Páginas


(clique abaixo para ouvir a música)

LITURGIA DIÁRIA

LITURGIA DIÁRIA - REFLEXÕES E COMENTÁRIOS

Diário de Sábado 04/01/2014



Sábado, 04 de janeiro de 2014.


"Lembra sempre de esquecer os problemas que já passaram, porém nunca esqueças de lembrar as bênçãos de cada dia." Benção Celta


EVANGELHO DE HOJE
Jo 1,35-42

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 35João estava de novo com dois de seus discípulos 36e, vendo Jesus passar, disse: "Eis o Cordeiro de Deus!" 37Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. 38Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: "Que estais procurando?" Eles disseram: "Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?" 39Jesus respondeu: "Vinde ver". Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. 40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. 41Ele foi logo encontrar seu irmão Simão e lhe disse: "Encontramos o Messias (que quer dizer: Cristo)". 42Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: "Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas" (que quer dizer: Pedra).


Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Foram ver onde Jesus morava e permaneceram com ele.
Este Evangelho narra a vocação de três Apóstolos: João, André e Pedro. É uma bela amostra de como Deus chama a todos os homens e mulheres, para as mais diversas vocações: ao sacerdócio ministerial, á vida religiosa, ao matrimônio, a uma profissão assumida para servir o povo, à vida política quando assumida para buscar o bem comum... Deus chama pessoas porque está preocupado com o seu Reino, que é um Reino de igualdade, de fraternidade, de justiça e de fé.
“João estava com dois de seus discípulos.” Os dois seguiam João Batista porque estavam preocupados em servir a Deus e aos irmãos. Deus só chama quem está procurando servir.
“Vendo Jesus passar, João Batista disse a eles: eis o Cordeiro de Deus”, expressão que significa Messias. Ele é o Cordeiro que se sacrifica pelos pecados do povo, como faziam com o cordeiro no Templo.
Indicar Jesus para seus discípulos foi um gesto bonito de desapego de João Batista. Não se prendeu aos jovens que o seguiam, nem quis prendê-los em torno de si. Por isso que Jesus o chamou de “o maior dos profetas”.
Todas as pessoas que Jesus chamou, eram antes conhecidas dele. Deus só chama quem já está caminhando com ele.
“O que estais procurando?” Esta é a pergunta que Deus faz a todos nós, antes de nos chamar. O que nós buscamos na vida? Não adianta querer abraçar um caminho, até de serviço a Deus, mas por motivos egoístas. É interessante: nós queremos saber quem é Jesus e ele quer saber quem somos nós.
“Onde moras? Jesus respondeu: Vinde ver.” Antes de responder ao chamado de Deus, há sempre um processo de conhecimento da missão para a qual está sendo chamado. E não adiantam explicações teóricas, é preciso ver e conviver.
É interessante a mudança de nome que Jesus recebe. Antes: Mestre. Depois: Messias. E logo na frente: Filho de Deus. O nosso conhecimento de Jesus vai evoluindo durante a nossa vida.
“Foram, pois, ver, e permaneceram com ele.
“André era um dos dois discípulos... Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: Encontramos o Messias.” Deus sempre chama através de uma testemunha dele. Antes, o mediador foi João Batista, que disse: “Eis o Cordeiro de Deus”. Agora, o instrumento que Deus usa para chamar Pedro é seu irmão André. “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas (que quer dizer: Pedra)”. A vocação transforma tanto a pessoa, que ela muda até de nome. No casamento, um assume o nome de família do outro; na vida religiosa, a pessoa geralmente muda de nome... A nossa vida sempre gira em torno de algo. A vida do vocacionado gira em torno de Deus, naquele lugar em que Deus o colocou.
O processo da vocação acontece, não isoladamente, mas em Comunidade. Dificilmente Deus chama alguém que não participa da Comunidade cristã. Os que vivem no mundo recebem outros chamados, nem sempre cristãos e construtivos.
Sófocels foi um dos maiores poetas e dramaturgos de todos os tempos. Ele viveu em Atenas, na Grécia, no Séc. V A/C.
Sófocles tinha dois filhos rapazes. Estes, ávidos de pegar logo a herança do pai, foram à justiça e o acusaram de louco. Isso porque, pela lei da Grécia, se o pai fosse declarado louco, os filhos podiam pegar logo a herança.
No dia do julgamento, Sófocles compareceu no tribunal. Reuniu-se muita gente, porque o povo estava curioso para ver como que Sófocles ia se defender.
Depois que os filhos terminaram a acusação, o juiz deu a palavra a ele. Sófocles, calmamente, se levantou e recitou sua última poesia, que não tinha nada a ver com a defesa.
Quando terminou, todos o aplaudiram de pé, pois era mais uma obra prima de arte.
Ao invés de condená-lo, o juiz condenou os dois filhos e os mandou para a prisão. E as pessoas presentes colocaram na cabeça de Sófocles uma coroa de louro, e o declararam o poeta da cidade.
Quando João Batista mandou seus discípulos perguntarem a Jesus se ele era o Messias, Jesus também respondeu com ações. Disse aos discípulos: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: cegos recuperam a vista...”
A melhor maneira de dizer quem somos é através das nossas ações. “Onde moras? Jesus respondeu: Vinde ver.”
A vocação de Maria Santíssima é, depois de Jesus, a vocação mais bonita da Bíblia. Mãe das vocações, rogai por nós!
Foram ver onde Jesus morava e permaneceram com ele.





CASA, LAR E FAMÍLIA

Tudo sobre panelas
Por Alberto Zambrana


Aço inox, barro, alumínio, cobre, pedra-sabão ou ferro fazem muita diferença quando o assunto é a cozinha de um restaurante.

Instrumento básico de qualquer cozinha, as panelas, frigideiras & cia. merecem toda atenção no momento da escolha. O formato, as dimensões e, principalmente, o material de que são feitas, fazem muita diferença na manipulação e no preparo de qualquer prato que exija cozimento ou fritura.
Segundo Marcelo Bergamo, coordenador do curso de Tecnologia em Gastronomia da Universidade Metodista de São Paulo, panela é também uma questão de preferência. O fundamental é sua qualidade. "O importante é que não dissipe o calor rapidamente, tenha boa durabilidade e seja fácil de limpar", afirma.
Em relação às dimensões e aos formatos, não há grandes mistérios. Os fatores determinantes são os volumes e tipo do preparo. Arroz, feijão, purês, pirão etc., normalmente feitos em maiores quantidades, exigem panelas grandes. Já pratos como molhos e caldos pedem panelas fundas ou caçarolas. Para frituras e refogados usam-se as frigideiras ou a sauteuse, um tipo de frigideira de laterais mais altas e arredondadas, ideal para saltear legumes ou preparar as tradicionais batatas sautées.
O segredo mesmo está no material do qual é feita a panela. As de alumínio são ainda presença constante na maior parte dos restaurantes, apesar de suas restrições, como não conservar o calor depois que a panela é retirada do fogo, pouca durabilidade e, o que é mais grave, a contaminação. Substância tóxica, o alumínio se desprende pelo atrito com uma colher de metal ou pela reação com substâncias ácidas, como o molho de toma te, contaminando os alimentos. "Há estudos que relacionam a ingestão de alumínio ao mal de Alzheimer", conta Bergamo.
Rogério Neiva Domingues, vendedor da área de Equipamentos para Cozinhas Industriais da Libermac é taxativo, "99% dos restaurantes compram panelas de alumínio. Leveza, boa condutibilidade térmica e, principalmente, o baixo custo determinam a escolha". Essa característica permite também que sejam encontradas em tamanhos grandes, algo economicamente inviável em panelas de outros materiais como aço inoxidável, por exemplo.
Uma alternativa ao alumínio é o aço inoxidável que tem como vantagem a facilidade de limpeza e a higiene, pois não absorve bactérias, por isso mesmo é usado nos mais diversos recipientes em laboratórios clínicos.
Pesa ainda contra o aço inoxidável ser mau condutor de calor. Por conta disso, a opção é sua combinação com o cobre. Essa dobradinha reúne o que cada um tem de melhor. "O cobre, além de excelente condutor térmico, distribui o calor uniformemente, possibilitando um cozimento homogêneo dos alimentos", explica Albert Warwick, diretor da Saveiro Warwick. O peso é uma de suas maiores desvantagens. Uma panela para acompanhamento pesa cerca de 300 g. Já uma paellera pode ultrapassar os 2 kg.
Após o uso, a parte interna deve ser lavada com água morna e detergente. A externa deve ser limpa, pelo menos uma vez por semana, com uma esponja dura e uma pasta feita de sal e sumo de limão ou vinagre para retirar as marcas do fogo. As panelas fabricadas por Warwick têm garantia de três anos. "Mas se bem cuidadas são eternas, como os diamantes", diz Warwick.
A novidade Saveiro Warwick é a cataplana, uma panela com formato esférico, cuja tampa móvel é fixada à borda. Muito utilizada para o preparo de bacalhau, pode ser levada à mesa e mantida fechada para conservar a temperatura do alimento.
Guilhermo Ávila, proprietário do restaurante Ávila, especializado na parrilla argentina, só utiliza panelas de cobre revestidas com aço inox e panelas de aço inoxidável. "Apesar de mais caras, ambas têm uma durabilidade incomparável, compensam o investimento", assegura.
Flávio Fernandes Santos, da Net's Panelas, integra a terceira geração de uma família que há 65 anos fabrica panelas de barro pretas. Tudo começou com sua avó dona Domingas. A tradição é passada desde então. Todo trabalho é feito artesanalmente, usando uma técnica indígena, com queima a céu aberto.
As peças mais vendidas para os restaurantes são o caldeirão para feijão, as panelas para arroz e pirão e a moquequeira. As panelas de barro conservam a temperatura da comida, por mais de 15 minutos, mesmo depois de retiradas do fogo. Esse aspecto, porém, demanda um cuidado, pois a comida continua cozinhando mesmo com o fogo apagado. O custo é muito baixo em comparação com qualquer outro tipo de panelas. Pesa contra elas a fragilidade. "São como louça, precisam ser manipuladas com muita atenção", recomenda Fernandes. A limpeza é simples, água e detergente, cuidando apenas para não raspar eventuais restos de comida que fiquem grudados no fundo. Nesse caso, a dica é deixar de molho na água até que se desprendam. As panelas devem ser guardadas muito bem secas, para que não criem bolor.
Rita Gava, proprietária e chef da cozinha do restaurante Panela de Barro, especializado em culinária capixaba, localizado na praia da Pipa, em Tibal do Sul (RN), utiliza panelas de barro no preparo de todos os pratos, das massas à moqueca. A exceção é a panela de alumínio usada no preparo do arroz e do pirão, feitos em grandes quantidades. Ela reconhece que há desvantagens como a fragilidade, o tempo de cozimento maior, portanto, o consumo de gás também, mas garante que as panelas de barro são parte do sucesso da casa. "Mais de 70% de nossos clientes são turistas estrangeiros que se encantam com o sabor da comida e a beleza das panelas. Eles sempre querem fotografá-las e muitos querem comprá-las."
Igualmente charmosas são as panelas de ferro fundido. Além do baixo custo, distribuem muito bem o calor. Outra vantagem é o fato de enriquecer o alimento com o ferro. "O consumo freqüente de alimentos feito nessas panelas supre 5% das necessidades do organismo", garante Elder Mendes de Farias Pinto, da Panela Mineira, empresa da fundição Fumil. Além do peso que dificulta a manipulação, as panelas de ferro enferrujam com facilidade, por isso, depois de lavadas, devem ser secas no fogo e receber uma suave aplicação de óleo. As panelas da Panela Mineira têm cabos de madeira ou espiral feitos de arame que não propagam o calor.
Mônica Rangel, chef do restaurante Gosto com Gosto, especializado em culinária mineira, trabalha com três tipos de panelas: pedra-sabão, alumínio grosso e aço inoxidável. As primeiras são usadas para pratos como frango e refogados. As segundas, para o arroz e alguns tipos de carnes, como o lombo; as terceiras, para alimentos que podem queimar, como o purê de batatas. Mônica usa também o tacho de cobre para fazer doces.
Para armazenar as panelas, a dica é organizálas por tipo e tamanho. Guardar panelas menores dentro das maiores é solução para a falta de espaço. Para suas panelas, Mônica Rangel mandou construir, em sua ampla cozinha, armários de alvenaria, com prateleiras de mármore, próximos aos fogões. As panelas são acondicionadas por tamanho e tipo. Num paneleiro de ferro, preso ao teto, ficam dependuradas as panelas de inox e outros utensílios.




MOMENTO DE REFLEXÃO


O aço de melhor qualidade é aquele que é submetido a tratamentos extremos de intenso calor e frio.
Os operários de uma cutelaria aquecem as lâminas das facas para em seguida forjá-las.
Depois as aquecem novamente e as colocam dentro de um recipiente com água gelada.  O objetivo disso é dar-lhes a forma e a têmpera adequadas.
Nessas fábricas, é normal haver uma pilha de lâminas rejeitadas.
Elas estão ali porque não suportaram o processo da forja. Algumas delas revelaram pequenos defeitos ao serem amoladas.
Outras não agüentaram o tratamento dado ao aço.  Nossa alma também é aquecida na fornalha da aflição, colocada na água gelada das tribulações e nas pedras de amolar das adversidades e dos transtornos.
Algumas pessoas terminam esse tratamento preparadas para um serviço mais elevado.
Outras se mostram inadequadas.
Só servem para as tarefas mais inferiores.
Você deseja estar entre as forças que trabalham para um mundo melhor?
Não fique quieto quando o DEUS estiver forjando sua vida. "Chega disso!" diz a faca para o cuteleiro. "Você já me levou ao fogo muitas vezes! Quer acabar com minha vida?" E outra vez o artesão a leva ao fogo até deixá-la embranquecida pelo calor. "Pare de me martelar!" insiste ela. “Já me martelou o suficiente!".
Todavia ele continua a forjá-la.
"Não me ponha nessa água gelada, não! Uma hora você me põe na fornalha; e em seguida, na água gelada.
Isso mata qualquer um!".

Entretanto o processo continua. "Não me ponha nessa pedra de amolar, não! Vai me arranhar tanto que acabará me matando!". E o cuteleiro a submete à pedra até se dar por satisfeito. Olhemos para essa lâmina agora. Podemos dobrá-la quase que totalmente, mas ela sempre volta à posição normal. Seu polimento é tal que parece de prata! Está dura como um diamante e corta como uma espada fina! Ela foi forjada, temperada e polida. Agora tem um alto valor! Aquietemo-nos quando formos submetidos ao fogo da fornalha. Deixemos que o Espírito Santo nos molde e nos dê polimento.“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou”.



Diário de Sexta-feira 03/01/2014



Sexta-feira, 03 de janeiro de 2014.


“Não esqueça que sua riqueza não está no que você possui, mas naquilo que você jamais trocaria por dinheiro.”


EVANGELHO DE HOJE
Jo 1,29-34

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


29No dia seguinte, João viu Jesus aproximar-se dele e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30Dele é que eu disse: Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim. 31Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel".
32E João deu testemunho, dizendo: "Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: 'Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo'. 34Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!"



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

João Batista aponta para Jesus e o chama de “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
No Antigo Testamento, os sacerdotes ofereciam cordeiros em sacrifício pelos pecados do povo. Matavam o animal, recolhiam seu sangue numa vasilha e o queimavam no Altar dos Sacrifícios. Não era só cordeiro, ofereciam também bodes. Se o pecado era muito grande, ofereciam um touro.
Diz a Carta aos Hebreus: “É impossível eliminar os pecados com o sangue de touros e bodes. Por essa razão, ao entrar no mundo, o Cristo declara: ‘Não quisestes vítima nem oferenda, mas formaste um corpo para mim. Não foram do teu agrado holocaustos nem sacrifícios pelo pecado. Então eu disse: Eis que eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade” (Hb 10,4-7).
Aquelas ofertas de animais pelos pecados valeram como preparação do povo para receber Jesus. O seu sangue sim, apagou os nossos pecados, todos os pecados de todos os seres humanos de todos os tempos. Até os nossos pecados futuros já foram apagados por Cristo. Da nossa parte fica apenas o pequeno trabalho de “apertar o botão”, para que esse perdão venha até nós.
E nós nos perguntamos: Por que as pessoas vivem com sede, ao lado desta fonte cristalina? Talvez faltem profetas como João Batista, para apontar com o dedo e dizer: “Eis aí o Cordeiro de Deus. Ele é melhor do que eu”.
Certa vez, um rapaz estava andando numa praia, antes do dia amanhecer, e viu no chão, apesar de estar escuro, um saquinho cheio de pedrinhas. É alguma criança que ajuntou isso ontem, pensou.
Pegou o saquinho e, caminhando, começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar. Quando o dia clareou, havia apenas uma no saquinho.
Foi aí que ele, observando, viu que era diamante! Algum garimpeiro certamente havia perdido o saquinho ali.
Que pena! Agora não dá para recuperar as que ele havia jogado no mar!
Jesus, este presente que ganhamos no Natal, é como um saquinho de diamantes. Que não o desperdicemos!
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Maria Santíssima é modelo para nós no acolhimento ao Cordeiro de Deus.
Peçamos a ela que nos ajude a nos enriquecer com esse tesouro, e a distribuí-lo para os outros.







DICAS DE SAÚDE
Ressaltamos que as Dicas de Saúde enviadas por este Diário, não equivalem a uma receita médica; são apenas "dicas". Os exames preventivos são sempre indispensáveis! Para mais informações consulte o seu médico. 


MIOMA: ENTENDA MELHOR ESTE PROBLEMA


Os miomas são tumores benignos formados por tecido muscular, o qual está presente em diversos órgãos do nosso organismo. No entanto, o local em que ocorre com maior frequência é no útero. “Não se trata de câncer, e a chance de se transformar nessa doença é extremamente baixa. Normalmente, ele acomete mulheres entre os 35 e 45 anos, sobretudo aquelas que não tiveram filhos, mas pode aparecer em idade mais precoce, como na puberdade”, explica o ginecologista Eduardo Schor, diretor da Clínica GERA de Reprodução Assistida e Chefe do Setor de Endometriose da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

A causa do problema ainda não é clara, mas sabe-se que seu desenvolvimento é mais rápido quando o nível do hormônio feminino estrógeno encontram-se elevado. “Entre os sintomas mais comuns estão o aumento do fluxo menstrual, cólicas muito fortes e anemia”, explica o médico. Mas ao contrário do que muitos pensam, há pouca relação entre o mioma e a infertilidade. “O risco existe apenas quando o tumor cresce a ponto de causar alterações na cavidade uterina. Mas essa é uma situação excepcional”, explica Eduardo. E como em grande parte dos casos a doença é assintomática, é importante consultar frequentemente o ginecologista e realizar todos os exames solicitados pelo profissional.

O diagnóstico da doença é feito por meio de ultrassonografia e, em alguns casos, da ressonância magnética. Em relação ao tratamento, no caso do mioma que não apresenta sintomas importantes, o médico poderá optar apenas pelo acompanhamento regular, para verificar a evolução do quadro. Já nas situações em que ele causa danos maiores (como alterações no útero), quando há vários tumores ou ele aumenta muito de volume, poderá haver necessidade de cirurgia. “Porém, uma jovem com pequenos miomas e desejo futuro de gestação não precisa ficar preocupada. O acompanhamento com exames de imagem periódicos para avaliar se há crescimento normalmente é suficiente. A intervenção cirúrgica é recomendada apenas se ele cresce e causa prejuízos ao útero”, tranquiliza o ginecologista.

Invista na qualidade de vida
Assim como em outras doenças, a prática de atividades físicas regulares é uma grande aliada, já que os exercícios ajudam a diminuir os níveis de estrógeno no organismo. Além disso, vale a pena seguir uma alimentação equilibrada e ficar de olho na sua saúde: observe se houve alteração no fluxo menstrual ou se surgiram outros sintomas que possam indicar a presença da doença. Lembre-se, ainda, de cuidar de sua higiene íntima. Experimente o sabonete Dove Íntimo, que, além de limpar e proteger, deixa uma sensação de frescor e bem-estar prolongado. E para ajudar no diagnóstico precoce e prevenir a evolução do tumor, visite seu ginecologista regularmente. “Muitos casos de miomas podem ser diagnosticados na simples consulta de rotina”, finaliza Eduardo.




MOMENTO DE REFLEXÃO


“Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente”Mc 5.36

Jairo era líder de uma sinagoga e respeitado entre seu povo. Uma enfermidade impiedosa colocou suas mãos geladas sobre sua filha única, de apenas doze anos. Nem o dinheiro nem o prestígio de Jairo puderam socorrer sua filha. Então, correu ao encontro de Jesus e suplicou ao Mestre para ir com ele à sua casa. Seu caso era urgente e sua dor imensa.
Seu problema era insolúvel, mas Jairo entendia que se Jesus impusesse as mãos sobre sua filha, ela ficaria curada. Quando estavam a caminho, chegou um emissário, dizendo: “Não incomodes mais o Mestre, sua filha morreu”. Essa má notícia fuzilou o coração de Jairo. Jesus, porém, lhe disse: “Não temas, crê somente”. Quando Jesus caminha conosco não precisamos ter medo de más notícias.
Quando Jesus caminha conosco nossas causas perdidas têm solução. Quando Jesus caminha conosco a fé pode triunfar sobre o medo. Quando Jesus caminha conosco a morte não tem a última palavra. Quando Jesus caminha conosco o choro é substituído pela alegria. Quando Jesus caminha conosco o solo da ressurreição, prevalece sobre o coral da morte


Diário de Quinta-feira 02/01/2014



Quinta-feira, 02 de janeiro de 2014.


“As pessoas acabam achando mais fácil dar ouvidos aos outros do que consultar seu coração.” (Roberto Shinyashiki)


EVANGELHO DE HOJE
Jo 1,19-28

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!


19Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: "Quem és tu?" 20João confessou e não negou. Confessou: "Eu não sou o Messias". 21Eles perguntaram: "Quem és, então? És Elias?" João respondeu: "Não sou". Eles perguntaram: "És o Profeta?" Ele respondeu: "Não". 22Perguntaram então: "Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?"

23João declarou: "Eu sou a voz que grita no deserto: 'Aplainai o caminho do Senhor'" — conforme disse o profeta Isaías. 24Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus 25e perguntaram: "Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?"

26João respondeu: "Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não co­nheceis, 27e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias". 28Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.





MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz

No meio de vós está aquele que vem depois de mim; eu não mereço desamarrar suas sandálias.
Este Evangelho narra o diálogo entre João Batista e os enviados pelas autoridades de Jerusalém, a fim de lhe perguntarem quem ele era. Nas respostas, João teve todo o cuidado para não se promover, pois sua missão era anunciar o Messias, não a si mesmo.
A primeira pergunta que lhe fizeram foi: “Quem és tu?” João respondeu: “Eu não sou o Messias”. Por si, ele devia responder quem era, não quem não era. Mas havia o perigo de chamar a atenção sobre si mesmo e o povo voltar-se para ele, não para Jesus.
Mas os enviados não ficaram satisfeitos e insistiram: “Quem és então? És Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” João respondeu: “Não”. Veja que João era profeta. O próprio Jesus disse que ele era o maior de todos os profetas. Acontece que o verdadeiro profeta anuncia Cristo, e não a si mesmo.
Nesse momento, os enviados apelaram: “Quem és, afinal? Temos de dar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?” Em outras palavras: Viemos aqui com a missão de saber quem é você. Se voltarmos sem resposta, levaremos uma punição. Por isso nos ajude, por favor!
João então colaborou, mas deu uma resposta inspirada: “Eu sou a voz que grita no deserto: Aplainai o caminho do Senhor – conforme disse o profeta Isaías”. A voz não tem consistência em si mesma; ela logo desaparece, e só fica na nossa lembrança aquilo que ela significa. Boa definição do profeta.
Mas isso bastou para vir o ataque: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” Em resposta, João não deixou por menos: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis”. O recado é também para nós. A humanidade atual vive procurando o caminho, a verdade e a vida, mas deixando Cristo de lado! “No meio de vós está aquele que vós não conheceis”. Vivemos tão preocupados com as coisas do mundo que nos esquecemos de conhecer Jesus. Quem ama entra dentro da vida da pessoa amada. Nós não queremos saber disso com Jesus. É o catecismo da primeira comunhão, e olhe lá. O Espírito Santo conhece Jesus porque o ama. Que o Espírito Santo nos mostre quem é Jesus realmente e nos mova a procurar conhecê-lo melhor.
O mundo conhece os segredos da natureza, das ciências e da técnica, mas conhece pouco o seu autor. O homem moderno é vítima do seu próprio invento. Por isso, o elevado desencanto entre os jovens e adultos pela sociedade em que vivemos; desemprego, violência, discriminação social, ruptura familiar e conjugal, drogas, alcoolismo fome...
Em seguida João fala: “Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. Nas famílias, era o escravo ou a escrava que desamarrava as sandálias dos donos da casa, quando chegavam das estradas empoeiradas. Nem disso João Batista se julgava digno, em relação a Jesus!
Desse jeito, é claro, o povo ia deixando João e se reunindo em torno de Jesus. Era justamente isso que João queria: “É preciso que ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30). Não só João, mas é isso que todo profeta deve querer.
O sal e o fermento desaparecem no meio da comida. Nós não olhamos para a luz, nem nos lembramos dela, a não ser quando falta luz. Assim deve ser o profeta. Comportar-se no meio da sociedade como o sal, o fermento e a luz. A glória do profeta é fazer o povo aproximar-se de Cristo, não de si próprio. Às vezes, para o profeta sobra a cruz. Cristo veio para acabar com os corações dilacerados. Ele é o dom de Deus, é o nosso companheiro, amigo e irmão.
“Irmãos, estai sempre alegres! Rezai sem cessar. Dai graças em todas as circunstâncias... Aquele que vos chamou é fiel; ele cumprirá o que prometeu” (1Ts 5,16-18.24). A nossa sociedade precisa urgentemente de pessoas que lhe mostrem os autênticos valores espirituais e humanos: o desprendimento, a solidariedade, o amor, a fé, a oração, a coerência, a responsabilidade, a honestidade, a paixão pela verdade...
A única coisa que pode vencer a insatisfação profunda do homem atual é o testemunho pessoal e comunitário de alegria e esperança, oxigenadas na fé em Cristo, o “Deus conosco”. Assim, os obstáculos se transformam em trampolim.
A exemplo de João Batista, o testemunho é um impacto que provoca interrogações, as quais resultam em esperança e alegria. Ser testemunha é criar mistérios em volta, fazendo com que a vida sem Deus se torne um absurdo.
Como nos tempos de João Batista, há no nosso povo uma difusa esperança de que está para chegar algo mais seguro do que o que está aí; algo transcendente, mas com enorme força no contingente. Aí está o ambiente propício para o testemunho dos cristãos. Testemunho corajoso, explícito e vivencial, como o de João. Diante do relativismo estéril, esse testemunho apresenta o caminho, a verdade e a vida.
“Quem és tu?” Será que se alguém nos fizesse essa pergunta, nós responderíamos corretamente, como fez João Batista?
Certa vez, uma família ganhou um cachorrinho de raça. Quando ele chegou à casa, já havia lá um gato siamês, muito querido pelo pessoal da família. O cachorrinho logo sentiu que aquele povo gostava muito de gatos, e ficou com a sensação de que, se fosse gato, seria mais aceito pela família. E ele começou a ensaiar um jeitinho de gato... e foi percebendo que as pessoas achavam isso muito legal. Estava emplacando! E por aí foi. Com o tempo ele até já estava conseguindo miar como o gato. O disfarce ia se ajustando bem no seu corpo de cachorro. Isto lhe rendia mimos e aprovação das pessoas.
Assim foi crescendo o cachorrinho. Mas algo começou a não funcionar! De vez em quando as pessoas iam percebendo que na realidade ele não era igual aos gatos. De vez em quando escapava um latido, sem que ele percebesse. Lentamente as pessoas foram desconfiando... Pensando bem, só não via quem não queria. Enquanto ele era pequeno, até que a máscara de gato passava, mas agora...
Os anos se passaram... e as pessoas foram percebendo que ele era um cachorro; só ele não percebia. Quando ele via um cachorro, às vezes sentia vontade de ser cachorro. Ele começou a ficar triste. Pior quando lhe puseram o nome de Fachada. Então um dia teve coragem e voltou a assumir a sua identidade de cachorro.
“Quem és tu?” A resposta a esta pergunta é longa, e inclui a nossa vocação específica, isto é, aquilo para o qual Deus nos colocou no mundo. Que abracemos com amor a nossa identidade.
“O Senhor olhou para a humildade de sua serva”, disse Maria Santíssima. Ela foi uma testemunha completa: clara, vivencial, humilde e perseverante. Que Maria e João Batista nos ajudem a ser bons e humildes profetas do Senhor.
No meio de vós está aquele que vem depois de mim; eu não mereço desamarrar suas sandálias.






MUNDO ANIMAL

Como ensinar um filhote a fazer xixi e cocô no jornal


Com pequenas variações na idade, raça e sexo do cãozinho, temos recebido inúmeros pedidos de ajuda para resolver um problema comum: Ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô no jornal. Aí vai a pergunta feita pela Juliana A. Queiroz, que vamos responder de forma abrangente para atingir o maior número de casos possíveis. A todos que têm enviado perguntas, sugestões, elogios e críticas, o nosso muito obrigado. Obrigado também ao Demetrius A. Nunes, Sonia Jonas e Fernanda Suhet.

O meu Poodle Toy - PUPPY - estava habituado a fazer suas necessidades na área de serviço, pois assim foi acostumado desde pequeno, porém, de uns tempos para cá só está fazendo na sala de visitas. O que devo fazer para que ele volte a usar a área de serviço e dar um alívio à minha mãe?

Eu particularmente não acho boa idéia treinar um cachorro para fazer xixi e cocô dentro de casa. A sua casa deveria fazer parte da "toca" do seu cachorro. Ou seja, a sua casa é a sua "toca", onde você permite que ele more (é assim que o seu cachorro entende). Um cachorro selvagem (e também o domesticado), aprende primeiro com a mãe (e depois desenvolve seu próprio instinto) de que a "toca" é um lugar que deve ser mantido limpo, e por isso mesmo ele nunca deve fazer xixi ou cocô dentro da toca/casa.

Além disso, machos desenvolvem com a idade a necessidade de marcar o território e aí, um dia, ele vai fazer xixi no pé da mesa, na geladeira, no fogão, na sala de visitas...

Os filhotes só começam a desenvolver o controle da bexiga e do intestino por volta dos 5 meses de idade e já aos 6 meses os machos começam a levantar a perninha (justamente para marcar território). Poucas fêmeas desenvolvem o hábito de urinar pelos cantos com a intenção de marcar território ou demonstrar dominância sobre os membros da família, mas isto também acontece.

Filhotes que foram removidos muito cedo da companhia da mãe também parecem encontrar mais dificuldade em aprender a manter a casa limpa e fazer suas necessidades no lugar certo.

Meu conselho é que não se permita que o cachorro faça xixi ou cocô dentro de casa e que seus donos comecem a levá-los para fazer as necessidades na rua. Aproveitem para dar um longo passeio, fazer exercício, descobrir coisas novas, treinar comandos básicos de obediência e estreitar ainda mais este laço de amizade. Os médicos e veterinários agradecerão!

Algumas dicas que podem ajudar são, controle a quantidade de água e comida que o cão consome, não deixando a vasilha de água nem o prato de comida o dia inteiro no chão. Quando você colocar a comida, espere cerca de 20 minutos e retire o prato. Isso é tempo mais do suficiente para que seu cachorro comer. Ofereça água após as refeições, e se você só está alimentando ele 2 vezes por dia, ofereça também no meio do dia, ou após exercícios.

Leve-o para passear assim que você acordar, depois de cada refeição dele e antes dele dormir. Se for filhotinho, leve-o para fora após cada sessão de brincadeiras. Conforme ele for ficando mais velho e com maior capacidade de segurar o xixi, você poderá levá-lo 2 vezes por dia. Pela manhã e a noite.

Seja bastante consistente com os horários, até ele estar bem treinado.

Procure levá-lo sempre no mesmo lugar. Cachorros parecem ter preferência por áreas com grama.

Sempre que ele fizer xixi ou cocô onde você espera (seja na rua ou em casa no jornal) faça a maior festa para ele. Deixe-o saber que você está feliz com o comportamento certo, e não só chateado com o comportamento errado.

Se mesmo assim você preferir que ele faça xixi e cocô no jornal, procure manter sempre o jornal limpo, deixando apenas um pedacinho do jornal velho por cima do novo, pois isso ajuda o cachorro a se guiar para o lugar certo. Também já existem alguns produtos no Brasil que você coloca no jornal para estimular o cachorro a fazer xixi lá, ou você pode usar umas gotinhas de amônia sobre o jornal.

Faça festa quando ele fizer xixi ou cocô no jornal. Você pode também utilizar a técnica de restrição de espaço, ou seja, fique com ele nos horários perigosos perto do jornal ou na área em que ele pode fazer o serviço sujo. Vá liberando outras partes da casa aos poucos, uma semana a cozinha, na outra a sala, depois um quarto e assim por diante. Toda vez que ele fizer sujeira numa área proibida, leve-o de volta para a última área que ele manteve limpa, e comece a liberar aos poucos novamente, até ele ter direito a casa toda. Evite deixá-lo preso sozinho na área a ser usada como banheiro, pois a tendência é que o bichinho fique com medo de ir lá fazer xixi ou cocô voluntariamente e acabe ficando "preso". O resultado é que ao invés de usar o lugar desejado, o filhote fica desconfiado e com medo e não usa a área.

Mantenha os lugares por onde ele já tenha "visitado" rigorosamente limpo. Você pode usar produtos a base de enzimas que destroem os cheiros de urina e fezes e não estragam móveis e tapetes, nem fazem mal para o seu bichinho.

NUNCA bata no seu cachorro, nem tente corrigi-lo se a sujeira já foi feita há algum tempo. Cachorros não entendem fatos passados. Sim, eles parecem culpados, mas é só porque você parece zangado, e eles não têm a menor idéia de que é pelo xixi ou cocô. Se você bater no seu cão, ele vai ficar com medo de você e as coisas vão piorar, pois ele vai tentar fazer xixi/cocô só quando você não estiver por perto (principalmente quando você tiver ido ao cinema, namorar, jantar fora e chegar bem tarde sem a menor vontade de limpar sujeira). Para que a correção seja eficaz, você deve pegar o malandrinho no ato. Para a grande maioria dos cães um belo "NÃO", dito em tom bem forte, será o suficiente para ele interromper os negócios. Pegue-o correndo e ponha no jornal (ou do lado de fora) e espere ele acabar de fazer o que tinha começado. Quando ele acabar faça toda a festa que ele merece. Dê muito carinho, beijos e abraços.

Você vai ficar surpreso com a rapidez com que ele vai entender o que você espera dele.

Se ainda assim o problema de xixi ou cocô fora do lugar persistir, procure um veterinário para descartar a possibilidade de algum problema de saúde, tal como infecção urinária, diabetes ou verminose.

Lembre-se tenha muito amor e paciência que vai valer a pena.

Ah! Só mais uma dica: Que tal levar um saquinho plástico com você quando vocês forem passear na rua? Da mesma forma que você não gosta do "cheirinho" dentro da sua casa, é muito chato ter que ficar fazendo prova de obstáculos quando se está querendo dar um passeio com a família. Você vai ver que não é tão ruim assim recolher o cocô do seu cachorrinho e como todo mundo responde com um grande sorriso para você na rua.






MOMENTO DE REFLEXÃO


A nossa vida é marcada por começos e recomeços... A cada novo dia, a cada amanhecer, nos é dado um tempo para desenvolvermos nossos trabalhos, estudos, lazer, afazeres domésticos, enfim, qualquer coisa que quisermos. Para muitas pessoas, cada novo dia é uma grande oportunidade para desenvolver grandes tarefas, ter grandes aprendizados, fazer novas amizades (ou aproveitar das antigas)... Para outras pessoas, cada amanhecer é apenas mais um amanhecer, dentre tantos outros que já passaram e outros que ainda virão... Para algumas pessoas, o início da semana é que marca o recomeço de uma nova etapa, para outras é o início do mês, e ainda para outras, é o início do ano... E é aí que eu gostaria de parar um pouco para refletir: onde está o meu ponto de recomeço? A cada novo dia? A cada nova semana? A cada novo mês? A cada novo ano? Ou eu não estou recomeçando, e estou vivendo minha vida de qualquer jeito, sem nenhum objetivo?
Por mais óbvio que possa parecer, eu preciso ter metas para o ano, o mês, a semana e para cada dia. Para intervalos de tempo maiores: objetivos maiores. Ou seja, para o ano: preparar-se para um novo curso/concurso, juntar dinheiro para uma viagem de férias no final do ano, escrever um livro... Para o mês, metas menores, como por exemplo: concluir um dos assuntos do estudo, ou dos capítulos do livro. Para a semana, metas ainda menores. E para cada dia então... Ah, para cada dia, a meta deve ser a mais simples, mas que nunca deve deixar de existir. Nem que seja com relação a algo que a não fazer, como fazem os ex-dependentes químicos, que comemoram cada dia que conseguem não consumir drogas... Ou os da geração PHN, que ficou conhecida em todo o mundo pela Canção Nova: Por Hoje Não vou mais pecar!
No primeiro dia desse ano, a mensagem é de Paz, e a escolhida para ser a representante é a Rainha da Paz: Maria, Mãe de Jesus. E no Evangelho de hoje ela aparece como aquela que escuta as maravilhas que os pastores vieram contar, guarda no seu coração, e veio refletindo ao longo da vida. Maria é um belo exemplo de pessoa que teve uma grande meta na vida: ser serva de Deus. Mas isso é muito vago, vejamos algo mais concreto... Maria teve a missão de ser mãe de Jesus. Ah, melhorou, mas isso é uma missão que leva vários anos... Sim, mas a cada ano, a cada mês, a cada semana, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a meta era diferente, e para cada intervalo de tempo menor, as metas eram mais simples e objetivas, mas sempre visando alcançar um objetivo maior: servir a Deus.
E nós? Estamos somente sobrevivendo neste mundo, ou estamos fazendo a nossa passagem por esta vida valer a pena?
Que Deus abençoe este ano que se inicia, nos proporcione abundância de desafios, e nos mande o Espírito Santo para nos dar a sabedoria necessária para superar todas as dificuldades.

Jailson Ferreira



Diário de Quarta-feira 01/01/2014



Quarta-feira, 01 de janeiro de 2014
Santa Maria Mãe de Deus


"Nós abriremos o livro. Suas páginas estão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se "Oportunidade" e seu primeiro capítulo é o Dia de ano novo." (Edith Lovejoy Pierce)



EVANGELHO DE HOJE
Lc 2,16-21

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!


Naquele tempo, 16os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura.
17Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino.
18E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam.
19Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração.
20Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito.
21Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido.



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.




MEDITANDO O EVANGELHO
Padre Antonio Queiroz


Encontraram Maria e José e o recém nascido. E, oito dias depois, deram-lhe o nome de Jesus.
Hoje, primeiro dia do ano, celebramos a oitava do Natal e a solenidade da Santa Mãe de Deus Maria. Além disso, é o Dia Mundial da Paz.
A equipe do Evangelho do Dia deseja a você e sua família um Feliz Ano Novo. Que 2010 seja repleto de bênçãos de Deus, o que nos traz a paz. Jesus, no Natal, tornou-se Emanuel, Deus Conosco. Que ele continue com você durante todo este ano que se inicia.
O Evangelho narra a visita dos pastores ao Menino Jesus. Maria Santíssima é Mãe de Jesus. Jesus é Deus, portanto ela é Mãe de Deus. Não Mãe da divindade, evidentemente, mas Mãe de Jesus que é Deus. É um mistério que nos ultrapassa. Cabe a nós ter a mesma atitude de Maria: guardar tudo no coração e meditar, a fim de aprender, pois, como Maria e José, queremos fazer a vontade de Deus.
Aí está o segredo da santidade: ouvir ou ler a Palavra de Deus e meditar sobre ela a fim de trazê-la para o nosso coração e depois ela sair pelas nossas mãos, pés, palavras e atos, produzindo frutos e enchendo o mundo de luz, como foi o nascimento de Jesus.
Em seguida, o Evangelho fala: “Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido”. Tudo em obediência a Deus. O casal cumpria direitinho os seus deveres religiosos. Verdadeiro modelo para nós. “Se alguém guarda a minha palavra, nunca verá a morte” (Jo 8,51). Quer dizer, viverá eternamente com Deus.
A palavra Jesus significa “Deus salva”, ou “Salvador”. Nós colocamos o nome nas crianças no dia do seu batizado. Levamos e nenezinho para a igreja e o apresentamos a Deus, como Maria e José fizeram com Jesus. É muito bom, a exemplo de Maria e José, colocar nas crianças um nome que expressa o que queremos que ela seja no futuro. Nós cristãos sempre veneramos o nosso santo onomástico, isto é, o santo que tem o nosso nome.
E hoje é o Dia Mundial da Paz. Paz é a tranqüilidade da ordem. Para o mundo pecador, paz é ausência de guerra, mesmo que seja pela força. Assim, paradoxalmente, a paz é o grande anseio da humanidade e é a ausência mais sentida na história dos povos. A paz cristã se apóia no tripé: verdade, justiça e perdão.
Destroem a paz: a violência, a agressividade, a exploração do outro... Como é triste ver crianças ganharem, até no Natal, armas de brinquedo e ficar apontando para os coleguinhas. Como é triste ver nos filmes pessoas matando outras, e ver nos jogos infantis eletrônicos a própria criança matando virtualmente. São os caminhos mais seguros para destruir o anseio de paz que Deus colocou em nosso coração.
Certa vez, a polícia prendeu em flagrante um criminoso, que tinha acabado de cometer um crime horrível. Dois homens assistiram a cena e comentavam: “A solução é matar! Um homem desse não pode viver!”
Um pouquinho mais distante estavam duas mães, que também viram o crime. Elas tinham o terço na mão e rezavam pelo criminoso, para que se convertesse.
A grande contribuição de Maria Santíssima é que ela, como mãe, nos ensina a olhar as coisas com os olhos de mãe, isto é, a ter um olhar de misericórdia, que sabe ver o lado bom que todo ser humano tem, como criatura de Deus.
Que a Santa Mãe de Deus Maria, e São José, nos ajudem a imitá-los, fazendo em tudo a vontade de Deus, para que haja paz.
Encontraram Maria e José e o recém-nascido. E, oito dias depois, deram-lhe o nome de Jesus.