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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quinta-feira 27/09/2012






Quinta-feira, 27 de setembro de 2012


“Os filhos são as âncoras que mantêm as mães agarradas à vida"

(Dedico este Diário de hoje à minha filha Priscila pelo seu aniversário. Deus te abençoe minha filha.)




EVANGELHO DE HOJE
Lc 9,7-9


Herodes, o governador da Galiléia, ouviu falar de tudo o que estava acontecendo e ficou sem saber o que pensar. Pois alguns diziam que João Batista tinha sido ressuscitado, outros diziam que Elias tinha aparecido, e outros ainda que um dos antigos profetas havia ressuscitado. Mas Herodes disse:
- Eu mesmo mandei cortar a cabeça de João. Quem será então esse homem de quem ouço falar essas coisas?
E Herodes procurava ver Jesus. 






MEDITANDO O EVANGELHO
Newton Hermógenes Silva


“Quem é, pois este, de quem ouço tais coisas?”

Diante da pergunta do Rei Herodes e da sua vontade de ver Jesus: “Quem é, pois este, de quem ouço tais coisas?”, somos chamados a uma importante reflexão a respeito do que nós pensamos de Jesus Cristo, quem Ele é para nós, como nós O vemos?

Somos cristãos, apenas porque seguimos uma religião cujos ensinamentos são baseados nos evangelhos? Somos cristãos apenas porque nossos pais nos ensinaram uma doutrina religiosa? Somos católicos porque seguimos a tradição familiar ou da comunidade onde vivemos, e por isto nos denominamos cristãos? Quem é Jesus Cristo para nós? Como é o meu desejo de ver Jesus Cristo?

Jesus chamava a atenção de todos. Algumas pessoas se maravilhavam com o que viam e ouviam, os religiosos ficavam incomodados, e particularmente o Rei Herodes. Porque será que Jesus incomodava tanto os religiosos e o poder constituído da época? E hoje, será que muita gente ainda se sente incomodada quando houve falar do nome de Jesus e do seu evangelho?
 Estes questionamentos são importantes, para que nós possamos refletir melhor nosso modo de pensar e de agir como cristãos. Como seguidores de Cristo, devemos conhecer Jesus na intimidade, olhar para Jesus não como o mundo O vê, mas como verdadeiros discípulos seus, como filhos de Deus. Ao dirigir-se aos seus, Ele pergunta: ´´E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: ´´Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!´´ (Mt 16,15/16). Pedro assim respondeu, porque possui os olhos e o coração de quem conhece o seu mestre na intimidade.
 Para conhecer Jesus na intimidade, devemos viver intensamente o seu evangelho, entregar a nossa vida a Ele, a ponto de sentir e dizer como São Paulo na sua carta aos Gálatas: “Vivo, mas já não sou eu que vivo”. É Cristo que vive em mim” (Gl 2,20). Devemos amá-lo com todo o nosso coração, recebendo-O como alimento diário para as nossas vidas, pois é Ele quem nos diz: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crêe em mim nunca mais tera sede”, este é o verdadeiro sentido da Comunhão. O nosso amor por Ele deve ser incondicional, porque ninguém amou mais a nós do que Ele que se entregou na cruz pelos nossos pecados. E é Ele quem vem nos dizer: “Se alguém me ama guardará minha palavra e o meu Pai o amará e a ele viremos e nele faremos nossa morada (Jo 14,23)”.
 Esta é a diferença de quem conhece Jesus na intimidade como os apóstolos conheceram, os outros apenas ouviam falar de Jesus, Herodes era como os outros não fazia diferença, tinha o coração duro, empobrecido, buscava justificar Jesus com sua razão e crendice, chamando-o de profetas já mortos, tinha medo do desconhecido, era um supersticioso, Nós não temos motivos para ter medo, porque conhecemos a Jesus, o nosso olhar sobre Ele tem um diferencial porque nós o sentimos e sabemos que Ele é o filho de Deus, que veio para nos salvar!





MEIO AMBIENTE

Usando a Natureza para controlar pragas



Cada espécie animal ou vegetal tem uma função no ambiente, e o objetivo nunca deve ser a eliminação da "praga" do ecossistema, para evitar desequilíbrios, por vezes impensados.

Um dos principais negócios do agribusiness é o controle de pragas, sejam as que atacam as lavouras ou as que servem como vetores para doenças no Homem ou nos animais, movimentando bilhões de dólares anuais. Mas, ao tempo em que controlam as pragas, a maioria dos produtos químicos também apresenta o que se chama de efeitos colaterais, ou seja, efeitos sobre outros organismos - inclusive o Homem - e sobre o ambiente em geral. Durante muito tempo, estes efeitos sobre organismos não-visados foram desconsiderados ou minimizados. Mais recentemente, por pressão da sociedade, em especial dos cientistas e dos ecologistas, iniciou-se a busca de alternativas para o controle de pragas, com o mínimo de impacto não desejado. É quando se inicia o uso massal de controle biológico, quando aparecem as variedades transgênicas e outras formas modernas de controle.

Inseticidas naturais


A Universidade Federal de São Carlos e a Universidade Estadual Paulista se uniram em um projeto conjunto para pesquisar produtos naturais para controle da saúva, uma das pragas mais vorazes da agricultura. Diversos vegetais foram pesquisados, buscando identificar e extrair substâncias que atuem sobre as formigas. Os resultados mais promissores se encontram na mamona, batata doce, fava branca e em Virola sebifera, que é uma planta que as formigas rejeitam.

No caso da mamona os resultados são espetaculares, pois foi extraído um alcalóide que apresenta um efeito formicida muito forte na saúva, mesmo quando é utilizado em pequenas doses. Quando se associa este alcalóide com a sesamina - substância fungicida encontrada no gergelim - o efeito é devastador, porque, além de matar a formiga, morre também o fungo que serve de alimento para o formigueiro. Com a morte do fungo, acaba também o formigueiro.

Manejando as formigas

A visão moderna de controle de pragas é o que se denomina Manejo Integrado de Pragas. É uma visão integrada do problema, entendendo que cada espécie animal ou vegetal tem uma função no ambiente, e o objetivo nunca deve ser a eliminação da "praga" do ecossistema, para evitar desequilíbrios, por vezes impensados. No caso das formigas, eliminá-las significa eliminar predadores e parasitas que dependem delas para sua sobrevivência. Acabando com o controle biológico natural, quando as formigas voltarem, o farão com mais força. E, também, não se pode esquecer a importância das formigas na aeração e fertilização do solo. O uso de substâncias naturais, que podem controlar o número de formigas e a atividade do formigueiro, pelo controle do fungo, permite "manejar" as formigas, evitando que causem problemas às lavouras, sem eliminá-las definitivamente.


Décio Luiz Gazzoni : Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa Soja.
Site: www.gazzoni.pop.com.br







MOMENTO DE REFLEXÃO


Lá estava eu com a minha família, de férias, num acampamento isolado, com carro enguiçado. Tentei dar a partida no carro. Nada. Caminhei para fora do acampamento, e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho que passava por ali. Minha mulher e eu concluímos que estávamos à mercê de uma bateria descarregada.
Sem alternativa, decidi voltar a pé até uma vila mais próxima, a alguns quilômetros de onde estávamos. Duas horas depois, com um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto lembrei que era Domingo.
O lugar estava fechado, mas havia um telefone público e uma lista telefônica caindo aos pedaços. Telefonei para a única companhia de auto socorro, localizada na cidade vizinha, a cerca de 30 km.
Zé atendeu o telefone e me ouviu, nos mínimos detalhes.
- Não tem problema - ele disse quando dei minha localização - normalmente não trabalho aos domingos, mas estarei aí em mais ou menos meia hora.
Fiquei aliviado de obter socorro, mas preocupado com as implicações financeiras que essa oferta de ajuda, significaria. Ele chegou em seu reluzente caminhão-guincho, e nos dirigimos para a área de acampamento.
Quando saí do caminhão, observei com espanto, o Zé descer com aparelhos na perna, amparado por muletas. Ele era paralítico!
Enquanto ele se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental para calcular o preço da sua boa vontade.
- É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão ir embora, disse.
Ele reativou a bateria e enquanto ela recarregava, distraiu meu filho pequeno com truques de mágica. Até tirou uma moeda da orelha e deu a meu filho.
Enquanto ele guardava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.
- Ó! Nada! - respondeu, para minha surpresa.
- Tenho que lhe pagar, afinal, esse é o seu trabalho.
- Não - ele reiterou - Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação pior do que esta, quando perdi as minhas pernas. O sujeito me disse apenas para "passar isso adiante". Portanto, você não me deve nada.
Devemos estar sempre prontos a retribuir.




Diário de Quarta-feira 26/09/2012







Quarta-feira, 26 de setembro de 2012


''Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação! "  



EVANGELHO DE HOJE
Lc 9,1-6


Jesus chamou os doze discípulos e lhes deu poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças. Então os enviou para anunciarem o Reino de Deus e curarem os doentes. Ele disse:
- Nesta viagem não levem nada: nem bengala para se apoiar, nem sacola, nem comida, nem dinheiro, nem mesmo uma túnica a mais. Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem na casa em que forem recebidos até irem embora daquele lugar. Mas, se forem mal recebidos, saiam logo daquela cidade. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente.
Os discípulos então saíram de viagem e andaram por todos os povoados, anunciando o evangelho e curando doentes por toda parte. 





MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Deus nos chama a sermos discípulos e emissários do reino, mas que reflexão faço da minha evangelização? O quanto nós católicos nos imbuímos dessa missão?
Não vou falar das outras religiões, mas sim das pessoas que perdemos de vista, muitas vezes por nossa fraqueza (em argumentos, atitudes e gestos) em transmitir a mensagem da Boa Nova. Se Jesus enviou o seus, com toda confiança e autoridade até as pessoas, por que essa confiança esfriou? O que precisa ser revisto?
Recentemente Bento XVI em um discurso aos Bispos da Regional Nordeste 3, mas creio que sirva para todos nós, fala dessas “percas” como um processo provocado pelas alternativas no mundo, mas que fora aumentado talvez pela a nossa falta de tato e de leitura de mundo.
“(…) os batizados não suficientemente evangelizados são facilmente influenciáveis, pois possuem uma fé fragilizada e muitas vezes baseada num devocionismo ingênuo, embora, como disse, conservem uma religiosidade inata. Diante deste quadro emerge, por um lado, a clara necessidade que a Igreja católica no Brasil se empenhe NUMA NOVA EVANGELIZAÇÃO QUE NÃO POUPE ESFORÇOS NA BUSCA DE CATÓLICOS AFASTADOS BEM COMO DAQUELAS PESSOAS QUE POUCO OU NADA CONHECEM SOBRE A MENSAGEM EVANGÉLICA, CONDUZINDO-OS A UM ENCONTRO PESSOAL COM JESUS CRISTO, VIVO E OPERANTE NA SUA IGREJA”. (Bento XVI)
Esse trecho me faz pensar se é mesmo necessário brigar com a equipe de liturgia, com os cantores, com os leitores, que apesar de todo cuidado, algo ter saído dos “conformes” na missa; fico a pensar se o discurso ou homilia ou reflexão focada na política, nas broncas, nas duras palavras tem sentido se apenas dez por cento da mensagem falada é absorvida; fico a pensar se ser igreja é esperar que o cristão venha para nossos grupo, pastoral ou movimento omitindo-se de “enxergá-lo quando não pertence “aos meus”?
Sim! Precisamos rever nossas práticas na prática.
“(…) E o proprietário admirou a astúcia do administrador, porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz no trato com seus semelhantes”. (Lucas 16, 8)
A igreja, que somos nós, não precisa se adequar as pessoas por completo, pois seria impossível se ajustar a tantos quereres e individualidades, mas precisa focar no que é importante. Preciso deixar para trás o que não edifica, pois nessa jornada o que precisamos é APENAS levar a mensagem. “(…) Nesta viagem não levem nada: nem bengala para se apoiar, nem sacola, nem comida, nem dinheiro, nem mesmo uma túnica a mais. Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem na casa em que forem recebidos até irem embora daquele lugar”.
Ainda haverão exortações, palavras pesadas e cheias de verdade (é muito importante que nunca deixem de existir), mas parece que aos poucos a figura do cristão, seja ele sacerdote, bispo, catequista, (…) que “desce o reio” mas não sabe também acolher tem seus dias contados.
Sua Santidade diz uma grande verdade sobre nossa fé ser basicamente devocional, característica de um povo que quer ouvir a voz de um pastor e não um guerreiro.
Ter muito o que caminhar e a missão apenas começou. “(…) Os discípulos então saíram de viagem e andaram por todos os povoados, anunciando o evangelho e curando doentes por toda parte”.
Um imenso abraço fraterno





CURIOSIDADES

Pontes


Golden Gate (São Francisco, EUA)
Suas obras iniciaram em 5 de janeiro de 1933, e custou cerca de 1,3 milhão de dólares. No dia da inauguração, 27 de maio de 1937, estima-se que 200 mil pessoas passaram pela Golden Gate. A ponte tem 2,2 km de extensão, e passa sobre a Baía de São Francisco.


Rialto (Veneza, Itália)
A famosa ponte Rialto foi construída em 1588. O projeto de Antonio de Ponte venceu um concurso que teve a participação de célebres artistas, como Michelangelo. Até 1854, esta ponte era a única maneira de os pedestres atravessarem o grande canal.


Yongji (Guangxi, China)
Construída pelo povo Dong, um dos 56 grupos étnicos chineses, a Ponte do Vento e da Chuva foi inaugurada em 1916 e é feita de madeira e pedra. A estrutura de 3,7 m de altura e 76 m de comprimento é considerada pela ONU parte do patrimônio histórico e cultural da humanidade.


Tower Bridge (Londres, Inglaterra)
Por ser uma ponte elevadiça, a construção que liga as margens do rio Tâmisa possui um aviso sonoro para que os motoristas parem, assim as embarcações podem passar. Isso não aconteceu em 1952, quando o motorista de ônibus Albert Gunton não percebeu que a ponte se levantava e, como num filme, acelerou e pulou de uma lado ao outro. Nenhum passageiro ficou ferido. A Tower Bridge possui 40 m de altura, em seu pontos mais alto, e tem 240 m de comprimento.


Ponte Vecchio (Florença, Itália)
"Vecchio", em português, significa "velha". Feita em 1333, a ligação entre as margens do rio Arno merece o nome que tem. Construída em madeira, diversas enxentes obrigaram que a ponte fosse refeita em pedra, em 1345. Além de ser um dos pontos turísticos mais visitados da Velha Bota, Hitler, com a invasão de seu exército, deu ordens expressas para que a Vecchio fosse deixada de pé.


Ponte da Baía de Hangzhou (Baía de Hangzhou, China)
Inaugurada em 1º de maio de 2008, é a maior ponte marítima do mundo — com quase 36 km de extensão. O custo para o governo chinês foi de 1,4 bilhão de dólares. Reduziu o tempo de viagem entre Xangai e Ningo de quatro para duas horas e meia. A velocidade máxima em suas seis pistas é de 100 km/h.


Viaduc de Millau (Millau, França)
É a ponte mais alta do mundo, com 343 m de altura. Outra atração francesa, a Torre Eiffel poderia ser posicionada abaixo do Viaduc de Millau, já que tem 19 metros a menos. Durante os dias de tempo fechado, as nuvens atrapalham a visão dos motoristas.


Ponte Rio-Niterói (Rio de Janeiro, Brasil)
O nome original da ponte que passa pela Baía de Guanabara é "Ponte Presidente Costa e Silva". A construção de 13 km utilizou técnicas inovadoras de engenharia, firmando fundações nas rochas sub-marítimas. As obras foram iniciadas em 9 de novembro de 1968, com a presença da Rainha Elizabeth, da Inglaterra.


Ponte Octávio Frias de Oliveira (São Paulo, Brasil)
Unindo a Marginal Pinheiros à avenida Jornalista Roberto Marinho, a primeira ponte estaiada em forma de "X" com pistas cruzadas tem 1,6 km de extensão e 130 m de altura. O cartão postal instantâneo apareceu no filme "Ensaio sobre a cegueira", do diretor Fernando Meirelles.


Fonte: Guia dos Curiosos






MOMENTO DE REFLEXÃO


Alguém tem medo de ser feliz?
Não!
À primeira vista não.
Quando tudo nos direciona para a busca da felicidade, parece mesmo ridículo afirmar que as pessoas têm medo da felicidade.
E então, por que essa estranha sensação que sentimos quando tudo vai bem demais nas nossas vidas?
Por que o medo de falar, ou de falar alto demais, como se essa felicidade fosse algo tão frágil que pudesse nos escapar a qualquer momento?
É por isso que quando as pessoas recebem boas notícias, evitam compartilhar.
Ou acreditar.
Como se a felicidade fosse algo imerecido.
Dizemos: "estou tão feliz que tenho até medo;" "nem vou falar, senão estraga;" "não conte pra ninguém que dá azar..." e coisas assim.
Dessa maneira acabamos estragando nossos momentos de felicidade com nossos temores.
Uma coisa que poderia ser vivida a cem por cento, torna-se oitenta, pois o restante é transformado na angústia de perder o que tanto se desejou.
Mas, pra que ter medo?
Agarremos nossa felicidade, nossa boa notícia com unhas e dentes!
Os invejosos talvez nos olhem de lado, mas então olhemos para outro lado, onde existem certamente outros que podem compartilhar da nossa alegria.
As pessoas que vencem na vida são as que se direcionam para as coisas positivas e não perdem tempo com negativismo.
Eu li que "enquanto a felicidade está na sua sala, a infelicidade dorme na sua cama."
Se isso é mesmo verdade, então, só tenho uma sugestão: mudar de quarto, de cama, dormir na sala... mas guardar a preciosa felicidade!
O que é nosso ninguém toma a menos que a gente permita.
Nunca tenha medo de ser feliz!
Da mesma forma, nunca tenha medo de sofrer.
Construa seu mundo com aquilo que ele te oferece, colocando você mesmo as cores que quiser.
Não dependa dos outros para ser feliz ou infeliz, mas viva a sua vida como verdadeiro dono dela.
O poder de ser feliz ou infeliz está nas suas próprias mãos.
Cabe a você saber com que intensidade vai viver isso!

Letícia Thompson




Diário de Terça-Feira 25/09/2012







Terça-feira, 25 de setembro de 2012


Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um o ajuda a ganhar a vida; o outro a construir uma vida.
Sandra Carey



EVANGELHO DE HOJE
Lc 8,19-21


A mãe e os irmãos de Jesus vieram até o lugar onde ele estava, mas, por causa da multidão, não conseguiam chegar perto dele. Então alguém disse a Jesus:
- A sua mãe e os seus irmãos estão lá fora e querem falar com o senhor.
Mas Jesus disse a todos:
- Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a mensagem de Deus e a praticam.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Minha mãe e meus irmãos são aqueles ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática.
Este Evangelho narra que a mãe de Jesus, junto com alguns parentes, que na língua hebraica são chamados de irmãos, aproximaram-se de Jesus, mas não podiam chegar perto dele, por causa da multidão. Contaram a Jesus, e ele aproveitou para nos falar da sua outra família, a Igreja: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática”. Todos nós temos a alegria de pertencer a esta segunda família de Jesus, a não ser que algum de nós esteja desligado da Igreja, pois não basta ouvir a Palavra de Deus, e sim praticá-la.
A Bíblia tem uma força enorme de transformação da pessoa que a lê ou escuta, porque o Espírito Santo vem com a sua Luz e a sua Força para ajudar. Além de nos converter, a Palavra de Deus nos congrega em Comunidade, atrai-nos para a Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica. Assim, além de irmãos de Jesus, nos tornamos também irmãos entre nós, formando uma grande família, que é chama a Família de Deus.
Em outra ocasião, Jesus falou que a ação da Palavra de Deus em nós é parecida com a ação do fermento, que é colocado na massa de pão. Ela produz uma transformação lenta e silenciosa, mas forte e irresistível. Quem ouve a Palavra de Deus e a acolhe com um coração aberto, devagarinho vai vencendo o pecado, corrigindo os vícios e crescendo na fé, na esperança e na caridade, tornando-se, como diz S. Paulo, uma nova criatura.
A afirmação de Jesus de que sua mãe e seus irmãos são os que ouvem a Palavra de Deus e a praticam inclui em primeiro lugar sua própria Mãe. Ela foi a pessoa que melhor praticou a Palavra, inclusive dando-nos essa Palavra viva de Deus Pai, que é Jesus.
É difícil saber qual foi a maior grandeza de Maria: ser Mãe de Jesus na carne ou ser sua discípula na fé, acolhendo de modo incondicional a Palavra divina. Por isso ela é o nosso melhor modelo, como cristãos. Por sua constante meditação da Palavra e das ações de Jesus (Cf Lc 2,19.51), Maria é a discípula mais perfeita do Senhor”.
Certa vez, dois rapazes amigos estavam andando na rua, numa cidade pequena e desconhecida deles. Era domingo pelo meio dia. De repente, viram uma festa em um quintal aberto. Muito churrasco, schopp à vontade, com músicas lindas.
Com em festas de casamento há amigos do noivo que a família da noiva não conhece, e vice-versa, eles resolveram entrar de penetras. Mas não foram só eles os penetras. Apareceram muitos.
Quando eles estavam comendo e bebendo à vontade, o dono da casa parou a música, subiu numa cadeira e disse: “Por favor, os convidados da noiva fiquem deste lado aqui”. Uma turma foi para a direção indicava. E ele continuou: “Agora os convidados do noivo fiquem deste outro lado aqui”. Outra turma foi para lá. Então o dono da casa disse: “Vocês todos podem cair fora, porque esta festa é de quinze anos da minha filha”.
Que vexame, não? Na Igreja, há lugar para todos e todos somos convidados a ela. Mas, se não praticarmos a Palavra de Deus, podem acontecer vexames como este!
Minha mãe e meus irmãos são aqueles ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática.






VIDA SAUDÁVEL

Lipo sem exercícios pode ser perigosa, diz estudo. 


Fazer lipoaspiração sem praticar exercícios regulares no pós operatório pode causar aumento da gordura visceral, localizada na região entre os órgãos. Esta gordura aumenta o risco de complicações cardiovasculares, de acordo com um estudo da Escola de Educação Física e Esporte da USP. As informações Agência USP.
» Calcule o seu IMC
Foram recrutadas 36 mulheres, com Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo de 30 para fazer lipoaspiração na região abdominal. O grupo foi dividido em "mulheres treinadas" e "mulheres sedentárias". Dois meses depois da cirurgia, o primeiro foi submetido à uma série de exercícios de força e aeróbicos, por três vezes semanais, durante quatro meses e o segundo permaneceu sem fazer atividades regulares.
As mulheres sedentárias ganharam 10% de gordura visceral. Já no grupo de mulheres treinadas, não houve aumento da gordura visceral. Uma possível explicação é o fato deste tipo de gordura ser metabolicamente ativa e mais responsivo ao aumento das concentrações de adrenalina que ocorrem durante o exercício físico. Além disso, as atividades preservaram o gasto energético das mulheres treinadas.
O peso foi recuperado em ambos os grupos. No caso das mulheres sedentárias, o peso retornou possivelmente pelo novo ganho de massa gorda. A retirada de massa gorda ocasiona, ainda, a queda nos níveis do hormônio adiponectina, que tem efeito benéfico no corpo. Ele regula a sensibilidade da insulina que, quando alterada, pode gerar uma série de consequências danosas para o corpo, dentre elas a mais conhecida é a diabetes.









MOMENTO DE REFLEXÃO


Por que temos às vezes a impressão que a oração não passa do teto da casa?
Por que tantas palavras parecem inúteis ou imensos gritos mudos, onde a resposta fica em algum lugar, mas sempre distante daquele que estamos?
Não é a quantidade de palavras que usamos, nem o tempo que passamos de joelhos que torna nossa oração mais verdadeira, ou mais acessível a Deus.
Deus não vê palavras bonitas, não se interessa por vocabulários ricos e citações difíceis.
Ele ouve o coração.
O que a boca diz, o que a mente recita podem ser meros desejos humanos e, por essa mesma razão, não passam dessa esfera em que nos encontramos.
Nossa ansiedade e urgência por respostas colocam barreiras entre Deus e nós.
Pedimos o que queremos e perdemos a humildade de aceitar o que Ele tem para nos oferecer, se isso vai de encontro ao que desejamos. Oração é petição, mas nosso orgulho transforma o pedido em desejo único e incontestável.
Muitas respostas que não veem são somente "nãos" que não quisemos interpretar como tal, o que torna nosso calvário mais longo, pois continuamos esperando e esperando... e carregamos no peito essa amarga sensação de que Ele não nos ouve, que nossa oração é vazia e inútil.
Mas aprendi nesse caminho que a oração que Deus ouve é aquela que vai do nosso coração ao Seu coração,
ela não vai a Deus, mas O traz a nós, e que faz uma grande diferença para nosso crescimento espiritual e pessoal.
Assim nosso coração aceita que talvez tenhamos nos enganado de caminho, como tantas vezes nos enganamos na vida, mas que Deus, na Sua infinita sabedoria soube agir por nós. 

Letícia Thompson









Diário de Segunda-Feira 24/09/2012





Segunda-feira, 24 de setembro de 2012


As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leve-as no coração.
(Dom Helder Camara)



EVANGELHO DE HOJE
Lc 8,16-18

 Jesus continuou:
- Ninguém acende uma lamparina e depois a coloca debaixo de um cesto ou de uma cama. Pelo contrário, a lamparina é colocada no lugar próprio para que todos os que entram vejam a luz. Pois tudo o que está escondido será descoberto, e tudo o que está em segredo será conhecido e revelado.
- Portanto, tomem cuidado e vejam como vocês ouvem. Porque quem tem receberá mais; mas quem não tem, até o que pensa que tem será tirado dele





MEDITANDO O EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Tenho refletido muito esse evangelho e por vezes me questiono quanto a minha conduta. Explico…
Como outros tantos cristãos, nos assoberbamos de trabalhos dentro da igreja e é nesse ponto que me interrogo: Será que estar atuante em tantas áreas é o correto, pois ao ocupar um espaço talvez não permita que outros surjam? Mas como não questionar a situação que a messe continua a crescer, mas os operários não?
É um fato que grande parte das pastorais se “especializou” em “pescar o peixe que esta dentro do aquário”, ou seja, aquele que já esta aqui dentro; outro fato é que falar de Deus para quem já o conhece, creio que não seja uma tarefa tão árdua como é ser luzeiro no mundo. Falar de Deus talvez não seja tão complexo como viver sua palavra todos os dias, cansado, voltando do longo dia de trabalho, sem descanso…
Mas se paro, como fica aquele que aprendeu a me procurar?
O capitão do barco quando avista o farol sabe que duas coisas existem ali: Um caminho seguro e um perigo eminente (rochas, corais, pouca profundidade) ou o farol foi por acaso construído apenas para iluminar o mar? Surge então a grande dúvida: Será que um farol pode estar em todo lugar ao mesmo tempo?
A indagação surge do fato que por maior que seja meu, o seu, o nosso empenho, possivelmente será pequeno mediante a crescente messe. Nosso esforço parece sempre andar em progressão aritmética (PA) e a messe em geométrica (PG).
Quantos servos, filhos de Deus, pais, mães, (…) se sentem assim? Mas o estranho é que é nessa hora que Deus se supera em nós! “(…) PORQUE QUEM TEM RECEBERÁ MAIS; mas quem não tem, até o que pensa que tem será tirado dele”.
Deus na verdade não precisaria de nós, mas espera com muita ansiedade um gesto concreto de fé resiliente.
Resiliência deriva de uma propriedade química ou física em que uma substância tem, após estresse ou de uma adversidade, de conseguir se adaptar ou retornar ao estado original. Por analogia (comparação) imaginemos um fino galho de goiabeira que mesmo sobre forte peso, nega-se a quebrar. Fé resiliente é aquela que se nega a desistir e que após longo estresse é recompensada com os frutos.
Não! Não vale a pena desistir do projeto de Deus por falta de operários, pois se fomos edificados faróis para alguma coisa precisamos servir. O gesto de um único farol pode mudar a vida de um navio perdido no mar, claro que não salvaremos a todos. Ambicionamos a coisas muito grandes; reclamamos muito das coisas pequenas que somadas começam a nos pesar, mas preciso voltar a ver a gama de dons que Deus dá aos que estão assoberbados em Seu nome
“(…) Aquele que é fiel nas coisas pequenas será também fiel nas coisas grandes. E quem é injusto nas coisas pequenas, sê-lo-á também nas grandes Se, pois, não tiverdes sido fiéis nas riquezas injustas, quem vos confiará as verdadeiras”? (Lucas 16, 10-11)
Vamos continuar!
Um imenso abraço fraterno






MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Max Gehringer responde



PALAVRA DA SEMANA: ECONOMIA – Um punhado de tarefas domésticas que o tempo transformou em uma ciência cuja meta é explicar e antever os descaminhos financeiros do mundo. Em grego, oikos era “casa” e nomos “lei”. As regras para o bom governo do próprio lar incluíam, prioritariamente, o uso consciente do dinheiro. Já “crédito” veio do latim credere, “acreditar”, “confiar”. Quem toma emprestado ainda não tem recursos para pagar, mas acredita que terá. E quem empresta acredita que vai receber. Bela em sua essência, essa confiança mútua desencadeou a atual crise mundial.


Sou diretora de RH e estou preparando o plano estratégico de minha área. Gostaria de saber quais as questões mais freqüentes que você recebe. – S.M.I.

Boa pergunta. Para quem já está trabalhando, o principal tema é “insatisfação” com (1) a função, (2) o salário, (3) o chefe, (4) a empresa e (5) um ou mais colegas. Para quem não está, o tema é “dúvida” com (1) o curso que pretende fazer, (2) o curso que está fazendo, (3) o comportamento em entrevistas, (4) a preparação do currículo e (5) aquela sensação de “estou perdido e sem rumo”. De cada dez consultas, oito envolvem uma dessas questões.


Quero ser consultor. Por onde devo começar? – C.L.

Trabalhando para uma consultoria. De preferência, de pequeno porte. É a melhor maneira de aprender como prospectar clientes, como preparar projetos, quanto cobrar por hora e vários outros detalhes que só se adquire por meio da experiência prática. Em um ano, você terá informações suficientes para decidir se quer, mesmo, ser consultor. Evidentemente, além do desejo e do entusiasmo, você precisa ter um sólido conhecimento técnico da área em que pretende atuar.


O ramo da moda é promissor? – P.R.
Sempre foi e sempre será. Mas tudo depende de seu talento e de sua ambição. Se você pretende se tornar um estilista, o caminho será extremamente árduo, porque vai requerer muito investimento e bons contatos para ingressar num círculo bastante restrito. Agora, se você pretende iniciar sua carreira no setor operacional de uma confecção, sem o objetivo de criar, um curso de tecnólogo em vestuário lhe dará condições para pleitear uma vaga e dar os primeiros passos na carreira.


As principais queixas são (1) da função, (2) do salário,
(3) do chefe, (4) da empresa e (5) de um ou mais colegas
Depois de trabalhar quatro anos em uma empresa, troquei de emprego porque achava o ambiente insuportável. Agora, após apenas três meses nesta nova empresa, descobri que a anterior não era tão ruim assim, porque a atual é péssima em todos os sentidos. Devo me humilhar e pedir para voltar? – M.R.

Tudo na vida é uma questão de referência. Quem está em uma empresa, mas não tem meios práticos para compará-la com outras, tende a ampliar os aspectos negativos dela e a enxergar os fatores positivos como “obrigação”. Uma mudança sempre provoca um choque de realidade e coloca as coisas na perspectiva correta. Creio que a palavra certa no seu caso não seria “humilhação”, e sim “reavaliação”. Sem dúvida, você deve tentar voltar, porque passará a ver o ambiente anterior com outros olhos.


Estou há cinco anos nos Estados Unidos, trabalhando legalmente, mas executando tarefas não condizentes com minha formação (sou bacharel em Direito, e minha função é de motorista). Quero regressar ao Brasil, mas não sei como serei avaliado pelas empresas. – T.O.B.

Certamente, como motorista. Essa é a sua real especialização prática. Você encontraria por aqui oportunidades em empresas de transporte de executivos, que necessitam de motoristas com fluência em inglês. Mas, lamento dizer, as chances de você ser admitido de imediato em uma área ligada ao Direito são praticamente nulas. Sua história, porém, poderá servir de exemplo para jovens que estejam pensando em sair do Brasil com a impressão de que passar um período no exterior, fazendo qualquer coisa, melhora o currículo. Na quase totalidade dos casos isso não ocorre, e ainda cria um perigoso hiato na carreira.

Fonte: Revista Época






MOMENTO DE REFLEXÃO


Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Juan estava desconcertado.
Quando deu de si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta:
agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?
Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para pratica-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos.
Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.