado demais para que as pessoas ainda vivam buscando status. Pessoas esnobes, desejosas de deferências e rapa-pés parecem não compreender que estamos no século XXI e não no XIX. Fico impressionado ao ouvir relatos de pessoas que fazem exigências absurdas, atendimentos especiais, mesas únicas. Geralmente são pessoas de origem humilde que necessitam dessas exigências e até da arrogância, para mostrar a sua importância, já que elas próprias, pouca importância se dão, dizem os psicólogos e filósofos que tratam do assunto.
Veja se você não está sendo vítima de um desejo exagerado de status e fazendo exigências descabidas de serviços e atenções, tornando-se arrogante e esnobe. Faça uma auto-análise antes de cair no ridículo e ser motivo de chacota das pessoas que lhe atendem e servem, mas riem de sua insegurança assim que você deixa o ambiente, crente que está abafando.
 Pense nisso. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO


Como conhecer o Amazonas


Certa vez, um senhor decidiu conhecer o Amazonas. Entrou em igarapés, andou pelas florestas, viu todo tipo de animais, lagos, o povo ribeirinho, os peixes pulando acima da água... Isso da foz até a nascente do grande rio. Depois voltou para a sua pequena cidade. O povo o aguardava ansioso para conhecer tudo sobre o Amazonas.

Entretanto, com que termos podia ele exprimir todos os sentimentos que inundaram seu coração, quando viu, na mata, aquelas flores de beleza e perfume inexprimíveis? Quando ele ouvia, à noite, os sons da selva? Como contar seus medos e ansiedades ante a ameaça das feras e dos rios que ele, em frágil canoa, navegava?

Então o homem lhes deu um mapa do Amazonas, pedindo a todos que fizessem a mesma experiência que ele. O mapa continha as cascatas, os afluentes, as correntes cristalinas, a floresta... Mas as pessoas pegaram o mapa e fizeram cópias para todos os interessados em conhecer o Amazonas. Com isso pensavam que já conheciam o grandioso rio.

E o pobre explorador arrependeu-se de, um dia, lhes ter dado aquele mapa, porque, na verdade, ninguém passou a conhecer o grandioso Amazonas.

Para uma pessoa que nunca degustou uma maçã, não adianta você descrever o gosto dela. É preciso comê-la. O mesmo acontece com a fé cristã e a experiência de Deus. Que tenhamos coragem de arriscar e entrar nesse maravilhoso rio, afim de conhecê-lo tal como é.

(Fonte: Anthony de Mello)