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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sexta-feira 05/08/2016


Sexta-feira, 05 de agosto de 2016


"As oportunidades normalmente se apresentam disfarçadas de trabalho árduo, e é por isso que muitos não a reconhecem". (Ann Landers)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 16,24-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 24Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.
26De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta.
28Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo com o seu Reino”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Que poderá alguém dar em troca de sua vida?
Neste Evangelho, Jesus é claro com aqueles e aquelas que querem segui-lo: devem renunciar a si mesmos e aceitar a cruz. Pois perder a vida por causa dele é ganhá-la, e a vida vale mais que o mundo inteiro. “Que poderá alguém dar a você em troca de sua vida?” Resposta subentendida: nada! Nenhum valor do mundo supera para nós o valor da vida. E, para salvar a vida futura, é bom lembrar que Cristo “retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”.
O certo é que Jesus nos pede uma adesão incondicional a ele, até ao ponto de renunciar a própria vida terrena, a fim de salvarmos a vida futura. É interessante o jogo de palavras com os dois sentidos da palavra vida: quem renuncia a vida (corporal) ganha a vida (eterna). Sacrificando a nossa vida terrena, nós nos incorporamos a Cristo, em sua morte e ressurreição e participamos da glória com ele.
Há um claro contraste entre esta mensagem e a mentalidade do mundo atual, que preconiza o gozo da vida ao máximo, sem limitações à liberdade nem restrições ao capricho.
Entretanto, Jesus não diz que é preciso renunciar ou desprezar esta vida para ganhar a outra. Ele não coloca a vida atual e a futura como opostas. Apenas diz que esta vida está subordinada à outra. Colocar este vida em primeiro lugar é deixar à margem o Evangelho e o amor a Deus e ao próximo.
Devido ao pecado original, cujas raízes subsistem em nós, precisamos de uma constante ascese, isto é, de um treino e domínio do nosso corpo, inclinado ao prazer como fim último.
Deus não quis o sofrimento do seu Filho e igualmente não se deleita com o nosso sofrer. Ele não quer a dor e a morte, e sim a vida e a felicidade de seus filhos e filhas.
Jesus nunca sugeriu ou ordenou algo que ele não cumprisse primeiro. Ele nos precedeu com o seu exemplo, praticando tudo o que pede de nós. O que ele queria era instalar na terra o Reino de Deus, que é um projeto de verdade, de justiça, santidade, amor e paz. E nessa implantação ele só usou os meios que estão dentro dos valores acima.
Jesus adiantou-se na entrega da vida para ganhá-la. Tudo o que ele nos pede, ele foi à frente, com o seu sim incondicional à vontade do Pai. Assim, Cristo é o modelo do seguir, para todos os que querem ser seus discípulos e discípulas.
Nenhum fundador de religião apresenta, logo de início, as dificuldades que os discípulos encontrarão, como fez Jesus. E ele foi mais longe: não quer pessoas que fiquem no meio do caminho. Para ele, é ou tudo ou nada. Conclusão: para nós não há outro jeito senão enfrentar as cruzes que aparecem em nosso caminho de cristãos. E Jesus promete a vida para quem o seguir, e o faz com competência, pois Deus Pai colocou tudo em suas mãos.
Fica claro, portanto: seguir a Jesus é a coisa melhor do mundo. Mas não é sopa. Os fracos e indecisos vão espirrando de lado, apresentando para isso as mais diversas desculpas.
Certa vez, dois homens estavam viajando de trem, numa cabine para duas pessoas. Um era forte e o outro era franzino. Eles não se conheciam. Como a viagem era longa, começaram a conversar. A certa altura, o mais franzino começou a falar mal da Igreja. Criticava os padres, as irmãs, os leigos com participação mais ativa, tudo. Lá pelas tantas, o outro, que era um líder de Comunidade, disse a ele:
“Olhe, meu amigo, pare de falar mal da minha Igreja, porque, se não fosse a minha fé, eu podia agarrar você agora, tomar toda essa fortuna que você tem aí, depois amordaçá-lo, amarrá-lo aqui e descer tranqüilo na próxima estação, que ninguém descobriria.”
O franzino falou: “Eu não tenho dinheiro”. “Tem sim”, disse o outro, “eu vi quando você foi ao banco e sacou o dinheiro. Só não faço isso por causa da minha fé. Por isso quero que você a respeite”. O outro não teve outra saída a não ser pedir desculpas e mudar de assunto.
Ser discípulo de Jesus inclui não praticar crimes, como o roubo, e respeitar a vida do próximo, pois a vida futura é mais importante que esta. O Profeta Simeão disse para Maria Santíssima: “Uma espada de dor transpassará o teu coração”. Ela não procurou essa espada, mas também não fugiu dela. Subiu o Calvário para apoiar o Filho que morria injustamente. Que ela nos ajude a assumir com amor as cruzes que nos aparecerem, em decorrência do nosso seguimento de Cristo.
Que poderá alguém dar em troca de sua vida?









CULINÁRIA

Barrinhas de cereais e biscoito: ótima sugestão para o lanche da tarde.


200 g de biscoito tipo maisena ou leite, triturados
100 g de leite em pó
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (café) de canela em pó (opcional)
1 xícara (chá) de damascos secos picados em cubos pequenos
1/2 xícara (chá) de castanha de caju ou nozes torradas e picadas
1/2 xícara (chá) de uva passa
1/2 xícara (chá) de maçã desidratada cortadas em cubos pequenos
3 xícaras (chá) de granola
2 xícaras (chá) de flocos de arroz (bolinhas)
2 colheres (sopa) de semente de chia
50 g de ameixa preta sem caroço cortadas em cubos pequenos
2 colheres (sopa) de mel
1 colher (sopa) de melado
Aproximadamente 250 g de glucose transparente aquecida no micro-ondas por 30 segundos

COBERTURA:

250 g de chocolate meio amargo derretido conforme instruções na embalagem (opcional)


MODO DE PREPARO

Misture em uma tigela o biscoito com os ingredientes secos e reserve
Acrescente o mel e o melado na mistura reservada
Junte a glucose aos poucos amassando com as mãos até obter uma massa homogênea
Forre uma forma com papel filme, espalhe a massa e cubra com outro pedaço de papel filme
Conserve na geladeira por 6 horas ou em temperatura ambiente por 24 horas
Retire o papel de cima e espalhe a cobertura de chocolate e deixe secar
Corte em formato de barras e embale com papel celofane
Guarde em local fresco







MOMENTO DE REFLEXÃO


É impossível viver sem ele; só que existem luxos e luxos.
Para a milionária Barbara Hutton, a herdeira mais rica dos Estados Unidos, um deles foi mandar fabricar um Rolls-Royce em tamanho pequeno para dar de presente a seu filho, então com 9 anos.
E, para motorista do carro, contratou um anão.
Será que ter dinheiro demais pira a cabeça das pessoas, elas nunca ficam satisfeitas?  Detalhe: depois de nove casamentos, Barbara Hutton morreu pobre.
Para não ser radical, admito que algum dinheiro sempre ajuda, mas não é tão fundamental assim.
Então vou falar de algumas coisas que são, para mim, o luxo dos luxos e que não custam quase nada.
Acordar num domingo de manhã sabendo que a faxineira não vem,
que todos os eletrodomésticos da casa estão funcionando e que, com a graça de Deus, o telefone não vai tocar.
O dia será silencioso, e o único movimento na casa será o dos gatinhos (agora tenho mais dois) correndo e se enrolando uns nos outros sem emitir um só som.
Um domingo assim é um luxo total.
Outra preciosidade é, depois de passar 20 dias sem comer carboidrato, nem unzinho, pegar no armário aquela calça de 15 anos atrás, quando você era uma sílfide, e o zíper fechar.
A felicidade é maior do que se ganhasse um brilhante.
E quando você chega da rua, com um calor de matar, pega um copo (bonito, de preferência) e toma uma água bem gelada, não é um luxo?
Se puser dentro de uma jarra (bonita, de preferência) cascas de limão-siciliano e deixar na geladeira, vai ser a água mais fresquinha e perfumada que já tomou. Não é um superluxo?
Aí você se refresca num chuveiro e depois vai para o quarto, liga o ar-condicionado e se deita numa cama com lençóis brancos limpinhos, cheirosos. Tem luxo maior?
Dar um mergulho num mar azul, sem ondas, sem se preocupar com os cabelos, e depois tomar uma água de coco?
E então comer um peixe grelhado, temperado apenas com sal, limão e um fio de azeite.
Depois de passar por várias paixões sofridas e alguns casamentos errados, não estar apaixonada é um luxo.
Uma sexta-feira, às 7 da noite, você está sozinha, sem a angústia de esperar aquele telefonema.
Sente-se independente e decide sair. Enquanto pinta o olho, começa a pensar em que restaurante vai sem ninguém para dizer que prefere outro.  Quando chega lá, toma dois drinques sabendo que é uma mulher livre e resolvida, que não precisa de ninguém para uma coisa tão banal, que é jantar fora. Não é um luxo?
Bom demais é ter resistido à compra daquele vestido lindo,
que fez você ficar duas noites sem dormir pensando “compro ou não compro?”, e passar pela loja uma semana depois, ver que ele está em liquidação, pela metade do preço, e que você nem o quer mais.
E quando chega de uma reunião de trabalho com a cabeça quente, se sentindo um lixo, e a empregada fez aquela sobremesa que você adora, não é como se o Universo estivesse todo a seu favor?
E o resultado do exame avisando que sua saúde está ótima?
E seu filho que telefona para dizer que está com saudades?
Percebo que misturei muitos luxos com momentos de felicidade; e existe luxo maior do que ser feliz?

Danusa Leão





Diário de Quarta-feira 03/08/2016


Quarta-feira, 03 de agosto de 2016


"Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos. Ninguém é digno dos sonhos de nao usar as derrotas para cultivá-los.” (Augusto Cury)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 15,21-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus saiu dali e foi para a região que fica perto das cidades de Tiro e de Sidom. Certa mulher cananéia, que morava naquela terra, chegou perto dele e gritou:
- Senhor, Filho de Davi, tenha pena de mim! A minha filha está horrivelmente dominada por um demônio!
Mas Jesus não respondeu nada. Então os discípulos chegaram perto dele e disseram:
- Mande essa mulher embora, pois ela está vindo atrás de nós, fazendo muito barulho!
Jesus respondeu:
- Eu fui mandado somente para as ovelhas perdidas do povo de Israel.
Então ela veio, ajoelhou-se aos pés dele e disse:
- Senhor, me ajude!
Jesus disse:
- Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo para os cachorros.
- Sim, senhor, - respondeu a mulher - mas até mesmo os cachorrinhos comem as migalhas que caem debaixo da mesa dos seus donos.
- Mulher, você tem muita fé! - disse Jesus. - Que seja feito o que você quer!
E naquele momento a filha dela ficou curada.

Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Mulher, grande é a tua fé!
Este Evangelho narra a cena de uma mulher pagã que pede a Jesus a cura de sua filha. De início, Jesus recusa, dizendo que foi enviado para as ovelhas perdidas da casa de Israel. E ele fala uma frase que, à primeira vista, parece dura, mas era um dito popular: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”.
Entretanto, a mulher não se deu por vencida e respondeu de forma criativa. “É verdade, Senhor, mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!” Diante dessa resposta, Jesus lhe disse: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde aquele momento sua filha ficou curada.
Ter fé é vencer os obstáculos, venham de onde vierem, até da parte de Deus. Exemplos de obstáculos que podem chocar-se com a nossa fé: Aparente recusa de Deus em nos atender, como o caso de uma pessoa doente que reza e, em vez de sarar, fica ainda pior fisicamente. Claro que a cura de Deus é mais para o doente, não tanto para a doença. Mas a pessoa pode não conhecer essa distinção e pensar que Deus não lhe está atendendo.
Jó (Cf seu livro, na Bíblia) é um exemplo nesse ponto, pois, mesmo não sendo atendido, persistiu na oração, na fé e na esperança.
A nossa fé não fica parada. Ela é como uma planta: ou cresce ou morre. E ela cresce na direção da fidelidade, isto é, da firmeza diante dos obstáculos.
Aquela mulher era pagã, não pertencia à descendência de Abraão, que era o povo eleito. Entretanto, ela tinha uma fé correta e bonita. Pagãos, para nós, são os não batizados. É uma situação cuja superação é aberta a todos e é facílima, basta receber o batismo. Já ser pagão no tempo de Jesus era um estigma indelével, uma barreira intransponível, pois dependia da raça, da família em que nasceu, que ninguém pode mudar.
Sabemos que a primeira Aliança, feita com o povo hebreu, era provisória. Ela tinha o objetivo de preparar a vinda do Messias. Com a chegada de Jesus, ela caducou e passou a valer a nova e eterna Aliança, que Deus fez definitivamente com a humanidade toda, em Cristo. Esta não tem distinção de raça, é baseada na fé e na obediência aos mandamentos. Como disse S. Paulo: “Não há mais judeu ou grego, escravo ou livre, homem ou mulher, pois todos vós sois um só, em Cristo Jesus” (Gl 3,28).
Mas, apesar da primeira Aliança já ter caducado, Deus, na sua extrema fidelidade, quis que seu Filho, inicialmente, desse preferência ao povo de Israel. Entretanto, Jesus sempre acolhia bem os pagãos que o procuravam. Inclusive, várias vezes, elogiou a fé dos pagãos, como a do centurião romano: “Nunca encontrei tamanha fé em Israel”.
Este fato da mulher cananéia nos mostra a força que tem a oração perseverante e feita com fé. A oração é mais forte que as estruturas humanas, inclusive as religiosas. Pela oração, nós somos capazes de “transportar montanhas”, como disse Jesus. Contra tudo e contra todos, devemos continuar pedindo a Deus as coisas, mesmo com a impressão de que ele virou as costas para nós; e argumentar com Deus, como fez a mulher: “Os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!”
A mesma mensagem vemos em algumas parábolas de Jesus, como a da viúva pedindo para o juiz a solução do seu caso judicial (Cf Lc 18,1-8), a do vizinho que, altas horas da noite, bate na porta do outro
pedindo pães (Cf Lc 11,5-8)...
Havia, certa vez, um pequeno lago que tinha muitos peixes. Por isso faltava comida para eles. Viviam magros e famintos. Um peixinho não se conformou com a situação e queria sair dali. Como havia uma pequena corrente de água que saía do lago, ele arriscou e entrou nessa corrente. Para surpresa sua, chegou a um grande lago, onde havia comida à vontade, pois os peixes ali eram poucos. Que delícia! O peixinho estava exultante de alegria. Quanto espaço para nadar! Isso que é vida! Mas logo se lembrou dos colegas e ficou com dó. Decidiu: Quando der uma chuva grande e aumentar a água dessa corrente, voltarei lá para convidá-los. Assim ele fez. Após uma chuva, com grande esforço e destreza, subiu pela corrente de água e voltou ao pequeno lago onde nascera e vivera. Foi logo contando para os colegas a sua descoberta. Entretanto, teve uma surpresa: ninguém acreditou! Triste, voltou para o lago da fartura que havia descoberto. Dias depois, alguns peixes mais jovens, da sua turminha antiga apareceram. E começou um intercâmbio, que mudou a vida dos peixes dos dois lagos.
Ter fé é ter coragem. Não podemos ficar acomodados ou desanimados, como aquele homem da mão seca que estava marginalizado, em um cantinho da sinagoga (Cf Mc 3,1-5). “Levanta-te e fica de pé no meio”, disse-lhe Jesus. Precisamos arriscar um pouco e enfrentar a correnteza. A vida é bela e cheia da fartura das bênçãos de Deus!
Peçamos a Maria Santíssima: “Ensina teu povo a rezar, Maria Mãe de Jesus, que um dia teu povo desperta e na certa vai ver a luz!”
Mulher, grande é a tua fé!









CURIOSIDADES

Fatos curiosos


1-O hinduísmo adora mais de 33 milhões de deuses ou semideuses. É muita coisa!


2- A atmosfera de Urano é a mais fria de todo o sistema solar, com uma temperatura mínima de -224 ºC.


3- Quando Colombo “descobriu” a América, o continente já estava habitado por mais de 90 milhões de pessoas, sendo considerada a maior população do mundo naquela época.


4- Coalas dormem, em média, 20 horas por dia. Enquanto, as preguiças dormem 14.


5- Apenas 144 prisioneiros são conhecidos por escapar do campo de concentração de Auschwitz.


6- O dublê de Daniel Radcliffe nos 6 primeiros filmes da saga Harry Potter ficou paralítico após um acidente no set de filmagens do último capítulo.


7- A Terra é o único planeta do sistema solar onde a água se apresenta em 3 estados: sólido, líquido e gasoso.


8- 350 milhões de pessoas, de todas as idades, ao redor do mundo estão sofrendo de depressão.


9- A palavra “escola” vem do grego e significa “tempo livre”. Contraditório, não?


10- Os homens realizam 95% de todo trabalho perigoso do mundo.








MOMENTO DE REFLEXÃO


Tese de um pensador russo que no início do século passado já falava em auto-ajuda. Ele dizia que o importante para se ter uma boa vida é saber o que queremos para nós e o que realmente vale a pena.Ele traçou 20 regras de vida . Quem assimilar pelo menos 10 delas, aprendeu a viver com qualidade. São elas:
1) Faça pausas de 10 minutos a cada 2 horas de trabalho diário.
2) Aprenda a dizer não sem se sentir culpado. Agradar a todos é um desgaste enorme!
3)Planeje o dias mas seja flexível. Algumas coisas acontecem fora do nosso alcance.
4) Faça uma tarefa de cada vez.
5) Não pense que você é insubstituível. Tudo pode andar mesmo sem a sua atuação.
6) Você não é uma fonte de desejos, então abre mão de ser responsável pelos prazer dos outros.
7) Peça ajuda se necessário.
8) Diferencie problemas reais de imaginários. Nem tudo é realmente gravecomo parece ser.
9) Tenha prazer no cotidiano como dormir, comer, respirar.
10) Espere uma pessoa se acalmar para depois retomar o diálogo e a ação.
11) A sua família não é a sua própria identidade. Aprenda a se ver como indivíduo e não no coletivo. Você pode ser diferente, não precisa ser igual.
12) Entenda que princípios e convicções podem ser mudados. Dê espaço para aprender coisas novas.
13) Procure alguém que esteja perto para desabafar. Um vizinho pode ser de mais ajuda do que um amigo ou parente longe.
14) Saiba quando é hora de sair de cena discretamente.
15) Não queira saber se falar mal de você. Concentre-se no bem que falaram mas sem convencimento.
16) A vida não é uma competição. Assim você perde o melhor.
17) Rigidez e firmeza são duas coisas diferentes. Uma é defeito, a outra, qualidade.
18) Se perder o sono, não se preocupe. 1 hora de prazer substitui 3 horas de sono. Divirta-se.
19) Intenção, inocência e fé são suas melhores amigas.
20) Lembre-se: Você pode ser o que decidir ser.

Guerdjef





Diário de Terça-feira 02/08/2016


Terça-feira, 02 de agosto de 2016


“Agarre-se aos Sonhos, porque se os sonhos morrem, a vida é como um pássaro de asa quebrada que não pode voar. Agarre-se aos sonhos, porque quando os sonhos se vão, a vida é campo infértil, coberto de neve.”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 14,22-36

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o lado oeste do lago, enquanto ele mandava o povo embora. Depois de mandar o povo embora, Jesus subiu um monte a fim de orar sozinho. Quando chegou a noite, ele estava ali, sozinho. Naquele momento o barco já estava no meio do lago. E as ondas batiam com força no barco porque o vento soprava contra ele. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água. Quando os discípulos viram Jesus andando em cima da água, ficaram apavorados e exclamaram:
- É um fantasma!
E gritaram de medo. Nesse instante Jesus disse:
- Coragem! Sou eu! Não tenham medo!
Então Pedro disse:
- Se é o senhor mesmo, mande que eu vá andando em cima da água até onde o senhor está.
- Venha! - respondeu Jesus.
Pedro saiu do barco e começou a andar em cima da água, em direção a Jesus. Porém, quando sentiu a força do vento, ficou com medo e começou a afundar. Então gritou:
- Socorro, Senhor!
Imediatamente Jesus estendeu a mão, segurou Pedro e disse:
- Como é pequena a sua fé! Por que você duvidou?
Então os dois subiram no barco, e o vento se acalmou. E os discípulos adoraram Jesus, dizendo:
- De fato, o senhor é o Filho de Deus!
Jesus cura em Genesaré
Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré. Ali o povo reconheceu Jesus e avisou todos os doentes das regiões vizinhas. Então muitas pessoas levaram doentes a ele, pedindo que deixasse que os doentes pelo menos tocassem na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Senhor, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.
Este Evangelho narra a belíssima cena de Pedro caminhando sobre as águas, ao encontro de Jesus. E narra também a chegada deles a Genesaré, onde os doentes vinham e apenas tocavam na barra da veste de Jesus e ficavam curados.
O texto começa descrevendo o que aconteceu logo após a multiplicação dos pães: “Depois que a multidão comera até saciar-se, Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar”. Nós precisamos atravessar o mar da vida e ir para o outro lado, isto é, para uma mudança de nós mesmos e da sociedade ao nosso redor, rumo ao Reino de Deus.
“Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós.” Precisamos rezar, conversar com Deus, sozinhos, em família e em Comunidade. Para isso, precisamos “despedir as multidões”, isto é, fazer uma ruptura com o nosso ativismo, interrompendo os trabalhos, os quais não acabam nunca.
“A barca, já longe da praia, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.” O vento forte e o mar agitado simbolizam as dificuldades que o mundo e a vida nos oferecem. A noite escura são as nossas limitações pessoais. A nossa vida na terra é semelhante aos discípulos na barca, atravessando o mar revolto.
Muitos querem ficar na terra firme da praia. Estes estão mais seguros. Entretanto, eles não atravessam o mar, rumo a uma vida nova e a um mundo novo, ao Reino de Deus. É difícil a travessia, porque o vento muitas vezes é contrário e surgem tempestades, mas Jesus tem poder sobre a natureza, e nós também, pela fé, podemos ter. Deus está acima das turbulências da vida. Ele é o Senhor de tudo.
“Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar.” Deus está acima das turbulências da vida, e Ele não nos abandona; a noite passa e o dia aparece.
“Os discípulos disseram: É um fantasma. E gritaram de medo.” Deus está sempre junto conosco, mas a falta de discernimento nos leva a confundi-lo com fantasmas. Quanta gente se afunda, sem recorrer a Deus que está ao seu lado!
“Jesus, porém, logo lhes disse: Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!” A frase é dirigida também a nós, discípulos e discípulas de hoje.
“Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus”. Todos nós, neste mundo, estamos na mesma situação de Pedro. No dia do batismo, pulamos na água, ao encontro de Cristo. É uma caminhada arriscada, que exige de nós desinstalação. O nosso testemunho começa a mexer na sociedade, e vêm as perseguições (vento, ondas). Como Pedro, sentimo-nos sozinhos, longe de Jesus e da barca, e sem corrimão. Perdemos os apoios humanos – dinheiro, autoridade, amigos, saúde... – e ficamos confusos. Nesta hora, se nos falta a fé, começamos a afundar, ou apelamos para falsos corrimões: dinheiro, bebida, vícios.... Quantos se desviam da caminhada cristã! O povo hebreu construiu o bezerro de ouro no deserto por esse motivo.
É a hora da oração. “Senhor, salva-me! Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: homem fraco na fé, por que duvidaste?” O nosso corrimão na caminhada da vida é a oração, porque, se pedimos, Deus vem com certeza, e com ele tudo se torna fácil.
Jesus deixou todos os recursos à nossa disposição, a fim de nos lançarmos com coragem no mar. Não podemos ficar eternamente na praia, “vendo a banda passar”, pois o fermento foi feito para ser misturado na massa, o sal para ser misturado na comida e a luz para ser colocada num lugar alto, onde não existe luz.
Humanamente é arriscado, mas a nossa segurança está em Deus que tudo pode. Na Bíblia, ter fé é sinônimo de ter coragem; e medo é sinônimo de falta de fé.
“Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. Os que estavam no barco prostraram-se diante dele, dizendo: Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!” Valeu a lição. É vendo a presença de Deus em nossa vida que vamos crescendo na fé. O mesmo Pedro que cometeu tantas fraquezas na fé, morreu mártir por Cristo!
Aqueles cristãos e aquelas cristãs que dedicam umas horas do fim de semana ao trabalho na Comunidade, por exemplo, como vicentinos, legião de Maria, apostolado da oração, pastoral da criança, pastoral da juventude, equipe de liturgia..., estão se atirando no mar.
Também aqueles e aquelas que se envolvem na política, porque “a política é a ferramenta mais poderosa de transformação social” (Papa Paulo VI), e nós queremos uma sociedade transformada, renovada. Este mar, o da política, é revolto, mas Cristo nos chama para entrar nele também. Ficar na praia é que não podemos.
O que faz a diferença entre o cristão medroso e o cristão que se atira no mar é o tamanho da fé que ele ou ela tem.
Na nossa caminhada de cristãos, Deus vai aos poucos tirando os nossos corrimões, para que confiemos mais nele e peçamos a sua ajuda. Somos chamados a seguir Jesus, aplicando a fé na realidade e colocando-nos do lado dos necessitados. Se fizermos assim, e começarmos a afundar, Cristo com certeza atenderá a nossa oração e estenderá a mão.
Maria Santíssima  enfrentou com coragem a travessia do mar de sua vida, baseada na fé e no amor. Peçamos a eles que nos ajudem.
Senhor, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água.







COMPORTAMENTO

Às vezes não é o amor que acaba, e sim a paciência.


Às vezes não é o amor que acaba, e sim a paciência, essa que dizem que é santa, porque resiste a ventos e marés e sempre acaba dando mais do que deveria.

Agora, como não oferecer tudo por essa pessoa com quem você construiu um vínculo afetivo e vital e, inclusive, um projeto de vida?

Fica claro que está justificado ceder tantas vezes mais do que deveria, que se exerça o perdão hoje, amanhã e depois de amanhã, e que se espere um pouco mais com a esperança de que as coisas melhorem…

Às vezes, a realidade acaba caindo pelo seu próprio peso para nos abrir os olhos. O nosso coração não pode apagar da noite para o dia o que sente, mas quando se perde a paciência, todas as vendas que cegavam começam a cair uma trás outra.

Há quem diga que a paciência é uma virtude, mas está claro que esta dimensão não pode ser aplicada a todos os âmbitos, e que além disso, deve ter certos limites.

Você não pode passar uma vida inteira sendo paciente, vendo os seus direitos ficarem vulneráveis, sendo que você precisa de reciprocidade, cuidado, afeto e reconhecimento.

O amor requer compromisso, vontade e paciência… mas até certo ponto

A paciência no amor não é a mesma coisa que passividade.

Assim como dissemos anteriormente, é comum definir o conceito de paciência como uma virtude. É a faculdade que as pessoas tem de postergar determinadas coisas que nos trazem satisfação, porque pensamos que essa espera, a longo prazo, trará coisas melhores.


Também se define a paciência como uma habilidade: a que temos para tolerar situações desfavoráveis frente às quais podemos ou não ter o controle. Agora, quando se fala de amor, é necessário manter o leme da nossa própria realidade.

Há quem se justifique usando essa palavra como uma dimensão que há que se assumir.

As coisas estão mal, mas o que se pode fazer? É preciso ter paciência. “O que eu posso fazer se ele é assim? Não posso mudá-lo, portanto é melhor ter paciência”…

É preciso não confundir paciência com passividade

Na verdade aí está a chave autêntica. Podemos ser pacientes, podemos fazer da paciência a nossa melhor virtude porque ela nos ajuda a analisar melhor a situação, a saber observar, a sermos reflexivos.

Contudo, todo esse processo interior deve nos permitir ver a realidade autêntica.

Uma pessoa paciente não tem motivo para ser passiva. A pessoa passiva faz da tolerância a sua forma de vida, permitindo abuso até experimentar na própria pele como a sua integridade fica vulnerável. E isso é algo que não se deve permitir jamais.


Os benefícios de ser paciente mas não passivo

Na hora de estabelecer um relacionamento afetivo, a paciência é um pilar no dia a dia que devemos reconhecer. É claro que você não precisa gostar de cada aspecto, comportamento ou costume do seu companheiro, mas nem por isso você vai agir de forma impulsiva jogando o fato na cara e terminando o relacionamento.

Somos pacientes, respeitamos e toleramos porque amamos. Porque também sabemos que em todo casal existe um tempo para que as coisas se amorteçam, para que tudo se encaixe e por sua vez, compreendamos as necessidades de cada um.

A paciência deve ser mútua e levada a cabo quase como um exercício. Eu sou paciente contigo porque te respeito e gosto de você, porque te reconheço como pessoa, e sei que amar não é só gostar das coincidências, e sim respeitar também as diferenças.

Agora, a paciência requer por sua vez clareza emocional. É preciso saber onde estão os limites e compreender em que momento estamos ficando vulneráveis como pessoas. Como membros de um relacionamento afetivo.

Não é preciso ser passivo frente às exigências carregadas de egoísmos, frente à posição de se priorizar antes do outro. Não se deve fechar os olhos às carências, nem ser impassível à dor emocional que os vazios provocam, os desprezos ou os maus tratos sutis exercidos através de palavras envenenadas.


É aqui onde a paciência deve cair, puxar o seu véu para ver a verdade.

Quando a paciência termina… O que fazer?

Quando a paciência acaba, chega a decepção porque já somos conscientes da nossa realidade em todas as suas nuances. Em todos os seus contrastes. Agora, isto não significa que se deva terminar na hora esse relacionamento obrigatoriamente, se ainda se está amando a outra pessoa.

É momento de falar, de colocar às claras qual é a situação e dizer o que você sente e o que você precisa. Não se trata de evadir o problema. Se esse compromisso lhe interessa, você dará tudo que for possível para mantê-lo.

Agora, para que um relacionamento prospere ou cure essas carências que machucam, o esforço deve ser mútuo. Na hora em que um oferece mais e o outro só apresenta as suas desculpas, a paciência se perde completamente, e com ela, a decepção se transforma em um abismo.

A paciência não é a capacidade de esperar, e sim a habilidade de compreender que merecemos coisas melhores.







MOMENTO DE REFLEXÃO


Quando sentes o desejo de ser amável com alguém de que goste…
… foi Deus que te falou e te enviou o Espírito Santo.
Se sentiu a tristeza e a solidão de alguém próximo de você…
… foi Deus que te escolheu pela intercessão de seu filho Jesus Cristo.
Se pensar em alguém muito querido que não vê ha muito tempo e de repente, essa pessoa aparece…
… foi Deus, porque o acaso não existe.
Se alguma vez recebeu alguma coisa maravilhosa que não havia pedido…
… foi Deus que conhece bem seus segredos e sabe o que vai em seu coração.
Si alguma vez se encontrou em uma situação difícil, e sem ter idéia de como resolvê-la, e subitamente a solução aparece…
… foi Deus que incessantemente toma nossos problemas em suas mãos e nos ajuda a resolvê-los.
Se te aconteceu de sentir uma imensa tristeza na alma e rapidamente, como um impulso, o amor se expande em você e uma paz inexplicável invade todo seu ser…
… foi Deus que te aconchegou em seus braços e te deu a esperança.
Se te aconteceu de estar cansado da vida, a ponto de querer morrer, E rapidamente sente que tem força suficiente para continuar seu caminho com nova energia…
… foi Deus que está sempre junto a tí e te acompanha com amor nos caminhos da vida.
Tudo vai melhor…? É Deus que te guía.
Você acredita que esta mensagem te foi enviada por acaso? Não!
… foi Deus que tocou meu coração.
Me fez pensar em você porque és minha amiga/meu amigo, E és importante para Deus … e para mim.
Deixe que Deus toque seu coração e te faça enviar esta mensagem a todos os seus amigos, a todos os que considere estar precisando dessa ajuda…
… porque todos necesitamos saber que Deus está sempre conosco!
Vamos repartir com todos o imenso amor de Deus.
Graças a Deus!





Diário de Segunda-feira 01/08/2016


Segunda-feira, 01 de agosto de 2016


"A vida é um grande e completo texto, que precisa de muitas vírgulas para ser escrito, ainda que essas vírgulas assumam em alguns momentos formatos de lágrimas.” (Augusto Cury)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 14,13-21

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.­
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé.
14Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes.
15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!”
16Jesus, porém, lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!”
17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”.
18Jesus disse: “Trazei-os aqui”.
19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida, partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões.
20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e, dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos distribuíram às multidões.
O Evangelho de hoje narra o milagre da multiplicação dos pães. O evangelista começa dizendo: “Quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado”. Jesus percebeu o perigo para ele também, e não queria morrer, é claro. Ele queria viver na terra cem anos ou mais, para fazer o bem.
O lugar deserto e afastado ajuda também a oração e o descanso. Afinal, ninguém é de ferro. De vez em quando precisamos dar uma escapada. O ativismo é orgulho disfarçado em zelo. A pessoa pensa que é insubstituível.
“Mas quando as multidões souberam... seguiram a pé. Ao sair da barca, Jesus viu uma grande multidão.” As multidões foram a pé e chegaram antes da equipe. Sinal que a barca de Pedro não era das melhores, pois era bastante lenta. As pessoas sabiam que seriam bem recebidas por Jesus, como de fato foram, apesar de ele ter-se retirado para descansar, com os Apóstolos. Jesus nunca acolheu mal a ninguém. Por isso que as pessoas se aproximavam dele sem nenhum medo. Imagine quando Jesus e os Apóstolos desembarcaram! O povo lhes disse: “Oi! Estamos aqui”. O certo é que o plano deles de descansar foi água abaixo.
Em vez de ficar bravo, Jesus “encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes”. Quem tem compaixão pensa mais nos outros do que em si mesmo. Jesus curava mais os doentes do que as doenças. Deus é capaz de transformar as nossas doenças em bem, tanto para nós como para os outros. Vamos pedir esta graça a Jesus: amar os doentes e fazer o que pudermos por eles, especialmente trazendo-lhes a paz.
“Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: Este lugar é deserto... Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida! Jesus porém lhes disse: Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” Os discípulos pensavam que a missão de Jesus era cuidar só do lado espiritual, não do material, como a questão da fome. Graças a Deus que as nossas Comunidades cristãs não são assim. Elas cuidam do corpo também, amam a pessoa inteira, como Jesus amava. A metade das pastorais das nossas paróquias são direcionadas ao corpo: vicentinos, pastoral da criança, albergue... E a outra metade à alma, ao espiritual: catequese, ministros da eucaristia, coroinhas, terço... De fato, a fome de Deus e a fome de pão se misturam. Querer separá-las é um pecado!
“Os discípulos responderam: Só temos aqui cinco pães e dois peixes. Jesus disse: Trazei-os aqui.” Deus não costuma iniciar as boas ações, pois esta é missão nossa. Depois de iniciadas por nós, Deus as abençoa e multiplica o pouco que temos. Isso, em qualquer campo, mesmo em relação às nossas capacidades. É neste primeiro passo, dando o que temos, por pouco que seja, que mostramos a fé, a qual é condição sine-qua-non para a graça de Deus agir em nós.
“Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama.” A organização do povo é fundamental. Povo unido e organizado jamais será superado.
“Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu...” A oração é a expressão da nossa fé e do nosso amor filial a Deus. No fundo, a única coisa que queremos é agradar a Deus.
“Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos distribuíram às multidões.” Foi só Jesus repartir aquele pouco que a equipe tinha, todos repartiram também o que eles tinham, pronto, realizou-se o milagre, o milagre da partilha e da solidariedade. Repartir atrai a bênção de Deus, e a bênção multiplica o pouco que repartimos. Esta multiplicação continua acontecendo em todos os tempos e lugares, nas Comunidades, nas pastorais, nos grupos cristãos, nas famílias... Deus é generoso! Ele cuida até dos passarinhos e das flores, quanto mais dos nós, seus filhos e filhas. Numa sociedade cristã, ninguém passa fome. Existe honestidade, organização, boa utilização das sobras...
“Todos comeram e ficaram satisfeitos.” Inclusive quem repartiu o que tinha. A fé praticada integralmente dá satisfação, sabor, gosto de viver.
“Dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios.” Alimento é coisa sagrada. Não podemos jogar fora. O que sobra para um, falta para outro.
“Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas! Vós que não tendes dinheiro, vinde comer de graça!” (Is 55,1-3). “Quem nos separará do amor de Cristo? A fome...? Nada!” (Rm 8,35-39).
Certa vez, uma catequista resolveu dar uma festinha para as crianças. Preparou doces, sucos, pirulitos etc. Na hora da festa, ela percebeu que um menininho estava meio triste. Chegou perto dele e perguntou-lhe: “Você não está gostando do pirulito?” Ele respondeu: “Não”. A catequista olhou na mãozinha dele e viu que o pirulito estava com o plástico! Ela logo pegou o pirulito, retirou o plástico e devolveu a ele. Agora sim, o garotinho gostou e deu um belo sorriso.
A falta de fé torna a nossa vida como chupar um pirulito sem tirar o plástico: não tem gosto, porque não atinge a doçura do amor de Deus e da sua presença junto de nós. Mas, com fé, a vida é bela e gostosa, mesmo no meio dos maiores sofrimentos. Entusiasmados pela doçura deste pirulito, estaremos dispostos a abandonar tudo e a fazer os maiores sacrifícios.
Maria Santíssima, como mãe de família, todos os dias repartia o alimento com o esposo e o Filho. Que ela nos ajude a sermos retratos de Deus e instrumentos do seu amor no mundo.
Ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos distribuíram às multidões.






MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Cuidado com as falsas amizades
Luiz Marins


Com quem você anda? Você escolhe as pessoas com quem se relaciona ou se deixa escolher? As pessoas com quem você se relaciona agregam valor à sua vida pessoal e profissional? Suas amizades são confiáveis? Você sente prazer em estar com essas pessoas? Quando as deixa, você se sente melhor? O que essas pessoas realmente agregam de valor?

Você tem amigos reais ou só virtuais? Quem são eles(as)? Do que conversam? Você se sente bem ao lado deles(as)?

Um dos maiores segredos das pessoas de sucesso, tanto pessoal como profissional, está na sua rede de relacionamentos. Elas escolhem bem as amizades. Elas sabem da importância de um relacionamento saudável com pessoas com quem possa haver uma verdadeira troca de conhecimentos e experiências. As pesquisas recentes mostram que as pessoas mais felizes são aquelas que têm mais amigos reais, verdadeiros amigos. Este conselho que damos aos jovens e adolescentes, vale muito e cada vez mais para nós, adultos. É preciso escolher bem as pessoas com quem convivemos e é preciso conviver com muitas pessoas boas.

Preste atenção porque não estou dizendo para você ser alguém que “usa” amigos em benefício próprio ou que vê nas amizades somente uma utilidade pessoal ou profissional. Não estou dizendo para você procurar ter amigos que possam servir a você de forma interesseira. Não é isso! O que quero dizer é que você precisa cuidar de seus relacionamentos para não se deixar contaminar por falsos amigos ou amigas que não querem o seu bem, o seu sucesso e que puxam você para baixo, incomodam você, e deixam você com um sentimento de vazio, de mal estar. O que quero dizer é para você tomar cuidado com amigos invejosos que ficam bisbilhotando a sua vida com fofocas e falações tanto de outras pessoas para você como de você para outras pessoas.

Estou escrevendo isto porque tenho ficado impressionado ao ver quantas pessoas têm sido vítimas de falsas amizades, de amizades prejudiciais. Quantas pessoas têm sido vítimas de maus conselheiros que na verdade não suportam o sucesso alheio e como são infelizes não querem a felicidade das outras pessoas e fazem de tudo para destruí-las, com o disfarce de amigo ou amiga. Tenho visto oportunidades excelentes, casamentos felizes e bons empregos sendo jogados fora por pessoas que seguiram conselhos errados e maldosos. Cuidado! Não caia na armadilha de pessoas que querem tirar você do caminho certo, da vida equilibrada, da felicidade de longo prazo e do verdadeiro sucesso. Escolha bem suas amizades e conselheiros(as).

Pense nisso. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO


"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz."(Eclesiastes)
Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.
Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.
Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.
Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.
Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.
E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.
Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.
Há eventos que marcaram, e que duram para sempre: o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.
Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.
Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.
Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.
O relógio do coração, hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.
Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.
Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.
É olhar as rugas e não perceber a maturidade.
É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.
Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

O tempo

“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está à minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.” (Mario Quintana)