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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sábado 08/07/2017


Sábado, 08 de julho de 2017


“A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo.”




EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,14-17


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 14os discípulos de João aproximaram-se de Jesus e perguntaram: "Por que razão nós e os fariseus praticamos jejuns, mas os teus discípulos não?" 15Disse-lhes Jesus: "Por acaso, os amigos do noivo podem estar de luto enquanto o noivo está com eles? Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, sim, eles jejuarão.
16Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão fica maior ainda. 17Também não se põe vinho novo em odres velhos, senão os odres se arrebentam, o vinho se derrama e os odres se perdem. Mas vinho novo se põe em odres novos, e assim os dois se conservam".
  
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Jailson Ferreira


Para que serve o jejum?
Você já imaginou qual o sentido do jejum? Para que ficar, VOLUNTARIAMENTE, sem comer carne? Para que ficar sem almoçar ou jantar um dia na semana? Ou fazer como Jesus, que passou 40 dias em jejum? Para quê?
Existem algumas explicações de ordem fisiológica e de ordem espiritual para o jejum. Na questão fisiológica, o jejum faz com que o sistema digestivo "esvazie" o seu conteúdo. Quando comemos carne vermelha, por exemplo, a sua digestão completa pode levar várias horas ou até dias. O que significa que antes de terminarmos de digerir completamente o almoço, já estamos jantando, e acrescentando mais comida no nosso organismo. Hoje já se sabe que a maioria de nós come muito mais do que precisa para viver com saúde... lembrando que quantidade é bem diferente de qualidade. Basta observar que quando um nutricionista prepara uma dieta, ele capricha na variedade de alimentos, mas nunca na quantidade do mesmo alimento. Diz-se ainda que quando o sistema digestivo trabalha menos (durante o jejum), outros sistemas funcionam melhor. Talvez isso explique a causa de algumas pessoas conseguirem raciocinar melhor quando estão em jejum.
Na parte espiritual, o jejum é um tipo de penitência no qual abrimos mão de algo que nos agrada, e oferecemos esse "sacrifício" por alguma boa intenção. E aqui entra um detalhe: só Deus precisa saber desse jejum! Não precisa sair por aí se gabando de jejuar, ou se mostrando abatido por causa do jejum! Pelo contrário, o verdadeiro jejum é feito escondido, para que somente o nosso Deus, que vê o que está escondido, tome conhecimento.
Jesus justificou que os seus discípulos não estavam em jejum porque Ele próprio estava presente, e isso era motivo de festa! E festa não combina com jejum! Chegaria o dia em que Jesus não estaria mais com seus discípulos, e aí sim, eles jejuariam. E é por isso que nós também devemos jejuar... abrindo mão de certos prazeres, ou até oferecendo as nossas dores e sofrimentos a Deus, a fim de que Ele amenize o sofrimento de outras pessoas...

jailsonfisio@hotmail.com





CASA, LAR E FAMÍLIA

Por que conversar sobre a fé de cada um é importante para um casamento forte


Imagine um jovem casal, saindo juntos para se conhecer melhor. Ambos nervosos, são tranquilizados pela luz tênue de um restaurante romântico. Fazem o pedido e suspiram, preparando-se para puxar um assunto. “Com que frequência você vai à igreja?”, diz o rapaz. A menina arregala os olhos.

A compatibilidade religiosa não costuma ser uma prioridade para quem procura um parceiro. Ao menos no início de um relacionamento, é mais comum que se prefira alguém que goste dos mesmos programas e séries de TV ou das mesmas atividades esportivas. Isso foi o que revelou um recente levantamento feito no Estados Unidos, onde apenas 44% pessoas dizem que ter a mesma religião é muito importante para um casamento de sucesso. Em contrapartida, 66% apontam a importância de interesses compartilhados, 63% ressaltam a satisfação sexual e 62% sublinham a divisão das tarefas do lar. A pesquisa foi feita pelo Pew Research Center em outubro.

Pessoas casadas são menos estressadas que as solteiras, diz estudo

Mas se debates sobre o valor da oração ou discussões sobre o último pronunciamento do papa são raros no namoro, pesquisas apontam que, a longo prazo, os casais podem se ver em dificuldades se não conversarem sobre a sua fé desde o começo. As crenças dos cônjuges podem delinear como cada um se portará durante um conflito, além de serem determinantes na hora de educar os filhos.

Uma das práticas religiosas que mais parecem fazer a diferença é ter o hábito de orar juntos. Segundo Brad Wilcox, autor de uma análise sobre a relação entre a religião e os casais formados por minorias, disse ao Christianity Today que “levar a fé diretamente para dentro da esfera doméstica parece resultar em benefícios reais para casais negros e latinos”.

Um estudo publicado em 2011 na revista da American Psychological Association, de autoria de pesquisadores da Universidade do Estado da Flórida, concluiu o mesmo, mostrando que a oração conjunta leva o casal a focar nas necessidades comuns e não nas preocupações individuais.

Casais que cultivam práticas religiosas são mais felizes, diz pesquisa

Além disso, segundo Christopher Ellison, professor de sociologia na Universidade do Texas, “casais que acreditam em santificação compartilham uma noção de sentido que vai além de hobbies compartilhados, interesse pessoal e procriação. O casal pode acreditar que Deus tem uma missão para o seu casamento ou até mesmo que foi ele quem os uniu”. Isso ajuda os casais a superar situações difíceis.

Ter um cônjuge da mesma religião influencia ainda em como cada um pratica a sua fé. Por exemplo, 82% dos protestantes dos EUA casados com protestantes são “muito religiosos”, enquanto 58% dos protestantes casados com religiosos não-protestantes se classificam dessa maneira. O número cai para 49% quando se trata de protestantes casados com pessoas sem religião, segundo estudo do Pew Research Center.

Além disso, de acordo com um estudo do Public Religion Research Institute, 31% dos norte-americanos que se declaram sem religião cresceram em um lar em que pai e mãe pertenciam a religiões diferentes, contra 22% educados em uma família em que os pais professavam a mesma fé. A diferença é maior entre católicos: 34% contra 17%.
Com informações de Deseret News.






MOMENTO DE REFLEXÃO


No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela...
 PENSE NISSO...   M A R A V I L H O S O ! ! !
A pessoa que escreveu este texto foi muito iluminada pelo nosso CRIADOR.
Eu nunca havia pensado dessa maneira. Adorei a forma utilizada para esclarecer uma dúvida que atormenta a maioria da humanidade.
Como achar que não exista vida após o nascimento? Esta questão é a mesma de não acreditar em vida após a morte! As pessoas podem duvidar, mas não afirmar que  não haja nada além.
Tudo depende de um ponto de referência. Usar o óbvio para explicar o duvidoso.
Afinal... “O que é vida e o que é morte”?


Diário de Sexta-feira 07/07/2017


Sexta-feira, 07 de julho de 2017


"A dor que machuca é a mesma que ensina."



EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,9-13


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu Jesus.

10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”

12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.
  
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!



Será que um olhar pode mudar a nossa vida? O que um olhar diferenciado pode fazer na vida de quem perdeu a esperança, de um jovem, de uma comunidade?

De fato não temos a convicta certeza que logo após o olhar de Jesus, Levi mudou de vida, mas é fato que mudou. Esse olhar compenetrado e convicto de Jesus era muito mais que um cartão de visita e sim a chave que rompia o lacre de um coração que aguardava ansioso uma chance para amar algo.

Creio que Levi, que virou Mateus, já tinha ouvido falar daquele homem de Nazaré e de seus prodígios, mas como Zaqueu, não esperava que Ele tivesse tempo e disposição para mudar a sua vida. A aproximação de Jesus deve ter gerado uma tremenda angústia em alguém que se acostumou a ser odiado pelas pessoas. Ninguém o viu com bons olhos imagine dar-lhe uma chance.

Aquele que ninguém acreditava, Deus percebeu! Onde apenas viam o pecado, Jesus viu uma grande possibilidade.

“(…) Sobreveio a lei para que abundasse o pecado. MAS ONDE ABUNDOU O PECADO, SUPERABUNDOU A GRAÇA. Assim como o pecado reinou para a morte, assim também a graça reinaria pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor“. (Romanos 5, 20-21)

Alguém com o destino já “traçado” resolve, mediante a um olhar, rever seus planos.

Quando lançamos o olhar de Jesus sobre os que nos cercam podemos de fato ver o que ninguém vê ou não quer ver. O mundo vê jovens desmotivados para as coisas da igreja; os olhos de Jesus acreditam ainda no engajamento comprometido.

Nossas igrejas, pastorais e movimentos aos poucos envelhecem, pois negamos ter o olhar de Jesus que cative os mais jovens. Não adianta culpar a internet, as lan-houses, os bailes funk, a televisão pela falta de oportunidades que NÃO DAMOS ao protagonísmo juvenil. O jovem não fica na igreja que o quer velho e triste… Normalmente antes dele se apaixonar pelo rosário e pela oração ele se encanta pelo violão, pela bateria, pelos retiros, pelos amigos, pela atenção…

Mateus foi o primeiro a colocar no papel todo o aprendizado de Jesus a qual chamou de Evangelho. Relatos dizem que Bartolomeu quando saiu a levar a Boa Nova pela Índia levou uma cópia dele. Aquele que não tinha chance foi um dos grandes divulgadores e é somente no Evangelho que leva sua assinatura que vemos talvez a real sensação de como Jesus mudou a sua vida.

“(…) O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo. O Reino dos céus é ainda SEMELHANTE A UM NEGOCIANTE que procura pérolas preciosas. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra. O Reino dos céus é semelhante ainda a uma rede que, jogada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. Quando está repleta, os pescadores puxam-na para a praia, sentam-se e separam nos cestos o que é bom e jogam fora o que não presta“. (Mateus 13, 44-48)

Quem será esse negociante que resolveu vender tudo que tinha por ter encontrado uma pérola de grande valor?

São Mateus, rogai por nós! Abre nossos olhos para ver o que Jesus deseja que vejamos nos irmãos!

Um imenso abraço fraterno






CULINÁRIA

Galinhada com creme de feijão


Ingredientes

½ xícara (chá) de óleo
1 galinha (ou frango) cortada nas juntas
5 dentes de alho espremidos
1 cebola picadinha
1 pimenta dedo-de-moça picadinha
1 tomate em cubinhos
2 cubos de caldo de galinha
1 xícara (chá) de salsinha picada
2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido
Cerca de 1,5 litro de água quente
Suco de ½ limão
1 cenoura ralada
1 xícara (chá) de cebolinha verde picada para salpicar

Creme de feijão

5 conchas de feijão cozido e temperado
3 dentes de alho
½ pimenta dedo-de-moça sem sementes
Pimenta-do-reino
Cebolinha verde picadinha para salpicar


Modo de preparo

Em uma panela grande, aqueça o óleo em fogo médio e refogue a galinha até dourar bem. Adicione o alho, a cebola e a pimenta dedo-de-moça e refogue.
Agregue o tomate e os cubos de caldo esfarelados e misture. Acrescente a salsinha e o arroz, tempere com pimenta-do-reino a gosto e refogue um pouco.
Cubra com parte da água e o suco de limão e deixe cozinhar, com a panela semitampada, até a carne e o arroz ficarem macios (veja se há necessidade de mais água ao longo do cozimento).
Assim que estiver quase secando, misture a cenoura e a cebolinha delicadamente, tampe e retire do fogo. Abafe por 10 minutos e sirva acompanhada do creme de feijão.

Creme de feijão

Bata os ingredientes no liquidificador até formar um creme. Reaqueça, se necessário, e sirva salpicado com cebolinha verde a gosto.



Arroz de forno da Regina Duarte

Ingredientes

4 colheres (sopa) de óleo
2 xícaras (chá) de arroz
2 tomates sem pele e sementes picados
1 dente de alho triturado
Sal
4 xícaras (chá) de água fervente
2 colheres (sopa) de manteiga
4 ovos mexidos preparados em azeite
6 azeitonas verdes picadas
6 azeitonas pretas picadas
3 colheres (sopa) de cebolinha verde picada
Salsa picadinha a gosto
¾ de xícara (chá) de parmesão ralado
2 cenouras em cubos médios cozidas al dente
1 pacote de batata palha (140 g)
500 g de carne cozida e desfiada (acém ou pá)
2 colheres (sopa) de parmesão ralado para polvilhar


Modo de preparo

Aqueça 3 colheres (sopa) do óleo e refogue o arroz, mexendo bem. Afaste o arroz do centro da panela e adicione o óleo restante, o tomate, o alho e sal a gosto. Esmague bem os temperos e misture-os ao arroz até que estejam bem desmanchados.
Acrescente a água fervente, misture e, assim que levantar fervura, abaixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar até a água secar e o arroz ficar cozido.
Com um garfo, solte o arroz e acrescente os demais ingredientes. Misture bem, disponha em um refratário e polvilhe o parmesão.
Leve ao forno médio preaquecido (180°C) por cerca de 20 minutos ou até gratinar. Sirva em seguida.





MOMENTO DE REFLEXÃO


Todos os anos, milhares de jovens atletas do mundo inteiro reúnem-se para os Jogos Olímpicos Especiais. O alarde, a presença de celebridades, a música e a euforia são quase tão grandiosos quanto os dos Jogos Olímpicos tradicionais. Os atletas sabem o que significa dar o melhor de si. Treinaram durante meses e anos e querem vencer.

Alguns anos atrás, cinco finalistas deficientes físicos reuniram-se na linha de largada. O coração de cada um batia forte. Todos queriam vencer. Foi dado o tiro de partida, e os atletas, que estavam agachados, começaram a correr com todas as suas forças. O público pôs-se em pé, gritando e aplaudindo.

De repente, um dos corredores tropeçou e caiu com o rosto no chão. Ele esforçou-se para levantar, mas não conseguiu. A platéia emitiu um gemido lamentando o que havia acontecido e, em seguida, um profundo silêncio tomou conta do estádio.

No mesmo instante, outro competidor parou de correr e abaixou-se para ajudar o companheiro caído a levantar-se. Os dois terminaram a corrida juntos.

- Michael Broome, em Histórias Para o Coração.



Diário de Quinta-feira 06/07/2017


Quinta-feira, 05 de julho de 2017


“A ansiedade é semelhante a uma cadeira de balanço: exigirá que você faça alguma coisa, mas não conduzirá a nenhum lugar.”




EVANGELHO DE HOJE
Mt 9,1-8


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"
3Então alguns mestres da Lei pensaram: "Esse homem está blasfemando!" 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: "Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te e anda'?".
6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — "Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa". 7O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
  
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
O pecado tem tamanha influencia em nossas vidas que Jesus se empenhava ao máximo a libertar as pessoas, especialmente as mais simples, desse grande mal, no entanto ainda existem fariseus mais preocupados com os erros do que os acertos.
A quem compete curar e libertar? Realmente existe um grupo de pessoas eleitas por Deus a serem melhores que outras? O que leva alguém a deixar de anunciar a verdade e a paz para pregar uma grande mentira e a guerra? Fazendo uma grande analogia a esse fato pergunto: do que adianta ser um preso confesso e arrependido do seu crime, mas ainda esta preso ao crime que cometeu? Do que adianta o arrependimento se não ter um bom comportamento?
Nos questionamentos acima, vivemos a difícil situação de falarmos algo, no entanto vivendo outra. Em ambos os casos ainda falta algo
“(…) Porém o povo de Israel, que procurava uma lei para ser aceito por Deus, não encontrou o que estava procurando. E por que não? Porque eles procuravam alcançar isso por meio das suas ações e não por meio da fé. Eles tropeçaram na pedra de tropeço como dizem as Escrituras Sagradas: Vejam! Estou colocando em Sião uma pedra em que eles vão tropeçar, a rocha que vai fazê-los cair. Mas quem crer nela não ficará desiludido”. (Romanos 9, 31-33)
O que mais incomodava aos mestres da lei narrado no evangelho de hoje era o fato de Jesus propor-se a libertar ou mudar a realidade do paralitico. O homem poderia até continuar a claudicar (mancar), mas não seria mais refém do pecado. Como questionei acima, de que adianta a cura se não houver uma mudança de comportamento real?
É importante frisar que a dedicação de Jesus estava e ainda esta na remissão do pecado e não na doença, na fatalidade, no problema e sim na mudança do ponto de vista sobre sua própria vida. Um homem deitado e prostrado tem uma visão bem diferente daquele que se encontra de pé ou daquele que esta acima de um monte…
“(…) Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus. É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. PORÉM UMA COISA EU FAÇO: ESQUEÇO AQUILO QUE FICA PARA TRÁS E AVANÇO PARA O QUE ESTÁ NA MINHA FRENTE. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus”. (Filipenses 3, 12-14)
Muitos irmãos, inclusive nós, precisam apenas de uma oportunidade de levantar. Eles precisam é da mudança de realidade. Ao oferecer uma nova chance, Jesus renovava a vida de quem o encontra. Não posso então me alimentar da hipocrisia e acreditar que NÓS, paralíticos, deixaremos de MANCAR ou errar, mas ao sermos apresentados a nova realidade, dificilmente voltaremos a deitar no leito.
Jesus diz “(…) Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa”. Apesar de ainda mancarmos, nunca mais seremos os mesmos. Ao voltarmos para casa, para nossa realidade, nossas vidas, ainda teremos a cama (o leito, o pecado) a nos rondar. A grande proposta de Jesus foi em dizer LEVANTE e coube aos fariseus em olhar apenas a cama.
Ao vermos sobre esse ponto de vista, repararemos que a atitude de Jesus, mesmo sendo questionada, se foca no perdão e não na cura. “(…) Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho PODER NA TERRA PARA PERDOAR pecados”. A cura passa a ser conseqüência da vontade de mudar.
Veja a reflexão proposta pelo site da CNBB:
“(…) Onde é mais fácil que vejamos a ação de Deus na nossa vida, quando Deus realiza uma cura ou nos concede alguma graça pela qual suplicamos ou fizemos promessas ou quando ele perdoa os nossos pecados? É claro que ao lermos este texto, afirmamos que é quando ele perdoa nossos pecados, mas a gente não vê as pessoas celebrarem ações de graças quando são perdoadas e sempre vemos celebrações em ação de graças por curas, conquistas e coisas do gênero. Isto tudo nos mostra que intelectualmente sabemos as coisas certas, mas existencialmente vivemos subordinados aos valores do mundo, de modo que somos pessoas divididas entre o que falamos e o que de fato acreditamos. O Evangelho de hoje é para todos nós um convite: precisamos de fato enxergar mais além para valorizarmos mais os verdadeiros dons que Deus nos concede”.
Esqueçamos a doença, ajudemos aos irmãos a levantar.
Um imenso abraço fraterno!







MUNDO ANIMAL


É possível adestrar um gato?
Postado por Cão Cidadão


Irascíveis, associais e incontroláveis. É assim que muitas pessoas descrevem os gatos domésticos, mas até que ponto isso é mesmo verdade? Será que é possível adestrar um gato? Sabemos que o temperamento de cada animal é moldado principalmente de acordo com suas experiências de vida, entretanto a ideia de que gato é um animal de vida livre, que não cria vínculos com o ser humano, ainda prevalece, reforçando o mito de que eles não são animais treináveis. Esse desentendimento com relação aos felinos pode ser, em parte, devido à falta de conhecimento sobre as preferências da espécie. Então, quais seriam os estímulos mais motivadores para os gatos?

Os cientistas respondem

Um recente estudo da Universidade do Estado do Oregon (Oregon State University), que também foi divulgado por alguns meios de comunicação na última semana, avaliou a preferência dos gatos domésticos e revelou que não apenas os gatos criam vínculos com humanos como também preferem essa interação social em vez de alguma comida. Para chegar a essa conclusão, os cientistas apresentaram a gatos adultos, provenientes de abrigos e de ambientes domésticos, estímulos diferentes para cada uma destas quatro categorias: interação social com um humano, alimento, brinquedo e estímulo olfativo.

Os testes

Para controlar o interesse de cada indivíduo, os gatos foram isolados do contato com humanos e não receberam qualquer alimento 2 horas e meia antes do teste. Além disso, cada animal permaneceu em seu próprio ambiente: gatos de abrigo foram testados em uma sala dentro do abrigo e os domiciliados, numa sala na casa do tutor.

No início, foram apresentados aos animais três estímulos diferentes em cada uma das quatro categorias:
1. Interação social com um humano – o próprio tutor ou o experimentador, no caso dos gatos de abrigo, (1) conversava com o gato; (2) fazia carinho nele;  e posteriormente (3) estimulava-o com um brinquedo com penas;
2. Alimento – os gatos tiveram acesso simultâneo a porções de: (1) frango, (2) atum e (3) petisco com sabor de frango;
3. Estímulo olfativo – os cientistas disponibilizaram simultaneamente panos de algodão com odores (1) de gerbo, uma presa natural dos felinos; (2) de catnip, a famosa erva do gato; e (3) de um gato desconhecido;
4. Brinquedo – os gatos tiveram acesso simultâneo a: (1) um brinquedo que se movia sozinho, (2) um ratinho e (3) um brinquedo com penas.
Ao final, para avaliar a preferência dos animais, os pesquisadores apresentaram simultaneamente para cada gato os quatro estímulos que haviam sido mais atrativos no teste inicial, sendo um de cada categoria.
Quais foram os resultados?
Não houve diferença significativa entre os gatos de abrigo e os domiciliados. Na comparação entre os estímulos da mesma categoria, os animais preferiram: a interação social por brincadeira, o atum, o brinquedo que se movia sozinho e o odor de erva do gato (catnip). Na comparação entre os estímulos mais atrativos de cada categoria, 50% dos gatos testados preferiram a interação social com um humano, 37% preferiram o alimento, 11%, o brinquedo e 2%, o estímulo olfativo. Entretanto, em termos estatísticos, os cientistas concluíram que não houve diferença significativa entre a preferência dos animais pela interação social e pelo alimento.

Isso significa dizer que…

A interação social com um humano foi, no geral, o estímulo preferido pela maioria dos animais, deixando a escolha pelo alimento em segundo lugar. Entretanto, é importante ressaltar que essa sociabilidade dos gatos é também influenciada por uma combinação de fatores que incluem predisposições genéticas e experiências de vida. Dessa forma, é bem provável que alguns gatos tenham mais preferência por interação social que outros.
O estudo também nos traz informações relevantes sobre os estímulos que podem ser utilizados para enriquecer o ambiente dos felinos, como os brinquedos que se movem sozinhos e a própria erva do gato (catnip). Além disso, mesmo considerando que os animais avaliados não tiveram acesso a comida 2 horas e meia antes dos testes, devemos lembrar que muitos gatos domiciliados ou de abrigos têm alimento sempre à disposição. Isso talvez tenha influenciado o fato de eles terem escolhido a interação social em vez do alimento?

Em suma

A descoberta dessa preferência entre os gatos nos revela que tanto a interação social quanto o alimento podem funcionar como reforçadores, favorecendo a modificação comportamental e os treinamentos cognitivos, ou seja, os gatos são animais treináveis, basta apenas criarmos uma motivação para eles, selecionando estímulos que sejam mais atrativos como recompensas. Os resultados apresentados pelo estudo são apenas um ponto de partida.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Eu tive que aceitar que o meu corpo nunca fora imortal, que ele envelheceria e que um dia se acabaria.
Eu tive que aceitar que eu viera ao mundo para fazer algo por ele, para tentar dar-lhe o melhor de mim, deixar rastros positivos da minha passagem e, em dado momento, partir.
Eu tive que aceitar que meus pais não durariam para sempre e que meus filhos, pouco a pouco, escolheriam seus caminhos e prosseguiriam sua caminhada sem mim.
Eu tive que aceitar que eles não eram meus como eu supunha, e que a liberdade de ir e vir era um direito deles também.
Eu tive que aceitar que todos os meus bens me foram confiados por empréstimo, que não me pertenciam e que eram tão fugazes como fugaz era a minha própria existência na Terra.
Eu tive que aceitar que eu iria e que os bens ficariam para uso de outras pessoas quando eu já não estivesse por aqui.
Eu tive que aceitar que varrer minha calçada todos os dias não me dava nenhuma garantia de que ela era propriedade minha, e que varrê-la com tanta constância era apenas um fútil alimento que eu dava à minha ilusão de posse.
Eu tive que aceitar que o que eu chamava de “minha casa” era só um teto temporário que dia mais, dia menos, seria o abrigo terreno de uma outra família.
Eu tive que aceitar que o meu apego às coisas só apressaria ainda mais a minha despedida e a minha partida.
Eu tive que aceitar que meus animais de estimação, minhas plantas, a árvore que eu plantara, minhas flores e minhas aves eram mortais. Eles não me pertenciam!
Foi difícil, mas eu tive que aceitar.
Eu tive que aceitar as minhas fragilidades, os meus limites, a minha condição de ser mortal, de ser atingível, de ser perecível.
Eu tive que aceitar para não perecer!
Eu tive que aceitar que a Vida sempre continuaria com ou sem mim, e que o mundo em pouco tempo me esqueceria.
Eu me rendi e aceitei que eu tinha que aceitar.
Aceitei para deixar de sofrer, para lançar fora o meu orgulho, a minha prepotência, e para voltar à simplicidade da Natureza, que trata a todos da mesma maneira e sem favoritismos.
Humildemente agora lhe confesso que foi preciso eu fazer cessar uma guerra dentro de mim.
Eu tive que me desarmar e abrir meus braços para receber e aceitar a minha tão sonhada Paz!


Diário de Quarta-feira 05/07/2017


Quarta-feira, 05 de julho de 2017


“A humildade é uma arma que, se carregada, não falha!”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,28-34


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"
3Então alguns mestres da Lei pensaram: "Esse homem está blasfemando!" 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: "Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te e anda'?".
6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — "Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa". 7O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
  
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
O pecado tem tamanha influencia em nossas vidas que Jesus se empenhava ao máximo a libertar as pessoas, especialmente as mais simples, desse grande mal, no entanto ainda existem fariseus mais preocupados com os erros do que os acertos.
A quem compete curar e libertar? Realmente existe um grupo de pessoas eleitas por Deus a serem melhores que outras? O que leva alguém a deixar de anunciar a verdade e a paz para pregar uma grande mentira e a guerra? Fazendo uma grande analogia a esse fato pergunto: do que adianta ser um preso confesso e arrependido do seu crime, mas ainda esta preso ao crime que cometeu? Do que adianta o arrependimento se não ter um bom comportamento?
Nos questionamentos acima, vivemos a difícil situação de falarmos algo, no entanto vivendo outra. Em ambos os casos ainda falta algo
“(…) Porém o povo de Israel, que procurava uma lei para ser aceito por Deus, não encontrou o que estava procurando. E por que não? Porque eles procuravam alcançar isso por meio das suas ações e não por meio da fé. Eles tropeçaram na pedra de tropeço como dizem as Escrituras Sagradas: Vejam! Estou colocando em Sião uma pedra em que eles vão tropeçar, a rocha que vai fazê-los cair. Mas quem crer nela não ficará desiludido”. (Romanos 9, 31-33)
O que mais incomodava aos mestres da lei narrado no evangelho de hoje era o fato de Jesus propor-se a libertar ou mudar a realidade do paralitico. O homem poderia até continuar a claudicar (mancar), mas não seria mais refém do pecado. Como questionei acima, de que adianta a cura se não houver uma mudança de comportamento real?
É importante frisar que a dedicação de Jesus estava e ainda esta na remissão do pecado e não na doença, na fatalidade, no problema e sim na mudança do ponto de vista sobre sua própria vida. Um homem deitado e prostrado tem uma visão bem diferente daquele que se encontra de pé ou daquele que esta acima de um monte…
“(…) Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus. É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. PORÉM UMA COISA EU FAÇO: ESQUEÇO AQUILO QUE FICA PARA TRÁS E AVANÇO PARA O QUE ESTÁ NA MINHA FRENTE. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus”. (Filipenses 3, 12-14)
Muitos irmãos, inclusive nós, precisam apenas de uma oportunidade de levantar. Eles precisam é da mudança de realidade. Ao oferecer uma nova chance, Jesus renovava a vida de quem o encontra. Não posso então me alimentar da hipocrisia e acreditar que NÓS, paralíticos, deixaremos de MANCAR ou errar, mas ao sermos apresentados a nova realidade, dificilmente voltaremos a deitar no leito.
Jesus diz “(…) Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa”. Apesar de ainda mancarmos, nunca mais seremos os mesmos. Ao voltarmos para casa, para nossa realidade, nossas vidas, ainda teremos a cama (o leito, o pecado) a nos rondar. A grande proposta de Jesus foi em dizer LEVANTE e coube aos fariseus em olhar apenas a cama.
Ao vermos sobre esse ponto de vista, repararemos que a atitude de Jesus, mesmo sendo questionada, se foca no perdão e não na cura. “(…) Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho PODER NA TERRA PARA PERDOAR pecados”. A cura passa a ser conseqüência da vontade de mudar.
Veja a reflexão proposta pelo site da CNBB:
“(…) Onde é mais fácil que vejamos a ação de Deus na nossa vida, quando Deus realiza uma cura ou nos concede alguma graça pela qual suplicamos ou fizemos promessas ou quando ele perdoa os nossos pecados? É claro que ao lermos este texto, afirmamos que é quando ele perdoa nossos pecados, mas a gente não vê as pessoas celebrarem ações de graças quando são perdoadas e sempre vemos celebrações em ação de graças por curas, conquistas e coisas do gênero. Isto tudo nos mostra que intelectualmente sabemos as coisas certas, mas existencialmente vivemos subordinados aos valores do mundo, de modo que somos pessoas divididas entre o que falamos e o que de fato acreditamos. O Evangelho de hoje é para todos nós um convite: precisamos de fato enxergar mais além para valorizarmos mais os verdadeiros dons que Deus nos concede”.
Esqueçamos a doença, ajudemos aos irmãos a levantar.
Um imenso abraço fraterno!






CURIOSIDADES

Fatos que você desconhecia...até agora!


Por que os trabalhadores suecos estão implantando chips no corpo?
Por Magno Oliver

Implantar chips no corpo já não é algo tão anormal quanto há poucos anos atrás. Nem é tão anormal se compararmos com outras coisas que algumas pessoas tem implantado por aí. Nós aqui da redação da Fatos Desconhecidos já falamos algumas vezes sobre esse assunto, como nessa matéria, na qual falamos sobre implantes que podem dar super-poderes à pessoas ‘comuns’.
Implantar chips está se tornando a nova ‘moda’ do momento. Em uma incubadora de start-ups sueca, chamada Epicentre, os funcionários estão implantando, de maneira voluntária, microchips do tamanho de grãos de arroz, em suas mãos, que funcionam de maneira semelhante aos usados nos cartões de crédito e celulares.
De acordo com a Associated Press, o motivo é a conveniência, praticidade em suas vidas. Com a implantação do chip é possível realizar movimentos básicos, como abrir portas, comprar coisas e, até mesmo, operar equipamentos eletrônicos, como uma impressora.
Segundo o co-fundador e CEO da Epicenter, Patrick Mesterton, em entrevista ao jornal Telegraph, demonstrando uma porta sendo destrancada com um aceno, o maior benefício que eu acho é a conveniência. Basicamente, substitui muitas coisas que você tem, outros dispositivos de comunicação, sejam cartões de crédito ou chaves. É claro, colocar as coisas em seu corpo é um grande passo a fazer e foi até para mim no início.
Mas, por outro lado, quero dizer, as pessoas têm implantado coisas em seu corpo, [como] coisas para controlar seu coração[por exemplo]. Essa é uma maneira, coisa muito mais séria do que ter um pequeno chip que pode realmente se comunicar com dispositivos.
Segundo o jornal Telegraph, a tecnologia em si não é nova. Esses chips são usados como placas de coleira virtual para animais de estimação. As empresas as utilizam para monitorar as entregas. E nunca foi usado para marcar os funcionários em larga escala antes.
A Epicenter e um punhado de outras empresas são as primeiras a fazer implantes de chips largamente disponíveis. E como acontece com a maioria das novas tecnologias, ele levanta questões de segurança e privacidade. Embora biologicamente seguros, os dados gerados pelos chips podem mostrar quantas vezes um funcionário vem para o trabalho ou o que eles compram.
A Epicenter abriga outras 100 empresas e cerca de 2 mil funcionários. Ela começou a implantar chips nos trabalhadores em janeiros de 2015. Já são 150 funcionários com chip implantado. Outra empresa, com sede na Bélgica, também ofereceu a seus empregados os mesmos implantes. Também existem alguns casos isolados de entusiastas que tem tentado implantes nos últimos anos.
Para tais implantes é usada a tecnologia Near Field Communication (NFC) a mesma de cartões de crédito sem contato ou pagamentos móveis.
Quando ativado por um leitor a poucos centímetros (polegadas) de distância, uma pequena quantidade de dados flui entre os dois dispositivos através de ondas eletromagnéticas. Os implantes são “passivos”, o que significa que contêm informações que outros dispositivos podem ler, mas não podem ler as informações. O processo dura alguns segundos e frequentemente não há nenhum grito, apenas uma gota de sangue.
Jowan Osterlund, da Biohax Suécia, afirma que “o próximo passo para a eletrônica é entrar no corpo”. Ele é o responsável por implantar os chips nas pessoas. Uma funcionária da Eventomatic – empresa de eventos que trabalha com a Epicenter -, Sandra Haglof (25), afirma: “eu quero ser parte do futuro”. Ela possui um chip na mão esquerda.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar, My way. O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção quando escrevia este texto. Ela diz mais ou menos assim: “Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante. Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também. É impossível acertar sempre. Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando. A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece no presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
– Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros. Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.


Roberto Shinyashiki