Páginas


(clique abaixo para ouvir a música)

LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sexta-feira 07/08/2015


Sexta-feira 07 de agosto de 2015


"A beleza e a vitalidade são presentes da natureza, para aqueles que vivem as suas leis" (Leonardo da Vinci)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 16,24-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 24Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.
26De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta.
28Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo com o seu Reino”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Era uma vez… Amo quando Deus me inspira essas histórias…
Um homem muito inteligente resolveu sair a busca do conhecimento e de uma verdadeira razão para acreditar no ser humano. Procurou a explicação em vários livros, diversas religiões, no entanto ficava cada vez mais cético. Sua relação com Deus esfriava a cada dia.
Seguindo uma pista foi parar na áfrica, seguindo outra amanheceu na china. Desbravou de norte a sul de leste a oeste, mas nada conseguia lhe convencer.
Certo dia, enquanto banhava seus pés numa praia no oceano pacífico, foi surpreendido com uma garrafa de vidro que flutuava no mar. Surpreso ficou ao ver que havia um bilhete dentro da garrafa e lá dizia: “no alto do Tibet, na montanha mais alta, lá encontrará a resposta da sua longa jornada pelo conhecimento”.
Não tendo nada a perder partiu…
Escalou cada encosta, conversou com cada monge e a resposta era sempre a mesma: “Sua busca termina se não desistir”.
 Aquilo o irritava, mas conseguiu ultrapassar cada obstáculo que lhe fora apresentado até chegar numa ponte de madeira quebrada. Um precipício o separava do conhecimento.
Horas e horas se passaram e ele não conseguia encontrar uma solução que o levasse para o outro lado. Lembrou então do conselho que haviam lhe dado: “Sua busca termina se não desistir”.
Resolveu descer a montanha e buscar meios para consertar a ponte, mas um empecilho não programado aconteceu: Como conseguir tábuas, cordas, pregos, ferramentas se não tinha dinheiro e tão pouco sabia a língua local? A jornada parecia impossível de ser realizada e pior que isso como voltar e dizer aos amigos que não conseguiu chegar ao fim?
Precisou então engolir o orgulho e desistir. Ao descer o monte viu um homem que sofria em virtude do frio. Agoniando e clamando por socorro, ele lhe empresta uma das suas jaquetas, faz uma fogueira, um abrigo e tenta o possível para aquecê-lo.
No dia seguinte após uma longa e fria noite no Tibet, prepara um café da manhã para que o homem ganhe forças, mas nota que ele havia sumido. Que homem ingrato! Nem sequer agradeceu o meu tempo perdido! – pensou
Não querendo desistir por completo voltou ao precipício e lá encontrou o homem que salvou na note passada, consertando a ponte. Ao terminar o agradeceu pelo gesto heróico e partiu. Não pensou duas vezes atravessou a ponte e lá do outro lado encontrou um homem.
Perguntou: Fale-me sábio senhor, pelo que vale lutar nessa vida, pois busco essa resposta há muito tempo?
O homem então lhe disse:
- Todos os dias, vem alguém aqui e me faz essa pergunta e eu lhe proponho que volte, destrua a ponte e fique esperando, pois misteriosamente Deus lhe enviará um anjo quando mais precisar. Um anjo que precisará engolir o orgulho para descer ou desistir de algo fútil, para então salvar sua vida. Esse anjo, para te salvar, terá que se importar com seu sofrimento, cuidar dos seus ferimentos e em troca você construirá uma nova ponte para que ele chegue até aqui!
Entendem o sentido?
“(…) E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus. Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos. O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco”. (Filipenses 4, 7-9)
Voltamos então a refletir que o ultimo degrau até o cume é descer do monte. Descer para subir? Sim, como o próprio evangelho de hoje nos orienta a renegar a si mesmo (nossos interesses, nossas ambições, nosso querer) sempre em prol de algo maior que seria a vontade de Deus e o bem estar daquele que esta ao meu lado. O que adianta almejar conquistar a santidade sem lutar para que outros a conseguissem? “(…) O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira”?
A santidade não advém de um ato egoísta e sim do altruísmo. A conversão é individual, mas a santidade vem do relacionamento com os irmãos e dentre eles meus familiares, amigos, trabalho, escola, (…). Ser santo na igreja é fácil, mas o que me credencia ao cume são os gestos que tenho e o desejo de ver isso realmente acontecer
Todos temos em nossos pensamentos pessoas que desejávamos que estivesse aqui neste estágio da subida. Sabemos também que algumas já estão em pontos mais altos e não mais estranharemos ao vê-las descendo para nos levantar.
A conversão ou mudança daqueles que gostamos inicia nele quando ouvem o chamado do pastor. Às vezes somente nas lágrimas que conseguimos fazer o silencio necessário para ouvi-Lo. Mesmo assim, fadigados pelo peso da nossa cruz, devemos descer para vê-lo subir. Mas cuidado! Descer não significa voltar a pecar, pois algumas pessoas, no desejo de apressar o tempo, acabam voltando a uma vida que já tinham abandonado na base da montanha (Romanos 6 ).
Bom fim de semana e um abençoado DOMINGO
Um imenso abraço fraterno.






CULINÁRIA

Strognof de banana....


1 litro de leite
2 gemas
2 latas de leite condensado
3 colheres de maisena e 3 gotas de baunilha
bata tudo no liquidificador e leve ao fogo para engrossar....
depois que engrossar coloque 2 caixinhas de creme de leite, e deixe esfriar um pouco. Coloque  5 bananas picadas. Pode ser mais ou menos, de acordo com seu gosto.
Depois raspe chocolate em barra ao leite e misture e coloque em cima para enfeitar. Leve para gelar.


Bolo mineiro de liquidificador

4 ovos
. 2 e ½ xícaras (chá) de açúcar
. ½ xícara (chá) de queijo ralado
. 1 vidro de leite de coco
. 1 vidro de leite (use o vidro do leite de coco de medida )
. 1 pitada de sal
. 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 1 colher de fermento em pó

Modo de preparo:

No liquidificador, bata os ovos, o açúcar, o queijo, o leite de coco, o leite e o sal. Junte a farinha e o fermento peneirados e misture. Coloque em uma fôrma de furo central, untada com manteiga e asse no forno preaquecido a 200°C durante 40 minutos, ou até que espetando um palito ele saia seco. Deixe esfriar e desenforme.









MOMENTO DE REFLEXÃO


Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar
Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres. Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.
Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.
Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do "pode ou não pode".
A sexualidade é apenas um detalhe da questão. Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena. Digo por mim. Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço.
 O fato de não me casar, não me priva do amor. Eu o descubro de outros modos. Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.
Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.
Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida. Não tenho medo das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia. Eu não sou teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas. Eu não sou por acaso. Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração. Deus me mostra. Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade. Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade. Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em "propriedade privada". Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas.
Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas. É preciso pensar sobre isso. Não se trata de casar ou não.
Casamento não resolve os problemas do mundo.
Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. Fizeram sexo de mais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.
É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer. Por isso perguntamos sempre:
– É de livre e espontânea vontade que o fazeis?
 – É simples. Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.

Pe. Fábio de Melo

Diário de Quinta-feira 06/08/2015


Quinta-feira 06 de agosto de 2015


"Nunca, jamais... se afaste de seus sonhos, pois, se eles se forem, ainda assim você continuará vivendo...mas, com certeza, terá deixado de existir!" ( Chaplin )



EVANGELHO DE HOJE
Mc 9,2-10

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Seis dias depois, Jesus foi para um monte alto, levando consigo somente Pedro, Tiago e João. Ali, eles viram a aparência de Jesus mudar. A sua roupa ficou muito branca e brilhante, mais do que qualquer lavadeira seria capaz de deixar. E os três discípulos viram Elias e Moisés conversando com Jesus. Então Pedro disse a Jesus:
- Mestre, como é bom estarmos aqui! Vamos armar três barracas: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias.
Pedro não sabia o que deveria dizer, pois ele e os outros dois discípulos estavam apavorados. Logo depois, uma nuvem os cobriu, e dela veio uma voz, que disse:
- Este é o meu Filho querido. Escutem o que ele diz!
Aí os discípulos olharam em volta e viram somente Jesus com eles.
Quando estavam descendo do monte, Jesus mandou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse. Eles obedeceram à ordem, mas discutiram entre si sobre o que queria dizer essa ressurreição.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Tenho sido insistente em anunciar que precisamos vencer algumas barreiras. Algumas pessoas, que por ventura se encontram num estágio razoável ou maior de espiritualidade e amadurecimento cristão, precisaram estar alerta a influencia da inércia sobre esse crescimento.
Uma reflexão e uma analogia:
Grandes alpinistas, ao tentar escalar o Everest, precisam entender que o topo só será alcançado, mediante as paradas que existem. Ninguém até hoje, saiu da base ao cume sem fazer essas paradas. Precisamos ter essa verdade: O estágio seguinte só será vencido com certas adaptações. O próprio corpo precisa de um tempo para se adaptar.
Escalar o Everest precisou primeiro de uma vontade, é o que chamam de “vontade de conversão individual”, ou seja, eu preciso querer mudar. A cada passo dado teremos que enfrentar os problemas e tribulações de cada fase e rapidamente se adaptar. O tempo pertence a Deus, portanto a adaptação, ou a conversão é dada a cada dia e dia após dia. Como o Dunga prefere chamar: Um PHN.
Somos muitos, e ao mesmo tempo, e talvez de formas e métodos diferentes (pastorais, movimentos, ministérios) a tentar escalar esse Everest chamado Santidade. Somos, portanto como os alpinistas a deixar os pinos de segurança para que outros consigam ir por onde já passamos e às vezes deixar de subir, por um instante para resgatar algum outro que escorrega ou toma o caminho mais perigoso da escalada.
Toda essa reflexão é para não cairmos na tentação de querermos ficar e montar tendas, pois aqui “esta muito bom”. Precisamos descer do monte e encarar que pessoas precisam de nós e às vezes o comodismo no faz ficar esperando por elas. Continuo a afirmar na minha crença que o bom pastor trás suas ovelhas, mas Ele antes de partir nos deu a missão de levar a boa nova a todo.
Graças a Deus não sou o único a sentir isso em meu coração.
“(…) Caríssimos Presbíteros, nós, pastores, nos tempos de hoje, somos chamados com urgência à missão, seja “ad gentes”, seja nas regiões dos países cristãos, onde tantos batizados afastaram-se da participação em nossas comunidades ou, até mesmo, perderam a fé. Não podemos ter medo nem permanecer quietos em casa. O Senhor disse a seus discípulos: “Por que tendes medo, homens fracos na fé?” (Mt 8, 26). “Não se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candeeiro, para que ilumine a todos os que estão na casa” (5,15). “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,20). Não lançaremos a semente da Palavra de Deus apenas da janela de nossa casa paroquial, mas sairemos ao campo aberto da nossa sociedade, a começar pelos pobres, para chegar também a todas as camadas e instituições sociais. Iremos visitar as famílias, todas as pessoas, principalmente os batizados que se afastaram. Nosso povo quer sentir a proximidade da sua Igreja. Faremo-lo, indo à nossa sociedade com alegria e entusiasmo, certos da presença do Senhor conosco na missão e certos de que Ele baterá à porta dos corações aos quais O anunciarmos”. (Cardeal Cláudio Hummes – Arcebispo Emérito de São Paulo Fonte: Canção Nova 04/08/09)
Esse pedido aos padres (presbíteros) foi reiterado por Dom Alberto no congresso da RCC a TODOS nós. Essa é a beleza de nossa igreja: um mover do Espírito para todos. Não somos convidados a viver uma direção diferente do que nossa igreja pede se assim o fizermos, corremos o risco de escalar o Everest sem ajuda, sem oxigênio… Algumas pastorais e movimentos sumiram ou deixaram de acontecer pela subida sem oxigênio; por lideranças com boas intenções, mas com pouca humildade na bagagem.
Precisamos respeitar o tempo, a direção, a vontade de Deus. As vezes um tempo parado, pode significar amadurecimento para o próximo estagio a escalada.
Continuemos subindo em busca do cume (santidade)… Mas talvez algumas etapas do trajeto não aconteçam sozinhas, que talvez a caminhada só seja concluída cercada de outras pessoas. Um fato: o passo mais difícil até o cume é o abandono de si mesmo.
“(…) Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-á. Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?” (Marcos 8, 34-36)
Um imenso abraço fraterno.






MUNDO ANIMAL

Como lidar com um cão potencialmente agressivo



Agressividade é um assunto importante para quem possui um cão. Muita gente acha que só quem tem raças grandes é que está sujeito a ter um cão agressivo em casa. Podemos encontrar muitos pitbulls e rottweilers extremamente dóceis e, em contrapartida, lhasa-apsos e malteses bem agressivos. Vamos explicar os motivos.

A raça influencia o comportamento? Em grande parte, sim. Algumas raças consideradas cães de guarda já tem uma tendência a não aceitar muito bem a presença de estranhos, por exemplo. Outras raças já são consideradas mais dóceis e sociáveis. Mas isso não é uma regra. Tudo vai depender da linhagem, do temperamento e da educação de cada cão. É por isso que podemos encontrar alguns cães labradores, golden retrievers, poodles, entre outros, bem agressivos. Podemos encontrar também pitbulls, rottweilers, especialmente aqueles que são obrigados a usar focinheira e são considerados “perigosos”, visitando crianças e idosos em instituições, com comportamento totalmente dócil e sociável. A linhagem e o temperamento também são importantes de serem pesquisados. Conheça os pais da ninhada. E dentro da ninhada também pode encontrar diferentes temperamentos.

Adestramento e educação influenciam o comportamento? Se todo mundo tivesse a oportunidade de passar por um período de adestramento e educação do seu cão, desde filhotinho, muitos problemas comportamentais poderiam ser evitados, inclusive a agressividade. Cães extremamente mimados, que ganham tudo o que querem na hora em que pedem, podem ter um comportamento agressivo quando forem contrariados por alguém, por exemplo. Com adestramento e educação para o cão, a família passa a ser orientada a se comportar adequadamente e, assim, deixar o cão mais seguro e equilibrado para a convivência com as pessoas.

É importante deixar claro também que existem vários tipos de agressividade. Vamos explicar quais são as mais comuns e como melhorar.

Agressividade por dominância: acontece quando o cão é contrariado. Geralmente, é um cão extremamente mimado que faz tudo o que quer. Ele fica agressivo quando alguém o impede de fazer o que deseja. Casos assim podem ser melhorados quando as pessoas passam a dar limites ao cão: não ceder aos pedidos dele e ainda atribuir algumas regras como não subir no sofá sem autorização, não passar pela porta antes do dono etc.

Agressividade por medo ou dor: acontece quando o cão se sente ameaçado e ataca para se defender. Para melhorar o comportamento de agressividade, começamos a associar o estímulo de medo ou de dor a algo agradável, como petisco, por exemplo. Se o cão tem medo do veterinário, o dono deve passar a levá-lo à clínica só para receber petiscos. Isso deve acontecer várias vezes, até que ele associe o veterinário a algo positivo. Ele passa a gostar de visitar o médico veterinário e, assim, diminui a resposta de agressividade nessa situação.

Agressividade por posse: acontece quando alguém chega perto da comida dele ou quando vai retirar algum objeto da sua boca. Pode ser agressividade por ciúme também. O cão deve associar que pode ganhar coisas quando alguém vai ser aproximar da sua comida ou do objeto. A pessoa pode se aproximar do cão sempre com um petisco gostoso e ainda perceber que não vai ser “roubado”.

Tudo isso deve ser feito com cuidado e sob orientação de um profissional da área que possui técnicas específicas para que ninguém se machuque durante o treinamento. Nunca deixe de consultá-lo.

Texto: Tatiane Ichitane (adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão)
Revisão: Alex Candido








MOMENTO DE REFLEXÃO


Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver. 
Um trabalho não terminado, uma conta a ser paga...
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo.
Lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar:
Até que você termine a faculdade;
Até que você volte para a faculdade;
Até que você perca 5 quilos;
Até que você ganhe 5 quilos;
Até que você tenha tido filhos;
Até que seus filhos tenham saído de casa;
Até que você se case;
Até sexta à noite;
Até segunda de manhã;
Até que você tenha comprado um carro, moto ou uma casa nova;
Até que seu carro, moto ou sua casa tenham sido pagos;
Até o próximo verão, primavera, outono ou inverno;
Até que você esteja aposentado;
Até que a sua música toque;
Até que você tenha terminado seu drinque;
Até que você esteja sóbrio de novo;
Até que você morra.
A melhor hora para ser feliz é AGORA MESMO!
Tome coragem, decida e seja feliz!



Diário de Quarta-feira 05/08/2015


Quarta-feira 05 de agosto de 2015


“Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha!”



EVANGELHO DE HOJE
Mt 15,21-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus saiu dali e foi para a região que fica perto das cidades de Tiro e de Sidom. Certa mulher cananéia, que morava naquela terra, chegou perto dele e gritou:
- Senhor, Filho de Davi, tenha pena de mim! A minha filha está horrivelmente dominada por um demônio!
Mas Jesus não respondeu nada. Então os discípulos chegaram perto dele e disseram:
- Mande essa mulher embora, pois ela está vindo atrás de nós, fazendo muito barulho!
Jesus respondeu:
- Eu fui mandado somente para as ovelhas perdidas do povo de Israel.
Então ela veio, ajoelhou-se aos pés dele e disse:
- Senhor, me ajude!
Jesus disse:
- Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo para os cachorros.
- Sim, senhor, - respondeu a mulher - mas até mesmo os cachorrinhos comem as migalhas que caem debaixo da mesa dos seus donos.
- Mulher, você tem muita fé! - disse Jesus. - Que seja feito o que você quer!
E naquele momento a filha dela ficou curada.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor








MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade


Bom dia!
Como não reparar a situação apresentada: Jesus novamente é “surpreendido” pela fé de uma pessoa de quem pouco esperavam? Como não notar também a insistente “proteção” dos apóstolos contra todos que tentavam chegar perto de Jesus? Incrivelmente, muitas pessoas ainda sentem-se afastadas do processo de libertação em virtude dos novos apóstolos – Nós.
Jesus permanece cumprindo a promessa de continuar atraindo para si as pessoas, no entanto, por vezes somos nós que as afugentamos.
“(…) E quando eu for levantado da terra, ATRAIREI TODOS OS HOMENS A MIM”. (João 12, 32)
A quantas esta a nossa fé? Será que nossa fé consegue nos convencer ao ponto de convencer a quem esta ao meu lado? Nossa fé mais empata que ajuda? Tenho paciência em ser cristão a aqueles que nos procuram?
Remoto a um trecho do antigo testamento referente ao tempo final dos quarenta anos no deserto. Mostra um povo descrente e questionando a Deus sobre a terra prometida. Um povo que pensava em desistir sem mesmo ter lutado. Um povo que se agarrava ao argumento de já ter sofrido tanto e que por suas forças atuais não teriam como vencer os exércitos a sua frente. Nessa hora, apenas um homem, chamado Caleb, resolve acreditar. Ele enfrenta a descrença das pessoas e proclama: “(…) Subamos e conquistemos a terra, pois somos capazes de fazê-lo”. (Números 30, 13)
Reparem que o gesto da mulher do evangelho de hoje é idêntico ao de Caleb, ela resolve acreditar e mesmo enfrentando a descrença até mesmo dos apóstolos, ela continua.
Certa vez ouvi o relato de vida de um homem que por motivo de um acidente ficou confinado a uma cadeira de rodas. Ao questionar sua fé se ficará abalada ele respondeu: Ainda vivo! A cadeira aprisiona meu corpo, mas meu pensamento ainda é livre!
Quantas pessoas conhecemos andam, correm mas os pensamentos estão presos a maldade, a fofoca, a descrença? Quantas pessoas acreditam como os apóstolos que podem sentar e julgar quem Jesus deve ouvir ou não? É comum ver pessoas medindo outras como se fossem santas e aquelas não serem dignas de Deus.
Quem nos afasta de Deus é o nosso pecado, mas não deveria ser as pessoas. Quando alguém erra e deseja ardentemente voltar deve ser apoiada e não afugentada. Um casal que vive uma segunda união, uma jovem que se decepcionou com seu namoro e volta gestante, um filho de Deus que não pode sentar a mesa para a comunhão, mas tem o direito de ficar na sala e ouvir a conversa.
É a fé que as faz ouvir e voltar à casa do Pai.
“(…) A fé é dom de Deus! ‘Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande ideia, mas pelo encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva’”. (doc. 94 CNBB §37)
Como cristãos devemos favorecer o encontro e não limitar quem deve ter acesso a graça. Precisamos ensinar as pessoas, em especial as que estão perto de Jesus, que A MENSAGEM É O PRÓPRIO MENSAGEIRO.
Meu tio Luis certa vez disse que eu pareço padre e ele nem sabe que sou MESCE (ministro extraordinário) e tão pouco falei para ele. Creio que evolui, pois já fui carola, papa-hóstia, fanático, [...], mas nunca perdi a motivação em continuar a gritar. Apesar de estar aqui, não deixo de ser pecador e tão pouco tenho o direito a dizer que esse ou aquele não merece estar presente na presença de Deus.
Como disse, é o pecado que nos afasta de Deus, mas Ele permite que chegue a sua presença aqueles que são tocados pelo dom da fé. Tem pessoas que vivem a semana toda na igreja fugindo de ver seus problemas em casa. Tem gente que acredita em Deus, mas não larga as superstições. Acredita em espelho quebrado, linha vermelha pra passar soluço, elefante de costas pra porta…
É triste, mas essas pessoas ainda vagam pelo deserto a murmurar. E é triste também reconhecer que são essas que geralmente afastam as pessoas dizendo ser religiosas (hunf). Um evangélico verdadeiro não ofende o outro por ser de religião diferente; um católico verdadeiro não fica preso aos seus preconceitos para julgar ou limitar as pessoas.
Um filho de Deus pode estar escondido em meio a tatuagens e piercings ou com um vestido com um decotão nas costas.
É Deus que trás de volta, não afugentemos!
Um imenso abraço fraterno.







CURIOSIDADES

Você sabia?


1-Os vagalumes estão desaparecendo cada vez mais por causa da iluminação artificial das cidades.


2- Na Alemanha aquelas músicas que não saem da sua cabeça são chamadas de "Verme de Ouvido".


3- Já tem 8 anos que o Google comprou o YouTube por "apenas" 1,65 bilhões de dólares.


4- Arnold Schwarzenegger não aceitou seu salário de governador da Califórnia (175.000 dólares por ano) por causa da sua riqueza acumulada com a carreira de ator.


5- O cientista que desenvolveu a vacina para combater a hanseníase está prestes a completar 100 anos e ainda está trabalhando para encontrar uma vacina para o câncer.


6- 85% dos homens, acham as mulheres de óculos mais atraentes.


7- Pessoas que preferem doces a salgados tem maior tendência a serem mais cooperativas, amigáveis e compassivas.


8- Em Marrocos, o órgão relacionado ao amor é o fígado e não o coração.


9- O Riso aumenta a atividade de anticorpos no organismo em 20%, ajudando a destruir o vírus e células tumorais.


10- Desenhar ajuda a desenvolver percepção, emoção e inteligência.







MOMENTO DE REFLEXÃO


No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc. Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes.
Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi "Garotas de quem eu gostei". Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos.
De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava. Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida. Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam uma vergonha tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado "Amigos" estava ao lado do arquivo "Amigos que traí". Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: "Livros que li", "Mentiras que contei", "Conselhos que dei", "Piadas das quais ri". Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: "Coisas que gritei aos meus irmãos". Em outros não havia a menor graça: "Coisas que fiz quando estava com raiva", "Palavras que proferi contra meus pais por trás deles". Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava. Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos.
Quando puxei o arquivo "Erros que cometi", vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo mais envergonhado do que nunca. Não somente pela qualidade depravada do seu conteúdo, pelas pessoas que magoei e também pelo vasto tempo perdido em minha vida que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado "Atitudes imorais". Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me muito mal em saber que estes momentos haviam sido gravados. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento então me disse: "Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!". Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destruí-lo.
Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um só então. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim.
Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha para puxar brilhando de limpa debaixo do título "Pessoas com quem falei de Cristo." Puxei o arquivo - 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível. Pensei: "Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave."
Quando tentava enchugar as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus! Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abrí-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a qual era a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via uma tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não abriu a boca. Simplesmente chorou comigo.
Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei "Não!" bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: "Não!" "Não!". Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrevendo com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado.
Colocou a mão no meu ombro e disse-me: "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões, e dos teus pecados não me lembro", "Está consumado." Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos...Se você se sente da mesma maneira, ainda há tempo de você mudar, e deixar Jesus usá-lo como instrumento para que o Seu amor possa tocar em outras vidas.

Meu arquivo "Pessoas com quem falei de Cristo" está um pouquinho maior agora.