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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quarta-feira 27/04/2011




Quarta-feira, 27 de abril de 2011


“Fala a verdade, mesmo que ela esteja contra ti.” (Alcorão)






EVANGELHO DE HOJE


Lc 24,13-35


"...Dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús... Enquanto conversavam... Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles... perguntou: "O que andais conversando pelo caminho?"... Cléofas, lhe disse: "... Jesus, o Nazareno, que foi um profeta... o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel..." Então ele lhes disse: "Como sois sem inteligência e lentos para crer" E... explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele. Quando chegaram perto do povoado... Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a benção, partiu-o e deu a eles. Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram... voltaram... contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.







MEDITANDO O EVANGELHO (1)
Pe. Antônio Queiroz CSsR


Reconheceram Jesus ao partir o pão.
Este Evangelho, da quarta-feira da oitava da Páscoa, narra a cena do encontro de Jesus ressuscitado com os discípulos de Emaús. Após a morte de Jesus, a tristeza tomou conta dos discípulos. E junto com ela veio o desânimo. Estes dois discípulos estavam desistindo da vida em Comunidade e voltando para as suas casas. Jesus, apesar de não ser mais a sua vez de se manifestar na terra desta forma, resolveu dar um apoio à Igreja nascente, aparecendo fisicamente. Ele chega e entra no meio da conversa dos dois, mostrando a forma correta de encarar os fatos, que é à luz das Sagradas Escrituras. Os discípulos estavam tão abatidos que nem perceberam que era o próprio Jesus. O acolhimento ao desconhecido foi bonito: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chagando!” E a recompensa ao gesto de caridade foi generosa: “Reconheceram Jesus ao partir o pão”.
Recuperam a alegria, e junto com ela o ânimo, voltando imediatamente para a Igreja, a Comunidade cristã.
O que Jesus quis dizer é que ele não desapareceu, mas continua presente no meio dos seus discípulos, agora na Eucaristia, que no começo da Igreja era chama de “O partir do pão”.
Os discípulos estavam desanimados e até desistindo da Comunidade cristã. O motivo eles mesmos falaram: “Nós pensávamos que ele fosse libertar Israel...” Jesus veio realmente libertar, não só Israel mas toda a humanidade. Entretanto, não é assim, de mão beijada; Deus quer fazer as coisas junto conosco e através de nós.
“Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?” A Bíblia é a nossa força, a nossa luz na caminhada. Ela nos ajuda a entender os fatos e nos mostra a resposta certa a cada situação. Se aqueles discípulos lessem a Bíblia, talvez não tivessem desanimado.
Mas é na Eucaristia que os nossos olhos se abrem e encontramos forças para continuar a caminhada. A Missa realimenta a nossa fé, e nos dá o dom do discernimento, mesmo no meio das maiores provações.
Logo que os olhos dos discípulos se abriram, Jesus desapareceu da frente deles. Com isso ele quis dizer: eu já estou com vocês na Eucaristia. Por que caminhar tristes, referindo-se a mim como alguém do passado, se estou no meio de vocês na Eucaristia?
Imediatamente eles “se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros”. A Eucaristia nos integra ou reintegra na Comunidade cristã. Nenhum motivo justifica o afastamento da Comunidade. Temos um compromisso com ela, feito no batismo, mais forte que o compromisso matrimonial. É um compromisso na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até o fim da nossa vida.
Ao longo das nossas viagens, cercadas às vezes de inquietações, o divino viajante continua a fazer-se nosso companheiro, a fim de nos instruir. Depois que Jesus subiu para o céu, não age mais dessa forma, manifestando-se fisicamente. Entretanto, em seu poder divino, Jesus usa de mil outras maneiras. Geralmente socorre os cristãos através dos próprios cristãos. O que ele não quer é ver ninguém desanimado, e muito menos se afastando da Comunidade.
E quando e encontro se torna pleno, à luz da Palavra de Deus, segue-se a luz que brota do próprio Jesus, presente no pão da vida.
“A Comunidade é força de Deus. Lugar abençoado onde moram os filhos seus.”
Certa vez, um pai de família fez o Cursilho de Cristandade e chegou entusiasmado em casa. Na hora da refeição, ele disse: “De hoje em diante, nós vamos rezar todos os dias antes da refeição. Sou eu que vou puxar a oração”.
Assim fizeram durante vários dias. Num domingo, veio um amigo dele visitá-lo, o qual não era muito de Igreja. Quando chegou a hora do almoço, o pai ficou com vergonha de rezar na frente do amigo, e simplesmente convidou o amigo para se sentar e começar a comer.
O seu filhinho de cinco anos disse: “Paiê, o senhor não disse que ia rezar todos os dias antes da refeição?” O pai deu um sorrisinho amarelo e acabou rezando, na frente do amigo.
Bem feito! Quem manda ter respeito humano e desobedescer a Deus por causa da presença de um amigo! Sinal que a sua fé, apesar de renovada no Cursilho, ainda precisava alguns retoques. E o alerta veio através da inocência de uma criança. “Quem não receber o Reino de Deus como uma criança não entrará nele!”
“A família que reza unida permanece unida.” Isso vale também para a Família de Deus. Se perseverarmos na oração, nunca nos afastaremos da Comunidade.
Maria Santíssimo nunca se afastou da Comunidade. Pelo contrário, lá estava ela apoiando a Igreja nascente. Mãe da Igreja, rogai por nós! Que tenhamos a graça de perseverar na vida em Comunidade, e nunca desistir, como queriam fazer aqueles dois discípulos de Emaús.
Reconheceram Jesus ao partir o pão.








MEDITANDO O EVANGELHO (2)
Frei Carlos Mesters, O.Carm



* O evangelho de hoje traz o episódio tão conhecido da aparição de Jesus aos discípulos de Emaús. Lucas escreve nos anos 80 para as comunidades da Grécia que na sua maioria eram de pagãos convertidos. Os anos 60 e 70 tinham sido muito difíceis. Houve a grande perseguição de Nero em 64. Seis anos depois em 70, Jerusalém foi totalmente destruída pelos romanos. Em 72, em Massada no deserto de Judá, foi o massacre dos últimos judeus revoltosos. Nesses anos todos, os apóstolos, testemunhas da ressurreição, foram desaparecendo. O cansaço ia tomando conta da caminhada. Onde encontrar força e coragem para não desanimar? Como descobrir a presença de Jesus nesta situação tão difícil? A narração da aparição de Jesus aos discípulos de Emaús procura ser uma resposta para estas perguntas angustiantes. Lucas quer ensinar as comunidades como interpretar a Escritura para poder redescobrir a presença de Jesus na vida.
* Lc 24,13-24: 1º Passo: partir da realidade. Jesus encontra os dois amigos numa situação de medo e de descrença. As forças de morte, a cruz, tinham matado neles a esperança. Era a situação de muita gente no tempo de Lucas e continua sendo a situação de muitos hoje em dia. Jesus se aproxima e caminha com eles, escuta a conversa e pergunta: "De que estão falando?" A ideologia dominante, isto é, a propaganda do governo e da religião oficial da época, impedia-os de enxergar. "Nós esperávamos que ele fosse o libertador, mas...". Qual é hoje a conversa do povo que sofre?
O primeiro passo é este: aproximar-se das pessoas, escutar sua realidade, sentir seus problemas; ser capaz de fazer perguntas que ajudem as pessoas a olhar a realidade com um olhar mais crítico.
* Lc 24,25-27: 2º Passo: usar a Bíblia para iluminar a vida. Jesus usa a Bíblia e a história do povo de Deus para iluminar o problema que fazia sofrer os dois amigos, e para esclarecer a situação que eles estavam vivendo. Usa-a também para situá-los dentro do conjunto do projeto de Deus que vinha desde Moisés e os profetas. Ele mostra assim que a história não tinha escapado da mão de Deus. Jesus usa a Bíblia não como um doutor que já sabe tudo, mas como o companheiro que vem ajudar os amigos a lembrar o que estes tinham esquecido. Jesus não provoca complexo de ignorância nos discípulos, mas procura despertar neles a memória: “Como vocês demoram para entender o que os profetas anunciaram!”.
O segundo passo é este: com a ajuda da Bíblia, ajudar as pessoas a descobrir a sabedoria que já existe dentro delas mesmas, e transformar a cruz, sinal de morte, em sinal de vida e de esperança. Aquilo que as impedia de caminhar, torna-se agora força e luz na caminhada. Como fazer isto hoje?
3. Lc 24,28-32: 3º Passo: partilhar na comunidade. A Bíblia, ela por si, não abre os olhos. Apenas faz arder o coração. O que abre os olhos e faz enxergar, é a fração do pão, o gesto comunitário da partilha, rezar juntos, a celebração da Ceia. No momento em que os dois reconhecem Jesus, eles renascem e Jesus desaparece. Jesus não se apropria da caminhada dos amigos. Não é paternalista. Ressuscitados, os discípulos são capazes de caminhar com seus próprios pés.
O terceiro passo é este: saber criar um ambiente de fé e de fraternidade, de celebração e de partilha, onde possa atuar o Espírito Santo. É ele que nos faz descobrir e experimentar a Palavra de Deus na vida e nos leva a entender o sentido das palavras de Jesus (Jo 14,26; 16,13).
4. Lc 24,33-35: O resultado: Ressuscitar e voltar para Jerusalém. Os dois criam coragem e voltam para Jerusalém, onde continuavam ativas as mesmas forças de morte que tinham matado Jesus e que tinham matado neles a esperança. Mas agora tudo mudou. Se Jesus está vivo, então nele e com ele está um poder mais forte do que o poder que o matou. Esta experiência os faz ressuscitar! Realmente tudo mudou! Coragem, em vez de medo! Retorno, em vez de fuga! Fé, em vez de descrença! Esperança, em vez de desespero! Consciência crítica, em vez de fatalismo frente ao poder! Liberdade, em vez de opressão! Numa palavra: vida, em vez de morte! Em vez da má noticia da morte de Jesus, a Boa Notícia da sua Ressurreição! Os dois experimentam a vida, e vida em abundância! (Jo 10,10). Sinal do Espírito de Jesus atuando neles!

Para um confronto pessoal

1. Os dois disseram: “Nós esperávamos, mas….!” Você já viveu uma situação de desânimo que o levou a dizer: “Eu esperava, mas...!”?
2. Como você lê, usa e interpreta a Bíblia? Já sentiu arder o coração ao ler e meditar a Palavra de Deus? Lê a Bíblia sozinho ou faz parte de algum grupo bíblico?

Oração final (Sl 104, 1-3)

Celebrai o SENHOR, invocai seu nome, manifestai entre as nações suas grandes obras.
Cantai em sua honra, tocai para ele, recordai todos os seus milagres.
Gloriai-vos do seu santo nome, alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR. (Sl 104, 1-3)








CURIOSIDADES


Como surgiu a expressão mineira UAI.


Segundo o odontólogo Dr. Sílvio Carneiro e a professora Dorália
Galesso, foi o presidente Juscelino Kubitschek que os incentivou a
pesquisar a origem da expressão UAI. Depois de exaustiva busca nos
anais da Arquidiocese de Diamantina e em antigos arquivos do Estado de Minas Gerais, Dorália encontrou explicação provavelmente confiável.
 Os Inconfidentes Mineiros, patriotas, mas considerados subversivos
pela Coroa Portuguesa, comunicavam-se através de senhas, para se
protegerem da polícia lusitana. Como conspiravam em porões e sendo
quase todos de origem maçônica, recebiam os companheiros com as três batidas clássicas da Maçonaria nas portas dos esconderijos. Lá de
dentro, perguntavam: quem é? e os de fora respondiam: UAI ! As
iniciais de União, Amor e Independência. Só mediante o uso dessa senha a porta seria aberta aos visitantes.
Conjurada a revolta, sobrou a senha, que acabou virando costume entre as gentes das Alterosas.
Os mineiros assumiram a simpática palavrinha e, a partir de então, a
incorporaram ao vocabulário cotidiano, quase tão indispensável como
tutu e trem. Uai, sô...







MOMENTO DE REFLEXÃO


Madre Tereza de Calcutá, conhecida como a santa dos miseráveis, que iniciou seu extraordinário trabalho de amor ao próximo em Calcutá, na India, que nasceu em 1910 e faleceu em 1997, dizia: "o maior amigo da verdade é o tempo, e a sua maior companheira é a humildade."
A verdade para sair de seu esconderijo e vir à luz, necessita passar pelo túnel do tempo. E este tempo não é o tempo do relógio, mas um tempo relacionado a teoria da relatividade, do tempo e do espaço, que é o tempo do amadurecimento, da espera do inesperado.
O preconceito ( que vem do pré-conceito)  age na contramão da verdade, porque julga na pressa e na precipitação. É uma afirmação feita de maneira prévia, antes do conhecimento que orienta refletir antes  do pré-julgamento. O preconceito nunca deixa que a realidade venha, porque o preconceito gosta de aparencia, julga sempre pela embalagem, sem analisar o conteudo.
Por isso,  onde tem a humildade não há mentira, nem preconceito,  porque a humildade age com paciência, deixando que cada coisa siga o curso natural do amadurecimento. Isso dá tempo da verdade se mostrar tal como ela é, mesmo que no nosso relógio cronológico isso custe muito tempo!

Luiz Antonio  Silva, é diretor e palestrante da PHAROL-RH.










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Diário de Terça-feira 26/04/2011





Terça-feira, 26 de abril de 2011



“Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver.” (Theodore Roosevelt)






EVANGELHO DE HOJE


Jo 20,11-18

Maria tinha ficado perto do túmulo, do lado de fora, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se para olhar dentro do túmulo. Ela enxergou dois anjos, vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram". Dizendo isto, Maria virou-se para trás e enxergou Jesus em pé, mas ela não sabia que era Jesus. Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? Quem procuras?" Pensando que fosse o jardineiro, ela disse: "Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o colocaste, e eu irei buscá-lo". Então, Jesus falou: "Maria!" Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabûni!" (que quer dizer: Mestre). Jesus disse: "Não me segures, pois ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus". Então, Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Eu vi o Senhor", e contou o que ele lhe tinha dito.





MEDITANDO O EVANGELHO (1)
Pe. Antônio Queiroz CSsR

Eu vi o Senhor! Eis o que ele me disse.
Hoje, terça-feira da oitava da Páscoa, o Evangelho narra a aparição de Cristo ressuscitado a Maria Madalena. Maria estava equivocada, procurando entre os mortos aquele que estava vivo. Por isso seu pranto se transformou em júbilo quando Jesus a chama pelo seu nome.
Ouvir o seu nome dos lábios daquele a quem ela pensava ser o jardineiro, a fez cair em si e reconhecer Jesus. Graças ao seu amor, manifestado nas lágrimas, Madalena conseguiu ver o Senhor, a quem tanto queria. O lugar onde Deus habita é o coração que ama. O amor é o caminho mais direto para a fé, para nos encontrarmos com Jesus. “Onde há amor e a caridade, Deus aí está”.
“Vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” Maria Madalena queria segurar Jesus, mas ele a remete para a sua nova forma de presença na terra: a Comunidade cristã. Jesus ainda se mostrou fisicamente durante alguns dias para firmar a fé dos discípulos, mas eles devem desprender-se desta forma de presença e buscar a outra.
Na verdade, o corpo de Jesus continua na terra, e bem visível, mas de forma diferente: na Comunidade cristã, que é o Corpo Místico de Cristo.
O sentimento dos discípulos ao ver o túmulo vazio foi semelhante ao que tem a esposa e os filhos quando voltam do cemitério após o enterro do pai e marido. E agora, o que vamos fazer? Ele é que nos dirigia e coordenava tudo, mas agora não está mais aqui!
Protagonista é o nome que damos para quem está à frente. O que a família deve fazer quando perde o chefe da casa é o mesmo que devemos fazer como Igreja: assumir o protagonismo.
Jesus havia dito aos discípulos: “Como o Pai me enviou, eu vos envio”. O mesmo Espírito Santo que estava nele está agora na Igreja. E Jesus também está presente na Igreja.
A experiência desses vinte e um séculos de Igreja tem mostrado que o povo de Deus unido tem uma força enorme, porque é a mesma força de Jesus.
Todo o sonho de Jesus está hoje nas nossas mãos, e também todas as possibilidades de realizá-lo. A Comunidade cristã assumiu o protagonismo do Reino de Deus, e Jesus assinou embaixo.
Na prática, assumir o protagonismo da fé consiste em fazer, no nosso ambiente, o mesmo que Jesus fazia. Jesus aconselhava e orientava as pessoas; nós também aconselhamos e orientamos. Jesus amava a verdade e a justiça; nós também amamos essas virtudes. Jesus anunciava a Boa Nova; nós também anunciamos, como fez Madalena: “Eu vi o Senhor! Eis o que ele me disse”.
O túmulo nos lembra a morte. Mas Jesus não está mais morto. Nós queremos deixar o túmulo de lado e buscar Jesus vivo no nosso meio.
Certa vez, três moças queriam ser irmãs religiosas e foram a um convento. A madre as recebeu com afeto e conversou com as três. Depois as convidou para entrar dentro do convento. As jovens foram uma por uma separadamente.
No meio do corredor havia uma vassoura caída no chão. A primeira garota chutou a vassoura para a beira da parede e foi em frente. Foi reprovada.
Uma irmã colocou a vassoura novamente no mesmo lugar, pois era um teste. A segunda jovem veio e, ao ver a vassoura, levantou o pé elegantemente e passou por cima. Também foi reprovada.
A terceira menina veio sozinha no corredor e, quando viu a vassoura caída no chão, abaixou-se, pegou-a e a colocou em pé na parede. Esta foi aprovada.
As duas primeiras moças poderiam ser chamadas de “jovens de vitrine”, ou “de novela”, ou “cabeça de vento”. Pensam em tudo menos no principal que é a beleza interior, a beleza da alma. Já a terceira tem condições de, após uma preparação, assumir o protagonismo da fé, pois quem sabe tomar iniciativa em pequenos gestos, como este da vassoura, saberá também assumir grandes obras pelo Reino de Deus.
“Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, aleluia! Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia!”
Eu vi o Senhor! Eis o que ele me disse.






MEDITANDO O EVANGELHO (2)
Alexandre Soledade


Bom dia!
Esse encanto amigo e amável de Madalena deveria nortear todos os nossos trabalhos pastorais, dentro ou fora do horário da igreja. O encanto e a felicidade se misturaram no sentimento puro daquela que muito foi perdoada ao rever seu mestre e salvador.
Ela não foi ao sepulcro à toa. Pretendia continuar zelando de Jesus como ainda hoje fazemos por aqueles amados (amigos, parentes,…) que já partiram e agora descansam. O zelo tinha como intenção não esquecer, pois ela não queria esquecê-lo. E ao deparar com ressurreição de Cristo, não se contém, vibra, alegra-se, rejubila-se… Qual foi a ultima vez que vi Jesus ressuscitar num irmão, numa casa, numa situação impossível? Qual foi a última vez que, mediante um acontecimento, dissemos “eu vi o Senhor”?
Ao preparar um evento, uma celebração, um grupo de oração com o mesmo amor zeloso de Madalena somos também gratificados com a visão da ressurreição. Ao ver as pessoas cantando, louvando, se rejubilando é impossível também não ver o Senhor. Todo amor e zelo é recompensado por Deus: Nossos olhos vêem o que ninguém vê, sentimos a presença do amor.
“(…) Porém, ainda que falemos dessa maneira, meus queridos irmãos, estamos certos de que vocês têm as melhores bênçãos que vêm da salvação. DEUS NÃO É INJUSTO. ELE NÃO ESQUECE O TRABALHO QUE VOCÊS FIZERAM NEM O AMOR QUE LHE MOSTRARAM NA AJUDA QUE DERAM E AINDA ESTÃO DANDO AOS SEUS IRMÃOS NA FÉ. O nosso profundo desejo é que cada um de vocês continue com entusiasmo até o fim, para que, de fato, recebam o que esperam”. (Hebreus 6, 9-11)
Mediante as dificuldades e tribulações que somos sujeitos no dia-a-dia temos a opção de desmotivar, desistir, abandonar, “levar nas coxas” ou, mesmo que tudo aparentemente esteja perdido, levantar, seguir, continuar, (…). Madalena, como os outros discípulos, sabia e tinha consciência que Jesus já havia morrido. O amor a fazia manter a rotina. Problemas sempre aparecerão, mas precisamos encontrar vontade em manter a rotina, levantar, abrir os olhos, viver. Quem perdeu alguém ou vive um momento difícil seja ele financeiro, amoroso, de relacionamento, profissional, (…), mesmo que a depressão já bata a porta ou que “acordei decidido (a) a desistir” e parar de sofrer, somos convidados a nos atrever a levantar e por amor manter a rotina. Jesus ressurgirá e com Ele, nós também.
“(…) Por isso nunca ficamos desanimados. Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento. Porque nós não prestamos atenção nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Pois o que pode ser visto dura apenas um pouco, mas o que não pode ser visto dura para sempre”. (II Coríntios 4, 16-18)
Sigamos o exemplo de Madalena, confiemos em Deus e vejamos o Senhor ressurgir. Ele sempre será a luz no fim do túnel.
Um imenso abraço fraterno






MEDITANDO O EVANGELHO (3)
Frei Carlos Mesters, O.Carm


* O evangelho de hoje descreve a aparição de Jesus a Maria Madalena. A morte do seu grande amigo levou Maria a uma perda do sentido da vida. Mas ela não desistiu da busca. Foi ao sepulcro para reencontrar aquele que a morte lhe tinha roubado. Há momentos na vida em que tudo desmorona. Parece que tudo acabou. Morte, desastre, doença, decepção, traição! Tantas coisas que podem tirar o chão debaixo dos pés e jogar-nos numa crise profunda. Mas também acontece o seguinte. Como que de repente, o reencontro com uma pessoa amiga pode refazer a vida e nos fazer redescobrir que o amor é mais forte do que a morte e a derrota.
* O Capítulo 20 de João, além da aparição de Jesus a Madalena, traz vários outros episódios que revelam a riqueza da experiência da ressurreição: (1) do discípulo amado e de Pedro (Jo 20,1-10); (2) de Maria Madalena (Jo 20,11-18); (3) da comunidade dos discípulos (Jo 20,19-23) e (4) do apóstolo Tomé (Jo 20,24-29). O objetivo da redação do Evangelho é levar as pessoas a crer em Jesus e, acreditando nele, ter a vida (Jo 20,30-3).
* Na maneira de descrever a aparição de Jesus a Maria Madalena transparecem as etapas da travessia que ela teve de fazer, desde a busca dolorosa até o reencontro da Páscoa. Estas são também as etapas pelas quais passamos todos nós, ao longo da vida, na busca em direção a Deus e na vivência do Evangelho.
* João 20,11-13: Maria Madalena chora, mas busca Havia um amor muito grande entre Jesus e Maria Madalena. Ela foi uma das poucas pessoas que tiveram a coragem de ficar com Jesus até a hora da sua morte na cruz. Depois do repouso obrigatório do sábado, ela voltou ao sepulcro para estar no lugar onde tinha encontrado o Amado pela última vez. Mas, para a sua surpresa, o sepulcro estava vazio! Os anjos perguntam: "Por que você chora?" Resposta: "Levaram meu senhor e não sei onde o colocaram!" Maria Madalena buscava o Jesus, o mesmo Jesus, que ela tinha conhecido e com quem tinha convivido durante três anos.
* João 20,14-15: Maria Madalena conversa com Jesus sem reconhecê-lo . Os discípulos de Emaús viram Jesus mas não o reconheceram (Lc 24,15-16). O mesmo acontece com Maria Madalena. Ela vê Jesus, mas não o reconhece. Pensa que é o jardineiro. Como os anjos, Jesus pergunta: "Por que você chora?" E acrescenta: "A quem está procurando?" Resposta: "Se foi você que o levou, diga-me, que eu vou buscá-lo!" Ela ainda busca o Jesus do passado, o mesmo de três dias atrás. É a imagem de Jesus do passado que a impede de reconhecer o Jesus vivo, presente na frente dela.
* João 20,16: Maria Madalena reconhece Jesus . Jesus pronuncia o nome: "Maria!" Foi o sinal de reconhecimento: a mesma voz, o mesmo jeito de pronunciar o nome. Ela responde: "Mestre!" Jesus tinha voltado, o mesmo que tinha morrido na cruz. A primeira impressão é que a morte foi apenas um incidente doloroso de percurso, mas que agora tudo tinha voltado a ser como antes. Maria abraça Jesus com força. Era o mesmo Jesus que ela tinha conhecido e amado. Realiza-se o que dizia a parábola do Bom Pastor: "Ele as chama pelo nome e elas conhecem a sua voz". - "Eu conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem" (Jo 10,3.4.14).
4. João 20,17-18: Maria Madalena recebe a missão de anunciar a ressurreição aos apóstolos . De fato, é o mesmo Jesus, mas a maneira de ele estar junto dela já não é mais a mesma. Jesus lhe diz: "Não me segure, porque anda não subi para o Pai!" Ele vai para junto do Pai. Maria Madalena deve soltar Jesus e assumir sua missão: anunciar aos irmãos que ele, Jesus, subiu para o Pai. Jesus abriu o caminho para nós e fez com que Deus ficasse, de novo, perto de nós.

Para um confronto pessoal

1. Você já passou por uma experiência que lhe deu um sentimento de perda e de morte? Como foi? O que foi que lhe trouxe vida nova e lhe devolveu a esperança e a alegria de viver?
2. Qual a mudança que se operou em Maria Madalena ao longo do diálogo? Maria Madalena buscava Jesus de um jeito e o reencontrou de outro jeito. Como isto acontece hoje na nossa vida?

Oração final  (Sl 32, 20.22)

Nossa alma espera pelo SENHOR, é ele o nosso auxílio e o nosso escudo.
SENHOR, esteja sobre nós a tua graça, do modo como em ti esperamos.






MEDITANDO O EVANGELHO (4)
 Regis Castro



Perguntou-lhe Jesus : "Mulher, por que choras? Que procuras?"
Supondo ela que fosse o jardineiro, respondeu: "Senhor, se tu tiraste, dize-me onde o puseste, e eu o irei buscar"
disse-lhe Jesus: "Maria! Voltando-se ela exclamou em hebraico- "Raboni" ( que quer dizer mestre)
 Jesus pergunta- "Mulher por que choras?" E como a Palavra de Deus é viva, Jesus está perguntando a cada um de nós hoje, mulheres, homens, por que choram tanto hoje em dia? Jesus havia perguntado: quem procuras e pergunta a cada um de nós: quem vocês procuram? O que vocês procuram? E como os homens e as mulheres estão triste e preocupados hoje em dia! Preocupados com a saúde, com o dinheiro, com os desejos do sexo, falando mal um dos outros, brigando e com muita raiva e rancor. eu pergunto a você, você está assim meu irmão(ã)?
Outro dia eu fui procurado por uma pessoa cujo marido bebia muito, sua atenção estava concentrada no marido e ela só olhava para ele. Outra esposa preocupava-se com seu casamento e olhava só para o marido e para as dificuldades do seu relacionamento, além disso brigavam sempre porque ela queria ir a um Grupo de Oração; a esposa estava muito amargurada e triste com isso.
Outro dia também fomos procurados por uma mãe angustiada com a saúde da filha, a atenção dela estava toda concentrada na filha.
Você também está preocupado, sem esperança, doente, desanimado, pensando em suicídio, a Palavra de Deus tem uma mensagem para você.
Vejamos novamente o versículo 16:
Disse-lhe Jesus: "Maria! Voltando-se ela exclamou em hebraico- "Raboni"
Maria Madalena estava de costas para Jesus e chorava como muitas também o fazem hoje.
Muitas pessoas e talvez seja o seu caso, não estão olhando para Jesus, estão olhando para as dificuldades da sua família, para as dificuldades do seu trabalho, para os problemas de saúde, chorando, sem esperança e muitas vezes de costas para Jesus. Jesus chamou Maria Madalena, e como chamou Maria, está chamando você meu irmão(ã) você Lúcia, Raquel, Maria José, Paulo, Zenaide, José, Marilda... Jesus chama a cada um de nós pelo nome porque nos conhece.
Jesus conhece a cada um de nós, conhece nossas dificuldades, nos ama e por amor Ele nos chama.
Vamos ouvir o nosso nome pronunciado por Jesus! Vamos tirar os olhos dos problemas familiares, vamos tirar os olhos das nossas doenças físicas, espirituais e vamos fazer uma conversão como fez Maria, voltando-se 180º e encontrando face a face Jesus ressuscitado- a Vida, a Salvação e o Caminho que leva a Deus Pai. Porque é só Jesus quem cura, Só Jesus Liberta, Só Jesus Tem Poder para transformar a nossa vida, para transformar a nossa família, para dar saúde à quem não tem, dar Vida àquele que está morto pelo pecado, e isto Ele o faz pelo poder do Seu Nome, pelo poder do Seu Sangue, pelo poder do Seu Espírito Santo que habita em nossos corações.
Vamos olhar para Jesus, vamos tirar os olhos das nossas preocupações, vamos tirar os olhos da autopiedade, tirar os olhos das dificuldades e olhar para Jesus sempre, a cada momento e depois vamos enfrentar os problemas com o Poder do Nome de Jesus, com o Poder da Ressurreição de Jesus e com a alegria em nossos corações.
Olhe para Jesus meu irmão(ã) como fez Maria Madalena e exclame: "RABONI!" Mestre, tem piedade de mim, dá-me a Vida, dá-me poder para vencer esta dificuldade, dá-me alegria, levanta-me a cabeça, dá-me Sua esperança, dá-me o poder da Sua Ressurreição, a Vitória sobre a morte, a Vitória sobre o pecado. Dá-me Senhor Jesus a Sua Salvação!" É este o caminho que devemos seguir, devemos imitar Maria Madalena e fazermos uma volta total, radical em nossa vida.
Olhe para Jesus meu irmão(ã), tire os olhos da sua dificuldade levante a cabeça, eu quero insistir, sorria, como Maria Madalena e corra para Seus Braços e abrace-O, sinta Seu sorriso, a paz e peça com fé: "Jesus tem piedade de mim, salva-me, cura-me, Jesus liberta-me"
Vamos deixar, de hoje em diante, de olhar para nossas preocupações e nossos problemas e vamos olhar só para Jesus. Olhe para Jesus daqui para frente, veja Jesus. Olhe para Jesus na Palavra de Deus, olhe para Jesus na Eucaristia no Grupo de Oração, através das orações dos irmãos, olhe para Jesus através da oração pessoal. Jesus Te Ama! Jesus Te Ama! Jesus Te Ama! Olhe para Jesus e deixe o seu amor inundar seu coração.
Só Jesus cura! Só Jesus Liberta! Tudo isso Ele quer realizar em sua vida, basta que você faça uma única coisa, que O busque, que olhe para Ele, que abra seu coração definitivamente para receber Jesus Cristo como seu único Senhor como seu único "RABONI"- como seu único Salvador.
Alegria meu irmão(ã), muita alegria no seu coração porque neste momento nossos olhos estão postos fixos na salvação, na alegria, na Vida, na libertação, no poder, no amor de Deus que se chama- Jesus Cristo Nosso Senhor! 






VIDA SAUDÁVEL


Pilates: o que é, de onde veio, serve pra que e a quem atende?


“Se um indivíduo tem 20 anos e está encurtado, é um velho. Porém se tem 60 anos e tem flexibilidade e força é um jovem”. Joseph Pilates



Pilates é um sistema completo de exercícios criado na década de 1920 pelo alemão Joseph Pilates. Utilizando exercícios em aparelhos e equipamentos que atendem à necessidade dos praticantes, o método destaca-se pela integração do corpo, mente e espírito. É considerado por especialistas e praticantes como o método mais eficiente de condicionamento físico da atualidade.
O princípio básico do Pilates é a Contrologia definida por Joseph como “o controle consciente de todos os movimentos musculares do corpo e a correta utilização e aplicação dos mais importantes princípios de força que se aplicam a cada um dos ossos do esqueleto”.
Todos os exercícios têm como foco o fortalecimento do “Power House” ou Centro de Força, que é formado pela musculatura do abdômen, lombar, glúteos e assoalho pélvico. Acredita-se que o centro do corpo forte proporciona estabilização para que se possa produzir movimentos de forma ereta e alinhada, evitando compensações e contemplando a simetria. Com os músculos abdominais fortes e a postura correta, provavelmente não existiria dor lombar, segundo Joseph.
As aulas seguem algumas orientações como:

* Exercícios suaves e eficazes;

* Poucas repetições de cada movimento;

* Grande repertório de exercícios;

* Aulas individuais, duplas ou trios;

* Uso de aparelhos e acessórios criados especialmente para os exercícios;

* Resultados rápidos e duradouros;

* Construção de uma postura correta e natural.

Benefícios

* Alongamento e maior controle corporal;

* Correção postural;

* Aumento da flexibilidade, tônus e força muscular;

* Alívio das tensões, estresse e dores crônicas;

* Melhora da coordenação motora;

* Maior mobilidade das articulações;

* Estimulação do sistema circulatório e oxigenação do sangue;

* Facilita a drenagem linfática e eliminação das toxinas;

* Aumento da concentração;

* Trabalha a respiração;

* Promove relaxamento.

O Pilates tem sido muito utilizado na reabilitação das disfunções causadas por doenças como hérnias de disco, escolioses, dores na coluna vertebral, ombros, joelhos, tornozelos, pós cirúrgicos, artroses, doenças neurológicas, gestantes, idosos, ou seja, sempre que houver necessidade de reabilitar ou condicionar o corpo.
O método pode ser praticado de crianças até idosos, sem uma idade limite. O atendimento pode ser feito por fisioterapeutas, educadores físicos e profissionais de dança para a reabilitação e condicionamento físico desde sedentários até atletas de alto nível.

Andressa Aguzzoli – Fisioterapeuta ( aaguzzoli@gmail.com )






MOMENTO DE REFLEXÃO


Há algumas semanas atrás, transitando pela nossa cidade, percebi que em todas as ruas havia uma enorme quantidade de entulhos de construção, galhos de árvores, móveis velhos ou quebrados, etc..todos amontoados nas portas das casas.
Foi o pronto atendimento da população ao apelo da Prefeitura para se mobilizarem na "Semana da Faxina".
A adesão foi algo admirável!
Com aquele quadro fiquei pensando de como todos nós acumulamos, guardamos lixo, coisas emprestáveis dentro de nossas casas, nos quintais,...Impressionante!
Mais impressionante ainda pelo fato de que o evento da faxina acontece todos os anos e há muitos anos.
Minha imaginação foi mais longe e pensei numa foto área de tudo aquilo.
Lixos e mais lixos em todas as ruas fazendo com que o trabalho dos funcionários municipais, mesmo sendo tão eficiente e organizado, quase não ser cumprido na integra as datas de retiradas agendadas.
O lance da foto área me levou mais alto ainda.
Fez-me imaginar Deus olhando para o mundo e vendo o lixo que o homem acumula em seu coração.
Eles têm sido egoístas, incorretos, impuros, hipócritas, orgulhosos, arrogantes, soberbos, desprovidos de amor a Deus e ao próximo.
Todos os dias eu escuto alguém dizer:
"Está difícil!", ou "A vida está complicada!!" , ou então,  "Estou empurrando a vida!"
Como está complicado o ser humano, como estão complicados os relacionamentos!
Quantos problemas, quanta tristeza nos corações, quantas pessoas deprimidas!
Quantas doenças!!
Quantas situações, aos nossos olhos, sem solução!
Qual é a saída?
Deus me ensinou algo nesse dia.
O primeiro passo para alcançar uma vida melhor, mais frutífera é tomar uma atitude sábia: fazer uma limpeza interna, uma verdadeira faxina no nosso coração, na nossa alma.
Jogar fora o ódio, a mágoa, o rancor, o desânimo, a angústia, a insatisfação,..
Lançar tudo isso aos pés de Jesus e Ele com certeza vai levar tudo embora, e deixar no lugar o amor, a alegria, o ânimo, a força, a vontade de viver.
Que hoje seja para todos nós o "Dia da Faxina do Coração".
Vamos atender o pedido da "Prefeitura do Céu", limpemos nossas vidas, sejamos limpos, sendo assim seremos felizes, pois a Palavra de Deus promete:"Bem-aventurados os limpos de coração porque verão a Deus".* Mateus 5:8 *

Marsy Pacheco










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