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LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Domingo 30/03/2014



Domingo, 30 de março de 2014


“Nada é bastante para quem considera pouco o que é suficiente.(Confúcio) “




EVANGELHO DE HOJE
Jo 9,1-41


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


Jesus ia passando, quando viu um cego de nascença. Os seus discípulos lhe perguntaram: “Rabi, quem pecou para que ele nascesse cego, ele ou seus pais?” Jesus respondeu: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas é uma ocasião para que se manifestem nele as obras de Deus. É preciso que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Vem a noite, quando ninguém poderá trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”. Dito isso, cuspiu no chão, fez barro com a saliva e aplicou-a nos olhos do cego. Disse-lhe então: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. Os vizinhos e os que sempre viam o cego pedindo esmola diziam: “Não é ele que ficava sentado pedindo esmola?” Uns diziam: “Sim, é ele”. Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo”. Então lhe perguntaram: “Como é que se abriram os teus olhos?” Ele respondeu: “O homem chamado Jesus fez barro, aplicou nos meus olhos e disse-me: ‘Vai a Siloé e lava-te’. Eu fui, lavei-me e comecei a ver”. [...] Voltaram a interrogar o homem que antes era cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Ele respondeu: “É um profeta”. [...] Os judeus, outra vez, chamaram o que tinha sido cego e disseram-lhe: “Dá glória a Deus. Nós sabemos que esse homem é um pecador”. Ele respondeu: “Se é pecador, não sei. Só sei que eu era cego e agora vejo”. [...] Se esse homem não fosse de Deus, não conseguiria fazer nada”. Eles responderam-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e nos queres dar lição?” E o expulsaram. Jesus ficou sabendo que o tinham expulsado. Quando o encontrou, perguntou-lhe: “Tu crês no Filho do Homem?” Ele respondeu: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Ele exclamou: “Eu creio, Senhor!” [...].


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe.Carlos Henrique Nascimento


O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER
No Evangelho deste domingo, Jesus se apresenta como a luz do mundo. Entretanto, percebemos que não é uma luz que impõe ser vista indiferentemente por todos, mas aquilo que se constata através de sua ação na cura de um cego, é que algumas pessoas começam a ver e outras permanecem cegas, tudo depende da atitude de cada um de nós.
No início do relato, Jesus vê um cego de nascença e decide curá-lo por iniciativa própria, ninguém lhe pede para fazê-lo. Mas os discípulos ficam refletindo uma idéia muito difundida (não só no mundo de então, mas forte ainda hoje) segundo a qual toda doença é castigo de Deus pelo pecado. Assim, eles perguntam a Jesus se a causa da cegueira do mendigo foram os pecados dele ou dos seus pais.
Isto não é completamente ilógico, já que freqüentemente muitos de nós somos tentados a pensar que os males físicos e psíquicos de uma determinada pessoa seja culpa dos pais; por exemplo, se uma criança nasce com AIDS não é culpa sua obviamente, e talvez nem mesmo de sua mãe; pais briguentos podem provocar nos filhos traumas psicológicos, tornando-os doentes.
Mas no caso do cego em questão, Jesus desmente categoricamente aquela convicção: “Nem ele nem os seus pais pecaram”; a cegueira do mendigo, como qualquer outra enfermidade, não depende sempre de específicas culpas de alguém nem de Deus, que não é vingativo, mas aquele homem assim nasceu para que as obras de Deus se manifestem nele.
Jesus cura o cego. E os olhos que ele curou para ver o sol, abrem-se gradativamente para ver aquele que lhe curou. O milagre suscita uma discussão entre os presentes e conhecidos. Há uma tentativa de afastar a verdade. Duvidam da identidade do homem curado “não é ele, mas alguém parecido com ele”. Porém, o ex-cego afirma sua identidade “sou eu mesmo!”, ainda que não saiba dizer nada sobre Jesus nem sobre onde eles possam encontrá-lo.
Em seguida, ao encontrar os fariseus, estes se escandalizam e sustentam que, tendo feito Jesus o milagre em dia de sábado quando é proibido qualquer trabalho, era um pecador: portanto, devia ser evitado; mas à inconfundível consideração do curado, surge uma divergência entre eles, pois ficam se perguntando como é possível um pecador fazer tal sinal?
Os fariseus se interessam normalmente só com o “como” Jesus fez isso (dia de sábado), de onde concluíam que ele era um pecador. O fato da cura em si não tinha nenhum significado para eles. Mas depois de terem colocado todos os pretextos e tentado subornar a família do cego que arriscava ficar toda ela expulsa da comunidade, ficava agora obrigatória tomar uma posição com relação à pessoa de Jesus.
Aí é onde entra a inconformidade do curado com os fariseus. Pois ele é consciente da relação perfeita que há entre Jesus e Deus. “Se ele é pecador, não sei. Só sei que eu era cego e agora vejo”. “Sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade”. Para o cego curado, a cura torna-se verdadeiramente um sinal que o leva a reconhecer o vínculo entre Deus e Jesus. Os fariseus continuaram resistindo em não querer enxergar e endureceram o coração, expulsando o homem da comunidade.
É triste! Não há pior cego que o que não quer ver; e a cegueira espiritual é pior que a física, onde diante da evidência alguém permanece emperrado nos próprios preconceitos, fechando os olhos para a realidade.
O episódio se conclui com a revelação do significado profundo do prodígio. Encontrando de novo o homem curado, agora expulso da comunidade, Jesus o convida a valer-se da vista recuperada para reconhecê-lo: “você acredita no Filho do Homem?” “E quem é? para que creia nele”? “Tu o estás vendo, é aquele que está falando contigo”. Como com a samaritana do domingo passado, tudo caminha para a mesmo finalidade.
A luz dos olhos é metáfora da luz da alma. O cego de nascença é cada homem, cada mulher, incapaz de sozinho ver a luz divina, e, que, portanto deixa-se guiar por ela, com as conseqüências, pessoais, e coletivas, das quais todos somos testemunhas; e se quisermos permanecer cegos, fazendo descaso da luz de Deus, quantos desastres, derrotas, tragédias, amarguras, teremos pela frente! Para evitá-las na sua bondade Deus nos fez dom da sua luz, para que possamos ver a estrada justa no caminho desta vida, a estrada que tem como meta ele, luz do mundo.






VÍDEO DA SEMANA

Crêr em Jesus é crêr no amor, portanto Deus é amor! .AMAR À DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO À TI MESMO" Esse é o maior de todos os mandamentos.






MOMENTO DE REFLEXÃO


Nada é bastante para quem considera pouco o que é suficiente.(Confúcio) 
122 pares de sapatos e ela não encontrava um que servisse para aquela festa.
20 ternos e ele estava achando todos um lixo.
Geladeira cheia e o menino batia a porta por não encontrar uma coisa gostosa.
Calmante forte, com tarja preta e receita, mas eles não conseguiam dormir.
Carro do ano na garagem, mas não sabiam para onde ir.
Casa de luxo na praia, mas estava fechada havia muitos meses...
Celular último tipo......... DVD, Karaokê, Notebook, Câmera digital, Vídeo Game In Box, jogos de última geração, e muita, muita insatisfação.
Estamos nos armando de tudo o que é tipo de tranqueira material para suprir o vazio que nada preenche. Vamos ao supermercado esperando encontrar felicidade nas prateleiras, mas voltamos frustrados, com o carro cheio e a alma vazia. Nunca o homem teve tanto acesso a Deus e nunca ficou tão distante como agora, tantos templos, tantas religiões, tantas definições e ideologias, e mesmo assim, o homem se afasta cada vez mais do seu Criador.
Por isso a carência afetiva, as doenças nervosas, a violência que se espalha, o consumismo que gera as diferenças sociais tão brutais. E nada sacia o homem, quanto mais ele acumula, quanto mais possui, mais vazio vai se tornando. Aproveite seu dia, busque encontrar Deus pelo caminho, na pessoa que sentou-se ao seu lado no ônibus, no vizinho que você não cumprimenta já faz tempo, no animal abandonado e que você quase atropela, na árvore que seca bem em frente á sua casa, no cidadão deitado no banco da praça , no filho que se embriaga e você nem vê, na filha que sofre a desilusão do primeiro amor e você não sabe.
Quantos gritam onde está Deus?, cegos pelo orgulho que não permite ver que Ele nunca se ausentou, sempre esteve na sua vida, no seu dia, na sua família, mas nunca foi chamado, a não ser nas desgraças e nos momentos de dor e sofrimento. Você convidou Jesus para almoçar com você hoje? No dia do seu casamento você mandou o primeiro convite para Ele? Na sua formatura Ele estava presente? Hoje ao levantar-se você falou com Ele? Você contou do seu amor, da sua alegria no trabalho?   Você quer saber onde está Deus?
Olhe para a sua vida, como você trata os seus, olhe para a sua casa, reveja suas atitudes diárias. Os atos falam mais do que as palavras e tudo o que fazemos, são às verdadeiras orações que levamos até Ele. Por isso, antes de fazer sua oração repetida, velha e cansada da mesma ladainha, coloque um fogo novo; na sua vida: convide Jesus para participar de todos os seus momentos, e assim, você será preenchido, saciado, envolvido pelo amor que nunca acaba, pela água que sacia a tua sede, e então, mesmo com muito pouco, serás plenamente feliz, porque Ele veio para que todos tenham vida, e tenham vida com abundância.

Paulo Roberto Gaefke



Diário de Sábado 29/03/2014



Sábado, 29 de março de 2014


"Deus dá a cada pássaro seu alimento, mas Ele não joga nenhum alimento em seus ninhos..."


EVANGELHO DE HOJE
Lc 18,9-14

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!


Para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: “Dois homens subiram ao templo para orar. Um era fariseu, o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim em seu íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de toda a minha renda’. O publicano, porém, ficou a distância e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem compaixão de mim, que sou pecador!’ Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, mas o outro não. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Pe. Antônio Queiroz CSsR

O publicano voltou para casa justificado; o outro não.
Neste Evangelho, Jesus nos conta a parábola do fariseu e do cobrador de impostos, também chamado de publicano. Logo no início, S. Lucas diz para quem Jesus a contou, de modo especial: “Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros”.
Como é triste ver uma pessoa convencida, que só vê qualidades em si mesma, e defeitos nos outros! Essas pessoas que falam: “Eu estou bem com Deus, porque não faço grandes pecados...” são os fariseus de hoje. São pessoas que já se julgam salvas. O céu já está garantido; Deus vai apenas estender o tapete para elas. Para elas, a salvação é mérito próprio, não presente gratuito de Deus. No fundo, quem é santo é a pessoa, não Deus.
As boas obras são importantes, mas não são elas que nos salvam, e sim Deus, e gratuitamente. Deus só concede a graça da salvação aos humildes, aos que estão convencidos de que são pecadores e não merecem o céu.
Os fariseus são um entrave na Comunidade cristã. Eles se fixam em práticas antigas, porque julgam que são elas que lhes garantem o céu; e ai de quem propõe uma mudança. Mesmo que a proposta venha do coordenador da Comunidade, ou do próprio pároco, é condenada por eles.
Se alguém nos perguntar: “Com qual dos dois homens da parábola você mais se identifica?” e alguém de nós responder que é com o publicano, essa pessoa prova que é fariseu. Porque o fariseu julga-se sempre o melhor; e, na parábola, o melhor é o publicano.
“O meu orgulho é ser humilde” dizem os fariseus. A nossa natureza pecadora é tão manhosa que existe até o orgulho disfarçado em humildade. Por exemplo, aqueles que dizem: “Eu não assumo tal cargo ou tal ministério na Comunidade, porque não sou digno”. Puro farisaísmo! Jesus falou: “O maior dentre vós, seja o vosso servo” (Mt 23,11).
Todo serviço é igualmente digno, desde o lixeiro, até o prefeito da cidade; desde o coroinha, até o papa. Perguntaram a uma árvore: “Por que não fazes barulho?” Ela respondeu: “Os meus frutos são a minha melhor propaganda”.
Um dia, um grupo estava reunido, rezando. A certa altura alguém disse: “Vamos agora rezar pela conversão dos pecadores”. E rezaram, sem nem se lembrarem que eles também eram pecadores. Por aí vemos que o farisaísmo está em todos nós, em uns mais, em outros menos.
Certa vez, um homem sonhou que estava indo por um caminho, e lá na frente encontrou uma bifurcação. O caminho se dividia em dois, com as devidas placas. Em um estava escrito: “Quem tem fé”, e no outro: “Quem não tem fé”. Ele pegou o caminho dos que têm fé.
Mais na frente, outra bifurcação, com as placas: “Quem obedece aos mandamentos”, e no outro: “Quem não obedece aos mandamentos”. Ele pegou o caminho dos que obedecem aos mandamentos.
Mais na frente, outra bifurcação. De um lado, a placa dizia: “Quem ama o próximo”, e do outro: “Quem não ama o próximo”. Ele pegou o caminho dos que amam o próximo.
Lá na frente, ainda outra bifurcação. A placa de um dos caminhos dizia: “Quem tem o coração puro” e a placa de outro caminho: “Quem tem o coração impuro”. Ele seguiu o caminho dos que têm o coração puro.
Mas, coitado! Logo na frente, olhou de lado e viu que estava dentro do inferno!
Ainda bem que era sonho. Aliás, foi uma graça de Deus para ele, uma chamada da sua consciência, para que ele deixasse de ser fariseu convencido.

Maria Santíssima era humilde. Na Anunciação, chamou a si mesma de escrava do Senhor. Quando a prima Isabel a elogiou, ele dirigiu o elogio para Deus, que olhou para a humildade de sua serva. Na vida pública de Jesus, nas horas em que ele era aclamado ela estava escondida, fazendo os trabalhos mais humildes. Na hora humilhante para o Filho e para ela, a mãe do condenado, Maria estava em pé, bem visível a todos. Que Nossa Senhora nos ajude a sermos humildes, porque “quem se eleva será humilhado e quem se humilha será elevado”.
O publicano voltou para casa justificado; o outro não.




CASA, LAR E FAMÍLIA


Conhecendo e preparando carnes bovinas


A carne bovina é bem vinda a mesa brasileira. Mas para aproveitar melhor a carne, é preciso preparar de acordo com os seus cortes. Os especialistas dizem que não existe carne boa ou ruim, de primeira ou de segunda. Mas sim, o modo de preparo é que vai ressaltar a qualidade e o sabor da carne. Abaixo detalhamos os cortes do bovino..

• Os Cortes do Bovino - 1º parte
Dos itens 1 a 10.
1. Rabo ou rabada
2. Lagarto
3. Coxão duro ou chã de fora
4. Coxão mole ou chã de dentro
5. Músculo e ossobuco
6. Patinho
7. Picanha
8. Alcatra
9. Maminha de Alcatra
10. Filé Mignon
• Os Cortes do Bovino - 2º parte
Dos itens 11 a 21.


Os Cortes do Bovino
As carnes devem ter boa aparência, cor vermelho vivo e odor fresco e agradável. Os Cortes devem se feitos na tranversal, perpendicular as fibras.

Quantidade por pessoa: 1/2 quilo de carne

1 - Rabo ou rabada
É uma carne gordurosa e cheia de osso, preparo parecido com a costela. Deve ser cozida, de preferencia lentamene. Ou até mesmo assada, no bafo. De textura fibrosa, dura e sabor marcante. Com muita gordura, que pode ou não ser retirada dependendo do preparo. Bem acompanhada de agrião ou mandioca – aipim, no cozido.

2 - Lagarto
Uma carne dura, sem muita gordura e pouco suculenta. O lagarto é uma peça inteira, redonda, retirado do coxão duro. Pode ser cozida ou bem assada. , geralmente é recheada e depois cozida e feito assado de panela. Também pode se tirar bifes, fatias que são consumidos mal passados, acompanhados de molhos. Bem embrulhado, em papel alumínio, da até para assar na brasa.

3 - Coxão duro ou chã de fora
Também conhecido como músculo traseiro. Carne fibrosa e dura, porém de sabor forte. Deve ser bem cozida, para fazer sopas, ensopados e caldos. Depois de cozida, pode deixar secar o caldo e dar uma fritada. A carne fica vermelha e gostosa. Também utilizada moída, pura ou para rechear.

4 - Coxão mole ou chã de dentro
Carne macia, mais pouco suculenta. Tem um cozimento rápido, pode ser assada de panela e cozida ou churrasqueira, cortada em bifes grandes. Utilizada para bifes enrolados e recheados, a milanesa ou outras pratos que levam a um cozimento.

5 - Músculo e ossobuco
É ideal para ser cozida, utilizada em sopas e ensopados. Carne de textura dura e sabor forte, demora para cozinhar. Pode se cozinhar em panela normal, que é mais demorado, ou em panela de pressão, mais rápido geralmente 30 minutos. O ossobuco é o músculo cortado com o osso, de 2 a 3 centímetros. É mais apreciado em caldos e sopas, bem temperados. Cozidos em fogo baixo e devagar, Acompanhado ou não de verduras.

6 - Patinho
Carne de textura macia e suculenta. Utilizada moída, picada ou em bifes. Pode ser cozida, assada ou passada. Com a carne moída se faz bolos, suflês e almôndegas. Se faz também ensopados, sopas e caldos. Acompanhada ou não de verduras.

7 - Picanha
Retirada da alcatra, Carne macia e suculenta, com gordura e sabor forte. Bem utilizada em churrasco, frita ou assada. Na panela, corta-se bifes grandes que são fritos, e que também vão ao forno. Na churrasqueira vai inteira ou pedaços grandes. Pode ser cozida, acompanhada de verduras.

8 - Alcatra
Carne macia, suculenta, de sabor forte e apreciado. Uma peça inteira de alcatra mede até 80cm, e dela se tira ainda, cinco tipos de carnes. São eles: picanha, maminha, e alguns cortes tipo americanos, baby beef, tender steak e o top sirloin. Todos cortados contra as fibras, transversal. Bastante utilizada para bifes e churrasco. Também assada na panela ou no forno.

9 - Maminha de alcatra
Retirado da alcatra, a maminha é uma carne macia e suculenta. De boa textura e sabor, que é mais marcante se preparada na brasa, no espeto. Do qual se retira as porções, pouco a pouco, enquanto assa. É também utilizada em assados no forno. Além de ser cozida em ensopados e molhos.

10 - Filé mignon
Considerado o melhor corte do boi. De textura bem macia e muito suculenta. Pode se tirar bifes grossos e altos, que mesmo mal passados, a carne se mantém macia e saborosa. Mas, como não possui gordura, é preciso untá-lo. Para isso, o melhor é a manteiga e o azeite de oliva, ou o próprio bacon. De preparo rápido. Cortado em cubos ou tiras, prepare-se o estrogonofe. Cortado em escalopes, faz os medalhões com bacon. Também pode ser assada na churrasqueira, untada.



11 - Filé de lombo ou contra filé
Carne de textura macia, suculenta e com gordura. Geralmente assada, passada ou frita. Muito usada para grelhados. Preparo rápido, é utilizada como bifes e rosbifes.

12 - Aba de filé ou Costela
Carne fibrosa e dura, Cozinha-se lentamente. Depois de preparada fica macia e suculenta. De sabor marcante, com muito osso e gordura. Pode ser assada em churrasqueira, apesar de demorada, longe da brasa. É preparada cozida, bastante saborosa com mandioca – aipim.

13 - Fraldinha
Carne dura, mais suculenta. Macia, se cortada em fatias finas. Pode ser cozida e assada. Com ela prepara sopas, ensopados, molhos e também assado de panela. Também vai a churrasqueira, cortada em cubinhos ou fatias finas.

14 - Ponta de agulha
É um dos nomes da Costela.

15 - Acém, agulha, tirante ou alcatrinha
Carne dura. de cozimento lento. É preparada cozida com em bifes de panela, sopas, ensopados e picadinhos. Mas também pode ser assada no forno, coberta com o sal grosso.

16 - Braço, pá ou paleta
Carne de textura dura no exterior e macia no interior, conhecido como miolo de paleta. A parte externa é preparada assada de panela ou cozida. Como em sopas, ensopados e picadinhos. Já o miolo pode ser assado no forno e passado como bifes. Do Braço ainda se tira o peixinho ou lagartinho da pá, é um corte macio que vai bem tanto para assados como para cozidos.

17 - Peito
Carne de textura dura. O corte pode ser com osso ou sem, com gordura. É preparado bem cozido. Bem gostoso, se deixado cozinhar lentamente. Como no puchero argentino, com grão de bico.

18 - Pescoço
.

19 - Filé de costela ou bisteca
Carne macia, rodeada de gordura, com ou sem osso. Ideal para churrasco, pode ser frita, grelhada ou assada. Muito apreciada no Sul do país, ainda leva o nome de Chuleta.

20 - Capa de filé


21 - Cupim
. Carne Gordurosa, cheia de nervuras. As vezes macia, Ideal para cozinhar e depois fritar.




Fonte: http://www.weblaranja.com/cozinhando/preparando_bovino_2.htm

  



MOMENTO DE REFLEXÃO

Há pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar
Ando pensando no valor de ser só. Talvez seja por causa da grande polêmica que envolveu a vida celibatária nos últimos dias. Interessante como as pessoas ficam querendo arrumar esposas para os padres. Lutam, mesmo que não as tenhamos convocado para tal, para que recebamos o direito de nos casar e constituir família.

Já presenciei discursos inflamados de pessoas que acham um absurdo o fato de padre não poder casar.

Eu também fico indignado, mas de outro modo. Fico indignado quando a sociedade interpreta a vida celibatária como mera restrição da vida sexual. Fico indignado quando vejo as pessoas se perderem em argumentos rasos, limitando uma questão tão complexa ao contexto do "pode ou não pode".

A sexualidade é apenas um detalhe da questão. Castidade é muito mais. Castidade é um elemento que favorece a solidão frutuosa, pois nos coloca diante da possibilidade de fazer da vida uma experiência de doação plena. Digo por mim. Eu não poderia ser um homem casado e levar a vida que levo. Não poderia privar os meus filhos de minha presença para fazer as escolhas que faço.

O fato de não me casar, não me priva do amor. Eu o descubro de outros modos. Tenho diante de mim a possibilidade de ser daqueles que precisam de minha presença. Na palavra que digo, na música que canto e no gesto que realizo, o todo de minha condição humana está colocado. É o que tento viver. É o que acredito ser o certo.

Nunca encarei o celibato como restrição. Esta opção de vida não me foi imposta. Ninguém me obrigou a ser padre, e, quando escolhi sê-lo, ninguém me enganou. Eu assumi livremente todas as possibilidades do meu ministério, mas também todos os limites. Não há escolhas humanas que só nos trarão possibilidades. Tudo é tecido a partir dos avessos e dos direitos. É questão de maturidade.

Eu não sou um homem solitário, apenas escolhi ser só. Não vivo lamentando o fato de não me casar. Ao contrário, sou muito feliz sendo quem eu sou e fazendo o que faço. Tenho meus limites, minhas lutas cotidianas para manter a minha fidelidade, mas não faço desta luta uma experiência de lamento. Já caí inúmeras vezes ao longo de minha vida. Não tenho medo das minhas quedas. Elas me humanizaram e me ajudaram a compreender o significado da misericórdia. Eu não sou teórico. Vivo na carne a necessidade de estar em Deus para que minhas esperanças continuem vivas. Eu não sou por acaso. Sou fruto de um processo histórico que me faz perceber as pessoas que posso trazer para dentro do meu coração. Deus me mostra. Ele me indica, por meio de minha sensibilidade, quais são as pessoas que poderão oferecer algum risco para minha castidade. Eu não me refiro somente ao perigo da sexualidade. Eu me refiro também às pessoas que querem me transformar em "propriedade privada". Querem depositar sobre mim o seu universo de carências e necessidades, iludidas de que eu sou o redentor de suas vidas.

Contra a castidade de um padre se peca de diversas formas. É preciso pensar sobre isso. Não se trata de casar ou não.
Casamento não resolve os problemas do mundo.

Nem sempre o casamento acaba com a solidão. Vejo casais em locais públicos em profundo estado de solidão. Não trocam palavras nem olhares. Não descobriram a beleza dos detalhes que a castidade sugere. Fizeram sexo de mais, mas amaram de menos. Faltou castidade, encontro frutuoso, amor que não carece de sexo o tempo todo, porque sobrevive de outras formas de carinho.

É por isso que eu continuo aqui, lutando pelo direito de ser só, sem que isso pareça neurose ou imposição que alguém me fez. Da mesma forma que eu continuo lutando para que os casais descubram que o casamento também não é uma imposição. Só se casa aquele que quer. Por isso perguntamos sempre:
– É de livre e espontânea vontade que o fazeis?

– É simples. Castos ou casados, ninguém está livre das obrigações do amor. A fidelidade é o rosto mais sincero de nossas predileções.

Pe. Fabio de Melo



Diário de Terça-feira 13/05/2014



Terça-feira, 13 de maio  de 2014
Dia de Nossa Senhora de Fátima



Não espere o momento, pegue um momento e o faça  perfeito.




EVANGELHO DE HOJE
Jo 10,22-30


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!



Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24Os judeus rodeavam-no e disseram: "Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente".
25Jesus respondeu: "Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; 26vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço, e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna, e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um".


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.






MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Padre Queiroz


Eu e o Pai somos um.
Neste Evangelho, Jesus é abordado por um grupo de judeus, que lhe perguntam se ele é o Messias. Jesus diz a eles que a resposta está nas suas obras. E aproveita para falar a respeito de Deus Pai e de sua relação com ele: “Eu e o Pai somos um”. Está aí uma afirmação clara da sua divindade.
Em seguida, Jesus continua referindo-se à parábola do Bom Pastor: As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna”. De fato, Jesus era dedicado à salvação do povo. Ele mesmo não tinha nem onde reclinar a cabeça, e mesmo assim passa a vida fazendo o bem às pessoas.
“...e elas me seguem.” Também as suas ovelhas fazem a sua parte, seguindo sempre a Jesus. “Quem é de Deus ouve a Palavra de Deus” (Jo 5,47). As ovelhas de Jesus sabem distinguir a sua voz de outros falsos pastores.
Agora, se uma ovelha não quer mais ficar no rebanho, isto é, na Comunidade cristã, aí não tem jeito, porque ela é livre. Com certeza ela será devorada pelo lobo, pois uma ovelha é mais fraca que um lobo e mais fraca que diversos outros animais predadores.
E existem os continuadores do ministério de Jesus como Pastor. Os principais são o Papa, os bispos, os sacerdotes e os diáconos. Depois vêm os religiosos e religiosas e os leigos líderes das Comunidades cristãs. Também os pais, os bons professores, os bons políticos e todos os que exercem poder e autoridade sobre as pessoas. Vamos promover todas essas vocações, e colaborar para que elas exerçam bem o seu ministério.
Um bom líder está sempre atento para proteger o povo a ele confiado, pois a sociedade está cheia de enganadores e aproveitadores. Ele cuida dos explorados e empobrecidos, chegando até a arriscar a própria vida por eles. Já o mercenário usa de seu cargo em benefício próprio, não convive nem procura conhecem bem as suas ovelhas. É fácil perceber quem é mercenário e quem é pastor verdadeiro.
“Ai dos pastores de Israel, que são pastores de si mesmos! Não é do rebanho que os pastores deveriam cuidar? Eles bebem o leite, vestem a lã, matam as ovelhas gordas, mas não cuidam do rebanho. Vocês não procuram fortalecer as ovelhas fracas, não dão remédio para as que estão doentes, não curam as que se machucaram, e não trazem de volta as que se desgarraram. Assim, por falta de pastores, minhas ovelhas ficam vagando sem rumo, e se tornaram pasto de feras selvagens” (Ez 34,1-10).
Por isso, “Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando a Boa Notícia do Reino, e curando todo tipo de doença” (Mt 9,35). Jesus dava tudo o que tinha para ver todo mundo bem orientado e feliz. Mas, sozinho, não dava conta, por isso pediu para os discípulos rezarem pedindo novos líderes, novos pastores para o rebanho. Hoje a carência de pastores até aumentou.
Pelo batismo, todos nós nos tornamos pastores. Na celebração do batizado, logo após a pare central que é derramar água na cabecinha da criança, o padre faz a seguinte oração: “Que Deus te consagre c o óleo santo, para que, como membro de Cristo, sacerdote, profeta e rei, continues no seu povo até a vida eterna”. Vemos, assim, que o batismo nos tornou membros de Cristo, que é pastor; portanto, somos pastores também.
Na prática, como ser um bom pastor? É sendo fermento, sal e luz no meio do mundo e dando o bom exemplo e não escondendo a própria fé. Devemos aproveitar todas as oportunidades para dizer uma boa palavra, além da participação ativa na Comunidade cristã. Por exemplo, participando dos grupos de quarteirão e das diversas organizações dos cristãos leigos e leigas. Quantas “santinha”, isto é, imagens ou quadros de Nossa Senhora percorrem as casas, levando mais fé, esperança, caridade e mais consciência da vida em Comunidade! São oportunidades que temos para exercer o nosso ministério de pastores.
Certa vez, um macaco estava na beira de um rio e viu um peixe dentro d’água. Ele pensou: “O bichinho está se afogando!” Enfiou a sua pata na água com toda a rapidez e o apanhou. O peixe começou a se debater. O macaco disse: “Olhe como ele está contente!” Quando o peixe morreu, o macaco comentou: “Que pena que eu não cheguei antes aqui!”
O mundo nos apresenta muitos caminhos que têm aparência de salvadores mas na verdade são caminhos falsos e enganadores, que nos levam à perdição e à ruína. Jesus é o nosso Bom Pastor, aquele que realmente nos salva e faz felizes.
Que Maria Santíssima nos ajude a sermos dignos continuadores do seu Filho, o Bom Pastor.
Eu e o Pai somos um.






VIDA SAUDÁVEL


Qual exercício mais emagrece?


O gasto calórico de uma sessão de atividade física depende diretamente.
Toda atividade física gasta mais calorias do que osníveis gastos em repouso. A quantidade de calorias depende da modalidade escolhida. Por exemplo, se você correr 30 minutos com certeza gastará mais calorias do que se estivesse caminhando nesses mesmos 30 minutos. Mas, para entender melhor como quantificar o gasto calórico dos exercícios, vamos conhecer quais são os fatores que tem influência direta. Alguns fatores devem ser levados em consideração:

Idade
Sexo
Nível de Condicionamento Físico (sedentário, moderadamente ativo ou intensamente ativo)
Peso Corporal
Tempo em cada sessão de exercício
Intensidade na realização do exercício
Temperatura ambiente
Acima citamos algumas variáveis que interferem na quantidade de calorias gastas na realização de um exercício. O gasto calórico de uma sessão de atividade física depende diretamente dessas variáveis. No entanto, em um processo de emagrecimento, são as variáveis ou o gasto calórico de determinado exercício que realmente importa? Em minha opinião, não! De que adianta você realizar uma corrida na subida por 30 minutos (gasto de 400 kcal para uma pessoa de 60 kg – atividade muito intensa), gasto calórico elevado para uma única sessão de exercícios, mas, para recuperar-se de uma sessão nesta intensidade, dependendo do seu nível de condicionamento físico, talvez você precise de uma semana de repouso, ou seja, o gasto com exercícios nesta semana não passou de 400 kcal.

Se ao invés disso você realizar 5 sessões de caminhada rápida, 30 minutos, durante uma semana, por exemplo, gastará 276 kcal por sessão (valor referência para uma pessoa que pesa 60 kg). Somando o gasto das 5 sessões, no final da semana terá contabilizado 1380 kcal a menos, além de não sentir dores nem sofrer para praticar o exercício. Antes de classificar e julgar as modalidades de exercícios físicos em relação ao seu gasto, devemos entender que uma sessão apenas não gasta calorias suficiente para refletir em emagrecimento.

Mais importante que determinar qual atividade gasta mais é escolher a atividade de sua preferência de determinar também quantas vezes irá praticar na semana, ou seja, definir a freqüência. A rotina de algo que você sente prazer será mais fácil para realizar várias vezes na semana e, possivelmente, poderá tornar-se um hábito de vida saudável. De modo geral, o mínimo para prática de qualquer atividade que possa lhe trazer todos os benefícios à saúde inerentes à atividade física, são 3 a 5 vezes na semana com um mínimo de 30 minutos em cada sessão. No final da semana você poderá somar o resultado das sessões realizadas.

Portanto, queimar calorias de maneira eficiente, exige um pouquinho de planejamento e compromisso com seus próprios objetivos e, o mais importante, esta atividade, antes de tudo, deve ser a que lhe proporciona prazer. Abaixo segue uma tabela com valores de gasto calórico dos exercícios:

Localize a(s) atividade(s) física(s) que você pratica regularmente. Multiplique o valor encontrado na coluna ‘Cal/min’ pelo tempo em minutos que você pratica a atividade. O resultado é o gasto calórico total da atividade selecionada. Por exemplo, musculação (Cal/min 8,9 x 30 (minutos) = 267 Kcal).

ATIVIDADE FÍSICA         CAL/MIN.
ATIVIDADE FÍSICA         CAL/MIN.
Alongamento        5,4     Judô, Karatê           15,0
Bicicleta (9 Km/h)          4,9     Mergulho    15,8
Bicicleta (15 Km/h)       7,7     Musculação            8,9
Basquete     10,6   Natação Costas     13,0
Caminhar (Plano)           6,1     Natação Crawl      9,8
Caminhar (Acident.)      6,3     Natação Peito        12,4
Circuit Training    14,2   Patinação    6,4
Correr (5’00”/Km)         10,4   Squash         16,3
Correr (5’30”/Km)         14,8   Step   10,1
Correr (7’00”/Km)         16,0   Tênis 8,4
Dança de Salão     3,9     Tênis de Mesa       5,2
Futebol        10,7   Trabalho Doméstico       4,6
Gin. Aeróbica         8,1     Voleibol       3,8
Gin. Localizada     5,6     Hidroginástica      6,1

*Adaptado de Comp Corp. e Hospital do Coração – SND (Nutr. Cyntia Silva)
fonte: www.nutricaoclinica.com.br/content/view/162/16/




MOMENTO DE REFLEXÃO


As pessoas vivem de uma maneira que não gostam e fazem o que não querem para chegar a um lugar que não faz sentido para elas.
Mude a sua vida quando ela não estiver do jeito que você quer. Viver angustiado é uma escolha que você pode deixar de fazer.
Quando acontece uma crise, as pessoas ficam se perguntando quando ela passará, na esperança de que a situação volte a ficar como era antes dela surgir.
Contudo, as coisas nunca voltam ao que eram antes de uma crise, pois esta cria uma nova realidade e cada um de nós tem de evoluir para atuar nessa nova condição.
Quando as soluções parecerem impossíveis, olhe para o céu e lembre que Deus cuida de você, pense nas pessoas com quem você pode contar, por mais distantes que elas possam estar e olhe para dentro de si mesmo.
Substitua sua preocupação por fé, preencha sua sensação de vazio com paz de espírito e transforme seu desespero em esperança.
Quando a alma não é ouvida, você fica doente. A preocupação, a angústia e a depressão acontecem quando você não respeita sua alma.
A pessoa espiritualizada tem sempre a consciência de que realizar sua missão de vida, servir ao próximo e estar em paz consigo mesma são fundamentais para viver.
Quando temos fé, compreendemos que a vitória não vem de ganhar sempre o jogo, mas, sim, da consciência de realizar sua missão de vida.


Roberto Shinyashiki