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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quinta-feira 26/06/2014



Quinta-feira, 26 de junho de 2014


“Há dois tipos de pessoas: as que têm medo de perder Deus e as que têm medo de O encontrar.” (Blaise Pascal)


EVANGELHO DE HOJE
Mt 7,21-29

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 21“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres? 23Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal.
24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!”
28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


A casa construída sobre a rocha e a casa construída sobre a areia.
Neste Evangelho, Jesus nos conta a bela parábola da casa construída sobre a rocha e da casa construída sobre a areia. A construção da casa é ouvir a Palavra de Deus, portanto a diferença não está aí, pois os dois ouviam a Palavra. O que faz a diferença – rocha e areia – é a prática ou não da Palavra. De fato, principalmente hoje com os meios de comunicação, todo mundo ouve a Palavra de Deus. No entanto, só uma minoria a segue.
A chuva, a enchente e a tempestade representam as dificuldades que enfrentamos na vida, que querem nos derrubar e impedir a nossa caminhada para Deus. Mas se a casa está construída sobre a rocha, isto é, se praticar a Palavra que ouvimos, “tiramos de letra” todos esses obstáculos.
A Palavra de Deus tem uma força própria, mas supõe a nossa colaboração, a nossa abertura a ela. Ela entra em nós pelos olhos ou ouvidos, mas não deve parar por aí e sim ir até a nossa inteligência para assimilá-la e aplicá-la na nossa vida, depois ir para o nosso coração, a fim de amá-la, e depois ela deve sair pelas nossas palavras, mãos, pés etc, transformando a nossa vida e nos fazendo agentes de transformação do mundo.
“Como a chuva e a neve que caem do céu para lá não voltam sem antes molhar a terra e fazê-la germinar e brotar, a fim de produzir semente para quem planta e alimento para quem come, assim também acontece com a minha palavra: Ela sai da minha boca e para mim não volta sem produzir seu resultado, sem fazer aquilo que planejei, sem cumprir com sucesso a sua missão” (Is 55,10-11). Essa é a força da Palavra de Deus. Mas quem a ouve é livre, por isso precisa colaborar, fazer a sua parte.
Jesus se refere àqueles que, no dia do juízo final, vão reclamar da sua condenação: “Senhor, senhor, não foi em teu nome que profetizamos?... Então eu lhes direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal”. Essas palavras são uma forte advertência para nós, pois a nossa auto avaliação de santidade nem sempre coincide com a avaliação de Deus. No nosso julgamento final, o que vai valer é se praticamos ou não sua Palavra. Na parábola do fariseu e o publicano, o fariseu se julgava santo, no entanto não era.
E Deus nos fala: A minha Palavra “não é difícil para ti nem está fora do teu alcance” (Dt 30,11).
Nós praticamos a Palavra quando obedecemos os dez mandamentos da Lei de Deus e os cinco mandamentos da Igreja, que aprendemos no catecismo. Cumprindo também os nossos deveres de estado, na prática da justiça e da caridade.
Deus deseja transformar o mundo todo, usando a nós como seus instrumentos. O primeiro passo nosso é ouvir a sua Palavra e a por em prática.
A nossa vida é como aquela caminhada que o povo hebreu fez no deserto, do Egito até a terra prometida. Cada dia de manhã, eles desarmavam a sua tenda, punham nas costas e caminhavam mais um pouco. Isso dura a nossa vida toda, pois só no dia da nossa morte é que teremos chegado, ou não, à terra prometida, que é o céu. Sempre há algo a melhorar, a aprender e a caminhar. Vivendo e aprendendo, aprendendo e ensinando.
Havia, certa vez, um casal que morava na roça e não tinha filhos. Um dia, a esposa resolveu abandonar o marido e fugir com outro homem. Ele ficou muito abatido, mas levantou a cabeça. Como não tinha quem cozinhasse, deixou a roça e foi morar na cidade. Arrumou emprego e morava numa pensão. Os anos se passaram e ele nunca mais teve notícia da esposa. Um dia, ele viu na rua a sua esposa. Estava magra, acabadinha, mal vestida e triste. E o pior: carregava uma sacola e pedia esmolas. Ele foi seguindo-a, atrás, disfarçadamente, e a viu entrar num bar. Ele foi depressa e entrou pela outra porta, sem que ela o visse. Ela começou a pedir ajuda para todos os homens que estavam ali. Ele então aproximou-se dela por trás e lhe deu todo o dinheiro que tinha. E logo se escondeu atrás de uma coluna, para que ela não o reconhecesse. A mulher estranhou a generosidade, mas aceitou a ajuda e agradeceu com um “muito obrigado”, mesmo sem ver quem era. Ele procurou o dono do bar e lhe pediu que desse para aquela mulher duas refeições por dia, que ele pagava. Mas, enquanto ele fala isso, ela reconheceu a sua voz. Chorou de vergonha, mas o marido a acalmou, dizendo-lhe: “O que passou, passou. Vamos reiniciar a nossa vida a dois, conforme juramos no Altar.
Percebemos, neste casal, que ele construía a sua casa sobre a rocha, e ela, sobre a areia. Felizmente ele agiu como Deus, mesmo após uma traição, continua amando e protegendo a pessoa que ama.
Queremos ser como Maria Santíssima: olhar para Deus, abrir o braços e dizer: “Eis aqui o escravo, a escrava do Senhor. Faça de mim como o Senhor quiser”.
A casa construída sobre a rocha e a casa construída sobre a areia.




MUNDO ANIMAL

Guia de Raças: Conheça o lado doce e fiel do amável Rottweiler


O Rottweiler é um cão considerado agressivo e com características que o tornam um excelente cão de guarda. Mas na verdade ele é extremamente dócil e adora brincar com crianças e adultos. O problema é que, infelizmente, as pessoas o colocam desde pequeno para guardar sítios, casas e outros locais e isso acaba excluindo a socialização deste cão e o tornando agressivo com estranhos.
O processo de colocar o cão desde pequeno junto com outros animais e com pessoas de todas as idades é indispensável para se ter um Rottweiler com suas características reais e, acima de tudo, contente. Entenda melhor esta e outras curiosidades contadas pela veterinária Priscila Haluschko Manso.

Origem da raça:

Possui origem desconhecida, mas seu porte e focinho lembram muito as características de um Mastiff. Quase foi extinto no século 19, mas voltou no século 20 com força total, graças aos policiais alemães que decidiram utilizá-los como cães policiais. Na idade média era usado como cão pastor e hoje em dia é ótimo para participar de esportes como trakking e cão alerta.

Raças similares:

A raça mais similar é o Mastiff, mas quando recém nascido, o Rottweiler se parece muito com os pequeninos pinchers e yorkshires. Houve casos de canis ilegais que vendiam filhotes de vira-latas com misturas de Doberman, Yorkshire, Pincher ou Daschund como Rottweilers. Por isso deve-se comprar cães apenas em canis registrados e legais.

Características físicas principais:

Possui o corpo robusto, um peitoral definido, pescoço grosso e cabeça grande (alguns apresentam cabeças maiores). De porte grande, seu andar e trote é bonito e seguro. Possui expressão séria e olhos escuros, os cães com olhos claros ou com um olho de cada cor são considerados impuros. Sua boca possui lábios negros e sua mordida não pode ter a arcada inferior por cima da superior.

Pelos:

Extremamente brilhante, com um pouco de oleosidade (que serve como proteção, por isso banhos frequentes não são indicados), curto e liso. Apresenta apenas a cor negra com pontos nas extremidades (boca, patas, acima dos olhos) na cor marrom-avermelhado. Qualquer ponto branco na pelagem mostra que o cão não é puro.

Tamanho:

É um cão de porte grande. O macho pode medir entre 61 e 68 cm e a fêmea entre 56 e 63 cm. O tamanho dos cães é a altura das patas dianteiras até a cernelha (os 'ombros' dos cães - logo abaixo do pescoço).

Peso:

O macho pesa entre 45 e 65kg e a fêmea entre 37 e 58 Kg.

Expectativa de vida:

Um Rottweiler vive entre 10 e 12 anos. Uma boa expectativa de vida devido ao seu porte grande e possíveis problemas de saúde.

Problemas de saúde:

A maioria dos Rottweilers apresentam displasia coxo-femural (desgaste da cartilagem entre a bacia e o fêmur), entropia das pálpebras (elas se voltam para dentro dos olhos e os cílios arranham a córnea do animal), problemas neurológicos e possíveis desvios temperamentais normalmente causados por criação agressiva ou isolamento.

Comportamento:

É um cão muito inteligente, extremamente fiel, dócil e brincalhão, o Rottweiler possui brincadeiras um pouco brutas devido ao seu tamanho e força. É considerado um cão muito amável e procura demonstrar o amor por seus donos de maneira doce e carinhosa, normalmente sentando no colo do dono (mesmo sendo enorme), pedidos de afago e fazendo gracinhas e truques ensinados.

Atividades:
Sua inteligência permite que o cão aprenda muitos truques e comandos. São extremamente diciplinados e gostam de obedecer os donos. Não devem ser adestrados com violência pois podem revidar as agressões, por isso o adestramento deve ser feito de maneira correta e amigável (pode ser feito depois de 15 dias da data da última vacina).
Assim como qualquer outro animal, os Rottweilers não podem viver confinados em um ambiente fechado e nunca devem ser isolados ou impedidos de ver as pessoas. A atividade mínima é um passeio diário de no mínimo 30 minutos, devendo ser acostumado a está rotina desde filhote para não estranhar outros cães e transeuntes.

Ambiente:

Devido ao seu porte, o Rottweiler precisa de espaço para exercícios com seu dono, não deve nunca ser preso em local fechado ou ser mantido afastado, com pouco contato com seu dono e família humana.

Em que estação vive melhor?

O cão vem de áreas mais frias, mas toleram bem qualquer clima ameno. Em dias mais quentes, água fresca com cubos de gelo, local com sombra e um chão de piso frio são medidas mais que suficientes para mantê-lo confortável.

Curiosidades da raça:

Em 1995, o Rottweiler foi considerado o cão nº1 do Brasil. No ranking de inteligência dos cães, o Rottweiler encontra-se na posição 9, este ranking mede inteligência do animal conforme ele aprende um comando, os cães que estão em primeiros lugares executam 8 de 10 comandos que são dados (comandos como sentar, dar a patinha e deitar).
                                                         



MOMENTO DE REFLEXÃO


Não quero ser uma folha seca que cai com o menor vento. Sou como a folha verde, forte, bem presa no galho e não temo as adversidades, os problemas.
Tenho Deus comigo. Uma força que não se dobra, um prazer de viver que não pode se extinguir por pouca coisa. Tenho por dentro uma paz resistente. Caminho olhando para frente.
Ainda quando enfrento a chuva de granizo, a seca, o mau tempo das necessidades e dores, não me entrego a olhar para trás, vacilante e medroso. Acredito em melhoria e sou mais feliz a cada dia que passa.
É feliz quem sabe viver.


Lourival Lopes


Diário de Quarta-feira 25/06/2014



Quarta-feira, 25 de junho de 2014


“Viver, é Fazer Valer a Pena Viver.”


EVANGELHO DE HOJE
Mt 7,15-20

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15“Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhe­ce­reis”.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Na rede Record era apresentado um programa chamado “O APRENDIZ”. Nesse programa um grande empresário ditava quem poderia ou não continuar, levando em consideração o perfil desejado, o empenho e a capacidade de resolver adversidades o melhor que possível.
Muita gente acompanhava o programa torcendo para que seus favoritos conseguissem lograr êxito e saírem vencedores.
Apesar da nítida dureza e severidade racional do apresentador só discordávamos dele quando criticava ou eliminava aqueles que estávamos emocionalmente envolvidos. Após cada “DEMISSÃO” havia uma reação proporcional dos que torciam desse lado da tela.
Duas coisas servem esse exemplo para nossa reflexão de hoje:
1) Discordamos apenas quando a opinião afeta nosso desejo;
2) Sabíamos reconhecer que o apresentador “vendia bem o seu peixe”.
Quanto a primeira…
É duro de aceitar, mas somos para Deus o PRODUTO e não a PROPAGANDA. Não dá para mentir para quem bem nos conhece. Boa parte de nossas desavenças surgem de interesses escondidos dentro do assunto. Um pai dificilmente vai a escola elogiar o trabalho de um professor, mas madruga na reunião que falará da nota vermelha que ele tirou.
Tornamos-nos mansos quando queremos algo. Somos fartos nos elogios e sorrisos aos chefes, aos que são importante, os que podem nos fazer algo, mas desrespeitosos com os mais simples que limpam nossa casa, nosso local de trabalho, nosso dia-a-dia. Conseguimos ser coelhos na “rua” e “cavalos” em casa com os nossos pais; andamos quilômetros para ver a nova namorada, mas não vamos à padaria da esquina comprar o pão (hunf)… Como disse, Deus conhece o PRODUTO e não se engana com a PROPAGANDA. “(…) Eles chegam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos selvagens. Vocês os conhecerão pelo que eles fazem“.
Uma coisa deve ser bem frisada: falsos pastores NÃO DISCORDAM DO NOSSO DESEJO MESMO QUE ELE SEJA EQUIVOCADO.
A segunda…
Voltando ao último grifo: Como é fácil fazer as coisas e por culpa nos outros?
Eu não duvido que o mal sugira as pessoas a fazer coisas erradas, mas é preciso ter claro que a última opinião será sempre nossa. Como pode uma moça ficar grávida e por a culpa na insistência do namorado e vice-versa?
Mas é justamente nisso que muitas igrejas e seitas se embasam: TUDO É O DIABO! Sim pode ser ele, mas sempre a última palavra do livre arbítrio é nossa. Não se faz ninguém crescer na fé dizendo que ele nada fez e sim outra pessoa. São igrejas onde só existem anjos. Repare o modelo impregnado do comércio nessa situação: O CLIENTE SEMPRE TEM RAZÃO.
Cada vez mais surgem pessoas mal intencionadas a falar o que QUEREMOS QUE FALEM em troca de dinheiro, ofertas e até de TRÍZIMO. Não falei errado não! Uma igreja já pregou a suas ovelhas que deveriam por uma graça parar o TRÍZIMO.
Precisamos reconhecer que ELES SABEM VENDER O SEU PEIXE! Fico triste que o povo acaba comendo JAÚ pensando que é PINTADO “(…) A árvore boa não pode dar frutas ruins, e a árvore que não presta não pode dar frutas boas. Toda árvore que não dá frutas boas é cortada e jogada no fogo. Portanto, vocês conhecerão os falsos profetas pelas coisas que eles fazem”.
Para finalizar deixo uma reflexão que talvez não conste na interpretação da Bíblia que eles apresentam aos seus:
“(…) Se alguém transmite uma doutrina diferente e não se atém às palavras salutares de nosso Senhor Jesus Cristo e ao que ensina nossa piedade, é um orgulhoso, um ignorante, alguém doentiamente preocupado com questões fúteis e contendas de palavras. Daí se originam invejas, ultrajes, suspeitas malévolas, discussões sem fim entre pessoas de mente corrompida, que estão privadas da verdade e consideram a piedade como uma fonte de lucro. Ora, a piedade dá grande ganho, sim, mas para quem se satisfaz com o que tem. Com efeito, não trouxemos nada para este mundo, como também dele não podemos levar coisa alguma“.(I Timóteo 6, 3-7)
Um imenso abraço fraterno!




CURIOSIDADES

Você sabia?


1-De acordo com Flávio Vespasiano Di Giorgi, professor de Lingüística da PUC, a expressão “novinho em folha” surgiu em alusão a livros recém-impressos, que estariam com as folhas limpinhas, sem dobras, riscos ou diferenças na coloração. Eram livros, portanto, “novinhos em folha”.

2-O termo “balzaquiana” é aplicado às mulheres que estão na faixa dos 30 anos. Porém, nem todos sabem que a expressão foi cunhada após a publicação de um livro do francês Honoré de Balzac. Em As Mulheres de 30 Anos, o escritor realiza uma análise do destino das jovens na primeira metade do século XIX, em particular dentro do casamento. E faz uma apologia às mulheres de mais idade, que, amadurecidas, podem viver o amor com maior plenitude. É o acontece à heroína da narrativa, Júlia. Ela se casa com um oficial do exército, mas depois descobre que a relação está longe de ser o que imaginava. Vê-se, então, presa a um matrimônio infeliz. Quando se torna uma trintona, porém, a moça consegue encontrar o amor nos braços de Carlos Vandenesse.

3-De acordo com o escritor Deonísio da Silva, em “De Onde Vêm as Palavras”, a frase “um é pouco, dois é bom, três é demais” foi popularizada no século XX, em uma canção do compositor brasileiro Heckel Tavares (1896-1969). Os versos dizem:” numa casa de caboclo, um é pouco, dois é bom, três é demais’”, explica o escritor. Embora a expressão seja relativamente recente, Deonísio afirma que seu sentido já aparecia na Bíblia. Segundo o Velho Testamento três pessoas formavam um grupo grande demais para discutir assuntos íntimos.

4-A palavra "Almanaque" vem do árabe al-manakh, que era o lugar onde os nômades se reuniam para rezar e contar as experiências de viagens ou notícias de terras distantes. Em português, almanaque refere-se a uma publicação que traz calendário, reportagens de conteúdo variado, como recreação, humor, ciência e literatura.

5- A palavra "Brincar" tem origem latina. Vem de vinculum que quer dizer laço algema, e é derivada do verbo vincire, que significa prender, seduzir, encantar. Vinculum virou brinco e originou o verbo brincar, sinônimo de divertir-se.
                                                       



MOMENTO DE REFLEXÃO


Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata. 25 anos de vida a dois.
 A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
 Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo.
Mas hoje quis satisfazer meu desejo.
Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

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1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
 2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
 3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
 4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.

PS: Tão simples como um pão com manteiga!

Diário de Terça-feira 24/06/2014



Terça-feira, 24 de junho de 2014
Dia de S. João Batista



“Enquanto se está no reino da força, vencem os fortes e perdem os débeis; mas quando se entra no reino da justiça perdem os prepotentes e vencem os justos.”


EVANGELHO DE HOJE
Lc 1,57-66.80

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe, porém disse: “Não! Ele vai chamar-se João”.
61s outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!” 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: “João é o seu nome”. E todos ficaram admirados. 64No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judeia. 66E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


João é o seu nome.
Hoje nós celebramos com alegria a festa da Natividade de S. João Batista. O Evangelho narra o seu nascimento e o nome que lhe deram.
A nossa vocação começa cedo, começa na nossa concepção, pois fomos criados já em vista de uma sublime e bela vocação dada por Deus. É interessante os pais colocarem nos filhos e filhas um nome que já expresse aquilo que eles querem que a criança seja mais tarde. E é aconselhável nós chamarmos as pessoas pelo seu nome de batismo, pois assim estamos lembrando a ela o seu batismo, que foi o acontecimento mais importante de sua vida, e lembrando também os compromissos que receberam no batismo.
“A Boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus.” João Batista recebeu de Deus a vocação de ser profeta. E o seu primeiro gesto profético foi, logo após o seu nascimento, abrir a boca do pai. O profeta deve abrir a boca e faz com que os outros também a abram, para anunciar a verdade e denunciar a mentira e a exploração.
Logo que cresceu, João Batista dedicou-se à penitência, à oração e à leitura da Palavra de Deus. Vivia nos lugares desertos. O deserto é um lugar árido, monótono e sem vegetação. Quem está no deserto não tem distrações, por isso olha para o céu e se lembra de Deus. O deserto é o lugar ideal para se fazer retiro.
Sobre João Batista, um dia Jesus perguntou ao povo: “Quem fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Que fostes ver? Um homem vestido com roupas finas? Olhai, os que vestem roupas finas estão nos palácios dos reis. Que fostes ver então? Um profeta? Sim, eu vos digo, e mais do que profeta. Este é de quem está escrito: ‘Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho diante de ti” (Mt 11,7-10).
Nós também somos chamados a ser mensageiros de Jesus, indo à sua frente a fim de abrir as estradas para ele chegar. A Igreja não é um simples verniz na sociedade, mas deve penetrar fundo nas culturas e organismos sociais, a fim de transformá-los por dentro.
Nas festas de S. João, nós costumamos erguer bem alto a bandeira dele, para dizer que ele é o maior profeta do Antigo Testamento. E a bandeira traz a frase: “Ecce agnus Dei”: Eis o Cordeiro de Deus. Para nos lembrar que o profeta aponta para Jesus.
A fogueira nos lembra que João Batista chamou Jesus de “Luz que ilumina as nações”. E disse também que Jesus batizará no Espírito Santo e no fogo. Jesus não nos dá sombra e água fresta, ele nos joga no fogo, o fogo do amor, mas também do conflito e da cruz. Lá no céu sim, teremos sombra e água fresca. Que a fogueira de S. João queime as nossas mediocridades e nos torne profetas.
João Batista, no deserto, vestia-se com pele da camelo e comia gafanhotos. O profeta não só fala, mas vive o que fala.
Certa vez, estava havendo um encontro de jovens de três dias. Eram aproximadamente cinqüenta participantes, uma turma difícil. Logo no início, eles já começaram a fazer críticas, dizendo que os dirigentes eram profissionais e que não viviam o que falavam. Isso, apesar de não os conhecerem antes. Já estava no segundo dia à tarde e a turma fechada, ninguém se confessava, nada. Os dirigentes preocupados. Chegou a vez de uma garota de dezessete anos fazer uma palestra sobre fé. Era a primeira vez que ela ia falar em público e estava nervosa. Mas criou coragem e foi. Entretanto, ao chegar à frente dos participantes, sua voz sumiu. Não conseguia falar. Após um breve tempo, ela pediu desculpas dizendo: “Vocês me desculpem, eu nunca falei em público; esta é a primeira vez”. E começou a falar. Após fazer a introdução, dizendo que ia falar sobre fé, a voz sumiu novamente. Aí ela começou a chorar e foi sentar-se numa cadeira lá atrás. Foi só choradeira na sala. E depois fizeram filas nas salas onde estavam os três padres presentes, para se confessarem.
Aquela menina, sem dizer quase nenhuma palavra, fez a melhor palestra do encontro, porque mostrou que não era profissional de encontros. Mostrou também que não estava ali por nenhum outro interesse, senão o seu amor a Cristo. E ainda fazendo um esforço enorme para cumprir sua missão.
Esta foi a melhor mensagem sobre fé. Sem dizer quase nenhuma palavra, ela falou melhor do que todos os demais palestrantes do encontro.
O Espírito Santo acompanha os profetas e os trabalhos missionários. Ele quer apenas que sejamos dóceis e disponíveis às suas inspirações.
Que S. João Batista e Maria Santíssima, a Rainha dos Profetas, nos ajudem a ser bons profetas e boas profetizas.
João é o seu nome.




VIDA SAUDÁVEL

Aloe Vera (babosa): Produtos para uma vida melhor!


Planta da família das Liliáceas que possui inúmeras propriedades regeneradoras, curativas, umectantes, lubrificantes e nutritivas.
No Brasil é popularmente conhecida como BABOSA e chamada de "a planta da saúde e da beleza", tendo seu uso documentado desde a antiguidade pelos fenícios e egípcios, além de passagens descritas na Bíblia. Estudos mostraram que a Aloe é uma mistura heterogênea de mais de 200 componentes individuais, inclusive polissacarídeos, glicoproteínas, aminoácidos, enzimas, vitaminas e minerais que em conjunto irão exercer ação positiva no organismo.
Segundo publicação oficial da Organização Mundial da Saúde (WHO), a Aloe Vera é amplamente utilizada em tratamentos cutâneos externos como irritações da pele, incluindo queimaduras de primeiro e segundo grau de origem térmica e/ou radioativa, machucados e esfoliações. Além disso, a Aloe possui propriedades cosméticas como hidratante. O gel de Aloe, às vezes, em combinação com outros ingredientes, reduz a inflamação em locais feridos, acelera a cicatrização, aumenta a duplicação e renovação celular, e quando corretamente aplicada, pode diminuir "manchas da pele e cicatrizes".
O gel de Aloe Vera tem também muita afinidade com a pele, possui uma capacidade de penetração superior e efetiva na pele integra. Renomadas instituições científicas e docentes têm efetuado estudos formais sobre a Aloe Vera, como por exemplo: Instituto de Ciências e Medicina Linus Pauling (Palo Alto - Califórnia - EUA), Instituto Weisman (Israel) e Universidade de Oklahoma (Texas - EUA) e outros tem efetuado estudos formais sobre a Aloe Vera. Apoiados por provas de laboratório e experiências químicas, mencionam as seguintes propriedades: 1- Inibidora da dor: seus princípios ativos têm uma notável capacidade de penetração até os planos mais profundos da pele, inibindo e bloqueando as fibras nervosas periféricas receptores da dor - interrompendo de modo reversível a condução dos impulsos. Além disso, reduz a dor por possuir uma poderosa força antiflamatória. 2 - Antinflamatório: Aloe Vera tem uma ação similar a dos esferóides, como a cortisona, mas sem seus efeitos nocivos colaterais. Por isso é útil em problemas como bursites, artrites, golpes, mordidas de insetos e etc. 3 - Coagulante: por conter cálcio, potássio e celulose, Aloe Vera provoca nas Lesões a formação de uma rede de fibras que seguem as plaquetas do sangue, ajudando na coagulação e cicatrização. O cálcio é parte do sistema nervoso, o potássio da atividade modular e a celulose da coagulação. 4 - Queratolática: faz com que a pele danificada de lugar a um tecido de células novas. 5 - Antibiótica: Sua capacidade bacteriostática, bactericida e fungitastica (antiviral), elimina bactérias inclusive Salmonela e Estafilococos - que causam infecções inibindo sua ação daninha. 6 - Regeneradora: A Aloe Vera possui um hormônio que acelera a formação e o crescimento de células novas. Graças ao cálcio que contém, elemento vital na osmose celular - intercambio de líquidos, ajuda as células manter seu frágil equilíbrio interno e externo. 7 - Energética e Nutritiva: uma das características de maior importância da Aloe Vera é que contem 19 aminoácidos assenciais, necessárias para a formação e estruturação das proteínas, que são a base das células e tecidos e também minerais, como fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, potássio e sódio, todos elementos indispensáveis para o metabolismo e atividade celular. 8 - Contém Vitaminas: vitamina "A", excelente para a visão cabelo e pele; vitamina B1, B5, B6, B12, para o sistema nervoso central e periférico e vitamina C, responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico e pela tonicidade dos capilares do sistema cardiovascular e circulatório. 9 - Digestiva: A Aloe Vera contem grandes quantidades de enzimas necessárias para o processamento e aproveitamento dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo. 10 - Desintoxicante: contem acido uronico, elemento que facilita a eliminação de toxinas a nível celular, e a nível geral estimula a função hepática e renal, primordiais na desintoxicação do nosso organismo. 11 - Rehidratante e Cicatrizante: penetra profundamente nas três camadas da pele - derme, epiderme e hipoderme - graças a presença de ligninas e polissacarídeos restitui os líquidos perdidos, tanto naturalmente como por deficiências de equilíbrio ou danos externos, preparando os tecidos de dentro para fora nas queimaduras - sol e fogo - fissuras, cortes, ralados, esfolados, perda de tecidos, etc. Os muitos benefícios dos princípios ativos da Aloe Vera, tanto são para uso tópico - externo na pele, como para uso em tecidos, membrana e mucosa - interno. Empresa Forever Living, a maior plantadora, processadora e distribuidora de produtos a base de aloe vera do mundo e também de produtos derivados de abelha, como própolis, pólen, geleia real e mel.
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MOMENTO DE REFLEXÃO


Tem gente que viveu tanto tempo só reclamando da vida,
que não consegue sair desse círculo vicioso que a reclamação traz.
Primeiro, a reclamação é "prima-irmã" da frustração,
e quem reclama vive uma frustração, seja por não ter algo,
ou por não saber o que quer na verdade.

Pode ver que quem reclama, reclama quase sempre das mesmas coisas.
Pode melhorar o dia, e ela vai reclamar do sol, da chuva, do vento...

A reclamação é parente direta da desilusão.
A desilusão é aquela vontade frustrada de alguém que esperava algo
de outro alguém...
E esperar coisas que sonhamos de outras pessoas, é dureza!

Por isso, policie-se!
Se você anda reclamando demais das coisas ou das pessoas,
pode reparar que o problema não está nem nas coisas e nem nas pessoas.
Está em você!

Pode procurar que você vai achar, sonhos frustrados,
desejos mal resolvidos e principalmente:
criação de expectativas em cima de outras pessoas.
Confie em você, na sua capacidade de ser, fazer e criar.
Espere em Deus, não nos outros.
Assim, reclamar será verbo do passado que você vai deixar de conjugar.
Seja feliz!
Motivos não faltam.


Paulo Roberto Gaefke

Diário de Segunda-feira 23/06/2014



Segunda-feira, 23 de junho de 2014


A maior deficiência é a falta de coragem para lutar!


EVANGELHO DE HOJE
Mt 7,1-5

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


- Não julguem os outros para vocês não serem julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros. Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


Tira primeiro a trave do teu próprio olho.
Neste Evangelho, Jesus nos pede para não julgar as pessoas. E ele apresenta como argumento o fato de nós também termos defeitos, às vezes maior do que os da pessoa. Tão maiores quanto uma trave é maior que um cisco.
“Vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes.” Isto significa que os critérios que Jesus usará para nos julgar serão os mesmos que nós usamos para julgar o nosso próximo. Quem é condescendente será julgado com condescendência; quem é rigoroso será julgado com rigor.
É evidente que compensa sermos ultra condescendentes com o nosso próximo, procurando enxergar sempre o seu lado bom.
Todas as pessoas têm um fundo bom, pois foi Deus que as criou e ele só faz coisas boas. No caso, por exemplo, de uma criança delinqüente, foram as pessoas que convivem com ela que a fizeram assim. O julgamento, portanto, deve cair mais nessas pessoas do que na criança. A sociedade pecadora fabrica marginais, drogados e criminosos. E nós fazemos parte desta sociedade. Portanto, se jogarmos pedra em alguém, a pedra pode voltar a nós.
Ao vermos ou ouvirmos falar de defeitos de alguém, devemos ver o outro lado, as qualidades da pessoa, e dizer: “ainda bem que ela é isso e mais aquilo”, destacando alguma qualidade da pessoa. Para os maledicentes, é um jato de água fria.
A imagem do cisco e da trave no olho nos mostra um aspecto importante do julgamento: Ele é sempre subjetivo. Se uma pessoa nos é simpática, facilmente aprovamos tudo o que ela faz. Se outra nos é antipática, reprovamos nela aqueles mesmos atos que na outra eram qualidades.
O julgamento de Jesus foi subjetivo. Os verdadeiros motivos da sua condenação foram totalmente outros, bem longe dos apresentados. Se as autoridades tivessem “tirado a trave dos seus olhos”, teriam se tornado discípulas de Jesus, em vez de condená-lo.
Se uma pessoa que cometeu um erro é acolhida e bem tratada, pode tornar-se melhor do que era antes de cometer aquele erro. É importante lembrar que o que vale é o que a pessoa é hoje, não o que foi no passado, pois uma pessoa que no passado caiu, pode hoje estar mais madura e consciente, conhecedora do mundo e de suas tentações, portanto, mais santa. “Se o ímpio se arrepender... nenhum dos pecados que cometeu será lembrado” (Ez 18,21-22).
A Comunidade cristã é agente de inclusão dos excluídos. Ela deve acolher, e acolher sempre. Perdoar, e perdoar sempre.
A gente acolhe o pecador, não o pecado que ele fez. Reprovamos todos os erros e queremos extirpá-los da Comunidade, mas sem julgar as pessoas que os fizeram, pois não conhecemos o interior de ninguém, não sabemos as verdadeiras razões dos seus atos e as suas intenções ao praticá-los, e não conhecemos direito o passado da pessoa, que a levou a fazer aquilo.
A sociedade, especialmente a mídia, criou uma palavra para taxar os que fazem coisas erradas: “bandido”. Cada cidadão divide a sociedade em dois grupos: bandidos e não bandidos. E se coloca do lado dos não bandidos, sendo que pode ser pior que os outros, pois ajudou a fabricar a cultura que os levou a praticar crimes. Conclusão: devemos ser como Deus que “faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,45).
Na cena da mulher adúltera, Jesus simplesmente mostrou a trave que estava no olho de cada fariseu que tinha nas mãos as pedras para apedrejá-la.
Certa vez, dois rapazes entraram numa loja de lembranças. Um deles era muito crítico e começou logo a ver defeito em tudo. O vaso de flor estava feio, o cavalinho não parecia cavalo... De repente chegaram a uma coruja. Ele logo disse: “Eu conheço bem corujas. Não é assim. A cabeça não está proporcional ao corpo, a pose dela não é essa...” Quando acabou de falar, a coruja virou a cabeça e piscou para eles. Era uma coruja viva e ele pensava que estava vendo uma imitação de coruja. O coitado ficou com a cara no chão.
É isso que dá ser negativo, pessimista e só ver defeitos.
Maria Santíssima é chamada, na Salve Rainha, Mãe de misericórdia. Que ela nos ensine a ser humildes, misericordiosos e não julgar ninguém.
Tira primeiro a trave do teu próprio olho.




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


A importância do Marketing Interno
Professor Luiz Marins


Conheço grandes grupos empresariais de renome e mesmo empresas de médio porte que preocupam-se bastante bem com sua imagem externa  e tem um incrível descuido na tarefa fundamental de cuidar da imagem interna ou de "vender a empresa para seus próprios funcionários", ou ainda no que hoje se chama de "marketing interno" ou mesmo simplesmente na "comunicação interna".
É incrível como boa parcela dos funcionários de uma empresa desconhece totalmente os planos, projetos ou mesmo a realidade da própria empresa - onde ela está investindo, abrindo filiais, etc. - sentindo-se muitas vezes "traídos"  por serem os últimos comunicados dos progressos e dos insucessos da empresa em que trabalham.
É preciso cuidar com extremo carinho e cuidado da comunicação interna. Principalmente quando se trata de grupos empresariais de grande porte, a ausência de comunicação sistemática é altamente desmotivadora. Ficar sabendo das coisas pelos jornais ou pela boca de pessoas de fora da empresa,  é algo que nenhum funcionário perdoa à sua empresa.  E não bastam só os famosos boletins ou jornais empresariais que poucos lêm e para os quais ninguém manda notícias relevantes.
É preciso um trabalho sério de "marketing interno"  que deve ter os mesmos cuidados ou até maiores do que as ações de marketing externo.  Assim, reuniões, murais, comunicados, jornais, vídeos, exposições, seminários, etc., vem sendo hoje utilizados com grande preocupação como instrumentos de comunicação interna com o objetivo de realmente "conquistar o cliente interno - o funcionário - para a empresa".
Nesta semana, gostaria de sugerir que você fizesse um diagnóstico do processo de comunicação interna na sua empresa. Seus funcionários sabem dos planos e projetos da empresa? Eles participam? Opinam? Como ficam sabendo? Formal ou Informalmente? Qual foi a última vez que você fez um seminário, reunião geral, etc. onde todos os seus funcionários graduados, principalmente gerentes, tiveram a oportunidade de ouvir dos seus companheiros e dizer a eles o que estão fazendo, como e por quê?
Sem conhecimento não há integração. Sem integração não haverá qualidade. Sem qualidade não haverá sucesso. Cuide com muito cuidado da comunicação interna de sua empresa. Faça um bom marketing interno. Faça com que todos conheçam, de fato, o que é, o que quer e para onde vai a empresa para a qual trabalham.
Pense nisso. Sucesso!




MOMENTO DE REFLEXÃO


Um médico entrou num hospital apressado, depois de ter sido chamado para uma cirurgia urgente. Ele respondeu à chamada imediatamente, e mal chegou trocou-se e foi direto para o bloco operatório. Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para frente à espera do médico. Quando o viu, o pai gritou:
- Porque demorou este tempo todo a vir? Não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem o mínimo de sentimento e de responsabilidade?
O médico sorriu e respondeu serenamente:
- Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim assim que recebi a chamada. Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.
- Acalmar-me? E se o seu filho estivesse dentro do bloco operatório, você também ficaria calmo? E se o seu filho morresse o que faria? - disse o pai visivelmente agitado.
- Ficar nesse estado alterado e de nervos não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho. Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo dentro das minhas capacidades, disse o médico.
- Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito, murmurou o pai entre dentes.
Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.
- A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho! Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.
Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado. O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:
- O médico é mesmo arrogante. Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral do meu filho?
A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:

- O filho do doutor morreu ontem num acidente rodoviário. Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho. Agora que a cirurgia terminou e o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral para prestar a última homenagem ao filho dele.