Páginas


(clique abaixo para ouvir a música)

LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Quarta-feira 08/01/2014



Quarta-feira 08 de janeiro de 2014

“Ajuda teu semelhante a levantar a carga, porém não a carregá-la.” Pitágoras




EVANGELHO DE HOJE
Mc 6,45-52

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Depois de saciar os cinco mil homens, 45Jesus obrigou os discípulos a entrarem na barca e irem na frente para Betsaida, na outra margem, enquanto ele despedia a multidão. 46Logo depois de se despedir deles, subiu ao monte para rezar.
47Ao anoitecer, a barca estava no meio do mar e Jesus sozinho em terra. 48Ele viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário. Então, pelas três da madrugada, Jesus foi até eles andando sobre as águas, e queria passar na frente deles.
49Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, pensaram que era um fantasma e começaram a gritar. 50Com efeito, todos o tinham visto e ficaram assustados. Mas Jesus logo falou: "Coragem, sou eu! Não tenhais medo!" 51Então subiu com eles na barca, e o vento cessou. Mas os discípulos ficaram ainda mais espantados, 52porque não tinham compreendido nada a respeito dos pães. O coração deles estava endurecido.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Viram Jesus andando sobre as águas.
Este Evangelho começa com as palavras: “Depois de saciar os cinco mil homens...” É uma prova da divindade de Jesus, mostrando o seu poder sobre a natureza. Em seguida o Evangelho apresenta outra grande prova: Jesus domina a natureza, andando sobre as águas do mar.
“Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar e Jesus sozinho em terra. Ele viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário.” O Mar representa o mundo em que vivemos. Nós precisamos atravessar esse mar da vida e ir para a outra margem, isto é, para um mundo mais justo, mais fraterno e mais obediente a Deus.
Muitos querem ficar na terra firme. Isso é cômodo, mas não é bom porque assim o mundo novo não surge. É difícil atravessar o mar da vida, porque ficamos cansados e o vento é contrário. Mas compensa porque Deus caminha conosco, e ele domina todas as turbulências. Cristo é o Senhor da natureza e da História. Se o seguimos, nada de mal nos acontecerá..
“O coração deles estava endurecido.” Deus caminha ao nosso mas, devido à nossa dureza de coração, nós não o reconhecemos e até o confundimos com um fantasma. “Começaram a gritar”. Eram gritos de súplica. Quanta gente se afunda, sem se lembrar de rezar! Deus caminha sobre as águas, ao nosso lado, mas não entra no nosso barco se nós não pedirmos.
Jesus deixou todos os recursos à nossa disposição, a fim de nos lançarmos com coragem no mar da vida e atravessá-lo. Temos a santa Igreja, os sacramentos especialmente a Eucaristia, temos a Sagrada Escritura, o apoio da nossa Comunidade e muitos outros meios. Do outro lado está o mundo novo que Deus quer construir, cantando conosco. Não podemos ficar na praia, “vendo a banda passar”, pois o fermento foi feito para ser misturado na massa, o sal para ser misturado na comida, e a luz para ser colocada num lugar alto, a fim de iluminar a todos.
Humanamente é arriscado, mas a nossa segurança está em Deus que tudo pode. Na Bíblia, ter fé é sinônimo de ter coragem; e medo é sinônimo de falta de fé.
Aqueles cristãos e cristãs que dedicam umas horas da semana aos trabalhos da Comunidade, por exemplo, pastoral da criança, vicentinos, legião de Maria, apostolado da oração, pastoral da juventude, liturgia, canto..., estão se atirando no mar.
Também aqueles e aquelas que, impulsionados pela fé, se envolvem na política. Isso porque “a política é a ferramenta mais poderosa de transformação social” (Papa Paulo VI). Deus quer uma sociedade transformada, e nada melhor do que usarmos os recursos políticos. Este mar, da política, não é só revolto, mas muitas vezes sujo, tem mau cheiro, piranhas e tudo mais. Mas compensa enfrentá-lo.
Existem muitas formas de atuar. O que não podemos é ficar na praia “olhando navios”.
O que faz a diferença entre o cristão medroso e o cristão que se atira no mar é o tamanho da fé que ele ou ela tem. Quanto maior é a nossa fé, mais corajosos somos.
“Ao anoitecer... Jesus estava em terra e viu os discípulos cansados de remar, porque o vento era contrário. Então, pelas três da madrugada, Jesus foi até eles...” Dá impressão que Jesus demorou para socorrê-los. Isso retrata direitinho a nossa caminhada cristã. Precisamos perseverar, mesmo entre as maiores dificuldades, porque Deus, antes de nos socorrer, costuma testar a nossa fé. A noite representa aqueles momentos obscuros em nossa vida. É justamente aí que mostramos a nossa fé e perseverança. O socorro veio “pelas três da madrugada”. É a hora em que o horizonte começa a clarear.
“Jesus queria passar adiante.” E realmente passaria, sem socorrê-los, se eles não pedissem. Deus não entra na nossa vida, se não pedirmos. Deus está sempre ao nosso lado. Quantos se afogam num copo d’água e não pedem ajuda! Muitos, devido à falta de fé, até o confundem com um fantasma.
Após o milagre, “os discípulos ficaram ainda mais espantados”. É o impacto feliz e alegre do encontro do homem com Deus, do finito com o infinito, do contingente com o transcendente, do relativo com o absoluto.
Certa vez, uma senhora estava entrando na igreja e viu, na escada, uma menina sentadinha, com aparência de muito pobre. A mulher aproximou-se dela e perguntou: “Você precisa de alguma coisa, filha?” A garotinha respondeu, choramingando: “A minha mãe morreu, e eu gostaria de ter uma mãe!”
A senhora disfarçou a sua emoção e explicou que Deus nos deu uma mãe muito bonita e carinhosa, que é Nossa Senhora. Em seguida convidou-a a entrarem juntas na igreja. Levou-a até a imagem de Maria e as duas rezaram espontaneamente. Nesta hora, a criança deu um sorriso encantador.
Este foi apenas o primeiro contato entre as duas, porque na mesma tarde a senhora foi com ela até a sua casa.
A mãe abre para a criança o horizonte da vida e lhe dá segurança. A mãe sabe unir a ternura com a firmeza, o carinho com a correção. Sabe sorrir, mas sabe também ficar séria e ameaçar. Deus nos ama, por isso nos deu o amor de uma mãe.
Nós queremos pedir à Santa Mãe de Deus e nossa pelas crianças abandonadas, especialmente por aquelas que não têm mãe, para que preencha o vazio que ficou em seus coraçõezinhos. Com o apoio de Maria, todos nós temos coragem de atravessar o mar revolto da vida, cumprindo assim o mandamento de Jesus. A travessia do mar da vida é como uma grande pinguela, e Maria Santíssima é o corrimão. Segurando nela, com certeza não cairemos.
Viram Jesus andando sobre as águas.




CURIOSIDADES


Curiosidades sobre o Nelson Mandela


No dia 5 de dezembro de 2013, o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, morreu aos 95 anos de idade. Mandela deixou um legado de paz para o mundo. Ele foi um líder carismático, que lutou com todas as forças contra um regime de segregação racial, e que dedicou a sua vida à luta contra a discriminação e a desiguldade social.

Nelson Mandela ficou internado de junho a setembro por causa de uma infecção pulmonar. Ele deixou o hospital e morreu em sua casa, às 20h50, no horário local de Pretória, África do Sul.

Vamos conhecer agora algumas curiosidades sobre o grande político Nelson Mandela:

1 – Nelson Mandela foi batizado de Rolihlahla, um nome que tem origem na língua Xhosa e significa “aquele que ergue o galho da árvore”. O nome Nelson foi dado a ele por uma professora.

2 – Nelson Mandela foi expulso da Universidade de Fort Hare depois de fazer parte de uma manifestação estudantil. Ele se formou em Direito pela Unisa - Universidade da África do Sul.

3 – Nelson Mandela trabalhou como vigia noturno de uma mina na cidade de Johanesburgo.

4 - A primeira esposa de Nelson Mandela, Evelyn Mase, sustentava a família e o marido com seu emprego de enfermeira. Ela ajudou Mandela em seus estudos durante a faculdade de Direito. Eles tiveram quatro filhos e se divorciaram em 1958.

5 – Mandela foi um dos fundadores do primeiro escritório de advocacia negro da África do Sul: o Mandela & Tambo, que defendia pessoas contra as leis do apartheid.

6 - Mandela foi condenado à prisão perpétua e passou 27 anos na cadeia. Durante esse tempo, ele só podia receber uma visita e uma carta a cada seis meses.

7 - Mandela escreveu um livro de memórias durante o tempo em que esteve na prisão. A obra era embrulhada em plástico e enterrada na horta da cadeia, mas as autoridades carcerárias descobriram os papéis e puniram Mandela.

http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/curiosidades-sobre-o-nelson-mandela.html




MOMENTO DE REFLEXÃO


Raramente uma pessoa que está assustada percebe ou admite isso, pois é bastante comum que o medo se apresente disfarçado. Ele assume várias faces, que não permitem que ele seja identificado à primeira vista.
Mas, como você pode agir de modo adequado, se nem se dá conta de que está agindo dessa maneira simplesmente porque está com medo?
Então, é preciso reconhecer a presença do medo na sua vida. São muitos os sinais de que o medo está presente. Algumas das máscaras que ele usa são: a paralisia, a distração, a irritação, a solidão e o desespero.
Você tem notado algum desses comportamentos em sua vida ultimamente? Será que você não está mascarando algum medo neste momento?
No meu novo livro “A Coragem de Confiar” apresento a você um Programa de Ativação do seu Potencial Interior, que vai ajudá-lo a estimular a sua confiança, para identificar e superar os seus medos.



Roberto Shinyashiki


Diário de Terça-feira 07/01/2013



Terça-feira, 07 de janeiro de 2014.


“Existem momentos na vida da gente, em que as palavras perdem o sentido ou parecem inúteis, e, por mais que a gente pense numa forma de empregá-las elas parecem não servir. Então a gente não diz, apenas sente.” ―(Sigmund Freud)


EVANGELHO DE HOJE
Mc 6,34-44

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 34Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. 35Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: "Este lugar é deserto e já é tarde. 36Despede o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer". 37Mas, Jesus respondeu: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Os discípulos perguntaram: "Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?" 38Jesus perguntou: "Quantos pães tendes? Ide ver". Eles foram e responderam: "Cinco pães e dois peixes". 39Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. 40E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinqüenta pessoas. 41Depois Jesus pegou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. 42Todos comeram, ficaram satisfeitos, 43e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. 44O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Dai-lhes vós mesmos de comer.
Este Evangelho, da multiplicação dos pães, mostra que tanto os discípulos como Jesus sentiram compaixão do povo que estava com fome. Mas a maneira de resolver o problema foi diferente. Os discípulos queriam despedir logo o povo para que procurassem alimentos, porque não viam outra solução. Jesus quis que os próprios discípulos lhes dessem de comer, confiando na ajuda de Deus Pai.
A cena deixa claras duas maneiras de ver a religião. Os discípulos, ao pedirem a Jesus que despedisse o povo porque estavam com fome, mostraram que para eles essa parte de providenciar alimentos não faz parte da religião. Já para Jesus faz parte sim, e com Deus temos condições de resolver. Quantas Comunidades de hoje, através das instituições sociais, provam que com Deus realmente é possível. A caridade nos leva a amar as pessoas, mas amá-las inteiras, com corpo, alma e espírito. Por isso que muitas Comunidades se interessam pela político, pelo transporte, pela moradia, pela educação das crianças etc.
O sonho de um mundo melhor nos leva, não a deixar para os outros, mas a fazer a nossa parte, mesmo que tenhamos poucas condições. O pouco com Deus é muito e o muito sem Deus não é nada.
“Jesus mandou que todos se sentassem... formando grupos.” A organização gera a partilha e, quando partilhamos, Deus faz o milagre da multiplicação. Isso aconteceu ontem, acontece hoje e acontecerá sempre. Onde há amor, ninguém passa necessidade.
“Nosso Deus é o verdadeiro. Ele nos dá o pão da sua palavra e o pão que alimenta o corpo” (Dt 8,3). Veja que esse modo de ver a religião, como dedicação ao homem integral, não é coisa nova, sempre foi assim. Quando uma Comunidade se dedica ao homem integral, isso gera alegria e louvor a Deus, como aconteceu com os hebreus, quando veio o maná.
“Quantos pães tendes?... Jesus pegou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção...” Nem nós sozinhos, nem Deus sozinho, mas nós e Deus juntos. Nós fazemos a nossa parte, damos o pouco que temos, e Deus abençoa. Faça a sua parte que da minha ajudarei.
Se tivermos fé, espírito de partilha, união e organização, e não jogarmos fora as sobras, ninguém passará fome nem qualquer outra necessidade. As Comunidades cristãos são o meio que Jesus deixou para isto acontecer.
Alimento é coisa sagrada. Não podemos esbanjar, jogar fora. O que sobra para um falta para outro. Por isso, é preciso recolher com cuidado tudo o que sobra.
Assim como os cinco pães e dois peixes foram divididos e todos comeram, a nossa partilha também é multiplicada, em benefício de todos, inclusive de nós mesmos. E além temos a recompensa de Deus, tanto nesta vida como na outra. “Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o Reino...” (Mt 25,34).
A multiplicação dos pães tem vários sentidos simbólicos. A grande multidão de cinco mil homens representa a humanidade com a sua fome de libertação messiânica. O milagre da multiplicação aponta para a Eucaristia, o Pão partilhado, saciando o novo Povo de Deus e prenunciando o banquete definitivo do Reino, já inaugurado.
A fome no mundo é patente. Três quartos da humanidade está subnutrida, e a maior parte é vítima da fome, doença, falta de moradia e de trabalho. As riquezas são concentradas pelos ricos, fazendo deles cada vez mais ricos, enquanto os pobres continuam cada vez mais pobres. Nós podemos, com o nosso esforço e união, mudar esse quadro.
Certa vez, na antiguidade, um navio estava atravessando o mar com centenas de pessoas. Aconteceu uma grande tempestade e o navio perdeu a direção. Acabaram chegando a uma ilha desconhecida e totalmente desabitada.
Logo que chegaram à ilha, três homens começaram a explorá-la. Viram que ela tinha duas partes bem distintas: o centro, com terra boa e coberta com matas e muita água doce, e a periferia constituída da pedreiras.
Mais que depressa, os três homens cercaram a parte boa da ilha e se declararam donos. Construíram ali três mansões. As outras pessoas tiveram de ficar na periferia. Logo começaram a passar fome. Então os três proprietários propuseram: quem trabalhar para eles ganhava comida. E assim, todos os outros se tornaram seus empregados.
Os três escolheram os homens fortes e corajosos e deram-lhes bastante comida e armas, declarando-os a polícia da ilha. Aos outros deram menos comida, para não terem força e se revoltarem.
Escolheram os mais inteligentes e fizeram deles professores. Mas deviam ensinar conforme a cartilha dos três. Escolheram também os mais piedosos e com eles fundaram uma religião, chamada “A religião do verdadeiro deus”. Ensinavam que a miséria e a fome são agradáveis a deus e que todos deviam obedecer aos três, cujos retratos as famílias deviam colocar nas paredes de suas casas. Outras imagens eram proibidas.
Entretanto, apareceu um profeta e começou a ensinar que todos somos iguais e que aquela religião era falsa. Os três chefes chamaram a sua polícia e mataram o profeta. Entretanto, as suas idéias ficaram em muitas cabeças e estas pessoas continuaram a doutrina do profeta, criando dentro da ilha um novo povo e um novo modo de viver, no qual as pessoas são iguais e os alimentos são distribuídos para todos.
Peçamos a Maria Santíssima que nos ajude a sermos profetas do verdadeiro Deus. Que sejamos cada vez mais unidos, solidários e organizados, a fim de que todos tenham vida e vida plena.
Dai-lhes vós mesmos de comer.





VIDA SAUDÁVEL
Dra. Ana Escobar


Três dicas para aliviar a angústia:


1. Tire os pensamentos do foco de tensão, nem que seja por alguns minutos. Quando temos um problema, não paramos de pensar nele. Então, procure desviar conscientemente o pensamento. Como? Ocupando por querer a sua mente! Veja um filme ou um programa que goste. Jogue paciência ou outra coisa que te distraia. Arrume o armário. Cuide do jardim. Vá ao shopping. Enfim!! Pare de pensar conscientemente. O inconsciente, que não para nunca, trabalhará seus pensamentos por você neste período.

2. Procure um bom amigo(a). Na hora de angústia, ter alguém para ouvir o que estamos sentindo é fundamental. Alguém com quem você possa se abrir de verdade e falar tudo o que pensa. Tudo mesmo. Por isso, procure alguém que saiba te ouvir sem te julgar. Depois ouça o que seu amigo(a) tem para te dizer.

3. Cuide de sua aparência exterior. Isso mesmo!! Não é supérfluo nem superficial. Quando estamos angustiados, estar bem arrumado (a) , com o cabelo em ordem, unhas bem feitas ou com uma roupa legal nos faz sentir melhor e isso pode ajudar. Olhe-se no espelho e sinta-se bonito(a) e bem. A aparência externa pode dar forças para a “aparência” interna se aprumar também.



MOMENTO DE REFLEXÃO

As pessoas são dadas a imaginar o que teria acontecido se tivessem agido de forma diferente em certas circunstâncias, o que ocorreria se tivessem virado a outra esquina, se tivessem escolhido o outro emprego, desposado outra pessoa, se tivessem ido ao médico, se tivessem escolhido outra estrada.
Naturalmente, não podemos deixar de fazer conjecturas, mas raramente sabemos com certeza como seriam as coisas.
Podemos especular quanto às possibilidades, mas poucas vezes - se é que é possível - seremos capazes de determinar definitivamente as conseqüências plenas e finais das decisões que não tomamos, ou das coisas que deixamos de fazer.
Quantas vezes a vida nos proporcionou a sagrada incumbência de viver a lei deixada pelo divino Mestre Jesus Cristo?
"AMA AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO"
Podemos perguntar a nós mesmos: "Estarei eu cumprindo com esse mandamento?
Quaisquer que sejam os erros que tenhamos incorridos, sejam quais forem os deveres que tenhamos postergado, a única forma de corrigir está à frente.
O que foi ou poderia ter sido pode servir de advertência, mas o que pode ainda ser é que causa maior preocupação.
Disse Jesus:
Porque tive fome e deste-Me de comer; tive sede e deste-Me de beber; era estrangeiro e hospedaste-Me;
Estava nu, e vestiste-Me; adoeci, e visitaste-Me,; estive na prisão e foste ver-Me.
Então os justos lhe responderão dizendo: Senhor, quando Te vimos com fome e Te demos de comer? Ou com cede e Te demos de beber? E quando Te vimos estrangeiro, e te hospedamos? Ou nu, e Te vestimos?
E quando Te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-Te?
E respondendo o Rei, lhes dirá: em verdade vos digo que, quando o fizeste a um destes Meus Pequeninos irmãos, a Mim o fizestes.
Que Deus abençoe nossa vida para que logremos alcançar esse propósito, e que a paz de Deus, esteja conosco.
Amém.


Irani Gennaro



Diário de Segunda-feira 06/01/2014



Segunda-feira, 06 de janeiro de 2014.
Epifania do Senhor


"Levante sua vela dez centímetros e você ganha um metro de vento. (Provérbio Chinês)



EVANGELHO DE HOJE
Mt 4,12-17.23-25

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 12Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia. 13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galiléia, 14no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galiléia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz".
17Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: "Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo". 23Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. 24E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levaram-lhe todos os doentes, que sofriam diversas enfermidades e tormentos: ende­mo­ni­nhados, epilépticos e paralíticos. E Jesus os curava. 25Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galiléia, da Decápole, de Jerusalém, da Judéia, e da região além do Jordão.

Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz



O Reino dos Céus está próximo.
Este Evangelho narra o início da vida pública de Jesus. O seu primeiro discurso começou com este apelo: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. Está próximo porque está presente na pessoa Jesus, que está presente. É um convite muito apropriado a nós, que acabamos de celebrar o Natal e a Epifania do Senhor.
A nossa conversão consiste em passar de uma vida cristã “mais ou menos”, ou medíocre, para uma fé generosa e dedicada. Entre seguir e não seguir a Jesus, existe um meio termo, e é dele que Jesus não gosta: “Por que não és nem frio nem quente, estou para te vomitar da minha boca” (Ap 3,15). “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor! Senhor!’, entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21).
O cristão medíocre gosta de ouvir a Palavra de Deus; o que ele não gosta é de praticá-la. “Quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo que construiu sua casa sobre a areia” (Mt 7,26).
Quem se converte e passa a viver uma vida cristã dedicada, presta um grande serviço à sociedade. Quem se eleva, eleva o mundo. Quem dá um passo na direção de Deus, faz o mundo todo melhorar. Quem, ao contrário, se afasta de Deus e do bom caminho, faz o mundo decair com ele. As nossas ações têm repercussão nas outras pessoas.
Conversão é mudança de vida. E o destino dessa mudança é o Reino de Deus, que o evangelista Mateus chama de Reino dos Céus porque escrevia em primeiro lugar para os judeus e estes, por respeito, evitavam pronunciar a palavra Deus.
Reino de Deus é a Vida Nova que Jesus nos veio trazer. Ela começa aqui na terra, mas terá sua plena realização no céu. Aqui na terra, só foi vivido integralmente por Jesus. Depois que Jesus foi para o céu, a Santa Igreja passou a ser a principal expressão do Reino de Deus. Ela é ao mesmo tempo amostra do Reino para o mundo e instrumento para que as pessoas entrem nele. A Igreja ainda não é o Reino de Deus perfeito, como Jesus, porque é santa e pecadora; mas caminha na frente do povo em relação à vivência do Reino de Deus. Ela anuncia e dá exemplo, em si mesma, do Reino de Deus.
Construir o Reino de Deus foi o grande sonho de Jesus. Ele deu a vida por esse ideal. “Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade”. Por que nós também não fazermos o mesmo? “O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz”. A luz que brilhou no Natal e que se manifestou na Epifania, agora é levada por nós a todos os cantos escuros do mundo.
“Terra de Neftali... Galiléia dos pagãos. O povo que andava nas trevas viu uma grande luz.” Esta viagem de Jesus por um território de pagãos foi um prenúncio da Igreja, presente em todos os países.
Trabalhar pelo Reino de Deus é trabalhar pela verdade e pela vida, pela santidade e pela graça, pela justiça, pelo amor e pela paz (Cf. Prefácio da Missa de Cristo Rei).
Faz parte da conversão ao Reino de Deus, testemunhá-lo: “Se alguém se envergonhar de mim, eu também me envergonharei dele, quando estiver diante do meu Pai que está nos céus” (Lc 9,26).
A durabilidade e qualidade de qualquer edifício depende de três coisas: o material utilizado, o conhecimento da pessoa que dirige a construção, e a sua fundação ou alicerce. Materiais inferiores, mesmo usados com habilidade, não podem suportar por muito tempo as intempéries. Nem os materiais superiores, se usados com negligência ou imperícia, poderão resistir. Uma combinação de materiais perfeitos, sabedoria do construtor e fundação sólida são necessários para que o edifício permaneça por longo tempo.
A construção do Reino de Deus, em nós e no mundo, também exige essas três coisas. O engenheiro arquiteto é Jesus. Precisamos buscar continuamente as suas instruções. A boa fundação ou alicerce é a prática das três virtudes teologais: fé, esperança e caridade, e a nossa obediência aos mandamentos, tudo construído sobre o terreno sólido da Palavra de Deus.
E o bom material são o anúncio do Evangelho e o testemunho de vida pessoal e da Comunidade cristã. Esse material já foi testado através dos séculos. Os materiais inferiores, que levam a construção a ruir, são o egoísmo, a luxúria, a fraude e desunião...
A santidade de Maria repercutiu e ainda repercute no mundo todo. Que ela nos ajude a nos convertermos cada vez mais e a sermos bons construtores do Reino de Deus.
O Reino dos Céus está próximo.




MOTIVAÇÃO NO TRABALHO


12 razões para não vender
Luiz Marins



Era uma reunião com vendedores. O ano estava terminando e as vendas a cada mês eram piores. A empresa tinha produtos que eram vendidos através de visitas dos vendedores a clientes. Peguei o gráfico de vendas, mês a mês e comecei a perguntar aos vendedores o que havia acontecido para que as vendas não acontecessem. Eis as respostas que eles me davam:

Janeiro: "Férias. Não se encontra o cliente. Ele está viajando com a família...";
Fevereiro: "Carnaval. Todo mundo só pensa em escola de samba, carnaval, desfile, fantasia e não tem disposição para gastar em nada mais que não seja com o carnaval...";
Março: "Material escolar. Todo mundo com altas despesas de material escolar para os filhos...";
Abril: "Páscoa. Todo mundo só tem dinheiro para comprar ovos de páscoa que hoje são oferecidos a pais, professores, amigos, etc...uma despesa enorme.";
Maio: "Dia das mães e mês das noivas.  Como o nosso produto não serve para o dia das mães, não temos como vender. Além disso, como em maio há muitos casamentos, todo o dinheiro das pessoas vai para presentes de casamento...";
Junho: "Festa junina. O povo só pensa em forró, quentão, batata-doce, etc...";
Julho: "Férias novamente. O cliente viajou com a família...";
Agosto: "Mês azarado! Ninguém faz negócio em agosto no Brasil. Getúlio se matou, Jânio renunciou, é mês de cachorro louco....";
Setembro: "Semana da Pátria! As famílias gastam com uniformes escolares para os desfiles, bandeirinhas, etc...";
Outubro: "É um bom mês. Mas outubro é mês de "meio". Fica entre setembro e novembro e ninguém vende em outubro, não sei a razão..."
Novembro: "É um ótimo mês, mas como começa com feriado a gente perde o 'pique' e as vendas não ocorrem. E em novembro o cliente já está pensando nas compras de natal...";
Dezembro: "Natal. E o nosso produto não serve como presente de natal...".

Perguntei sobre a possibilidade do cliente comprar utilizando o seu 13º salário e os vendedores me responderam. "- Todo mundo usa o 13º para viajar nas férias de janeiro....".

Como você vê, é fácil encontrar razões para não vender!

Pense nisso. Sucesso!






MOMENTO DE REFLEXÃO


Você é gentil?
Não tem certeza?
Então vejamos: A pessoa gentil é nobre, generosa, delicada; graciosa, amável, cortez.
Você sabia que a pessoa gentil vive mais feliz? Pois é!
São pessoas que têm não só a vida, como uma morte mais tranqüila.
A vida é, na realidade, a resposta do que possuímos dentro de nós.
Estar vivo apenas para satisfazer apetites, prazeres, vaidade ou ambições e não com o propósito da bondade, da delicadeza, pureza, sentir a poesia, a música, as flores, as estrelas e amor a Deus, é privar-se da verdadeira alegria de viver.
É bem verdade que existem os dias em que surgem os fardos da tristeza, acidentes, doenças, fardos das dívidas, perda de emprego, perda de carinho.
Existem os dias de desapontamento e os de encorajamento, enfim, a maré dos obstáculos sobe e desce, mas existem.
Contudo, felizmente com o tempo e com a ajuda dos outros, o problema tende a superar o seu clímax.
Geralmente estamos colhendo o que os outros plantaram.
Por que então não plantarmos para que outros colham?
O que seria se as estações não tivessem seqüências?
A vida, o maior dos dons, é sustentada pelo crescimento das sementes, a vida da flor e depois do fruto.
Espalhe a semente da gentileza, cultive a bondade em seu coração, ame o seu próximo como a você mesmo e sinta a felicidade fluindo dentro de si.
Assim, agradeçamos a Deus por ter-nos dado a sucessão de estações, com sementes para plantarmos e colheita para fazermos.
Sejamos gentis, não custa nada e podemos ganhar muito.

Irani Gennaro


Diário de Domingo 05/01/2014



Domingo, 05 de janeiro de 2014.


"Nunca julgue as pessoas pelo que falam dela, se tiver que julgar alguém, julgue pelo que os seus olhos viu"



EVANGELHO DE HOJE
Mt 2,1-12

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!


1Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2perguntando: "Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo".
3Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém.
4Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer.
5Eles responderam: "Em Belém, na Judéia, pois assim foi escrito pelo profeta:
6E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo".
7Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido.
8Depois os enviou a Belém, dizendo: "Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo".
9Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino.
10Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.
11Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra.
12Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

Viemos do Oriente adorar o Rei.
Hoje celebramos com alegria a solenidade da Epifania do Senhor, palavra que significa manifestação. Os magos tinham cores diferentes, representando todos os povos. Um era branco, outro negro e o terceiro pardo. Aquela criança que nasceu tão humilde numa gruta, é o rei não só de Israel, mas de todas as nações.
Os presentes oferecidos à criança são uma retribuição pelo grande presente que a humanidade recebeu: a redenção. Eles têm também sentido simbólico, indicando as características daquela criança:
1) O ouro é o rei dos metais; Jesus é o rei dos reis. Oferecer ouro a Jesus é reconhecê-lo como o Senhor da nossa vida. Somos de Deus. “Eu te chamo pelo nome, tu és meu”(Is 43,1).
2) O incenso é usado para o culto a Deus; Jesus é Deus. Oferecer-lhe incenso é reconhecer a sua divindade. Os magos voltaram felizes, porque têm agora quem adorar. “Onde está o teu tesouro aí está o teu coração” (Mt 6,21).
3) A mirra é uma resina que tem duas propriedades: perfumar e evitar o apodrecimento. Por isso untavam os defuntos com essa resina. Indica que Jesus vai terminar sua vida terrena sendo assassinado, mas este não será o seu fim. Nenhum sofrimento é o fim. Unido com Jesus, todo sofrimento torna-se um trampolim. Nós também queremos dar presentes a Jesus.
“Retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.” Deus protege seus filhos e filhas, e lhes indica outro caminho, se necessário. “Não perdereis um só fio de cabelo.”
“Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado.” Jesus veio transformar; quem está preso ao mal e não quer ser transformado, persegue Jesus ou seus discípulos. A Comunidade cristã é a continuação de Jesus na terra. Ela tem a mesma missão e também a mesma sorte dele; uns a acolhem, outros perseguem. “Vede, eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mt 10,16).
O nosso testemunho produz dois efeitos contrários, como aconteceu com a notícia do nascimento de Jesus: uns se alegram e outros se inquietam. A presença do Reino de Deus alegra os que amam a verdade e suscita ódio aos que vivem na mentira. “Teus filhos vem de longe...” (Is 60,1-6). O Reino de Deus representa uma ameaça aos que se opõem a ele. Desses a estrela se esconde.
A viagem da vida tem uma estrela que nos guia. E nós também somos chamados a ser estrelas, indicando às pessoas onde está Cristo. “Vós sois a luz do mundo”. Nós agradecemos a Deus todas as pessoas que ele mandou para nos indicar o caminho dele e da santa Igreja: nossos pais, nossa catequista, o pároco, a avó... E queremos ir em frente, fazendo o mesmo.
Certa vez, um pai e seu filho de onze anos foram pescar em um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
Veio a noite e, de repente, a vara do garoto se envergou, indicando que havia algo enorme no anzol. O pai olhava com admiração, enquanto o filho, habilmente, erguia o peixe da água. Era o maior peixe que ele já tinha visto. Sua pesca, porém, só era permitida na temporada. O pai e o filho olhavam para o peixe bonito, sua guelras para trás e para frente.
O pai então acendeu um fósforo e olhou para o relógio: pouco mais de vinte e duas horas. Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Disse ao menino: “Você tem de devolvê-lo, filho! Vai aparecer outro”. “Mas não tão grande quanto este”, disse a criança, choramingando.
O garoto olhou à volta do lago, não havia outros pescadores ou embarcações à vista. Voltou novamente a olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, pelo tom de voz do pai, ele sabia que a decisão era inegociável. Devagarinho, tirou o anzol da boca do peixe e o devolveu à água. O peixe movimentou-se rapidamente e desapareceu.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje o garoto é um arquiteto bem sucedido. Ele leva seus filhos para pescar no mesmo local. Sua intuição estava correta: nunca mais conseguiu pegar um peixe tão maravilhoso como o daquele dia. Entretanto, sempre vê o mesmo peixe, sempre que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo ou errado. Agir corretamente quando se está sendo observado é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando
Essa conduta correta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o peixe à água. A ética é como uma moeda de ouro: tem valor em toda parte.
Epifania é manifestação de Cristo. A sociedade precisa conhecer a verdadeira face de Cristo: caminho, verdade, vida.
“Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe.” Naturalmente, Maria mostrou o Menino Jesus a eles. E mostrou sorrindo, como fazem todas as mães, ao mostrar seu bebê para uma visita. Este foi o momento exato da Epifania, o momento em que o Filho de Deus é apresentado ao mundo, representado naqueles magos. E Maria foi o instrumento usado por Deus para realizar esta primeira Epifania. Ela não só gerou Jesus, mas o mostrou e manifestou ao mundo.
Várias vezes Maria Santíssima mostrou: na apresentação no Templo, nas Bodas de Cana, e o mostrou em muitos outros momentos, evidentemente.
Aí está uma virtude de Maria, que podemos imitar: apresentar Jesus, pois ele é o grande amigo que as pessoas poderiam ter, se déssemos uma mãozinha.
O mundo atual padece de uma doença terrível: a noite do espírito, ou a ausência de Deus. Maria fez, e continua fazendo, a parte dela. E nós?... Não é Deus que se ausenta, mas as pessoas que se ausentam dele. Imagine um satélite girando no espaço, e que perde o contato com o centro espacial. Ele fica girando sem rumo, até cair, ou se desintegrar no espaço. É o que acontece com quem anda desconectado de Deus. Muitos são Epifania de Cristo pela própria vida.
Viemos do Oriente adorar o Rei.






VÍDEO DA SEMANA

Marido pede a separação e é surpreendido







MOMENTO DE REFLEXÃO


“... não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.”Is 43.1



A ordem mais repetida em toda a Bíblia é: não tenha medo. O medo entrou na história de mãos dadas com o pecado. O primeiro sentimento que Adão sentiu no Éden depois da queda foi medo. O medo é mais do que um sentimento esmagador, é também um espírito atormentador. Qual é o antídoto para o medo? O profeta Isaías diz que vencemos o medo quando entendemos quem é Deus e quem somos para ele.

Triunfamos sobre o medo quando compreendemos que Deus nos criou, formou e nos fez sua propriedade particular. Vencemos o medo quando compreendemos que nas mais difíceis circunstâncias da vida, como as águas revoltas, os rios caudalosos e as fornalhas ardentes, Deus está conosco. Triunfamos sobre o medo quando entendemos que somos preciosos para Deus. Somos a menina dos seus olhos, a sua herança e a sua delícia.

Conhecer a Deus e saber quem somos em Cristo nos tira da caverna do medo. Não vencemos o medo fazendo incursões em nosso interior ou viajando pelos labirintos da nossa alma. Vencemos o medo quando contemplamos a grandeza de Deus e seu grande amor por nós.