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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sexta-feira 08/01/2016


Sexta-feira, 08 de janeiro de 2016


“Censura o amigo à parte e louva-o perante outrem.“ (Leonardo da Vinci)



EVANGELHO DE HOJE
Lc 5, 12-16


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


12Aconteceu que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: "Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar". 13Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: "Eu quero, fica purificado". E imediatamente, a lepra o deixou. 14E Jesus recomendou-lhe: "Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura".
15Não obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades. 16Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava à oração.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR


Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes.
Hoje, terça-feira da semana santa, o Evangelho narra aquela cena triste em que Judas Iscariotes se retira do grupo dos Apóstolos para vender Jesus, e Jesus diz que Pedro também o negará.
“Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes.” Foi um sinal de distinção de Jesus a Judas, convidando a mudar seus planos homicidas e reaver uma amizade rompida pela sua ambição e ressentimento. Tudo foi inútil. Judas rejeitou definitivamente o amor a Jesus.
“Judas saiu imediatamente. Era noite.” O traidor é um exemplo das trevas sobre as quais brilhou em vão a luz. “A luz veio para o que era seu, mas os seus não a acolheram” (Jo 1,11). Entretanto, as trevas foram definitivamente vencidas e dominadas pela luz, o que aconteceu do domingo de Páscoa.
Nós somos fracos e, se não tomarmos cuidado, caímos mesmo, ainda que tenhamos cargos importantes na Igreja, como tinham o Apóstolo Judas e S. Pedro.
S. Paulo nos adverte: “Irmãos, não quero que ignoreis o seguinte: os nossos pais estiveram debaixo da nuvem... comeram o maná... No entanto, a maior parte deles desagradou a Deus e, por isso, caíram mortos no deserto. Esses acontecimentos se tornaram símbolos para nós, a fim de não desejarmos coisas más, como eles desejaram... Essas coisas foram escritas como advertência para nós. Quem julga estar de pé tome cuidado para não cair... Deus é fiel e não permitirá que sejais provados acima de vossas forças” (1Cor 10,1-13).
E S. João nos diz: “Todo aquele que espera em Cristo purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. Todo aquele que comete o pecado pratica a iniqüidade, pois o pecado é a iniqüidade. Vós sabeis que Cristo se manifestou para tirar os pecados, e que nele não há pecado. Todo aquele que permanece nele não continua pecando, e todo aquele que continua pecando mostra que não o viu nem o conhece” (1Jo 3,3-6).
S. João chama o pecado de iniqüidade. Iniqüidade é o contrário de eqüidade, que é a igualdade de direitos e de julgamento. A eqüidade pertence à lei natural, que está acima da lei positiva, isto é, das leis promulgadas pelos homens.
Basta olharmos ao nosso redor que vemos o pecado sendo praticado das mais diversas formas, e vemos também os frutos do pecado.
Muitos se parecem com um carro sem alinhamento, isto é, anda torto, gastando os pneus de um lado só e correndo o risco de capotar.
“Eu coloco diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe pois a vida, amando ao Senhor teu Deus e obedecendo à sua voz!” (Dt 30,19-20).
“O meu povo abandonou-me a mim, fonte de água viva, e cavou para si cisternas, cisternas rachadas que não podem reter a água” (Jr 2,19). Entretanto, nós temos ao nosso lado as fontes de água viva: os sacramentos, a Comunidade cristã...
O Papa Pio XII dizia que a sociedade moderna perdeu o senso do pecado. As pessoas desobedecem a Deus e vivem de cara limpa, como se estivesse tudo certo. As crianças até passam a pensar que pecado não existe mais.
O pecado é como uma árvore, que tem raízes, galhos e folhas. A raiz são os nossos pensamentos. Se consentidos, eles se transformam em palavras, depois em ações, e finalmente em hábitos. A pessoa então começa a pecar sem nem perceber.
O contrário, isto é a virtude, segue o mesmo caminho: começamos pelos pensamentos pecaminosos, depois vamos para as palavras, ações, hábitos.
Que nós, agora na semana santa, ao meditar sobre a paixão de Jesus, pensemos um pouco na relação que existe entre os sofrimentos de Cristo e os nossos pecados.
Certa vez, durante uma campanha eleitoral, um homem estava fazendo um discurso em favor de um candidato a vereador. Uma senhora de outro partido, que também era candidata, ouviu o discurso e gostou muito. No fim, ela foi lá parabenizar o rapaz: “É de gente assim que nós precisamos” – disse ela – “de cidadãos conscientizados, competentes e sem medo de expor suas idéias”.
Logo que ela acabou de falar, o orador lhe disse: “Muito obrigado pelas suas palavras. Eu sei que a senhora também é candidata. Se a senhora me pagar mais que ele, eu posso passar a fazer campanha para a senhora, não para ele”.
A candidata caiu das nuvens. Pensava que estava conversando com um cidadão, mas na verdade estava conversando era com um otário, mercenário, covarde e enganador do povo.
O pecado é terrível; ele penetra em toda parte. Se penetrou até no grupo dos Apóstolos, quanto mais na política. Mas Cristo o venceu, e nós com a graça de Deus podemos concretizar no dia a dia essa vitória.
Campanha da fraternidade. a nossa obediência às leis civis é necessária e importante, mas não é de obrigação absoluta. Temos o direito, e às vezes o dever, de apresentar reclamações contra o que nos parece contra a paz, a dignidade das pessoas e o bem comum. “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus (Mt 22,21).
Nós temos uma pessoa interessadíssima em nos ajudar a não pecarmos. É aquela que, unida com o Filho, pisou a cabeça da serpente enganadora. “Rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte, amém”.
Um de vós me entregará... O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes.







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CULINÁRIA

Pão feito na panela elétrica de cozinhar arroz


2 e ½ xícaras de farinha de trigo
1 colher e 1/2 (sopa) de fermento para pão
1 colher e 1/2 (de sopa) de açúcar
1 colherzinha (de chá) de sal
2 colheres (de sopa) de manteiga
30 ml de leite morninho
180 ml de água morninha
2 colheres (chá) de creme de leite

MODO DE PREPARO
Primeiro coloque em uma tigela o fermento, o açúcar e a água morna (como água de banho de bebê), deixe descansar por uns 10 minutos
Em um copo coloque a manteiga e o leite e leve ao micro-ondas por 30 segundos, ou leve ao fogo até a manteiga derreter
Despeje em uma tijela ou bacia a farinha de trigo o sal a manteiga o leite e o fermento que já deve estar bem crescido
Sove bem a massa por uns 10 minutos, se a massa estiver muito pegajosa pode acrescentar mais farinha de trigo (bem pouquinha)
Unte com manteiga o recipiente da panela de arroz e coloque a massa em formato de bolinha bem no meio
Pode deixar crescer até dobrar de tamanho por mais ou menos uma hora ou 1 hora e meia
Pode inclusive deixar a tampa da panela de arroz encostada
Depois ligue a panela de arroz no sistema cozimento e a maioria das panelas de arroz passa automaticamente para o modulo aquecer deixe ligada (panela) por mais ou menos uma hora.



Carne moída diferente

Ingredientes:

500 g de carne moída
Tomates, cebola, alho, temperos a gosto para refogar a carne
1 lata de creme de leite
1 lata de milho verde
300 g de muçarela


MODO DE PREPARO:

Refogar a carne moída com todos os temperos e deixar ela bem sequinha
Coloque em um refratário
Bater no liquidificador o creme de leite e o milho
Despeje sobre a carne moída, por cima coloque a mussarela e leve ao forno








MOMENTO DE REFLEXÃO


Disse um poeta um  dia, fazendo referência ao Mestre amado:

"O berço que Ele usou na estrebaria, por acaso era dele? Era emprestado!
 E o manso jumentinho, que em Jerusalém chegou montado e palmas recebeu pelo caminho,
Por acaso era dele? Era emprestado!
 E o pão - o suave pão, que foi por seu amor multiplicado alimentando a multidão
Por acaso era dele? Era emprestado!
 E os peixes que comeu junto ao lago, ficou alimentado Esse prato era seu? Era emprestado!
 E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado Mostrando à multidão qual o caminho
Por acaso era seu? Era emprestado!
 E o quarto em que ceou ao lado dos discípulos Ao lado de Judas  que o traiu
Por acaso era dele? Era emprestado!
 E o berço tumular, que depois do calvário foi usado de onde havia de ressuscitar
Por acaso era dele? Era emprestado!
Enfim, nada era dele!
Mas a coroa que Ele usou na cruz era dele!
E a cruz que carregou e onde morreu. Essas eram de fato de Jesus! "
Isso disse um poeta certa vez, numa hora de buscada verdade; mas não aceito essa filosofia que contraria à própria realidade. O berço, o jumentinho, o suave pão, os peixes, o barquinho, a sepultura e o quarto, eram dele a partir da criação; Ele os criou - assim diz a Escritura; mas a cruz que Ele usou, a rude cruz, a cruz negra e mesquinha, onde meus crimes todos expiou, essa  cruz não era sua! ESSA CRUZ ERA MINHA!


Gióia Jr.

Diário de Quinta-feira 07/01/2016


Quinta-feira, 07 de janeiro de 2016


“Acusar a outrem pelas próprias desgraças, é próprio dos ignorantes; acusar-se unicamente a si, é próprio do homem que começa a instruir-se; não acusar nem a si e nem aos outros, é qualidade do homem já instruído.” (Epiteto)



EVANGELHO DE HOJE
Lc 4, 14-22a


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus voltou para a região da Galiléia, e o poder do Espírito Santo estava com ele. As notícias a respeito dele se espalhavam por toda aquela região. Ele ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos.
Jesus foi para a cidade de Nazaré, onde havia crescido. No sábado, conforme o seu costume, foi até a sinagoga. Ali ele se levantou para ler as Escrituras Sagradas, e lhe deram o livro do profeta Isaías. Ele abriu o livro e encontrou o lugar onde está escrito assim: "O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres e me enviou para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo em que o Senhor salvará o seu povo."
Jesus fechou o livro, entregou-o para o ajudante da sinagoga e sentou-se. Todas as pessoas ali presentes olhavam para Jesus sem desviar os olhos. Então ele começou a falar. Ele disse:
- Hoje se cumpriu o trecho das Escrituras Sagradas que vocês acabam de ouvir.
Todos começaram a elogiar Jesus, admirados com a sua maneira agradável e simpática de falar.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Hoje se cumpriu esta palavra da Escritura.
Este Evangelho narra o começo da vida pública de Jesus. Nele Jesus apresenta o seu programa. Em poucas palavras, ele resume toda a sua missão. Jesus veio à terra para “anunciar a Boa Nova aos pobres, proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista, para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor”.
O amor de Deus é uma sinfonia em dois movimentos que se completam e interferem mutuamente. Em primeiro lugar, o amor é um movimento vertical, ascendente e descendente. Jesus se referiu a esse movimento, quando disse que veio “anunciar a Boa Nova aos pobres... e proclamar o ano da graça do Senhor”.
O segundo movimento da sinfonia é horizontal, o relacionamento entre nós, que concretiza e realiza o vertical. “Se alguém disser: “Amo a Deus”, mas odeia o seu irmão, é mentiroso; pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não poderá amar a Deus, a quem não vê. Este é o mandamento que dele recebemos: quem ama a Deus, ame também seu irmão” (1Jo 4,20-21). Esse movimento horizontal, às vezes se torna vertical, sendo um verdadeiro “culto” a Deus.
Uma religião que quisesse chegar diretamente a Deus, sem passar pelo próximo, é uma ilusão, uma alienação espiritual, uma mentira.
Jesus privilegia os excluídos pela sociedade: Os pobres, os cativos, os cegos e os oprimidos... Isso significa andar na contramão da sociedade, que privilegia os não excluídos.
O “ano da graça do Senhor”, lá no profeta Isaías (Is 61,1-2), está expresso como “ano do agrado do Senhor”. Portanto é viver bem com Deus, obedecendo os seus mandamentos e fazendo a sua vontade.
No dia do nosso Batismo, nós também assumimos esse programa de Jesus como o nosso programa.
Os primeiros cristãos procuraram por em prática esse programa integralmente.
Foi o cumprimento desse programa que custou a morte para Jesus, e para milhares de mártires da História de Igreja. Apesar disso, a Igreja não desiste de colocá-lo em prática e de lutar para que ele assumido por toda a sociedade.
Está aí o grande desafio para nós, a fim de que aconteça no mundo o Natal. Em outras palavras, para que aconteça a Epifania de Cristo.
Jesus mistura a dedicação ao corpo e a dedicação à alma. Ele não separa as duas atividades. Naturalmente, quer que nós também não as separemos. De fato, quem ama verdadeiramente uma pessoa, não ama só a alma ou só o corpo dela, mas a pessoa inteira. E esse amor inclui também a proteção à natureza.
Diz uma fábula que certa vez Buda estava sentado no chão, ao pé de uma árvore, em oração. Ele tinha as pernas encolhidas e cruzadas, como fazem os orientais quando vão rezar.
Nisto chegou uma rolinha. Ela estava cansada de tanto voar, porque um gavião estava correndo atrás dela, querendo devorá-la.
Buda, mais que depressa, pegou a rolinha e a escondeu dentro do seu paletó. Nisto chegou o gavião e disse a ele: “Dê-me essa rolinha. Eu sou carnívoro e preciso dela para comer”.
Buda pensou: É verdade a rolinha faz parte da cadeia alimentar desse gavião. Mas ele queria salvar a rolinha; então disse ao gavião: “Vamos fazer uma troca: eu dou para você uma parte do meu corpo correspondente à esta rolinha”. O gavião concordou.
Apareceu uma balança, daquelas de dois pratos, e Buda pôs a rolinha num prato e a sua pesada mão no outro. Mas, para surpresa sua, a balança continuou caída para o lado da rolinha. Então ele pôs o seu braço o braço todo no prato... Nada. Colocou o outro braço... Também nada.
Então Buda sentou-se no prato da balança. Aí ela se equilibrou: os dois pratos ficaram na mesma altura.
Nesta hora, Buda disse ao gavião: “Sou todo seu. Pode levar-me. Mas não toque na rolinha”.
A nossa felicidade, a nossa vida, custou a morte de Jesus, como oferta total dele por nós. Amar não é dar coisas ao próximo, mas buscar a sua felicidade, mesmo que para isso precisemos sacrificar a nossa vida. “Ninguém tem maior amor do que aquele dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13).
O amor só é verdadeiro se inclui, desde o começo, uma doação da vida. O amor, ou é total, ou não é amor. Amor parcial não existe, é apenas caricatura de amor. Quando vemos um mendigo na rua e lhe damos um trocado, ou apenas um sorriso, não estamos dando apenas um trocado ou um sorriso a ele, mas nesses gestos está embutida a nossa vida toda, doada a ele ou ela, se precisar. Na hora lhe damos apenas um trocado ou um sorriso, por é só disso que o mendigo precisa.
Maria Santíssima, a discípula fiel do Senhor, viveu de corpo e alma esse programa de Jesus e nosso. Que ela nos ajude!
Hoje se cumpriu esta palavra da Escritura.





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MUNDO ANIMAL

5 truques de psicologia infalíveis mais para persuadir pessoas


Você Leva seu cão à Praia?
cao na praiaSe leva, fique sabendo que esta é uma prática nada bem vista pelas autoridades sanitárias e pelos médicos veterinários de um modo geral. As razões para tanta preocupação dizem respeito aos acidentes que ocorrem em praias e outros locais públicos envolvendo animais que geralmente são levados a passear soltos e acabam por ferir alguém; à possibilidade de transmissão de doenças que podem afetar as pessoas e também pelo aspecto da própria saúde do animal, às vezes apresentando problemas pelo excesso de calor, ingestão de restos de peixes e crustáceos , areia ou água salgada.

Os acidentes são de prevenção relativamente fácil devendo apenas o proprietário do animal seguir certas recomendações como, por exemplo, sair sempre com o animal na coleira, evitar de levar animais bravos ou difíceis de controlar a locais onde brincam crianças ou transitam muitas pessoas. Já as Zoonoses (doenças transmitidas aos homens pelos animais) exigem para sua prevenção um certo grau de informações específicas, principalmente sobre o agente etiológico( organismo que causa a doença) e os modos de transmissão.

Abordaremos uma doença de pele que é transmitida por contato com locais contaminados por fezes de cães e gatos. Larva migrans cutânea, também conhecida com dermatite serpiginosa, é doença comum em nossa região e é provocada por larvas de Ancylostoma caninum (verme comum em cães e gatos) e que provoca erosões e pequenas elevações na pele em formato ondulante com muito prurido (coceira) e que se complicam freqüentemente com infecções secundárias.

As partes do corpo mais afetadas são os pés, pernas e mãos. As pessoas geralmente adquirem a doença por contato com areia ou terra contaminadas com fezes de cães e gatos portadores de vermes adultos. Juntamente com as fezes desses animais são eliminados ovos que, após alguns dias, eclodem liberando as larvas. Estas larvas são muito resistentes às ações do meio ambiente tais como calor, frio, umidade e seca e podem permanecer no ambiente até cerca de um ano.

As medidas de prevenção consistem na manutenção dos animais em condições higiênicas; realização de exames de fezes periódicos (no mínimo de 6 em 6 meses) para controle e tratamento dos casos positivos; evitar que os animais contaminem com fezes as áreas públicas como praças, parques, jardins e principalmente as praias.

JOAQUIM EPITÁCIO PEREIRA - Médico Veterinário CRMV-RJ 3037







MOMENTO DE REFLEXÃO


Certa vez, uma família estava passando férias na praia. O pai e o filho mais velho ficaram tomando sol na areia, enquanto a meninada foi aproveitar as ondas. De repente, o clima mudou e o mar ficou agitado. As crianças começaram a se afogar. O pai, que não sabia nadar, gritou para o filho que estava com ele
- Salve os seus irmãos!

Levando uma boia, a rapaz enfrentou as ondas e conseguiu recolher todos, fazendo-os apoiar-se na boia.

Mas uma enorme onda ia pegar a todos. O moço, com todas as suas forças, empurrou a boia para a praia.

Enquanto empurrava, a onda o pegou e o arrastou para o fundo. As crianças foram salvas, mas o jovem morreu afogado!

Reunidos na praia, todos choraram muito. O pai, que também chorava, consolava as crianças dizendo:
- Ele é um herói! Mandei-o salvar vocês e ele conseguiu, mesmo perdendo a vida!

Esse filho mais velho assemelha-se a Jesus Cristo, o qual, obedecendo ao seu Pai, enfrentou todas as tempestades e nos salvou. Mas foi colhido pela onda do orgulho daqueles que não suportavam a sua bondade para com os pequenos.


Ficou o exemplo para nós: Compensa nos esforçarmos para salvar o próximo das avalanches do mundo pecador, mesmo que, com isso, percamos a nossa vida terrena.

Diário de Quarta-feira 06/01/2016


Quarta-feira, 06 de janeiro de 2016


“A vida de um indivíduo só tem sentido na medida em que ajuda a tornar mais bela e nobre.”



EVANGELHO DE HOJE
Mc 6, 45-52


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o povoado de Betsaida, no lado leste do lago, enquanto ele mandava o povo embora. Depois de se despedir dos discípulos, Jesus subiu um monte a fim de orar ali. Quando chegou a noite, o barco estava no meio do lago, e Jesus estava em terra, sozinho. Ele viu que os discípulos estavam remando com dificuldade porque o vento soprava contra eles. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando em cima da água, e ia passar adiante deles.
Quando viram Jesus andando em cima da água, os discípulos pensaram que ele era um fantasma e começaram a gritar. Todos ficaram apavorados com o que viram. Mas logo Jesus falou com eles, dizendo:
- Coragem, sou eu! Não tenham medo!
Aí subiu no barco com eles, e o vento se acalmou. Os discípulos estavam completamente apavorados. É que a mente deles estava fechada, e eles não tinham entendido o milagre dos pães.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Viram Jesus andando sobre as águas.
Este Evangelho começa com as palavras: “Depois de saciar os cinco mil homens...” É uma prova da divindade de Jesus, mostrando o seu poder sobre a natureza. Em seguida o Evangelho apresenta outra grande prova: Jesus domina a natureza, andando sobre as águas do mar.
“Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar e Jesus sozinho em terra. Ele viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário.” O Mar representa o mundo em que vivemos. Nós precisamos atravessar esse mar da vida e ir para a outra margem, isto é, para um mundo mais justo, mais fraterno e mais obediente a Deus.
Muitos querem ficar na terra firme. Isso é cômodo, mas não é bom porque assim o mundo novo não surge. É difícil atravessar o mar da vida, porque ficamos cansados e o vento é contrário. Mas compensa porque Deus caminha conosco, e ele domina todas as turbulências. Cristo é o Senhor da natureza e da História. Se o seguimos, nada de mal nos acontecerá..
“O coração deles estava endurecido.” Deus caminha ao nosso mas, devido à nossa dureza de coração, nós não o reconhecemos e até o confundimos com um fantasma. “Começaram a gritar”. Eram gritos de súplica. Quanta gente se afunda, sem se lembrar de rezar! Deus caminha sobre as águas, ao nosso lado, mas não entra no nosso barco se nós não pedirmos.
Jesus deixou todos os recursos à nossa disposição, a fim de nos lançarmos com coragem no mar da vida e atravessá-lo. Temos a santa Igreja, os sacramentos especialmente a Eucaristia, temos a Sagrada Escritura, o apoio da nossa Comunidade e muitos outros meios. Do outro lado está o mundo novo que Deus quer construir, cantando conosco. Não podemos ficar na praia, “vendo a banda passar”, pois o fermento foi feito para ser misturado na massa, o sal para ser misturado na comida, e a luz para ser colocada num lugar alto, a fim de iluminar a todos.
Humanamente é arriscado, mas a nossa segurança está em Deus que tudo pode. Na Bíblia, ter fé é sinônimo de ter coragem; e medo é sinônimo de falta de fé.
Aqueles cristãos e cristãs que dedicam umas horas da semana aos trabalhos da Comunidade, por exemplo, pastoral da criança, vicentinos, legião de Maria, apostolado da oração, pastoral da juventude, liturgia, canto..., estão se atirando no mar.
Também aqueles e aquelas que, impulsionados pela fé, se envolvem na política. Isso porque “a política é a ferramenta mais poderosa de transformação social” (Papa Paulo VI). Deus quer uma sociedade transformada, e nada melhor do que usarmos os recursos políticos. Este mar, da política, não é só revolto, mas muitas vezes sujo, tem mau cheiro, piranhas e tudo mais. Mas compensa enfrentá-lo.
Existem muitas formas de atuar. O que não podemos é ficar na praia “olhando navios”.
O que faz a diferença entre o cristão medroso e o cristão que se atira no mar é o tamanho da fé que ele ou ela tem. Quanto maior é a nossa fé, mais corajosos somos.
“Ao anoitecer... Jesus estava em terra e viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário. Então, pelas três da madrugada, Jesus foi até eles...” Dá impressão que Jesus demorou para socorrê-los. Isso retrata direitinho a nossa caminhada cristã. Precisamos perseverar, mesmo entre as maiores dificuldades, porque Deus, antes de nos socorrer, costuma testar a nossa fé. A noite representa aqueles momentos obscuros em nossa vida. É justamente aí que mostramos a nossa fé e perseverança. O socorro veio “pelas três da madrugada”. É a hora em que o horizonte começa a clarear.
“Jesus queria passar adiante.” E realmente passaria, sem socorrê-los, se eles não pedissem. Deus não entra na nossa vida, se não pedirmos. Deus está sempre ao nosso lado. Quantos se afogam num copo d’água e não pedem ajuda! Muitos, devido à falta de fé, até o confundem com um fantasma.
Após o milagre, “os discípulos ficaram ainda mais espantados”. É o impacto feliz e alegre do encontro do homem com Deus, do finito com o infinito, do contingente com o transcendente, do relativo com o absoluto.
Certa vez, uma senhora estava entrando na igreja e viu, na escada, uma menina sentadinha, com aparência de muito pobre. A mulher aproximou-se dela e perguntou: “Você precisa de alguma coisa, filha?” A garotinha respondeu, choramingando: “A minha mãe morreu, e eu gostaria de ter uma mãe!”
A senhora disfarçou a sua emoção e explicou que Deus nos deu uma mãe muito bonita e carinhosa, que é Nossa Senhora. Em seguida convidou-a a entrarem juntas na igreja. Levou-a até a imagem de Maria e as duas rezaram espontaneamente. Nesta hora, a criança deu um sorriso encantador.
Este foi apenas o primeiro contato entre as duas, porque na mesma tarde a senhora foi com ela até a sua casa.
A mãe abre para a criança o horizonte da vida e lhe dá segurança. A mãe sabe unir a ternura com a firmeza, o carinho com a correção. Sabe sorrir, mas sabe também ficar séria e ameaçar. Deus nos ama, por isso nos deu o amor de uma mãe.
Nós queremos pedir à Santa Mãe de Deus e nossa pelas crianças abandonadas, especialmente por aquelas que não têm mãe, para que preencha o vazio que ficou em seus coraçõezinhos. Com o apoio de Maria, todos nós temos coragem de atravessar o mar revolto da vida, cumprindo assim o mandamento de Jesus. A travessia do mar da vida é como uma grande pinguela, e Maria Santíssima é o corrimão. Segurando nela, com certeza não cairemos.
Viram Jesus andando sobre as águas.






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CURIOSIDADES

5 truques de psicologia infalíveis mais para persuadir pessoas


Você já viu aqui na Fatos Desconhecidos alguns truques para controlar pessoas. No entanto, existem outras táticas que também podem te ajudar na hora de convencer alguém a fazer algo.

Muita gente não sabe, mas ao seguir algumas dicas é possível influenciar as pessoas em algum aspecto. Algumas dessas maneiras já foram até objeto de estudos científicos.

Quer descobrir como fazer isso? Então confira a seleção que fizemos das cinco maneiras mais eficientes para influenciar qualquer um:

1. Aceno com a cabeça


Pesquisas científicas apontam que ao acenar para alguém enquanto falamos, a pessoa se torna mais propensa em concordar com quem fala.

Isso acontece porque ao acenar com a cabeça, quem ouve tem uma tendência a repetir o movimento e, dessa maneira, as chances de ela concordar com o que escuta são aumentadas.

2. Escuta reflexiva


Uma das melhores maneiras de influenciar uma pessoa é demonstrar que você realmente entende como eles se sente. É possível fazer isso repetindo para a pessoa o que ela acabou de dizer, mas com outras palavras.

Essa tática também é conhecida como escuta reflexiva. Estudos recentes mostraram que quanto mais os terapeutas usam escuta reflexiva, mais os pacientes tendem a revelar maiores emoções.

3. Ficar quieto


Dale Carnegie, o autor do livro How to Win Friends and Influence People, “Como fazer amigos e influenciar pessoas em tradução literal”, afirma que é desnecessário dizer a uma pessoa que ela está errada.

Ao invés disso você pode usar a técnica criada por Ray Ransberger e Marshall Fritz, que consiste em ouvir o que a pessoa tem a dizer, sem discutir. Depois disso, você tenta entender como a pessoa se sente e começar a falar usando um argumento em comum que tenha com ela, para só então afirmar o seu ponto de vista.

Isso faz com que a pessoas se torne mais susceptível a te ouvir, de forma que você possa corrigi-la sem criar conflitos e de quebra fazendo com que ela crie uma empatia com você.

4. Oferta irrecusável


Quando você quiser que alguém faça algo para você, comece aos poucos, com um pedido que a pessoa não possa recusar. Uma vez que alguém faz o compromisso de ajudar você, ele se torna mais propenso em te ajudar em algo maior.

Em um experimento, pesquisadores pediram para que pessoas expressassem o seu apoio para as florestas tropicais e o meio-ambiente, o que é um pedido bastante simples.

Em seguida, eles descobriram que, uma vez que aquelas pessoas tinham começado a manifestar o seu apoio a natureza, era muito mais fácil convencê-las a comprar produtos que apoiassem as florestas tropicais e outras coisas do tipo.

5. Se aproveite do cansaço


Outra maneira de fazer com que alguém te faça um favor é pedir enquanto a pessoa esteja cansada. Isso porque quando estamos cansados somos mais suscetíveis a concordar com o que nos dizem.

Com os níveis de energia mentais baixos, não queremos lidar com decisões no momento, então é mais fácil soltar um: “eu vou fazer isso amanhã”.
http://www.fatosdesconhecidos.com.br/curiosidades/​






MOMENTO DE REFLEXÃO


Um homem queria pendurar um quadro. O prego ele já tinha, só faltava o martelo. O vizinho possuía um, e o nosso homem resolveu ir até lá pedi-lo emprestado.

Mas ficou em dúvida:
"E se o vizinho não quiser me emprestar o martelo? Ontem ele me cumprimentou meio secamente. Talvez estivesse com pressa. Mas isso devia ser só uma desculpa.
Ele deve ter alguma coisa contra mim. Mas por quê? eu não fiz nada! Ele deve estar imaginando coisas. Se alguém quisesse emprestar alguma ferramenta minha eu emprestaria imediatamente. Por que ele não quer me emprestar o martelo? Como é que alguém pode recusar um simples favor desses a um semelhante? Gente dessa laia só complica a nossa vida. Na certa, ele imagina que eu dependo dele só porque ele tem um martelo. Mas, agora chega!"

E correu até o apartamento do vizinho, tocou a campainha, o vizinho abriu a porta. Mas antes que pudesse dizer "Bom Dia", o nosso homem berrou:
"Pode ficar com o seu martelo, seu imbecil!"

Do livro: Sempre Pode Piorar ou A Arte de Ser (In) Feliz - Uma abordagem psicológica


Diário de Terça-feira 05/01/2016


Terça-feira, 05 de janeiro de 2016


“Um pobre com amigos é muito mais rico do que um milionário solitário.”





EVANGELHO DE HOJE
Mc 6, 34-44


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas.
De tardinha, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram:
- Já é tarde, e este lugar é deserto. Mande esta gente embora, a fim de que vão aos sítios e povoados de perto daqui e comprem alguma coisa para comer.
Mas Jesus respondeu:
- Dêem vocês mesmos comida a eles.
Os discípulos disseram:
- Para comprarmos pão para toda esta gente, nós precisaríamos de duzentas moedas de prata.
Jesus perguntou:
- Quantos pães vocês têm? Vão ver.
Os discípulos foram ver e disseram:
- Temos cinco pães e dois peixes.
Então Jesus mandou o povo sentar-se em grupos na grama verde. Todos se sentaram em grupos de cem e de cinqüenta. Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus. Depois partiu os pães e os entregou aos discípulos para que eles distribuíssem ao povo. E também dividiu os dois peixes com todos. Todos comeram e ficaram satisfeitos. E os discípulos ainda recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e de peixe. Foram cinco mil os homens que comeram os pães.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antonio Queiroz


Dai-lhes vós mesmos de comer.
Este Evangelho, da multiplicação dos pães, mostra que tanto os discípulos como Jesus sentiram compaixão do povo que estava com fome. Mas a maneira de resolver o problema foi diferente. Os discípulos queriam despedir logo o povo para que procurassem alimentos, porque não viam outra solução. Jesus quis que os próprios discípulos lhes dessem de comer, confiando na ajuda de Deus Pai.
A cena deixa claras duas maneiras de ver a religião. Os discípulos, ao pedirem a Jesus que despedisse o povo porque estavam com fome, mostraram que para eles essa parte de providenciar alimentos não faz parte da religião. Já para Jesus faz parte sim, e com Deus temos condições de resolver. Quantas Comunidades de hoje, através das instituições sociais, provam que com Deus realmente é possível. A caridade nos leva a amar as pessoas, mas amá-las inteiras, com corpo, alma e espírito. Por isso que muitas Comunidades se interessam pela político, pelo transporte, pela moradia, pela educação das crianças etc.
O sonho de um mundo melhor nos leva, não a deixar para os outros, mas a fazer a nossa parte, mesmo que tenhamos poucas condições. O pouco com Deus é muito e o muito sem Deus não é nada.
“Jesus mandou que todos se sentassem... formando grupos.” A organização gera a partilha e, quando partilhamos, Deus faz o milagre da multiplicação. Isso aconteceu ontem, acontece hoje e acontecerá sempre. Onde há amor, ninguém passa necessidade.
“Nosso Deus é o verdadeiro. Ele nos dá o pão da sua palavra e o pão que alimenta o corpo” (Dt 8,3). Veja que esse modo de ver a religião, como dedicação ao homem integral, não é coisa nova, sempre foi assim. Quando uma Comunidade se dedica ao homem integral, isso gera alegria e louvor a Deus, como aconteceu com os hebreus, quando veio o maná.
“Quantos pães tendes?... Jesus pegou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção...” Nem nós sozinhos, nem Deus sozinho, mas nós e Deus juntos. Nós fazemos a nossa parte, damos o pouco que temos, e Deus abençoa. Faça a sua parte que da minha ajudarei.
Se tivermos fé, espírito de partilha, união e organização, e não jogarmos fora as sobras, ninguém passará fome nem qualquer outra necessidade. As Comunidades cristãos são o meio que Jesus deixou para isto acontecer.
Alimento é coisa sagrada. Não podemos esbanjar, jogar fora. O que sobra para um falta para outro. Por isso, é preciso recolher com cuidado tudo o que sobra.
Assim como os cinco pães e dois peixes foram divididos e todos comeram, a nossa partilha também é multiplicada, em benefício de todos, inclusive de nós mesmos. E além temos a recompensa de Deus, tanto nesta vida como na outra. “Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o Reino...” (Mt 25,34).
A multiplicação dos pães tem vários sentidos simbólicos. A grande multidão de cinco mil homens representa a humanidade com a sua fome de libertação messiânica. O milagre da multiplicação aponta para a Eucaristia, o Pão partilhado, saciando o novo Povo de Deus e prenunciando o banquete definitivo do Reino, já inaugurado.
A fome no mundo é patente. Três quartos da humanidade está subnutrida, e a maior parte é vítima da fome, doença, falta de moradia e de trabalho. As riquezas são concentradas pelos ricos, fazendo deles cada vez mais ricos, enquanto os pobres continuam cada vez mais pobres. Nós podemos, com o nosso esforço e união, mudar esse quadro.
Certa vez, na antiguidade, um navio estava atravessando o mar com centenas de pessoas. Aconteceu uma grande tempestade e o navio perdeu a direção. Acabaram chegando a uma ilha desconhecida e totalmente desabitada.
Logo que chegaram à ilha, três homens começaram a explorá-la. Viram que ela tinha duas partes bem distintas: o centro, com terra boa e coberta com matas e muita água doce, e a periferia constituída da pedreiras.
Mais que depressa, os três homens cercaram a parte boa da ilha e se declararam donos. Construíram ali três mansões. As outras pessoas tiveram de ficar na periferia. Logo começaram a passar fome. Então os três proprietários propuseram: quem trabalhar para eles ganhava comida. E assim, todos os outros se tornaram seus empregados.
Os três escolheram os homens fortes e corajosos e deram-lhes bastante comida e armas, declarando-os a polícia da ilha. Aos outros deram menos comida, para não terem força e se revoltarem.
Escolheram os mais inteligentes e fizeram deles professores. Mas deviam ensinar conforme a cartilha dos três. Escolheram também os mais piedosos e com eles fundaram uma religião, chamada “A religião do verdadeiro deus”. Ensinavam que a miséria e a fome são agradáveis a deus e que todos deviam obedecer aos três, cujos retratos as famílias deviam colocar nas paredes de suas casas. Outras imagens eram proibidas.
Entretanto, apareceu um profeta e começou a ensinar que todos somos iguais e que aquela religião era falsa. Os três chefes chamaram a sua polícia e mataram o profeta. Entretanto, as suas idéias ficaram em muitas cabeças e estas pessoas continuaram a doutrina do profeta, criando dentro da ilha um novo povo e um novo modo de viver, no qual as pessoas são iguais e os alimentos são distribuídos para todos.
Peçamos a Maria Santíssima que nos ajude a sermos profetas do verdadeiro Deus. Que sejamos cada vez mais unidos, solidários e organizados, a fim de que todos tenham vida e vida plena.
Dai-lhes vós mesmos de comer.





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COMPORTAMENTO

Dicas para se livrar dos padrões de beleza
Calila Galvão


Infelizmente, nós mulheres vivemos num mundo cheios de exigências quanto a aparência. Você deve usar o cabelo assim, a roupa deve ser dessa forma, o tecido em alta deve combinar com a textura tal e assim por diante. Chega um ponto em que não aguentamos mais tanta pressão em cima da beleza.
Mesmo com tanta diversidade cultural, com tanta mistura de raças e com esse vasto mundo de pessoas diferentes, a mídia insiste em criar um padrão de beleza a ser seguido. Por causa desse modelo de “perfeição” muitas mulheres passam por diversas cirurgias, tomam diversas substâncias quem fazem mal à saúde e fazem dietas malucas.

Descubra quais os principais sinais e sintomas da baixa autoestima.


O Brasil enquadra-se como o primeiro lugar em cirurgias plásticas para que a mulher possa chegar a um padrão impossível de beleza. O número cresceu muito com a chegada dos cartões de crédito e as facilidades de pagamento que hoje são oferecidas pelas clínicas.

A não aceitação de si mesma faz com que muitas mulheres desenvolvam sérias doenças alimentares como a anorexia e as cirurgias plásticas podem viciar, fazendo de você uma pessoa doente. Mas, você não precisa passar por todo esse processo desgastante. Nós não apenas podemos como devemos nos aceitar do jeito que somos: lindas a nossa maneira.

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Autoestima

Ser bonita, não apenas aos seus olhos, mas também aos das pessoas quem convivem com você vai muito além da simples aparência física. Um conjunto de fatores trabalham em harmonia para que você consiga se enxergar bela do jeito que é. Tudo gira em torno do fato de saber lidar bem com as imperfeições naturais do corpo humano.
Se mesmo fazendo de um tudo para se sentir bonita você não consegue se aceitar, o melhor agora é buscar apoio profissional de um terapeuta. Ele pode te ajudar a encontrar o caminho sem sofrimento ou angústia para o seu bem estar e tentar entender a que ponto a sua forma de pensar pode ser patológica.

Insista em seus pontos fortes

Você acha que as academias, clínicas de estética e salões de beleza andam sempre lotados porque todas as mulheres amam a sua aparência? É claro que não! Um dos problemas em comum é fato de ver apenas o ponto negativo sobre si mesmas em vez de exaltar os positivos: tenho um cabelo lindo, um excelente emprego, entre outros.

Também é possível dar um jeitinho nos pontos fracos. Por exemplo, no rosto, existem vários truques de maquiagem que ajudam a aumentar os olhos, levantar e aumentar os lábios, afinar o rosto e o nariz, entre outros. Com as roupas, a situação é a mesma: uma bata mais larga, um cinto para deixar a silhueta mais fina.

Admita que é bonita

Muita gente sente vergonha na hora de receber um elogio e pode se mostrar bastante tímida. Esse comportamento leva logo para o caminho da modéstia e você insiste em discordar do que foi dito. Pare! Não há nada de mais em se sentir e se achar bela. Apensas agradeça o elogio que foi feito e fique feliz com ele.

Saúde em primeiro lugar

Nada de dietas malucas e restrição alimentar! O objetivo não é comer pouco e sim comer de forma saudável. Tudo bem que as vezes aparece aquela festa pra ir no final de semana e você precisa caber no vestido que usou no casamento da irmã mais velha. Opte por dietas não tão severas e sempre com acompanhamento profissional.

Beleza é relativo

Talvez você e sua amiga tenham um gosto diferente para homens. Ela gosta dos mais velhos, você dos que usam barba, uma gosta dos magrinhos e a outra dos malhados. Viu como beleza é relativo? Portanto, não fique passando por diversas cirurgias para tentar se parecer com outra pessoa. Valorize o que já é seu.

Não tente competir

É muito comum ouvir algum dizendo que as mulheres não se vestem para os homens e sim para outras mulheres. Em parte é a mais pura verdade. Nós queremos nos destacar no meio da multidão e parece que estamos sempre competindo por mais atenção. Não entre nesse jogo! Seja você mesma e use o que mais lhe agradar.







MOMENTO DE REFLEXÃO


No mínimo uma vez ao dia, nosso velho gato preto vem até um de nós, de uma forma que todos passamos a ver isso como um pedido especial. Não que ele queira ser alimentado ou que o deixem sair ou algo do gênero. Sua necessidade é de algo bem diferente.

Se você tem um colo acessível, ele saltará para ele; se não, é provável que permaneça ali, de pé, olhando-o suplicante, até que você libere seu colo para ele. Uma vez ali, ele começa a vibrar, quase antes de você afagar suas costas, coçar seu queixo e repetir várias vezes o quanto ele é um bom gatinho. Então, seu motor entra em rotação de verdade; ele se contorce para ficar confortável; ele se esparrama. De vez em quando, um de seus ronrons lhe foge ao controle e se transforma num ronco. Ele olha para você com olhos bem abertos de adoração e lhe dá aquela longa e demorada piscadela de confiança definitiva, própria dos gatos.

Depois de algum tempo, aos poucos, ele se aquieta. Se achar que pode, talvez fique no seu colo para uma soneca aconchegante. Mas é igualmente provável que salte para o chão e vá perambular por aí e cuidar dos seus afazeres. Em qualquer das hipóteses, ele está se sentindo bem.

Nossa filha coloca tudo isso numa frase simples: "Blackie precisa ser afagado".

Em nosso lar ele não é o único que tem essa necessidade: eu a compartilho e minha esposa também. Sabemos que essa necessidade não é exclusiva de nenhuma faixa etária. Ainda assim, uma vez que sou professor e pai, eu a associo especialmente aos jovens, com sua rápida e impulsiva necessidade de um abraço, de um colo quente, uma mão segura, uma coberta bem arrumada, não porque algo esteja errado, não porque algo precisa ser feito, apenas porque este é o seu jeito de ser.
Há uma porção de coisas que eu gostaria de fazer por todas as crianças. Se eu pudesse realizar apenas uma, seria esta: garantir a cada criança, em todos os lugares, pelo menos um bom afago todos os dias.

As crianças, como os gatos, precisam de tempo para serem afagadas.


Fred T. Wilhelms