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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quarta-feira 05/07/2017


Quarta-feira, 05 de julho de 2017


“A humildade é uma arma que, se carregada, não falha!”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,28-34


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 1entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: "Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!"
3Então alguns mestres da Lei pensaram: "Esse homem está blasfemando!" 4Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: "Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5O que é mais fácil, dizer: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te e anda'?".
6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — "Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa". 7O paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
  
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
O pecado tem tamanha influencia em nossas vidas que Jesus se empenhava ao máximo a libertar as pessoas, especialmente as mais simples, desse grande mal, no entanto ainda existem fariseus mais preocupados com os erros do que os acertos.
A quem compete curar e libertar? Realmente existe um grupo de pessoas eleitas por Deus a serem melhores que outras? O que leva alguém a deixar de anunciar a verdade e a paz para pregar uma grande mentira e a guerra? Fazendo uma grande analogia a esse fato pergunto: do que adianta ser um preso confesso e arrependido do seu crime, mas ainda esta preso ao crime que cometeu? Do que adianta o arrependimento se não ter um bom comportamento?
Nos questionamentos acima, vivemos a difícil situação de falarmos algo, no entanto vivendo outra. Em ambos os casos ainda falta algo
“(…) Porém o povo de Israel, que procurava uma lei para ser aceito por Deus, não encontrou o que estava procurando. E por que não? Porque eles procuravam alcançar isso por meio das suas ações e não por meio da fé. Eles tropeçaram na pedra de tropeço como dizem as Escrituras Sagradas: Vejam! Estou colocando em Sião uma pedra em que eles vão tropeçar, a rocha que vai fazê-los cair. Mas quem crer nela não ficará desiludido”. (Romanos 9, 31-33)
O que mais incomodava aos mestres da lei narrado no evangelho de hoje era o fato de Jesus propor-se a libertar ou mudar a realidade do paralitico. O homem poderia até continuar a claudicar (mancar), mas não seria mais refém do pecado. Como questionei acima, de que adianta a cura se não houver uma mudança de comportamento real?
É importante frisar que a dedicação de Jesus estava e ainda esta na remissão do pecado e não na doença, na fatalidade, no problema e sim na mudança do ponto de vista sobre sua própria vida. Um homem deitado e prostrado tem uma visão bem diferente daquele que se encontra de pé ou daquele que esta acima de um monte…
“(…) Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus. É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. PORÉM UMA COISA EU FAÇO: ESQUEÇO AQUILO QUE FICA PARA TRÁS E AVANÇO PARA O QUE ESTÁ NA MINHA FRENTE. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus”. (Filipenses 3, 12-14)
Muitos irmãos, inclusive nós, precisam apenas de uma oportunidade de levantar. Eles precisam é da mudança de realidade. Ao oferecer uma nova chance, Jesus renovava a vida de quem o encontra. Não posso então me alimentar da hipocrisia e acreditar que NÓS, paralíticos, deixaremos de MANCAR ou errar, mas ao sermos apresentados a nova realidade, dificilmente voltaremos a deitar no leito.
Jesus diz “(…) Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa”. Apesar de ainda mancarmos, nunca mais seremos os mesmos. Ao voltarmos para casa, para nossa realidade, nossas vidas, ainda teremos a cama (o leito, o pecado) a nos rondar. A grande proposta de Jesus foi em dizer LEVANTE e coube aos fariseus em olhar apenas a cama.
Ao vermos sobre esse ponto de vista, repararemos que a atitude de Jesus, mesmo sendo questionada, se foca no perdão e não na cura. “(…) Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho PODER NA TERRA PARA PERDOAR pecados”. A cura passa a ser conseqüência da vontade de mudar.
Veja a reflexão proposta pelo site da CNBB:
“(…) Onde é mais fácil que vejamos a ação de Deus na nossa vida, quando Deus realiza uma cura ou nos concede alguma graça pela qual suplicamos ou fizemos promessas ou quando ele perdoa os nossos pecados? É claro que ao lermos este texto, afirmamos que é quando ele perdoa nossos pecados, mas a gente não vê as pessoas celebrarem ações de graças quando são perdoadas e sempre vemos celebrações em ação de graças por curas, conquistas e coisas do gênero. Isto tudo nos mostra que intelectualmente sabemos as coisas certas, mas existencialmente vivemos subordinados aos valores do mundo, de modo que somos pessoas divididas entre o que falamos e o que de fato acreditamos. O Evangelho de hoje é para todos nós um convite: precisamos de fato enxergar mais além para valorizarmos mais os verdadeiros dons que Deus nos concede”.
Esqueçamos a doença, ajudemos aos irmãos a levantar.
Um imenso abraço fraterno!






CURIOSIDADES

Fatos que você desconhecia...até agora!


Por que os trabalhadores suecos estão implantando chips no corpo?
Por Magno Oliver

Implantar chips no corpo já não é algo tão anormal quanto há poucos anos atrás. Nem é tão anormal se compararmos com outras coisas que algumas pessoas tem implantado por aí. Nós aqui da redação da Fatos Desconhecidos já falamos algumas vezes sobre esse assunto, como nessa matéria, na qual falamos sobre implantes que podem dar super-poderes à pessoas ‘comuns’.
Implantar chips está se tornando a nova ‘moda’ do momento. Em uma incubadora de start-ups sueca, chamada Epicentre, os funcionários estão implantando, de maneira voluntária, microchips do tamanho de grãos de arroz, em suas mãos, que funcionam de maneira semelhante aos usados nos cartões de crédito e celulares.
De acordo com a Associated Press, o motivo é a conveniência, praticidade em suas vidas. Com a implantação do chip é possível realizar movimentos básicos, como abrir portas, comprar coisas e, até mesmo, operar equipamentos eletrônicos, como uma impressora.
Segundo o co-fundador e CEO da Epicenter, Patrick Mesterton, em entrevista ao jornal Telegraph, demonstrando uma porta sendo destrancada com um aceno, o maior benefício que eu acho é a conveniência. Basicamente, substitui muitas coisas que você tem, outros dispositivos de comunicação, sejam cartões de crédito ou chaves. É claro, colocar as coisas em seu corpo é um grande passo a fazer e foi até para mim no início.
Mas, por outro lado, quero dizer, as pessoas têm implantado coisas em seu corpo, [como] coisas para controlar seu coração[por exemplo]. Essa é uma maneira, coisa muito mais séria do que ter um pequeno chip que pode realmente se comunicar com dispositivos.
Segundo o jornal Telegraph, a tecnologia em si não é nova. Esses chips são usados como placas de coleira virtual para animais de estimação. As empresas as utilizam para monitorar as entregas. E nunca foi usado para marcar os funcionários em larga escala antes.
A Epicenter e um punhado de outras empresas são as primeiras a fazer implantes de chips largamente disponíveis. E como acontece com a maioria das novas tecnologias, ele levanta questões de segurança e privacidade. Embora biologicamente seguros, os dados gerados pelos chips podem mostrar quantas vezes um funcionário vem para o trabalho ou o que eles compram.
A Epicenter abriga outras 100 empresas e cerca de 2 mil funcionários. Ela começou a implantar chips nos trabalhadores em janeiros de 2015. Já são 150 funcionários com chip implantado. Outra empresa, com sede na Bélgica, também ofereceu a seus empregados os mesmos implantes. Também existem alguns casos isolados de entusiastas que tem tentado implantes nos últimos anos.
Para tais implantes é usada a tecnologia Near Field Communication (NFC) a mesma de cartões de crédito sem contato ou pagamentos móveis.
Quando ativado por um leitor a poucos centímetros (polegadas) de distância, uma pequena quantidade de dados flui entre os dois dispositivos através de ondas eletromagnéticas. Os implantes são “passivos”, o que significa que contêm informações que outros dispositivos podem ler, mas não podem ler as informações. O processo dura alguns segundos e frequentemente não há nenhum grito, apenas uma gota de sangue.
Jowan Osterlund, da Biohax Suécia, afirma que “o próximo passo para a eletrônica é entrar no corpo”. Ele é o responsável por implantar os chips nas pessoas. Uma funcionária da Eventomatic – empresa de eventos que trabalha com a Epicenter -, Sandra Haglof (25), afirma: “eu quero ser parte do futuro”. Ela possui um chip na mão esquerda.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar, My way. O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção quando escrevia este texto. Ela diz mais ou menos assim: “Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens. Acertei bastante, mas também errei bastante. Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também. É impossível acertar sempre. Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando. A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece no presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
– Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros. Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.


Roberto Shinyashiki



Diário de Terça-feira 04/07/2017


Terça-feira, 04 de julho de 2017


“A amizade é como a sombra na tarde...cresce até com o ocaso da vida. (Jean de La Fontaine) 



EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,23-27


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 23Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia.
25Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!” 26Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria. 27Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”
 
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Qual é o limite que suportam nossas forças? Sabemos até onde podemos chegar ou suportar antes de “entregar os pontos”?
A tolerância que temos para suportar as pressões pode sim variar de pessoa para pessoa e conforme o que estamos passando sendo assim, a fé também pode ser umas das possíveis vítimas. Ela (a fé) pode sofrer abalos momentâneos ou duradouros quando somos submetidos diretamente ao sofrimento em especial, nas situações de sofrimento ou penúria imposta pelas moléstias (doenças) ou pela morte.
Quantas pessoas que ao passar por momentos de profundo e intenso estresse sucumbiram à descrença? Quantas que desistiram ao ver seu mundo virar ao avesso?
Moisés certa vez, cansado da incredulidade e “pedição” do povo, desconta toda sua raiva e decepção num rochedo que “se nega” a dar água da primeira vez que é solicitado e que precisa ser novamente atingido para que se contentasse o povo descrente. Deus concedeu muito a Moisés, mas naquele momento o humano “escapou” do divino e a raiva tomou conta. Somos assim também.
“(…) Em seguida, tendo Moisés e Aarão convocado a assembléia diante do rochedo, disse-lhes Moisés: ‘Ouvi, rebeldes: acaso faremos nós brotar água deste rochedo? Moisés levantou a mão e feriu o rochedo com a sua vara duas vezes; as águas jorraram em abundância, de sorte que beberam, o povo e os animais. Em seguida, disse o Senhor a Moisés e Aarão: “Porque faltastes à confiança em mim para fazer brilhar a minha santidade aos olhos dos israelitas, não introduzireis esta assembléia na terra que lhe destino’“. (Números 20, 10-12)
Como enxergamos as fatalidades? Como vemos a morte? Em ambas as perguntas a resposta deveria vir precedida da palavra DEPENDE.
Sim! A resposta é proporcional a importância que damos a pergunta. Como assim? A fatalidade geralmente acontece na casa dos outros, mas quando ocorre no nosso quintal é catástrofe!
Anos e anos de RCC (Renovação Carismática Católica) me ensinaram e fizeram refletir algo que carrego no meu exercício como ministro: Quem nos procura volta pra casa com algo melhor? Será que estamos ensinando o que Jesus nos pediu?
O próprio documento de Aparecida nos sugere um ensino querigmático, ou seja, com foco no anúncio da Boa Nova, mas por que muitos grupos, pastorais, homilias e pregações dão tanta importância ao povo “pidão” que insiste em ver a água brotar da terra ao invés de educar? Temos em nosso conviver um povo que tem medo de enfrentar as tempestades e já no primeiro vento acorda Jesus. O foco do QUERIGMA é ensinar que antes de gritar é ACREDITAR QUE JESUS ESTA NO BARCO!
Não quero aqui diminuir a dor de quem sofre fisicamente com uma doença ou uma perda, mas dar a ela um sentido que gere o conforto. Deus esta no Barco! Creia!
Lembrei de outra passagem em que o apóstolo dos gentios, Paulo, ia em direção a Roma para ser julgado. A vontade de ser levado a Roma o fez enfrentar uma tremenda tempestade que sacudia o barco e tudo levava a crer que o viraria e levaria todos os ocupantes a morte. Lançaram ao mar todo material que podia ser desprezado e ao final restando apenas a tripulação veio a idéia de pularem no mar. Paulo então diz:
“(…) Desde muito tempo ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: Amigos, deveras devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e essas perdas. Agora, porém, vos admoesto a QUE TENHAIS CORAGEM, POIS NÃO PERECERÁ NENHUM DE VÓS, MAS SOMENTE O NAVIO. Esta noite apareceu-me um anjo de Deus, a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse Não temas, Paulo. É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo. POR ISSO, AMIGOS, CORAGEM! EU CONFIO EM DEUS QUE HÁ DE ACONTECER COMO ME FOI DITO. VAMOS DAR A UMA ILHA“. (Atos 27, 21-26)
Não abandonemos o barco, haverá sempre uma ilha.
Pessoas que passaram por grandes tormentas na vida testemunham que em um dado momento, quando viam a esperança a certa distancia, perceberam a mudança no sentido do vento. No olho do furação que viviam, Deus concedia pela fé uma ilha de tranqüilidade a aqueles que não desistiam. Derrotas, percas, tormentas, [...] também nos ensinam, mesmo que duramente, no entanto é preciso crer que venceremos.
Por fim, saiba que ACREDITAR, no dicionário, vem antes de gritar, portanto, não pule do barco!
Um imenso abraço fraterno!





COPORTAMENTO


Como a fé pode lhe libertar de vícios
À medida que sua fé cresce, seus vícios tendem a diminuir.
Renata Finholdt


Ter fé significa acreditar em alguma coisa ou em alguém, ter confiança que algo seja verdadeiro. Ter fé em Cristo implica acreditar em seus ensinamentos, ser seguidor de seus exemplos e ações.

Todos os exemplos que Cristo nos deixou estão nas sagradas escrituras. Através de sua leitura e estudos podemos endireitar nossas vidas e conduta para passar a agir de acordo com nossas crenças.

Os vícios seguem o caminho contrário dos ensinamentos cristãos. As sagradas escrituras justamente nos ensinam que devemos nos libertar de vícios. Quando nos dispomos a seguir os ensinamentos que Cristo nos deixou precisamos deixar para trás tudo aquilo que não condiz com o evangelho.

Há variados tipos de vícios, dos mais simples aos mais difíceis e há alguns deles que, além de fé, precisam de muita força de vontade e também de tratamento médico especializado. Vício de fumo, de álcool, de jogo, de sexo, de drogas e tantos outros são terrivelmente prejudiciais ao ser humano tanto físico quanto psicologicamente falando.

Acreditar de todo coração

Ter fé significa acreditar de todo coração, e partindo deste princípio não é possível acreditar nos ensinamentos cristãos e manter vícios, independentemente de quais sejam, uma vez que são contrários aos ensinamentos.

Agir de acordo com os ensinamentos

Se você passa a estudar as escrituras, participar de reuniões na Igreja e se dedicar ao que aprende, isso servirá de grande apoio e ajuda para acabar com os vícios que você carrega. Sua vontade de praticar aquilo que aprende se torna, pouco a pouco, maior do que seu impulso pelos vícios.

Aumento da fé, diminuição dos vícios

A fé pode ser conquistada passo a passo. Primeiramente você aprende sobre Cristo, sobre sua vida e ensinamentos e pouco a pouco sente que algo dentro de você se acende, sua fé começa a crescer a partir de então. Seu empenho nos estudos e na prática do que aprende a fortalece a cada dia, na mesma medida que sua fé cresce seu desejo de praticar algo contrário a ela diminui, passa a ser algo que você tem o desejo de eliminar de sua vida para dar espaço ao novo ser que está se tornando.

Se dê a oportunidade de aumentar sua fé estudando os ensinamentos de Cristo todos os dias. Criando o bom hábito de ler as escrituras e aplicar tudo o que aprende em seu dia a dia. Aos poucos seus vícios farão parte do seu passado







MOMENTO DE REFLEXÃO


Todos os anos, no dia do meu aniversário, desde que completei doze anos, uma gardênia branca me era entregue anonimamente em casa. Não havia nunca um cartão ou um bilhete e os telefonemas para o florista eram em vão, pois a compra era sempre feita em dinheiro vivo.

Depois de algum tempo, parei de tentar descobrir a identidade do remetente. Apenas me deleitava com a beleza e o perfume estonteante daquela única flor, mágica e perfeita, aninhada em camadas de papel de seda cor-de-rosa.

Porém nunca parei de imaginar quem poderia ser o remetente. Alguns de meus momentos mais felizes eram passados sonhando acordada com alguém maravilhoso e excitante, mas tímido ou excêntrico demais para revelar sua identidade.

Durante a adolescência, foi divertido especular que o remetente
seria um garoto por quem eu estivesse apaixonada, ou mesmo alguém que eu não conhecia e que havia me notado.

Minha mãe freqüentemente alimentava as minhas especulações. Ela me perguntava se havia alguém a quem eu tivesse feito uma gentileza especial e que poderia estar demonstrando anonimamente seu apreço.

Fez com que eu lembrasse das vezes em que estava andando de bicicleta e nossa vizinha chegara com o carro cheio de compras e crianças. Eu sempre a ajudava a descarregar o carro e cuidava que as crianças não corressem para a rua. Ou talvez o misterioso remetente fosse o senhor que morava do outro lado da rua. No inverno, muitas vezes eu lhe levava sua correspondência para que ele não tivesse que se aventurar nos degraus escorregadios.

Minha mãe fez o que pôde para estimular minha imaginação a respeito da gardênia.

Ela queria que seus filhos fossem criativos.

Também queria que nos sentíssemos amados e queridos, não apenas por ela, mas pelo mundo como um todo.

Quando estava com dezessete anos, um rapaz partiu meu coração. Na noite em que me ligou pela última vez, chorei até pegar no sono. Quando acordei de manhã havia uma mensagem escrita com batom vermelho no meu espelho: "Alegre-se, quando semideuses se vão, os deuses vêm."

Pensei a respeito daquela citação de Emerson durante muito tempo e a deixei onde minha mãe a havia escrito até meu coração sarar. Quando finalmente fui buscar o limpa-vidros, minha mãe soube que estava tudo bem novamente.

Mas houve certas feridas que minha mãe não pôde curar. Um mês antes de minha formatura no segundo grau, meu pai morreu subitamente de enfarte. Meus sentimentos variavam de dor a abandono, medo, desconfiança e raiva avassaladora por meu pai estar perdendo alguns dos acontecimentos mais importantes da minha vida.

Perdi totalmente o interesse em minha formatura que se aproximava, na peça de teatro da turma dos formandos e no baile de formatura – eventos para os quais eu havia trabalhado e que esperava com ansiedade. Pensei até mesmo em entrar em uma faculdade local, ao invés de ir para outro estado como havia planejado, pois me sentiria mais segura.

Minha mãe, em meio à sua própria dor, não queria de forma alguma que eu faltasse a nenhuma dessas coisas. Um dia antes de meu pai morrer, eu e ela tínhamos ido comprar um vestido para o baile e havíamos encontrado um, espetacular - metros e metros de musselina estampada em vermelho, branco e azul.

Ao experimentá-lo, me senti como Scarlett O'Hara em O Vento Levou... Mas não era do tamanho certo e, quando meu pai morreu no dia seguinte, esqueci totalmente do vestido.

Minha mãe, não. Na véspera do baile, encontrei o vestido esperando por mim - no tamanho certo. Estava estendido majestosamente sobre o sofá da sala, apresentado para mim de maneira artística e amorosa. Eu podia não me importar em ter um vestido novo, mas minha mãe se importava.

Ela estava atenta à imagem que seus filhos tinham de si mesmos.

Imbuiu-nos com uma sensação de mágica do mundo e nos deu a habilidade de ver a beleza mesmo em meio à adversidade.

Na verdade, minha mãe queria que seus filhos se vissem como a gardênia - graciosos, fortes, perfeitos, com uma aura de mágica e talvez um pouco de mistério.

Minha mãe morreu quando eu estava com vinte e dois anos, apenas dez dias depois de meu casamento. Este foi o ano em que parei de receber gardênias.

(Martha Arons)




Diário de Segunda-feira 03/07/2017


Segunda-feira, 03 de julho de 2017


“A amizade consiste em esquecer o que a gente dá e lembrar do que a gente recebe.”(Alexandre Dumas).




EVANGELHO DE HOJE
Jo 20,24-29


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: "Vimos o Senhor!" Mas Tomé disse-lhes: "Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei". 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". 27Depois disse a Tomé: "Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel". 28Tomé respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!" 29Jesus lhe disse: "Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!"
 
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Como sou lembrado? Como é que somos vistos? Isso importa para mim? Chega ao ponto de me incomodar? Será que meus erros passados pesam ainda sobre meus ombros?
Costumo dizer que o diabo é o melhor paparazzo que existe. Ele sempre esta presente quando fazemos grandes ou pequenas burradas. Ele “tira” fotos dos nossos deslizes em todas as posições e ângulos possíveis esperando o momento certo – quando bate em meu coração o desejo do arrependimento puro e sincero.
Queremos voltar a caminhar, fazer, portanto o que é correto (…) então ele “revela” as “fotos” dos nossos equívocos em nossa mente. É um mini flashback. Lembramos de tudo nos mínimos detalhes e envergonhados, fugimos do perdão. Quem nunca passou por isso? As “fotos” uma após outra “se revelam” em nossa mente e a tristeza toma o lugar da vontade de voltar.
Não sei bem, mas surge então um dos nossos mecanismos de defesa (ou seria de agressão?): passo a avalizar e julgar também os outros! -“Eu sei que fiz”, mas ele (a) também não é santo (a) porque fez isso e isso (…). Fazemos muito isso sem pensar.
O que isso tem haver com Tomé? Como ele é lembrado? A ele é dado o estigma da incredulidade. O engraçado que esse mesmo homem, em meio à dúvida dos apóstolos, sugere que todos acompanhem Jesus à Jerusalém e, se for o caso, morram com Ele. Não lembramos Tomé por isso e sim pela sua fraqueza!
“(…) A isso Tomé, chamado Dídimo, disse aos seus condiscípulos: Vamos também nós, para morrermos com ele”. (João 11, 16)
Pedro é lembrado pela tríplice negação, por não ter conseguido andar sobre as águas, por ter cortado a orelha de Malco, mas José Prado Flores apresenta uma perspectiva interessante desse apóstolo: Ele foi o único que teve coragem de TENTAR caminhar nas águas; de fato Ele negou, mas ele estava lá, onde estavam os outros? Pedro agride o soldado, pois reconhecia aquele ato infundado como um ato contra o filho de Deus, sendo ele o primeiro a reconhecer isso. E nós como somos lembrados? Como nos lembramos dos que nos acompanham?
É, pois tão difícil fazer o caminho de volta, reconhecendo seus próprios erros e terrível encontrar alguém se pondo num trono de vaidade e soberba a apontar nossos defeitos que o paparazzo já fez questão de revelar! Nesse momento alguém pede apenas uma chance! O perdão não deve ser negado ou condicionado. O resgate da confiança, sim vai depender dos próximos atos, mas não devemos negar o perdão.
“(…) É por isso que o Senhor está desejoso de vos perdoar; é por isso que ele se ergue para vos poupar; porque o Senhor é um Deus justo; ditosos aqueles que nele esperam”. (Isaias 30, 18)
Começamos a viver uma convocação do papa Bento XVI – o ano sacerdotal. Algo que, nesse evangelho é devidamente apropriado. O padre ou presbítero é, em bom coloquial, “gente como a gente”. Alguém que busca, como nós, fazer mais coisas certas que não certas. E como é lembrado? Vejo alguém jogando futebol e quero participar. O jogo tem regras, mas desejo que elas se adaptem a mim. Advinha quem é o juiz do jogo?
Em algum momento já escutamos que a igreja não deixa isso, isso e isso (…) mas é a regra da igreja, o que chamamos de tradição e deve ser respeitada. Não é culpa do padre! Se levássemos a sério o casamento não casaríamos por fogo de palha ou evento social (respeito as exceções particulares); se levássemos a serio a catequese, creio eu que teríamos mais crianças e adultos com amor ao próximo, pois temos católicos que vemos no batismo e depois no casamento.
Se levássemos mais a serio o Pai Nosso não teríamos perdido tantos irmãos e irmãs para outras religiões e se lá estão bem e reconhecem a Deus: Glória a Deus! Gostaria, sinceramente, que estivessem aqui em só rebanho, mas “nossos dedos” os empurraram pra longe.
São Tomé sou eu, você, nós que no fim das nossas mazelas, reconhecemos nossas fraquezas e dizemos: “(…) Meu Senhor e meu Deus”! Somos chamados a ver as chagas do mundo dentre elas as nossas.
Um imenso abraço fraterno!






MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


Eu achei e pensei que...
Luiz Marins


Recebi de um assinante de nossas mensagens Motivação & Sucesso a sugestão de escrever sobre o “achismo”.
 “O achismo é muito comum em todos os lugares que passamos. Em casa, no trabalho, nas empresas etc. O achismo é uma doença que se popularizou: o cidadão está acostumado a ‘achar’ que... Na realidade não devemos achar nada. Devemos ter certeza ou não da realidade. Se não temos certeza, temos que estudar, perguntar ou verificar antes de falar ‘eu achei que...’. E por aí vai... Inclusive, tem gente que faz muita coisa errada, porque acha que é ‘assim ou assado’...”.
Alguns dias depois, o mesmo assinante me enviou a sugestão de além do “achismo” escrever sobre o “pensei que...” que é uma variação do mesmo “achismo”. Muitas pessoas, disse ele, fazem ou deixam de fazer o que deve ser feito “pensando que...” em vez de conferir e saber. Ele contou que certo dia sua filha passou em frente sua casa e como não viu os carros na garagem, passou reto e não parou, porque “pensou que” não tinha ninguém em casa. Ocorre, conta ele, que todos estavam em casa e os carros estavam um na revisão e outro lavando no posto!
Vejam que o assinante tem muita razão! Quantas vezes tomamos decisões erradas simplesmente porque “pensamos que” ou “achamos que” sem conferir, verificar ou saber. Vejam quantas vezes isso acontece com presentes de aniversário e de Natal! “Pensei que você gostasse dessa cor...” ou ainda “achei que você não tinha esse livro”. E quantas vezes esse vício traz consequências mais graves como “pensei que você tinha respondido ao cliente...” ou “achei que você tinha avisado o fornecedor...”. E a empresa perdeu o cliente e seu melhor fornecedor!
No ambiente de trabalho esse “achismo” e esse “pensar que” sem conferir e saber, está mesmo virando uma praga. “Pensei que você já tivesse respondido...” ; “achei que você não iria gostar de saber...”; “pensei que você soubesse...” ; “achei que você tinha feito a proposta...”; “achei que ele não viria...”; “pensei que era às 10 horas e não às 08 horas...”.
É claro que há variações do mesmo tema que você, leitor, saberá identificar como a famosa frase “tinha certeza!” (sem ter absolutamente certeza de nada pois não conferiu). “Eu tinha certeza que você tinha visto esse documento...” e por aí vai!
Faça um programa para acabar com o “achismo” em sua empresa e em sua vida. Desenvolva o essencial hábito de conferir.
Pense nisso. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO


Andando de Trenó


Um dia, no começo de dezembro, acordamos para descobrir uma neve perfeita, recém caída.

- Por favor, mamãe, podemos andar de trenó antes do café da manhã? - implorou minha filha Érica, de onze anos de idade.

Quem poderia resistir? Então vestimos os casacos e nos dirigimos para a represa no campo de golfe de Lincoln Park, o único morro em nossa cidade.

Quando chegamos, o morro estava formigando de gente. Achamos um espaço perto de um homem alto e magro e de seu filho de três anos. O garoto já estava deitado de barriga para baixo, esperando para ser empurrado.

- Vamos lá, papai! Vamos lá!
- Por favor - eu disse. - Parece que seu filho já está pronto para ir.

Dito isto, ele deu um forte empurrão e lá se foi o menino! Mas não foi apenas o garoto que voou - o pai saiu correndo atrás dele a toda velocidade.

- Ele deve estar com medo que seu filho se choque contra alguém - eu disse para Érica. - É melhor nós também tomarmos cuidado.

Assim, lançamos nosso próprio trenó e descemos o morro zunindo, em grande velocidade, a neve solta voando em nossos rostos. Tivemos que nos arremessar para não batermos em uma grande pedra perto do rio e acabamos deitadas de costas, rindo.

- Ótima corrida! - eu disse.
- Mas temos que andar muito para voltar! - observou Érica. Com certeza, era uma longa caminhada. Enquanto lutávamos para chegar ao topo, percebi que o homem magro estava empurrando seu filho, que ainda se encontrava no trenó, de volta ao topo.

- Isso é que é serviço! - disse Érica. - Será que você faria o mesmo por mim?

Eu já estava sem ar.

- Nem pensar, garota! Continue andando!

Quando finalmente chegamos ao topo, o garotinho estava pronto para brincar novamente. - Vai, vai, vai, papai! - ele gritou.

Mais uma vez o pai reuniu todas as suas energias para dar um grande empurrão no trenó, correu atrás dele morro abaixo e então puxou o trenó e o menino de volta para cima.

Isso se repetiu por mais de uma hora. Mesmo com Érica andando sozinha, eu estava exausta. A essa altura, a multidão no morro havia diminuído, pois as pessoas voltavam para casa para almoçar. Finalmente, restavam apenas o homem e seu filho, Érica e eu e um punhado de outras pessoas.

"Ele não pode continuar achando que o menino vai colidir com alguém. E, com certeza, apesar de ser um menino pequeno, ele poderia puxar seu próprio trenó morro acima de vez em quando" - pensei. Mas o homem nunca se cansava e seu comportamento era alegre e jovial.

Finalmente, não agüentei mais. Olhei de cima do morro para ele e gritei:

- Você tem uma tremenda energia! O homem olhou para mim e sorriu.
- Ele tem paralisia cerebral - ele disse de forma natural. Não pode andar.

Fiquei atônita. Então percebi que não havia visto o menino descer do trenó durante todo o tempo que estivéramos no morro. Tudo parecia tão alegre, tão normal, que não me ocorrera que o menino poderia ser deficiente.

Ainda que eu não soubesse o nome do homem, contei a história em minha coluna no jornal na semana seguinte. Ele, ou alguém que o conhecia, deve ter reconhecido a história, pois, pouco tempo depois, recebi esta carta:

"Cara Sra. Silverman,
A energia que gastei no morro naquele dia não é nada comparada ao que o meu filho faz todos os dias. Para mim, ele é um verdadeiro herói e algum dia espero ser metade do homem que ele já se tornou".

(Robin L. Silverman)



Diário de Domingo 02/07/2017


Domingo, 02 de julho de 2017


“Perdoar é abrir a porta para libertar alguém e perceber que você era o prisioneiro!”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 16,13-19


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”.
13Então, Jesus disse ao oficial: “Vai! E seja feito como tu creste”. E, naquela mesma hora, o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades”.
 
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
De antemão gostaria de pedir desculpas pela dureza nas palavras de hoje, mas serão necessárias para construirmos pessoas ainda melhores. OK?
Gostaria de aproveitar o contexto que vivemos na campanha da fraternidade, “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”, e lançar esse questionamento de Jesus que ainda é muito atual: “(…) E vocês? Quem vocês dizem que eu sou?”.
Professor Felipe Aquino cita São Basílio Magno:
“(…) O grande São Basílio Magno (329-379), bispo e doutor da Igreja, ensina em seus escritos que há três formas de amar a Deus: A PRIMEIRA É COMO O MERCENÁRIO, que espera a retribuição; A SEGUNDA, É COMO ESCRAVO QUE OBEDECE POR MEDO DO CHICOTE, o castigo de Deus; e o TERCEIRO É O AMOR FILIAL, daquele que obedece porque de fato ama o Pai. É assim que devemos amar a Deus; e, a melhor forma de amá-lo é repudiando todo pecado“. (Blog Canção Nova)
E nós, quem dizemos que Ele é?
Ninguém vai aceitar que alguém diga ou insinue que vemos Deus da primeira ou da segunda forma, mas isso não cabe a ninguém falar, precisamos fazer uma reflexão intima dos nossos atos, falas e pensamentos.
Faça uma reflexão silenciosa…
Volto mais para Deus quando passo por um problema? Sou fiel à medida que sou afligido? Quando estou “forte” me afasto da comunidade? Vigio meus atos apenas nos dias que estou “a serviço”? Justifico meus atos equivocados, como padre Zezinho diz, com “palavras sorteadas” ou interpretações que me favoreçam? Mesmo crendo em Deus ainda tenho elefantinhos virados para a porta de entrada da casa? Costumo ir à igreja para pedir antes mesmo de louvar? Dou dez imaginando que receberei o dobro? Funções na igreja são vistas como “cargos” que dão “status”? Na missa, no grupo, na reunião, canto, prego, coordena “com” ou “para” a comunidade?
Nós não aceitamos bem os dedos a nos apontar, mas de certa forma SÃO NECESSÁRIOS ou pensamos que estamos além do bem ou do mal em nossas atitudes? Ou é bonito ver na TV um senhor levar até o topo de um monte um garrafão de água nas costas, demonstrando sofrimento, angústia, nitidamente para ser visto enquanto o profeta Joel diz: “(…) RASGAI VOSSOS CORAÇÕES E NÃO VOSSAS VESTES; VOLTAI AO SENHOR VOSSO DEUS”? (Joel 2, 13)
Sim! Faltam dedos, faltam operários, faltam profetas para denunciar nossas mazelas. Falsos pastores, que denigrem a imagem dos verdadeiros evangélicos, como nós cristãos, que só conseguem ter essa expressão toda, pois no fim, muitos vêm Deus como no primeiro caso apresentado por São Basílio.
Nem sempre os dedos que nos apontam desejam nosso mal, e se assim o vemos, precisamos nos curar, pois ao viver “imaginando” que só querem nosso mal, talvez se esconda por trás disso, aquilo que não desejamos que fosse visto. Ou será que o povo que “aprontava” enquanto Moisés esperava a direção de Deus estava certo e ele errado?
Podemos nos desvencilhar ou fugir dos questionamentos ou das correções fraternas que por ventura receberemos; sermos habilidosos em omitir nossas fragilidades, mas nunca poderemos nos esconder dos olhos de Deus, e é para refletir com Ele que esse tempo é tão propício.
Não dá pra viver uma coisa e sermos outra. Ninguém gosta de amigos que só nos procuram pra pedir e nos respeitam por que querem algo. Gostamos de amigos que possamos trazer em nossa casa, partilhar nossas alegrias e tristezas, que nos visitam, que nos trazem conforto, e não os que tem amizade conosco, muitas vezes, com  temos com Deus. (hunf!).
“(…) Que diz ela, afinal? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração (Dt 30,14). Essa é a palavra da fé, que pregamos. Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. É CRENDO DE CORAÇÃO QUE SE OBTÉM A JUSTIÇA, E É PROFESSANDO COM PALAVRAS QUE SE CHEGA À SALVAÇÃO. A Escritura diz: Todo o que nele crer não será confundido (Is 28,16)”. (Romanos 10, 8-11)
Um imenso abraço fraterno!






VÍDEO DA SEMANA


Motivados para continuar a caminhar - Pe. Fábio de Melo






https://www.youtube.com/watch?v=lB_swIrVLro&feature=em-subs_digest-vrecs





MOMENTO DE REFLEXÃO


Um homem trabalhava de sol a sol, plantando batatas.
Em dado momento, cansado, suarento, limpou o suor da fronte com a manga da camisa e começou a lamentar consigo mesmo:
- Que vida dura essa! Batalhando aqui o dia todo, suportando o sol e a chuva, as variações do clima, para auferir parcas rendas.
E quando o produto tão trabalhosamente obtido chega à banca dos feirantes, as donas de casa compradoras escolhem exigentemente cada fruto, desprezando os menos atraentes, sem fazer ideia do trabalho que dá...
Nisso, distendeu a vista pelo asfalto distante e viu um ônibus deslizando suavemente.
Comentou com seus botões:
- Vida boa é a de motorista de ônibus; trabalha sentado, à sombra, viajando, vendo paisagens!...
Nesse exato instante, o motorista do ônibus conjecturava, tristemente:
 - Que vida sacrificada!
Há quantos anos vivo de lá pra cá, de cá pra lá, sem parada, suportando a frivolidade de turistas e a chatice de passageiros problemáticos!
Passo a vida praticamente fora de casa, sem poder acompanhar o crescimento dos filhos e desfrutar o conforto doméstico.
Além de tudo, correndo risco de vida e de ser despedido quando ocorra qualquer acidente que estrague o carro... Olhou distraidamente pela janela do ônibus e viu um automóvel de passeio que o ultrapassava com facilidade.
- Vida boa é como a desse empresário que vai ali naquele 'Del Rey' - balbuciou.
- Despreocupado, dono de seu tempo, com dinheiro suficiente para ter o que deseja e ir onde quer!
Naquele momento, o homem de negócios ia em seu automóvel matutando, amargamente:
- Que vida estafante!
Trabalho 14 horas por dia, corro sem parar administrando interesses da empresa, da família, dos empregados e ainda sou tido como ambicioso, insensível!
Ninguém reconhece meus esforços, os filhos julgam que o dinheiro cai do céu para usarem e abusarem, a esposa não compreende as longas ausências do lar, as filiais exigindo viagens repetidas, as flutuações de mercado, as pressões do fisco, os juros altos dos financiamentos...
Olhou ao alto, através do para-brisa, e viu um avião a jato singrando os céus, deixando um rastilho de fumaça e ponderou:
- Vida boa é como a do piloto desse avião que ali vai; voando lá no silêncio das alturas, distante das agruras terrenas, desfrutando o status de uma profissão respeitável, sem ter que se preocupar com os problemas da empresa a que serve, atendido gentilmente em cada aeroporto...
Exatamente nessa hora, o piloto do jato, em sua cabina, divagava cismarento:
- Não aguento mais esta vida!
- Voando sempre de um lado para outro, em meio a esta parafernália de instrumentos, sujeito a horários e normas rígidas, tendo que confiar em mecânicos nem sempre atentos, sem liberdade para dispor do tempo desejável em cada cidade!

Dirigiu o olhar para baixo, meditativo, e viu um homenzinho lá embaixo arroteando um terreno para plantar batatas e afirmou convicto:
- Vida boa é a daquele lavrador lá embaixo, exercendo o mister mais original e legítimo do homem: lavrar a terra e colher dela o alimento de que se nutre, sem complicar a vida!
No chão firme, seguindo o ritmo da natureza, sem se preocupar com estes mapas complicados de voo e manômetros complexos...
É... vida boa... uma questão de perspectiva.



Diário de Sábado 01/07/2017


Sábado, 01 de julho de 2017


“Paciência e perseverança tem o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem.” (John Quincy Adams)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 8,5-17


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Quando Jesus entrou em Cafarnaum, um centurião aproximou-se suplicando: "Senhor, o meu criado está de cama... sofrendo demais". Ele respondeu: "Vou curá-lo". O centurião disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu criado ficará curado..." Jesus ficou admirado e disse...: "Em verdade, vos digo: em ninguém em Israel encontrei tanta fé. Ora, eu vos digo: muitos virão do oriente e do ocidente e tomarão lugar à mesa no Reino dos Céus...". Então, Jesus disse ao centurião: "Vai! Conforme acreditaste te seja feito". E naquela mesma hora, o criado ficou curado. Entrando na casa de Pedro, Jesus viu a sogra deste acamada, com febre. Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou e passou a servi-lo. Ao anoitecer... Jesus...expulsou os espíritos pela palavra e curou todos os doentes. Assim se cumpriu o que foi dito pela profeta Isaías: "Ele assumiu as nossas dores e carregou as nossas enfermidades".
 
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Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Ana Luíza Medeiros

Quantas pessoas escuto dizer que a Missa é sempre a mesma coisa. Antes de entender o mistério da Santa Missa, concordava com isso, achava mesmo repetitivo, sempre as mesmas palavras, respostas, mesmos gestos, todavia, quando passei a entender o tesouro que é, nunca mais nenhuma Missa foi igual para mim, nem mesmo aquelas que celebro duas vezes no mesmo dia.

Certo dia, estava mal com alguma coisa, não me recordo exatamente o que era, mas achei que não deveria comungar, que precisava me confessar antes. Estava decidida, mas quando o Padre continuou a oração depois da Paz, e toda a comunidade inclusive eu, dissemos em voz alta e em bom som: SENHOR, NÃO SOU DIGNO DE QUE ENTREIS EM MINHA MORADA, MAS DIZEI UMA SÓ PALAVRA E SEREI SALVO.  Aquela frase, que na verdade é tirada dessa passagem teve um significado diferente para mim. O soldado falava de casa, estrutura imóvel, material, mas eu falo aqui de alma. De fato não somos dignos de Cristo, mas Ele nos quis assim, humanos, pecadores, quis tanto que bastando uma palavra Sua, tudo que era velho torna-se novo, o que era morte transforma-se em vida.

A fé daquele homem foi suficiente para que seu empregado fosse curado e ele expressou sua fé naqueles dizeres, e porque é tão difícil para nós sermos participantes deste milagre diário, se formos à Missa todos os dias, todos os dias iremos proferir essas palavras, mas porque mesmo assim, não acreditamos que Deus poderá entrar dentro de nossa casa e fazer o milagre?

Somos, sim, pecadores e devemos sempre procurar o caminho reto, não devemos nos acomodar na benevolência e misericórdia de Deus, porque Ele também pedirá contas de nossos atos, mas devemos, sim, nos sentir amados e queridos, dignos não por merecimento, mas por bondade de Deus e tomar posse desse Amor, sabendo que nada poderá nos separar do Amor de Deus, pois somente com uma palavra Ele nos livra de toda tristeza, rancor, angústia, precisamos somente, abrir nossos ouvidos e coração à voz de Deus, que é suave e doce.

Ah! Pra terminar a história, comunguei naquele dia, mas logo depois da Missa fui procurar o Padre pra me confessar.


analu_medeiros_86@hotmail.com







CASA, LAR E FAMÍLIA


Sabão de Vinagre: ele vai deixar as suas panelas brilhando e as roupas limpinhas e macias! Experimente fazer


O Sabão de Vinagre é perfeito para a sua louça e roupas e, além disso, colabora com o meio ambiente, já que você vai reciclar o óleo de cozinha usado. Faça, use, compartilhe com as amigas e tenha roupas e louças brilhando sempre!


INGREDIENTES:

5 litros de óleo usado e coado
1kg de soda cáustica (de preferência líquida)
1 copo de sabão em pó
1 copo de vinagre branco essência (opcional)

VOCÊ TAMBÉM VAI PRECISAR DE…

luvas
1 balde de plástico grande
1 coador de pano ou peneira
1 caixa de papelão
Sacolas plásticas abertas

COMO FAZER SABÃO DE VINAGRE
MODO DE PREPARO

Coe o óleo utilizando um coador de pano ou peneira.
Aqueça levemente o óleo.
Dilua o sabão em pó em um pouco de água e adicione a essência (opcional).
Derrame o óleo morno em balde plástico grande e, mexendo sempre com um cabo de vassoura, junte a soda cáustica , o sabão em pó e o vinagre, nesta ordem.
Quando virar uma calda grossa, derrame em uma caixa de papelão forrada com sacolas plásticas abertas.
Deixar secar por 24 horas e corte em cubos.
Utilize nas louças, panelas e roupas.






MOMENTO DE REFLEXÃO


Sadhu Sundar Singh, um Hindu convertido ao Cristianismo, tornara-se um missionário ao seu povo na Índia. Atrasado, certa tarde, Sadhu viajava a pé pelo Himalaia com um monge. Estava terrivelmente frio e o vento era sentido como lâminas agudas cortando a pele em fatias. A noite se aproximava quando o monge advertiu Sadhu que estavam em perigo de se congelarem até a morte se não alcançassem o mosteiro antes da escuridão cair.
Repentinamente, num caminho estreito acima de um abrupto precipício, eles ouviram um grito por ajuda. Ao pé do despenhadeiro estava um homem, caído e muito machucado.
O monge olhou para Sadhu e disse,
- Não pare. Deus trouxe este homem ao seu destino. Deve trabalhar para se salvar. Vamos nos apressar antes que nós, também, perecemos.
Mas Sadhu respondeu,
- Deus me enviou aqui para ajudar meu irmão. Eu não posso abandona-lo.
O monge continuou, andando com dificuldade através da neve, enquanto o missionário tentava resgatar o homem. O ferido tinha a perna quebrada e não podia andar, então Sadhu fez uma tipóia com seu cobertor e amarrou o homem às suas costas. Com grande dificuldade ele escalou o despenhadeiro, agora encharcado por transpiração.
Obstinadamente, Sadhu fez seu caminho através da neve e da escuridão. Não estava fácil. Mas perseverou, embora quase desmaiasse pela fadiga e sobreaquecido pelo esforço. Finalmente, ele avistou as luzes do mosteiro.
Então, pela primeira vez, Sadhu tropeçou e quase caiu. Mas não de fraqueza. Tinha tropeçado em um objeto caído na estrada coberta de neve. Lentamente abaixou-se e escavou o objeto para fora da neve. Era o corpo do monge, congelado até a morte.
Anos mais tarde um discípulo de Sadhu lhe perguntou,
- Qual a tarefa mais difícil da vida?
Sem nenhuma hesitação, Sadhu respondeu:
- Não ter nenhum peso para carregar.


Tradução de SergioBarros